“O homem que julga infalível a sua razão está bem perto do erro. Mesmo aqueles, cujas ideias são as mais falsas, se apóiam na sua própria razão e é por isso que rejeitam tudo o que lhes parece impossível.” Fonte: O Livro dos Espíritos, introdução VII.

Trabalhemos todos, pela Unificação do movimento espírita!!

O Espiritismo é uma questão de fundo; prender-se à forma seria puerilidade indigna da grandeza do assunto. Daí vem que os centros que se acharem penetrados do verdadeiro espírito do Espiritismo deverão estender as mãos uns aos outros, fraternalmente, e unir-se para combater os inimigos comuns: a incredulidade e o fanatismo.”

“Dez homens unidos por um pensamento comum são mais fortes do que cem que não se entendam.”
Allan Kardec (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo – Item VI).

“Mas a sabedoria que vem do alto é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.”Thiago,3/17

“Se vós estiverdes em mim, e as minhas palavras estiverem em vós, pedireis tudo o que quiserdes, e vos será feito.” João – 15:7

Falar e Fazer

Em se tratando de reforma íntima: “Fácil é dizer como se faz. Difícil é fazer como se diz.” Precisamos fazer mais e dizer menos. Francisco Rebouças.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

DO JOVEM


Moderar as manifestações de excessivo entusiasmo, exercitando-se na ponderação quanto às lutas de cada dia, sem, contudo, deixar-se intoxicar pela circunspecção sistemática ou pela sombra do pessimismo.

O culto da temperança afasta o desequilíbrio.

Anotar a extensão das suas forças, consultando sempre os corações mais amadurecidos no aprendizado terrestre, sobre as diretrizes e os passos fundamentais da própria existência, prevenindo-se contra prováveis desvios.

Invigilância conservada, desastre certo.

Guardar persistência e uniformidade nas atitudes, sem dispersar possibilidades em múltiplas tarefas simultâneas, para que não fiquem apenas parcialmente executadas.

Inconstância e indisciplina são portas de frustração.

Abster-se do mergulho inconsciente nas atividades de caráter festivo, evitando, outrossim, o egoísmo doméstico que inspire a deserção do trabalho de ordem geral.

A imprudência constrói o desajuste, o desajuste cria o extremismo e o extremismo gera a perturbação.

Apagar intenções estranhas aos deveres de humanidade e ao aperfeiçoamento moral de si mesmo.

A insinceridade ilude, primeiramente, aquele que a promove.

Buscar infatigavelmente equilíbrio e discernimento na sublimação das próprias tendências, consolidando maturidade e observação no veículo físico, desde os primeiros dias da mocidade, com vistas à vida perene da alma.

Os compromissos assumidos pelo Espírito reencarnante têm começo no momento da concepção.

“Foge também aos desejos da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor e a paz com os que, de coração puro, invocam o Senhor”. — Paulo. (II TIMÓTEO, 2:
 
Livro: Conduta Espirita
Chico Xaver/ André Luiz
 
Francisco Rebouças

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Com a missão de ser o país espírita


Livro de Chico previu que o Brasil seria o principal centro da religião no mundo

POR DIEGO BARRETO
Rio - A morte não é barreira para Chico Xavier. No centenário de seu nascimento, o médium - morto em 2002 - protagoniza novo fenômeno: o crescimento sem precedentes do espiritismo. Embalados por inúmeros eventos, filmes e peças de teatro alusivos à data, centros espíritas de Norte a Sul do País registram aumento de até 50% de frequentadores (dados da Federação Espírita Brasileira), que buscam alívio e cura para o corpo e a alma na fé espírita.

“Vem crescendo significativamente o número de pessoas que buscam as casas espíritas, após os eventos do centenário do Chico e a exibição do filme ‘Nosso Lar’. Embora difícil de medir, já que somos mais de 15 mil centros no País, algumas casas experimentam crescimento da ordem de 50%”, afirma João Pinto Rebelo,
diretor executivo da federação.

Para atender a demanda de novos adeptos, algumas instituições já mudam horários de reuniões. No Lar de Frei Luiz, em Jacarepaguá, a fila do primeiro atendimento dá voltas na quadra esportiva. “Como as sessões de quartafeira terminam às 20h, a triagem precisa começar cedo. O público cresceu muito: de 30% a 40%. Nas semanas seguintes às estreias de ‘Chico Xavier’ e ‘Nosso Lar’, a procura foi ainda maior”, explica Wilson Vasconcelos, diretor administrativo da instituição, que recebe mais de 4 mil pessoas por semana.

No Instituto Espírita Bezerra de Menezes, no Centro de Niterói, as reuniões nas tardes de terça e quinta-feira lotam o salão. “Toda a divulgação do centenário de Francisco Cândido Xavier contribuiu muito para a busca pela doutrina. Nosso público aumentou em até 50%. Por semana, passam mais de mil pessoas por  aqui”, diz o diretor Hélio Loureiro.

A presidente do Centro Espírita Joanna de Ângelis, na Barra, Iraci Campos, destaca outro fenômeno importante para a disseminação dos conceitos espíritas: “Toda a divulgação do espiritismo na mídia foi extremamente positiva porque ainda havia muito preconceito. Muitas pessoas tinham pensamento completamente equivocado. Depois de ver os filmes, passaram a estudar o espiritismo. Nosso meio é filosofia, ciência e religião”, explica ela.

O escritor Marcel Souto Maior, que fez a biografia de Chico Xavier, chama atenção para a reunião de lançamentos no ano do centenário. Segundo ele, os dois filmes que ajudaram a projetar a imagem de Chico deveriam ter ficado prontos bem antes. “Houve muitos atrasos nas filmagens. Muita coisa dava errada. Mas curiosamente tudo deu certo para terminar só em 2010”, surpreende-se ele, autor do livro ‘As vidas de Chico Xavier’.

Uma das mais famosas obras de Chico,‘Brasil, Coração do Mundo, Pátria do Evangelho’, psicografada em 1938, revela que o País teria sido escolhido para a missão celeste de se tornar o centro mundial da fé espírita. Com o crescimento, a mensagem ganha ares de profecia. O número de praticantes cresceu 200% em 60 anos. Atualmente, são mais de 2,5 milhões de adeptos. Isso sem contar os 30 milhões de simpatizantes. Muitos até de outras religiões. “Chico sempre dizia que, quando não estivesse mais aqui, a palavra de Jesus seria mais espalhada”, afirma Eurípedes Higino, filho adotivo de Chico Xavier.

O Conselho Espírita do Rio cadastrou 676 centros. Porém, o número ultrapassa mil. “Chico solidificou o espiritismo, colocou a semente na cabeça de muita gente e agora está desabrochando”, afirma Ronie Lima, autor do livro ‘Os caminhos espirituais da cura’.



Francisco Rebouças

Conferência espírita em Caldas da Rainha/Portugal

Caros amigos, nesta sexta-feira, dia 17/12/2010, vai ocorrer uma conferência no CCEN - Centro de Cultura Espírita de Caldas da Rainha/Portugal, abordando e tema: O QUE É O ESPIRITISMO? 

Data: sexta-feira, dia 17 de Dezembro de 2010.

Hora: 21:00h.

Tema: O QUE É O ESPIRITISMO?

Doutrina de grande valor espiritual, filosófico e cultural, permanece ainda como o grande desconhecido por parte da humanidade.

Fonte: http://ccespirita.org/



Francisco Rebouças

Lindos Casos de Chico Xavier

A CRUZ DE OURO E A CRUZ DE PALHA

Alguns membros da Juventude Espírita do Distrito Federal e de Belo Horizonte visitavam o Chico.

Antes de começar a Sessão do LUIZ GONZAGA, palestravam animadamente sobre assunto de Doutrina e a tarefa destinada aos moços espíritas.

Uma jovem inteligente, desejando orientação e estímulo, colocou o Chico a par das dificuldades encontradas para vencerem o pessimismo de uns, a quietude e a incompreensão de muitos.

Poucos queriam trabalho sacrificial, testemunhador do Roteiro evangélico, que estava a exigir dos jovens uma vida limpa, correta, vestida de abnegação e renúncia.

Desejavam colher sem semear.

O Chico ouviu e considerou:

— O trabalho das Juventudes, com Jesus, tem que ser mesmo diferente. Sua missão será muito difícil e por isso gloriosa. E recebe de Emmanuel esta elucidação envolvida na roupagem pobre de nosso pensamento:

— Há a cruz de ouro e a cruz de palha, simbolizando nossas Tarefas.

A de ouro, a mais procurada, pertence aos que querem brilhar, ver seus nomes nos jornais, citados, apontados, elogiados, como beneméritos.

Querem simpatia e bom conceito. Se tomam parte em alguma Instituição, desejam, nela, os lugares de mando e de evidência. Querem cargos e não encargos.

A de palha, a menos procurada, no entanto, pertence aos que trabalham como as abelhas, escondidamente e em silêncio.

Lutam e caminham, com humildade, na certeza de que por muito que façam, mais poderiam fazer. Não se ensoberbecem dos triunfos, antes se estimulam e se defendem com oração e vigilância, sentindo a responsabilidade que assumiram como chamados, por Jesus, à Tarefa Diferente.

Entendem a serventia das mãos e dos pés, dos olhos e da mente, do coração, enfim, colocando amor e humildade em seus atos, nos serviços que realizam.

Por carregarem a cruz de palha, toleram o vômito de um, o insulto de mais outro, a incompreensão de muitos, testemunhando a caridade desconhecida, oferecendo, com o sofrimento e a renúncia, com o silêncio e o bom exemplo, remédios salvadores aos compa¬nheiros que os adversam, os ferem e desconhecem a vitória da “se¬gunda milha”.

Os jovens presentes estavam satisfeitos. De seus olhos, órgãos musicais da alma, saíam notas gratulatórias exornando o ambiente feliz que viviam.

De mais não precisavam.

Entenderam o Trabalho que lhes cabia realizar nas Terras do Brasil, o Coração do Mundo e a Pátria do Evangelho.

Linda lição com vista também aos velhos, a todos que conseguem ouvir Jesus na hora em que poucos O ouvem.

Livro: Lindos Casos de Chico Xavier
Ramiro Gama

Francisco Rebouças

Parábolas

Parábola do fariseu e do publicano
“Propôs Jesus esta parábola a uns que confiavam em si mesmos, como se fôssem justos, e desprezavam os outros:

Subiram dois homens ao templo para orar: um fariseu, e outro publicano.

O fariseu orava de pé, e dizia assim: Graças te dou, ó meu Deus, por não ser como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros. E não ser também como é aquele publicano. Eu, por mim, jejuo duas vezes por semana e pago o dízimo de tudo quanto possuo.

Apartado a um canto, o publicano nem sequer ousava erguer os olhos para o céu; batia no peito, e exclamava: Meus Deus, apiedai-vos de mim, pecador.

Digo-vos, acrescentou Jesus, que este voltou justificado para sua casa, e o outro não, porque todo aquele que se exalta será humilhado, e todo aquele que se humilha será exaltado.” (Lucas, 18:9-14)

Para o perfeito entendimento desta parábola, faz-se mister, antes de mais nada, conhe cer que significam os termos que lhe servem de título.

Fariseus eram os seguidores de uma das mais influentes seitas do Judaísmo. Demonstravam grande zelo pelas suas tradições teológicas, cumpriam meticulosamente as práticas exteriores do culto e das cerimônias estatuídas pelo rabinismo, dando, assim, a impressão de serem muito devotos e fiéis observadores dos princípios religiosos que defendiam. Na realidade, porém, sob esse simulacro de virtudes, ocultavam costumes dissolutos, mesquinhez, secura de coração e sobretudo muito orgulho.

Publicanos eram os arrecadàdores de impostos públicos exigidos pelos romanos ao povo judeu, no exercício de cujo mister tinham oportunidade de amealhar fortuna, pelo abuso das exações.

Os judeus, que mal podiam suportar a dominação romana e não se conformavam com o pagamento de impostos, que julgavam ser contra a lei, fizeram do caso uma questão religiosa.

Abominavam, pois, esses agentes do Fisco, considerando, mesmo, um comprometimento ter qualquer intimidade com eles. Em suma, eram os publicanos renegados como gente da pior espécie.

Isto posto, vamos à interpretação da. parábola, prõpriamente.

Seu objetivo é apontar o orgulho como elemento prejudicial à salvação e, ao mesmo tempo, ressaltar quanto a humildade pode valer-nos ante a justiça divina.

Mostra-nos, então, na atitude do fariseu, tido e havido como o tipo acabado do crente ortodoxo, até onde pode chegar a soberba humana. Já na postura que assume — ereto, tórax saliente — patenteia seu orgulho. Ora, mas suas palavras são uma sequência de arrogância e presunção. Diz: “Senhor, eu vos agradeço”; entretanto, é a si mesmo que atribui os merecimentos de que se ufana; merecimentos que, a seu ver, o tornam criatura sem jaça, pois não lembra, sequer, de suplicar: “perdoai, Senhor, nossas dividas”. Ocorre-lhe apenas isto: “Eu não sou como os outros homens, que são ladrões, injustos e adúlteros.” Não alude a “alguns homens” nem a “muitos homens”, mas “aos outros homens”, considerando-se, assim, o único varão perfeito à face da Terra!

Ao ver o publicano, acrescenta, com soberano desprezo: “esse aí é como todos os outros”. Põe-se em seguida a exaltar os próprios méritos, as boas ações que faz, e nisso se resume a sua oração.

Já o publicano, que diferença! Aparta-se a um canto do templo, avergado, como que a sentir o peso da própria consciência. Sua humildade lhe permite uma justa apreciação de si mesmo, o reconhecimento de suas culpas e imperfeições; por isso bate no peito, contrito, e exclama: “Meu Deus, tende piedade de mim, pois sou um grande pecador!”

Pois este, e não o outro, foi quem se retirou justificado, sentenciou Jesus, finalizando a lição.

Sim, porque aos olhos de Deus não basta que nos abstenhamos do mal e nos mostremos rigorosos no cumprimento de determinadas regrazinhas de bom comportamento social; acima disso, é-nos necessário reconhecer que todos somos irmãos, não nos julgarmos superiores a nossos semelhantes, por mais culpados e miseráveis que pareçam, nem tão-pouco desprezá-los, porque isso constitui, sempre, falta de caridade.

Por outro lado, a humildade sincera é o melhor agente de nossa reforma íntima, de nosso progresso espiritual. Atrai sobre nós as bênçãos divinas e a ajuda de nossos anjos guardiães, que, percebendo-nos o propósito de reprimir os males de que somos portadores, dão-nos as sugestões adequadas e o amparo preciso à colimação desse desiderato.

Saibamos, pois, aproveitar o ensino do Mestre, sendo rigorosos e intransigentes com nós mesmos, brandos e indulgentes com os outros.

Livro: PARÁBOLAS EVANGÉLICAS
RODOLFO CALLIGARIS

Francisco Rebouças

NEM TODOS


“E aconteceu que, quase oito dias depois destas palavras, tomou consigo a Pedro, a João e a Tiago, e subiu ao monte a orar.” — (LUCAS, capítulo 9, versículo 28.)

Digna de notar-se a atitude do Mestre, convidando apenas Simão e os filhos de Zebedeu para presenciarem a sublime manifestação do monte, quando Moisés e outro emissário divino estariam em contacto direto com Jesus, aos olhos dos discípulos.

Por que não convocou os demais companheiros? Acaso Filipe ou André não teriam prazer na sublime revelação? Não era Tomé um companheiro indagador, ansioso por equações espirituais? No entanto, o Mestre sabia a causa de suas decisões e somente Ele poderia dosar, convenientemente, as dádivas do conhecimento superior.

O fato deve ser lembrado por quantos desejem forçar a porta do plano espiritual.

Certo, o intercâmbio com esse ou aquele núcleo de entidades do Além é possível, mas nem todos estão preparados, a um só tempo, para a recepção de responsabilidades ou benefícios.

Não se confia, imprudentemente, um aparelho de produção preciosa, cujo manejo dependa de competência prévia, ao primeiro homem que surja, tomado de bons desejos. Não se atraiçoa impunemente a ordem natural. Nem todos os aprendizes e estudiosos receberão do Além, num pronto, as grandes revela-ções. Cada núcleo de atividade espiritualizante deve ser presidido pelo melhor senso de harmonia, esforço e afinidade. Nesse mister, além das boas intenções é indispensável a apresentação da ficha de bons trabalhos pessoais. E, no mundo, toda gente permanece disposta a querer isso ou aquilo, mas raríssimas criaturas se prontificam a servir e a educar-se.

Livro: Caminho, Verdade e Vida
Chico Xavier/Emmanuel
 
Francisco Rebouças

PALESTRA NA AME NITERÓI


PREZADOS COMPANHEIROS DE IDEAL;
PAZ EM JESUS!

EXCCEPCIONALMENTE NO MÊS DE DEZEMBRO, DEVIDO AOS FESTEJOS NATALINOS, NOSSA PALESTRA OCORRERÁ NO DIA 16/12/2001 (5ª FEIRA), NA CASA MARIA DE MAGDALA (ESTR. WASHINGTON LUÍS Nº1956- FDS, SAPÊ, NITERÓI) COM INÍCIO ÀS 19:30 H.

O TEMA DA PALESTRA SERÁ ANSIEDADE/PÂNICO E PSICOEDUCAÇÃO E SERÁ APRESENTADO PELA Drª JACIARA

DA SILVA VITORIANO, MÉDICA HOMEOPATA, GENERALISTA E MEMBRO DO PROGARAMA MÉDICO DE FAMÍLIA DE NITERÓI.

PEDIMOS DESCULPAS POR SÓ AGORA ENVIARMOS O CONVITE, MAS TIVEMOS SÉRIOS PROBLEMAS COM O PROVEDOR DE INTERNET.

ESPERAMOS QUE ESTE INCOVENIENTE NÃO IMPEÇA OS COLEGAS DE COMPARECEREM À PALESTRA, POIS O TEMA É BEM ATUAL E QUANTO MAIS PUDERMOS DISCUTIR SOBRE O MESMO, ESTAREMOS ACRESCENTANDO UM POUCO MAIS PARA A NOSSA TENTATIVA DE AJUDARMOS A NÓS MESMOS E A NOSSOS IRMÃOS.

SOLICITAMOS A PRESENÇA DE TODOS QUE PUDEREM COMPARECER E A DIVULGAÇÃO EM SUAS LISTAS DECONTATOS, SE POSSÍVEL.
AGRADECENDO AO MESTRE JESUS MAIS ESTA OPORTUNIDADE DE ENCONTRO, DESPEDIMO-NOS COM VOTOS DE SAÚDE E SABEDORIA PARA TODOS.

LUIZA HELENA SEMEGHINI
SECRETÁRIA DA AME NITERÓI

Francisco Rebouças

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Ultrapassamos a marca de 28.000!

Queridos amigos, voltamos a destacar com muita alegria que ultrapassamos a marca de 28.000 visitas ao nosso Blog Espírita.

Repetimos os agradecimentos de sempre, pela participação de todos vocês que nos brindam com a confiança e amizade.

Nos resta reafirmar que o sucesso deste trabalho não seria alcançado sem a participação efetiva de todos vocês, através da visita diária ao nosso Blog e dos muitos e-mails com palavras de carinho e incentivo além das variadas notícias e eventos que nos enviam.

Nosso sincero, agradecido e reconhecido muito obrigado, continuem nos prestigiando e participando deste trabalho que é de todos nós, de difundir por todo o planeta a mensagem consoladora, esclarecedora e incomparável da doutrina espírita.

Não cansamos de repetir: Sua companhia é o combustível que nos entusiasma e nos fortifica na continuação de nossos propósitos, estipulados quando da criação deste veículo de difusão do espiritismo.

Você é sem sombra de dúvidas o nosso maior patrimônio!

É uma grande honra tê-los ao nosso lado diariamente.

Que Jesus nosso Mestre e Guia nos mantenha unidos e operosos, sob sua divina inspiração, hoje e sempre!

Muita PAZ!


Francisco Rebouças

Estamos em Casa!

Bendita seja, essa Terra distante mas, amiga!
Bendita gente alegre, e bem humorada,
Bandito encontro com essa gente querida.
Nem nos demos conta da fadiga.

Feliz, canto uma bela melodia,
Supreso e agardecido por este reencontro.
Pelos familiares que nos aguardavam
Contentes porque chegamos em fim,
A esta bela e hospitaleira Croxley Green!

Francisco Rebouças
Inglaterra

Tema Sempre Nosso


Todos nós encontramos problemas.

E a vida sempre nos oferece soluções através do próximo.

O outro:

é o seu público;

o seu cliente;

o seu leitor;

o seu mentor;

o seu discípulo;

o seu enfermeiro;

o seu fornecedor;

o seu avalista;

e o seu fiscal.

Dos outros obtemos:

o apoio ao trabalho;

o conforto nas provações;

o convite ao progresso;

a lição na experiência;

o socorro nas crises;

a advertência no erro;

o estímulo ao serviço;

o desafio ao aperfeiçoamento;

a cooperação na tarefa;

e o amparo à própria sustentação.

Quando a lei nos observa:

"Ame o próximo", está nos avisando que auxiliar aos outros será realmente auxiliar a nós mesmos.

Livro: Respostas da Vida
Chico Xavier/André Luiz

Francisco Rebouças

DA MULHER

Compenetrar-se do apostolado de guardiã do instituto da família e da sua elevada tarefa na condução das almas trazidas ao renascimento físico.

Todo compromisso no bem é de suma importância no mundo espiritual.

Afastar-se de aparências e fantasias, consagrando-se às conquistas morais que falam de perto à vida imperecível, sem prender-se ao convencionalismo absorvente.

O retorno à condição de desencarnado significa retorno à consciência profunda.

Afinar-se com os ensinamentos cristãos que lhe situam a alma nos serviços da maternidade e da educação, nos deveres da assistência e nas bênçãos da mediunidade santificante.

Quem foge à oportunidade de ser útil engana a si mesmo.

Sentir e compreender as obrigações relacionadas com as uniões matrimoniais do ponto de vista da vida multimilenária do Espírito, reconhecendo a necessidade das provações regenerativas que assinalam a maioria dos consórcios terrestres.

O sacrifício representa o preço da alegria real.

Opor-se a qualquer artificialismo que vise transformar o casamento numa simples ligação sexual, sem as belezas da maternidade.

Junto dos filhos apagam-se ódios, sublima-se o amor e harmonizam-se as almas para a eternidade.

Reconhecer grave delito no aborto que arroja o coração feminino à vala do infortúnio.

Sexo desvirtuado, caminho de expiação.

Preservar os valores íntimos, sopesando as próprias deliberações com prudência e realismo, em seus deveres de irmã, filha, companheira e mãe.

O trabalho da mulher é sempre a missão do amor, estendendo-se ao infinito.

“E, respondendo, disse-lhe Jesus: — Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; e Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada.” (LUCAS, 10:41 e 42).
 
Livro: Conduta Espirita
Waldo Vieira/André Luiz

Francisco Rebouças

domingo, 12 de dezembro de 2010

A ESPADA SIMBÓLICA


“Não cuideis que vim trazer a paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a espada.” — Jesus. (MATEUS, capítulo 10, versículo 34.)

Inúmeros leitores do Evangelho perturbam-se ante essas afirmativas do Mestre Divino, porqüanto o conceito de paz, entre os homens, desde muitos séculos foi visceralmente viciado. Na expressão comum, ter paz significa haver atingido garantias exteriores, dentro das quais possa o corpo vegetar sem cuidados, rodeando-se o homem de servidores, apodrecendo na ociosidade e ausentando-se dos movimentos da vida.

Jesus não poderia endossar tranqüilidade desse jaez, e, em contraposição ao falso princípio estabelecido no mundo, trouxe consigo a luta regeneradora, a espada simbólica do conhecimento interior pela revelação divina, a fim de que o homem inicie a batalha do aperfeiçoamento em si mesmo. O Mestre veio instalar o combate da redenção sobre a Terra. Desde o seu ensinamento primeiro, foi formada a frente da batalha sem sangue, destinada à iluminação do caminho humano. E Ele mesmo foi o primeiro a inaugurar o testemunho pelos sacrifícios supremos.

Há quase vinte séculos vive a Terra sob esses impulsos renovadores, e ai daqueles que dormem, estranhos ao processo santificante!

Buscar a mentirosa paz da ociosidade é desviar-se da luz, fugindo à vida e precipitando a morte. No entanto, Jesus é também chamado o Príncipe da Paz.

Sim, na verdade o Cristo trouxe ao mundo a espada renovadora da guerra contra o mal, constituindo em si mesmo a divina fonte de repouso aos corações que se unem ao seu amor; esses, nas mais perigosas situações da Terra, encontram, nEle, a serenidade inalterável. É que Jesus começou o combate de salvação para a Humanidade, representando, ao mesmo tempo, o sustentáculo da paz sublime para todos os homens bons e sinceros.

Livro: Caminho Verdade e Vida
Chico Xaviar/Emmanuel
 
Francisco Reboucas

sábado, 11 de dezembro de 2010

Ninguém pode ser feliz com a desgraça alheia!


As vitórias das questões ilegais são utópicas.

Deixam paladar de amargura.

Injustas, ferem os outros, não podendo beneficiar, realmente, a ninguém.

Quem edifica sobre terreno alheio, termina por perder a construção.

Nunca será justa a alegria conseguida no rio das lágrimas alheias.

Cuida bem das tuas causas e luta somente quando tiverem o apoio legal e se firmarem nos alicerces da moral.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
 
Francisco Rebouças

AGRADEÇAMOS SEMPRE

Batuíra

"Agradeçamos a pedra que esmerila; o pão que alimenta, o golpe que aperfeiçoa e o bálsamo que alivia."

Livro: Mais Luz
Chico Xavier/Batuíra

Francisco Rebouças

Estudando o espiritismo - LE

Caros amigos, estamos dando continuidade ao estudo do Livro dos Espíritos, para nossa melhor compreensão da nobre fisosofia que esposamos. Desta feita abordando as questões 218 a 221.
Estude conosco!
Idéias inatas


218. Encarnado, conserva o Espírito algum vestígio das percepções que teve e dos conhecimentos que adquiriu nas existências anteriores?

“Guarda vaga lembrança, que lhe dá o que se chama idéias inatas.”

a) - Não é, então, quimérica a teoria das idéias inatas?

“Não; os conhecimentos adquiridos em cada existência não mais se perdem. Liberto da matéria, o Espírito sempre os tem presentes. Durante a encarnação, esquece-os em parte, momentaneamente; porém, a intuição que deles conserva lhe auxilia o progresso. Se não fosse assim, teria que recomeçar constantemente. Em cada nova existência, o ponto de partida, para o Espírito, é o em que, na existência precedente, ele ficou.”

b) - Grande conexão deve haver entre duas existências consecutivas?

“Nem sempre tão grande quanto talvez o suponhas, dado que bem diferentes são, muitas vezes, as posições do Espírito nas duas e que, no intervalo de uma e outra, pode ele ter progredido.” (216)

219. Qual a origem das faculdades extraordinárias dos indivíduos que, sem estudo prévio, parecem ter a intuição de certos conhecimentos, o das línguas, do cálculo, etc.?

“Lembrança do passado; progresso anterior da alma, mas de que ela não tem consciência. Donde queres que venham tais conhecimentos? O corpo muda, o Espírito, porém, não muda, embora troque de roupagem.”

220. Pode o Espírito, mudando de corpo, perder algumas faculdades intelectuais, deixar de ter, por exemplo, o gosto das artes?

“Sim, desde que conspurcou a sua inteligência ou a utilizou mal. Depois, uma faculdade qualquer pode permanecer adormecida durante uma existência, por querer o Espírito exercitar outra, que nenhuma relação tem com aquela. Essa, então, fica em estado latente, para reaparecer mais tarde.”

221. Dever-se-ão atribuir a uma lembrança retrospectiva o sentimento instintivo que o homem, mesmo quando selvagem, possui da existência de Deus e o pressentimento da vida futura?

“É uma lembrança que ele conserva do que sabia como Espírito antes de encarnar.

Mas, o orgulho amiudadamente abafa esse sentimento.”

a) - Serão devidas a essa mesma lembrança certas crenças relativas à Doutrina Espírita, que se observam em todos os povos?

“Esta doutrina é tão antiga quanto o mundo; tal o motivo por que em toda parte a encontramos, o que constitui prova de que é verdadeira. Conservando a intuição do seu estado de Espírito, o Espírito encarnado tem, instintivamente, consciência do mundo invisível, mas os preconceitos bastas vezes falseiam essa idéia e a ignorância lhe mistura a superstição.”

Fonte: O Livro dos Espíritos - FEB, 76ª edição.


Francisco Rebouças

CONVITE À SAÚDE

“Senhor, se quiseres, poderás curar-me. Jesus, estendendo a mão, o tocou e disse: quero-o, fica curado; no mesmo instante desapareceu a lepra.” (Mateus: capítulo 8º, versículos 2 e 3.)

Melancolia e inquietação em festival de sofrimento.

Neuroses e psicoses clamando a patética das dores.

Enfermidades do corpo, da mente, do espírito, em compacta carga sobre os ombros humanos.

Enfermos e hipocondríacos em tormento incessante.

Não obstante as conquistas da inteligência e os êxitos da cultura nos múltiplos campos do conhecimento, débeis são as colheitas da paz.

Triunfos externos convertidos em amargas derrotas íntimas.

Glórias e aplausos silenciados na amargura das duras soledades.

Tributos ao gozo em rios de sofrimentos. Poder, abastança, e a miséria espiando em desespero.

No entanto, a saúde buscada com avidez e pouco possuída é de fácil aquisição.

O mais poderoso contágio que existe, ainda é o da saúde.

Saúde, todavia, de dentro para fora, que produz equilíbrio e consolida tranqüilidade.

Na preocupação de adquirir os valores transitórios, o homem desdenha a edificação interior, desconsiderando a capacidade íntima de produzir para a vida os tesouros incorruptíveis do espírito.

Pensamentos salutares, disciplina e comedimento de ações, exercícios oracionais, otimismo e auxílio fraterno desinteressado são poderosos, eficientes meios de ajustar e produzir a saúde nos painéis da mente e do espírito, a se refletirem, posteriormente, no psiquismo, no sentimento e no corpo.

“Se quiseres” — disse o necessitado a Jesus, e, querendo o Senhor atendeu-o.

Se quiseres e envidares esforços adquirirás a saúde, palmilhando o caminho da fé enobrecida que em te falando da imortalidade, oferece-te os imprescindíveis recursos para a perene aquisição da vida total.

Livro: Convites da Vida
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
 
Francisco Rebouças

O exército poderoso

O exército poderoso, à nossa disposição, está constituído, na atualidade, por vinte e três soldadinhos do progresso.

Separam-se, movimentam-Se, entrelaçam-se e dominam o grande país das ideias.

Sem eles, cresceríamos para a sombra, quando não para a brutalidade.

Em companhia desses auxiliares pequeninos, penetramos os santuários da ciência e da arte, aperfeiçoando a vida.

Quem os não conhece?

Estão nos documentos mais importantes.

Fazem as mensagens telegráficas e as receitas dos médicos.

Dão notícias de outras regiões e de outros climas.

Contam as surpresas do Céu, explicam alguma coisa das estrelas longínquas.

Fornecem avisos preciosos.

São emissários do carinho entre os filhos e as mães distantes.

Raros recordam os benefícios imensos que todos devemos a esses ajudantes minúsculos. No entanto, eles nos servem sem recompensa. Nada reclamam pelo trabalho que nos prestam. Alimentam as raízes dos valiosos conhecimentos dos administradores, dos juizes, dos médicos, dos artistas, sem qualquer remuneração.

Instrumentos das luzes espirituais que se transmitem, de cérebro a cérebro, enriquecem a vida; porém, assim como quase nunca nos lembramos de louvar a água, o vento e a planta, que representam gloriosas dádivas do Altíssimo, muito raramente lhes observamos os serviços. Jamais se cansam. Vivem no pensamento, de onde se expandem, amparando-nos os interesses e as realizações.

Os maus se utilizam deles para fazer a guerra; os bons empregam-nos na edificação da paz e do conforto, para a redenção e felicidade do mundo.

Esses soldadinhos humildes e prestimosos são as letras do alfabeto. Sem a cooperação deles, o mundo não seria tão belo e a vida não seria tão boa, porque o acesso ao reino espiritual se tornaria extremamente difícil.

Aprender a trabalhar com esses pequenos auxiliares da inteligência é buscar tesouros imperecíveis.

O castelo da cultura humana começa sobre a colaboração deles e vai até à pátria divina, onde mora a sabedoria dos anjos.

Livro: Alvorada Cristã
Chico Xavier/Neio Lúcio
 
Francisco Rebouças

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

2º Encontro de Mocidades Espíritas do Norte-Noroeste Fluminense


2º Encontro de Mocidades Espíritas do Norte-Noroeste Fluminense

O Sítio Cantinho do Céu, em Conselheiro Justino, abre suas portas para receber o 2º EMENF – Encontro de Mocidades Espíritas do Norte-Noroeste Fluminense, no dia 12 de dezembro, às 8h. Esse evento recebe apoio do CEERJ para divulgação.

Informações no site: http://www.ceerj.org.br/

Compareça, Divulgue!


Francisco Rebouças

Novas notas do Real entram em circulação


UTILIDADE PÚBLICA
Novas notas de R$ 50 e R$ 100 entram em circulação
Banco Central apresenta novas cédulas na segunda-feira; notas antigas seguirão valendo.

O Banco Central oficializa, na próxima segunda-feira, o lançamento da segunda família de cédulas do real. As primeiras notas a entrar em circulação serão as de R$ 50 e R$ 100, responsáveis por 95% das falsificações no País. O lançamento acontecerá em Brasília.

Veja as novas cédulas do real ao lado: (Foto: Divulgação Nova cédula de R$ 50).

As novas cédulas têm tamanhos variados – quanto maior o valor, maior o tamanho – e elementos de segurança para dificultar a ação dos falsificadores. Segundo o Banco Central, as novas notas entrarão em circulação por meio dos bancos comerciais.

 As cédulas atuais continuarão valendo e, de acordo com a autoridade monetária, serão retiradas de circulação em decorrência do desgaste natural.

(Foto: - Divulgação Nova cédula de R$ 100).






Francisco Rebouças

Dádiva


João de Deus

O auxílio ao próximo ensina
O amor que nutre e agasalha.
Inda que seja em migalha
O pão é carinho e luz.
Muito embora pequenina,
Sem que alguém possa entrevê-la,
A dádiva é como estrela
Na doce mão de Jesus.

Livro: Cura
Chico Xavier/Autores Diversos
 
Francisco Rebouças

Ninguém é perfeito!

NÃO creia que encontrará a perfeição naqueles que o rodeiam.

A sublimidade é difícil.

Portanto, se encontrar falhas naqueles que você admira, não se decepcione: dê a eles mais carinho e apoio, para que possam reparar as oportunidades perdidas.

Não despreze a quem erra: procure erguê-lo, exaltando aquelas qualidades que todos têm dentro de si, de modo que ele possa vencer e subir.

Livro: Minutios de Sabedoria
Carlos Torres Pastorino
 
Francisco Rebouças

Treinamento para o perdão


A fim de colimares a excelência do perdão aos que te ofendem, mister te adestres mediante antecipados critérios e exercícios contínuos.

Habitua-te a iniciar o dia com a mente ligada ao Senhor, através dos fios invisíveis e poderosos da oração.

Não te descuides de ler uma página mensageira de otimismo, capaz de produzir júbilo no teu mundo íntimo.

Reprime as observações menos dignas, as apreciações fúteis, as referências deprimentes e maliciosas.

Estimula a conversação edificante e quando não possas fazê-lo, reserva-te silêncio discreto, propiciatório a reflexões salutares.

Todo labor para alcançar êxito impõe a necessidade de uma técnica própria, de uma diretriz segura.

Indispensável exercitar-te mentalmente para o cometimento do perdão, a que estás chamado a cada instante.

Treina então, a paciência, disciplinando a vontade e aprimorando a indulgência.

Não te permitas autocomiseração ou personalismo prejudicial.

Cada ser é o que constrói interiormente.

A vida sempre devolve o que recebe. Tem cuidado.

O acusador gratuito e o perseguidor sistemático podem converter-se, sem que o saibam, em benfeitores valiosos. Aproveita-os.

Temperamentos e caracteres humanos há que produzem mais e melhor, quando fiscalizados ou submetidos a rigoroso controle.

Quem conhece a verdade, sempre consegue lograr benefícios em todas as situações, se desejar agir com acerto.

Olha em derredor:

a primavera perfumada pode ser considerada como o perdão da Natureza ao rigor hibernal;

o grão perdoa a terra que o esmaga, arrebentando-se em flor e fruto;

o trigo agradece à mó que o tritura, transformando-se em pão...

Apura os sentidos e perceberás as respostas de Nosso Pai, através de convites ao amor, à beleza, à harmonia.

Integra-te no concerto de Suas bênçãos e quando fores visitado pelo sofrimento que alguém te imponha por qualquer razão, com facilidade perdoarás.

Livro: Celeiro de Bênçãos
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
 
 
Francisco Rebouças

ESTIMA DO MUNDO


“Se chamaram Belzebu ao pai de família, quanto mais aos seus domésticos?” — Jesus. (MATEUS, capítulo 10, versículo 25.)

Muitos discípulos do Evangelho existem, ciosos de suas predileções e pontos de vista, no campo individual.
Falsas concepções ensombram-lhes o olhar.

Quase sempre se inquietam pelo reconhecimento público das virtudes que lhes exornam o caráter, guardam o secreto propósito de obter a admiração de todos e sentem-se prejudicados se as autoridades transitórias do mundo não lhes conferem apreço.

Agem esquecidos de que o Reino de Deus não vem com aparência exterior; não percebem que, por enquanto, somente os vultos destacados, nas vanguardas financeiras ou políticas, arvoram-se em detentores de prerrogativas terrestres, senhores quase absolutos das homenagens pessoais e dos necrológios brilhantes.
Os filhos do Reino Divino sobressaem raramente e, de modo geral, enchem o mundo de benefícios sem que o homem os veja, à feição do que ocorre com o próprio Pai.

Se Jesus foi chamado feiticeiro, crucificado como malfeitor e arrebatado de sua amorosa missão para o madeiro afrontoso, que não devem esperar seus aprendizes sinceros, quando verdadeiramente devotados à sua causa?

O discípulo não pode ignorar que a permanência na Terra decorre da necessidade de trabalho proveitoso e não do uso de vantagens efêmeras que, em muitos casos, lhe anulariam a capacidade de servir. Se a força humana torturou o Cristo, não deixará de torturá-lo também. É ilógico disputar a estima de um mundo que, mais tarde, será compelido a regenerar-se para obter a redenção.

Livro: Caminho, Verdade e Vida
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Entrevistas

O FRANCISCO REBOUÇAS - ESPIRITISTA, TEM O PRAZER DE APRESENTAR AOS NOSSOS DISTINTOS AMIGOS, A ENTREVISTA QUE NOS FOI CONCEDIDA PELA DEDICADA TRABALHADORA DA SEARA ESPÍRITA EM JUIZ DE FORA /MG., LUCY DIAS RAMOS.

Inicialmente queremos registrar a nossa gratidão pela maneira tão gentil pela qual fomos atendidos por nossa querida amiga, Lucy Dias Ramos, que nos honrou com sua atenção para esta entrevista.
Entrevista:
FR: Prezada amiga, como você nos definiria Lucy Dias Ramos?

R: É uma pessoa responsável, feliz e tranqüila porque teve como estrutura de sua vida a Doutrina Espírita que lhe deu subsídios para enfrentar as dores e perdas naturais no processo reencarnatório.

FR: Qual é a sua formação acadêmica?

R: Sou socióloga e fiz o curso de Administração Hospitalar, tendo trabalhado mais de vinte anos como diretora de um Hospital. Hoje estou aposentada.

FR: Como aconteceu o seu encontro com a doutrina espírita?

R: Nasci num lar espírita e meus pais, desde cedo, tiveram o cuidado de encaminhar os filhos para a evangelização infantil, naquela época (década de quarenta) chamava-se Aulas de Moral Cristã. Depois participei da Mocidade Espírita em Barra do Piraí, onde minha família morava. Somos mineiros (Rio Novo) e quando tinha oito anos, meus pais mudaram para esta cidade fluminense onde desenvolvemos atividades espíritas até que vim para Juiz de Fora cursar a Faculdade de Filosofia e Letras.

FR: Qual a casa espírita que você freqüenta na atualidade?

R: Freqüento há 46 anos uma instituição chamada Casa Espírita que foi fundada em 1919 por um grupo de senhoras, cujo nome foi escolhido por indicação do mentor espiritual João de Freitas, através da médium Calliope Braga de Miranda, mais conhecida como D.Zuzu. Ela foi uma das fundadoras da instituição.

FR: Quais as principais atividades da Instituição que você freqüenta?

R: A Casa Espírita por estar situada no centro de Juiz de Fora, tem uma freqüência bem acentuada e hoje é considerada uma das maiores entidades espíritas de nossa cidade. As atividades desenvolvidas são: Evangelização da Criança, Mocidade Espírita Dias da Cruz, Departamento da Família, Departamento de Assuntos da Mediunidade, Departamento de Divulgação Doutrinária, Departamento de Assistência e Promoção Social Espírita, Departamento Cultural (Livraria Espírita, Biblioteca e distribuição de mensagens). Estes departamentos têm setores específicos dentro de cada área, com reuniões mediúnicas, fluidoterapia espírita, atendimento fraterno, tratamento espiritual da criança, tratamento magnético espiritual de adultos, grupos de estudo das obras de Allan Kardec, de André Luiz, Manoel Philomeno de Miranda, Joanna de Ângelis, Grupo dos Entes Queridos (assistência e orientação aos que sofrem com a morte de familiares), Grupo da Terceira Idade e dentro da área assistencial (social e promocional) temos muitos cursos para gestantes, assistidas, artesanato, costura, alfabetização de adultos etc. É uma entidade espírita com muitas atividades diurnas e noturnas e um quadro expressivo de trabalhadores.

FR: Como anda o Movimento espírita em sua cidade?

R: Muito atuante em todas as áreas, buscando nortear as atividades dentro das orientações da codificação espírita e sempre enfatizando a necessidade da unificação proposta por Bezerra de Menezes e defendida pela FEB.

FR: Qual é em sua opinião a importância da evangelização na casa espírita?

R: Falando em evangelização de uma forma mais ampla, não apenas da criança e do jovem, eu considero essencial a divulgação constante do Evangelho de Jesus nas reuniões públicas, nos grupos de estudo, nas atividades assistenciais tanto para os carentes de recursos materiais como para os que buscam ajuda espiritual. Temos que falar uma linguagem fraterna, simples e sempre buscando subsídios nos ensinamentos de Jesus. Nunca a humanidade precisou tanto, como em nossos dias, de evangelização, da educação dos sentimentos e do exercício da fraternidade e do amor.

FR: Como está em sua avaliação a evangelização infantil em Juiz de Fora e em Minas Gerais como um todo?

R: A AME- Aliança Municipal Espírita de Juiz de Fora, sempre cuidou muito bem e com muito carinho da evangelização infantil em nossa cidade e região. As aulas são organizadas pelo Departamento de Evangelização Infantil – DEC na Ame, com reuniões mensais dos centros espíritas filiados e que desejam utilizar este material, com encontros periódicos com os evangelizadores para reciclagem e aperfeiçoamento. Este é um dos trabalhos mais bem estruturado na AME cujas aulas são distribuídas para os centros espíritas locais, da região e até de outras cidades do Brasil.

FR: E o que você nos diria sobre os grupos de mocidade?

R: A Mocidade Espírita Dias da Cruz em nossa Casa Espírita foi fundada em 1941 e tem uma linda história. Apenas uma vez paralisou suas atividades, mas quando assumi pela primeira vez a presidência da casa, há muitos anos na década de setenta, procuramos reativá-la, tendo sido ajudada pela Ame e seu departamento de Mocidades Espíritas. São vários grupos de jovens com reuniões semanais, separados em ciclos pela faixa etária e com um trabalho muito bom de divulgação espírita. O diretor do departamento participa das reuniões da diretoria da casa e assim há uma troca de experiências e participação dos jovens e dos expositores da casa. Realizam trabalhos de apoio fraterno e assistencial a entidades espíritas e também a campanha do quilo.

FR: Em relação aos jovens de nossas mocidades espíritas, como devem proceder seus evangelizadores para mantê-los interessados no estudo da doutrina e em sua reforma íntima?

R: Buscar técnicas mais modernas de comunicação, motivar sempre com exemplos de trabalhadores que participaram de mocidades espíritas e hoje estão à frente de entidades participando da diretoria, trabalhando na divulgação espírita e em obras assistenciais tanto na área material como espiritual. Mostrar o roteiro seguro para uma vivência mais equilibrada sempre alicerçada no evangelho de Jesus e desenvolver atividades recreativas, encontros de jovens, música tudo isto com equilíbrio e dentro das normas da casa espírita. Falar sempre do objetivo maior do Espiritismo – moralização do homem em seu processo evolutivo.

FR: Como você analisa o trabalho legado à humanidade por Allan Kardec?

R: Temos em Jesus o marco divisório de nossa história como seres humanos em seu desenvolvimento moral e espiritual e podemos dizer que Allan Kardec, com a codificação espírita, explicou racionalmente o fenômeno mediúnico, colocando a mediunidade como meio para o progresso moral da humanidade, afastando o homem dos rituais, do mediunismo, dos dogmas, ampliando seu raciocínio diante da fé e do conhecimento das leis morais, das leis naturais e do sentido da existência terrena em sua transitoriedade, já que provou a existência do mundo espiritual e do intercâmbio entre os habitantes desta dimensão de vida e dos encarnados. Com a terceira revelação tornou compreensível vários problemas humanos tanto na área da filosofia como da ciência, dando-nos uma compreensão maior da justiça divina e da reencarnação. Legou para a humanidade a fé raciocinada, porque conhecemos as leis morais, sabemos de nossa responsabilidade ante este conhecimento e quando erramos não teremos castigos eternos e sim a possibilidade de um novo recomeço através das vidas sucessivas.

FR: A Doutrina Espírita completou 153 anos de existência, seu conteúdo permanece atualizado ou precisa ser reformado em algum ponto?

R: Permanece atualizado porque acompanha o progresso da ciência e não aconteceu nenhuma descoberta científica que desmentisse a verdade contida em O Livro dos Espíritos. Os autores espirituais tem trazido novas contribuições através da mediunidade, principalmente de Chico Xavier, de Divaldo Franco, Raul Teixeira, D. Ivonne Pereira... Há uma coerência nestes ensinamentos e o avanço da ciência em nosso planeta. As contribuições dos autores encarnados como Jorge Andréa, Hermínio de Miranda, Herculano Pires, Nei Lobo, e tantos outros que enriquecem nossa literatura estão ajudando na divulgação do Espiritismo sem alterar a estrutura inigualável das obras básicas. Isto acontece porque o Espiritismo é a doutrina dos espíritos e foi programada para contribuir para o progresso moral da humanidade em todas as épocas desde sua apresentação como o Consolador Prometido por Jesus.

FR: Você poderia nos explicar por quais motivos o espiritismo desperta tão pouco interesse para o estudo e tão grande interesse pelos fenômenos?

R: Infelizmente os que procuram as casas espíritas o fazem por necessidade de ajuda espiritual e poucos por desejo de aprender os ensinamentos da codificação. Uma minoria é despertada pelo amor, pelo desejo de colaborar em suas atividades assistenciais. Mas tenho observado nestes anos todos que estou participando do movimento espírita em nossa cidade e mesmo em algumas que conheço que o interesse pelo estudo tem crescido e os centros espíritas tem oferecido mais reuniões de estudo, palestras, seminários etc.

A mídia tem contribuído, em parte, para a procura das casas espíritas por pessoas interessadas em estudas e aprender os postulados da doutrina.

FR: O Espiritismo que é ensinado hoje nas casas espíritas continua sendo ministrado do mesmo modo que na sua época de mocidade? Está melhor ou pior e em quais aspectos?

R: Está bem melhor, com maiores possibilidades de aprendizado, técnicas mais modernas de exposição doutrinária, cursos de capacitação para trabalhadores espíritas, intercâmbio mais amplo entre os centros espíritas, propostas mais concretas de unificação e um crescimento considerável na área de divulgação do Espiritismo.

FR: Como devemos proceder para divulgar de maneira correta a mensagem espírita?

R: Basear nossos estudos e tudo o que escrevemos ou falamos na codificação espírita feita por Allan Kardec, enfatizando sempre a necessidade do evangelho de Jesus em nosso crescimento espiritual e educação de nossos sentimentos. Falar com objetividade, simplificar e adequar nossa exposição doutrinária ao ouvinte ou leitor que busca no que escrevemos ou expomos orientação, consolação ou um melhor entendimento das leis morais e divinas. Nunca deixar que a vaidade e o desejo de notoriedade nos impeçam de falar o que sentimos e o que já vivenciamos em nossa vida de relação.

FR: Acompanhamos seu trabalho na divulgação do Espiritismo, através de inúmeros artigos de sua autoria em variados órgãos de divulgação do espiritismo, e aproveito a oportunidade para parabenizá-la pelos lindos textos que nos transmitem sempre uma mensagem de fidelidade aos postulados espíritas, de onde vem tanta inspiração?

R: Leio muito e estudo desde muito jovem as obras espíritas e também livros educativos ou informativos que ampliam meu entendimento. Creio que tudo o que estudamos e buscamos incorporar à nossa vivência, vai sedimentando em nosso espírito o conhecimento. Não escrevemos novidades apenas o que sentimos e o que já assimilamos no estudo constante principalmente das obras básicas, da leitura dos ensinamentos de Emmanuel, André Luiz, Joanna de Ângelis, Manoel Philomeno de Miranda, Ivonne Pereira, Camilo, e tantos outros autores encarnados e desencarnados que nos ajudam neste aprendizado.

A inspiração vem da necessidade que tenho de repassar para os que me lêem o que sinto: minhas experiências, a superação diante da dor e das perdas, amparada pelos ensinamentos espíritas e pela fé em Deus. A natureza exerce uma influência muito acentuada quando escrevo, porque amo tudo o que está diante de mim e contemplo sempre com gratidão a Deus - a vida, o amor, a compreensão maior que o ensinamento espírita me concede.

FR: Como você está vendo essa invasão de livros tidos como espíritas, sem a menor preocupação com os preceitos contido na codificação do espiritismo?

R: Lamento muito e espero que seja passageira esta invasão. Como não têm o alicerce da codificação espírita irá passar e não deverá perturbar o planejamento espiritual para a transformação de nosso planeta. Tudo o que é falso um dia perde o valor porque não tem a verdade como fundamento. Assim, devemos orar e confiar em Deus. Evitar contendas ou dissensões e esclarecer em nossas casas espíritas sempre que formos convidados a exposições doutrinárias sobre a seleção do que realmente devemos ler evitando para os iniciantes a dúvida ou a má interpretação dos assuntos ligados ao Espiritismo.

FR: O que poderia ser feito para evitar que livros sem conteúdo doutrinário fossem vendidos nas livrarias das casas espíritas sérias?

R: Na Casa Espírita que participo temos uma equipe mais experiente que analisa as obras novas que surgem e evitam a divulgação e venda na livraria e biblioteca daquelas que não tenham conteúdo doutrinário. Mas não podemos ser muito radicais e eliminar obras sem uma análise criteriosa. Algumas pessoas vão eliminando a obra pelo autor sem ler ou tomar conhecimento do conteúdo da mesma. Poderá em determinado livro ter algum erro doutrinário, mas em outros não acontecer isso.

FR: O que você diria a quem lhe pedisse orientação de obras para iniciar no conhecimento do espiritismo?

R: “Começar pelo começo”. Iniciar pelas obras de Allan Kardec. Se achar difícil estudar sozinho as obras básicas procurar um grupo de estudos, de preferência no centro espírita.

FR: O aborto continua sendo o assunto mais discutido no meio espírita no momento, de que maneira nós espíritas poderemos contribuir para evitar esse crime covarde?

R: Divulgando a doutrina espírita através de nossas palestras, de mensagens, de seminários. Esclarecer as conseqüências do aborto, as lesões físicas e espirituais que ocasiona a quem o pratica e aos que usam de meios escusos para impedir a vida de maneira covarde e criminosa. Falar em nossos grupos de estudo, com nossos familiares, aconselhar e mostrar como é grave para o espírito este ato indigno.

FR: Porque nos dias de hoje, 2010 anos após Jesus nos trazer suas mensagens de amor e respeito ao próximo, o ser humano ainda não pratica seus ensinamentos?

R: Mesmo para os que se dizem seus seguidores, ainda existem os que têm dificuldades em seguir seus ensinamentos. Talvez por rebeldia, outros por ignorância das vantagens de estar em paz com a consciência e do exercício do amor, do perdão e da compreensão maior de nossa vida terrena. Considero o orgulho o maior empecilho para a vivência do evangelho de Jesus, porque impede ao homem de ser mais sensível, mais humano, mais indulgente, mais grato a Deus e ao seu próximo por tudo o que tem recebido e manter-se inflexível quando é chamado a amar, a compreender o outro, a aceitar o irmão com suas limitações e atitudes equivocadas. Chamo isto de dureza doutrinária, infelizmente muito comum em determinadas instituições espíritas que a pretexto de seguir normas e regimentos, impedem o exercício do amor e da compaixão.

FR: Lucy, quais foram suas grandes conquistas no trabalho de difusão do espiritismo?

R: Não considero grandes conquistas, mas uma oportunidade de trabalho na seara espírita como divulgadora. Comecei na década de setenta na revista O Médium em nossa cidade. Tive a honra de ser convidada pela irmã e amiga Suely C. Schubert para trabalhar com ela no Departamento de Orientação Mediúnica e depois na revista, quando fui secretária, depois passei a escrever e posteriormente estive como supervisora durante quase uma década. Aprendi muito, estudei bastante e fui ampliando minha colaboração para outros periódicos espíritas. Tudo naturalmente, sem pressa ou desejo de notoriedade (sou tímida e não gosto muito de me expor, mas quando escrevo fico à vontade). Quando completei setenta anos, minhas filhas e um amigo Carlos Abranches reuniram alguns artigos meus já publicados desde a década de setenta na revista O Médium e organizaram o livro Recados de Amor. Como foi o primeiro livro, Carlos teve um pouco de dificuldade para conseguir uma gráfica que se interessasse, entretanto a FEB quis publicar e fui surpreendida no dia de meu aniversário com a notícia de que seria editado este livro. Depois tomei gosto e organizei o segundo: Luzes do Entardecer e mais outros...

Na Casa Espírita, ao lado de muitas irmãs tivemos o prazer de organizar vários cursos e grupos de estudos que funcionam até hoje. Já colaborei, também, com um jornal local que nos dava espaço para a publicação de mensagens espíritas.

FR: Você tem livros publicados?

R: Sim. Os que mencionei acima, um terceiro que saiu agora, também editado pela FEB “Maior que a Vida”. Este é fruto de minha experiência com relação a desencarnação de minha filha mais velha, há dois anos. Fala de nossa preparação para enfrentar a morte física, tendo como suporte a doutrina espírita que nos ajudou a manter a serenidade íntima, a confiança em Deus e a enfrentar a dor da separação. Nosso objetivo é ajudar aos que passem por um transe difícil como passamos, sem perder a fé e a coragem de prosseguir vivendo.

FR: Quais são seus projetos para o futuro?

R: Já tem um livro de mensagens “Gotas de Otimismo e Paz” que já está na editora e deverá sair no ano que vem. É um livro simples escrito com o coração, falando de minhas vivências, enfocando a segurança que os ensinamentos de Jesus nos concedem, quando conseguimos agir no bem e participar de alguma forma para fazer feliz a quem se nós se aproxima. Escrevi este livro com mensagens para o dia a dia. É simples com mensagens pequenas mas que nos levam à reflexões em torno de nossos problemas.

Foi como uma preparação para o seguinte que iniciei em março e ainda não terminei porque é mais técnico, fala da mediunidade, do trabalho em reuniões mediúnicas e procuro esclarecer algumas dificuldades que ainda temos neste setor em nossas casas espíritas.

Tudo de uma forma bem simples, sem inovar, mas com muita seriedade embasada nos livros da codificação e outros que falam deste assunto.

FR: Prezada Lucy, do que você gostaria de ter falado, que eu não te perguntei?

R: Gosto sempre de mencionar um fato que contribuiu para minha participação no movimento espírita e manter o espírito de unificação em nosso meio. Participei do Iº Congresso de Mocidades Espíritas do Brasil, em 1948, no Rio de Janeiro. Nunca me esqueci do que ouvi, do que aprendi naqueles encontros, palestras e na convivência fraterna que tivemos naqueles dias distantes que marcaram minha vida e meu compromisso de fidelidade à doutrina espírita.

FR: Para encerrar, gostaria que deixasse registrada sua mensagem a toda família espírita brasileira, através do Nosso Blog Espírita.

R: Nesta fase de transição planetária, em que sofremos tantos revezes, tanta violência e nos estarrecemos diante de tantos crimes e loucuras, devemos nos manter unidos na fé e na confiança de que Deus não nos infringe dores maiores do que podemos suportar e que iremos vencer as dificuldades mantendo em nossos corações a luz da esperança e do amor. A prece nos sustentará nos momentos de crise e o conhecimento espírita nos dará o discernimento para suportar as dores morais que venhamos a sentir no enfrentamento do mal que tenta destruir nossas melhores aspirações como seguidores de Jesus.

Mantenhamo-nos unidos e confiantes de que Jesus é o governador da Terra e está na direção maior de nossos destinos.

Manter em nossos lares o estudo constante do evangelho de Jesus, reunindo-nos para orar, para dialogar e esclarecer, sempre buscando a orientação necessária nos ensinamentos espíritas que nos dão subsídios para viver com equilíbrio e em paz.

FR: Agradecemos a querida amiga Lucy Dias Ramos pela gentileza para com o Francisco Rebouças – Espiritista, e rogamos a Deus que a conserve com saúde, paz, e muita inspiração hoje e sempre.


Francisco Rebouças

Brasil coração do mundo...

https://youtu.be/_a9tpJnGcbw

Homenagem a Chico Xavier

Haroldo Dias Dutra - As cartas de Paulo

Haroldo Dutra - Jesus o Médico da Almas

https://youtu.be/Uk7OUvyGCZU



Divaldo Franco

https://youtu.be/OVbstbRFs9M

Entrevista sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis...

Reencarnação é uma realidade

Palestra O trabalho no Bem - Cristiane Parmiter

Palestra: As Leis Divinas e nós - Cristiane Parmiter

Palestra: Benevolência - Cristiane Parmiter

Palestra: Jesus e o Mundo - Cristiane Parmiter

Palestra: A Dinâmica do Perdão - Cristiane Parmiter

Palestra: Perante Jesus - Cristiane Parmiter

Palestra AVAREZA - Cristiane Parmiter

Palestra Obediência Construtiva - Cristiane Parmiter

Palestra Tribulações - Cristiane Parmiter

Palestra Conquistando a Fé - Cristiane Parmiter

Palestra Humildade e Jesus - Cristiane Parmiiter

Palestra Renúncia - Cristiane Parmiter

Glória a Kardec

Rádios Brasil

Simplesmente Espetacular!!!

Professora Amanda Gurgel

De Kardec aos dias de hoje

Muitas Vidas

Divaldo Franco

Entrevista com Divaldo Franco

Sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis, e muito mais, confira. 1ª Parte 2ª Parte

Chico Xavier

Chico Xavier (2010) trailer oficial

Página de Mensagens

Nesta página estarei lançando variadas páginas de conteúdo edificante para nosso aprendizado.

Francisco Rebouças.

1-ANTE A LIÇÃO

"Considera o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo".- Paulo. II TIMÓTEO. 2:7.

Ante a exposição da verdade, não te esquives à meditação sobre as luzes que recebes.

Quem fita o céu, de relance, sem contemplá-lo, não enxerga as
estrelas; e quem ouve uma sinfonia, sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas.

Debalde escutarás a palavra inspirada de pregadores ardentes, se não descerrares o coração para que o teu sentimento mergulhe na claridade bendita daquela.

Inúmeros seguidores do Evangelho se queixam da incapacidade de retenção dos ensinos da Boa Nova, afirmando-se ineptos à frente das novas revelações, e isto porque não dispensam maior trato à lição ouvida, demorando-se longo tempo na província da distração e da leviandade.

Quando a câmara permanece sombria, somos nós quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite.

Dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças.

O apóstolo dos gentios é claro na observação. "Considera o que te digo, porque, então, o Senhor te dará entendimento em tudo."

Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar.

Estejamos, pois, convencidos de que, prestando atenção aos
apontamentos do Código da Vida Eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa-vontade, dar-nos-á entendimento em tudo.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

NO CAMPO FÍSICO

"Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 15:44.)

Ninguém menospreze a expressão animal da vida humana, a pretexto de preservar-se na santidade.

A imersão da mente nos fluidos terrestres é uma oportunidade de sublimação que o espírito operoso e desperto transforma em estruturação de valores eternos.

A sementeira comum é símbolo perfeito.

O gérmen lançado à cova escura sofre a ação dos detritos da terra, afronta a lama, o frio, a resistência do chão, mas em breve se converte em verdura e utilidade na folhagem, em perfume e cor nas flores e em alimento e riqueza nos frutos.

Compreendamos, pois, que a semente não estacionou. Rompeu todos os obstáculos e, sobretudo, obedeceu à influência da luz que a orientava para cima, na direção do Sol.

A cova do corpo é também preciosa para a lavoura espiritual, quando nos submetemos à lei que nos induz para o Alto.

Toda criatura provisoriamente algemada à matéria pode aproveitar o tempo na criação de espiritualidade divina.

O apóstolo, todavia, é muito claro quando emprega o termo "semeia-se". Quem nada planta, quem não trabalha na elevação da própria vida, coagula a atividade mental e rola no tempo à maneira do seixo que avança quase inalterável, a golpes inesperados da natureza.

Quem cultiva espinhos, naturalmente alcançará espinheiros.

Mas, o coração prevenido que semeia o bem e a luz, no solo de si mesmo, espere, feliz, a colheita da glória espiritual.

E N T R E I R M Ã O S
Olympia Belém (Espírito)[1]

Estes são tempos desafiadores para todos os que buscam um mundo melhor, onde reine o amor, onde pontifique a fraternidade, onde possam florir os mais formosos sentimentos nos corações.
Anelamos por dias em que a esperança, há tanto tempo acariciada, possa converter-se em colheita de progressos e de paz.
Sonhamos com esse alvorecer de uma nova era em que o Espiritismo, transformado em religião do povo, apresentando Jesus às multidões, descrucificado e vivo, possa modificar as almas, para que assumam seu pujante papel de filhas de Deus no seio do mundo.
Entrementes, não podemos supor que esses ansiados dias estejam tão próximos, quando verificamos que há, ainda, tanta confusão nos relacionamentos, tanta ignorância nos entendimentos, tanta indiferença e ansiedade nos indivíduos, como se vendavais, tufões, tormentas variadas teimassem em sacudir o íntimo das criaturas, fazendo-as infelizes.
A fim de que os ideais do Cristo Jesus alcancem a Terra, torna-se indispensável o esforço daqueles que, tendo ouvido o cântico doloroso do Calvário, disponham-se a converter suas vidas na madrugada luminosa do Tabor.
O mundo terreno, sob ameaças de guerras e sob os rufares da violência, em vários tons, tem urgência do Mestre de Nazaré, ainda que O ignore em sua marcha atordoada, eivada do materialismo que o fascina, que o domina e que o faz grandemente desfigurado, por faltar sentido positivo e digno no uso das coisas da própria matéria.
Na atualidade, porém, com as advertências da Doutrina dos Espíritos, com essa luculenta expressão da misericórdia de Deus para com Seus filhos terrenos, tudo se torna menos áspero, tudo se mostra mais coerente, oferecendo-nos a certeza de que, no planeta, tudo está de conformidade com a lei dos merecimentos, com as obras dos caminheiros, ora reencarnados, na estrada da suspirada libertação espiritual.
"A cada um segundo as suas obras" aparece como canto de justiça e esperança, na voz do Celeste Pastor.
Hoje, reunidos entre irmãos, unimo-nos aos Emissários destacados do movimento de disseminação da luz sobre as brumas terráqueas, e queremos conclamar os queridos companheiros, aqui congregados, a que não se permitam atormentar pelos trovões que se fazem ouvir sobre as cabeças humanas, ameaçadores, tampouco esfriar o bom ânimo, considerando que o Cristo vela sempre. Que não se deixem abater em razão de ainda não terem, porventura, alcançado as excelentes condições para o ministério espírita, certos de que o tempo é a magna oportunidade que nos concede o Senhor. Que ponham mãos à obra, confiantes e vibrantes, certos de que os verdadeiros amigos de Jesus caminham felizes, apesar das lutas e das lágrimas, típicas ocorrências das experiências, das expiações e das provas.
Marchemos devotados, oferecendo, na salva da nossa dedicação, o melhor que o Espiritismo nos ensina, o melhor do que nos apresenta para os que se perdem nas alamedas do medo, da desesperança e da ignorância a nossa volta.
Hoje, entre os amigos espíritas, encontramos maior ânimo para a superação dos nossos próprios limites, o que configurará, ao longo do tempo a superação dos limites do nosso honroso Movimento Espírita.
Sejamos pregadores ou médiuns, evangelizadores, escritores ou servidores da assistência social, não importa. Importa que nos engajemos, todos, nos labores do Codificador, plenificando-nos da grande honra de cooperar com os excelsos interesses do Insuperado Nazareno.
O tempo é hoje, queridos irmãos. O melhor é o agora, quando nos entrelaçamos para estudar, confraternizar e louvar a Jesus com os corações em clima festivo.
Certos de que o Espiritismo é roteiro de felicidade e bandeira de luz, que devemos içar bem alto sobre o dorso do planeta, abracemo-nos e cantemos, comovidos: Louvado seja Deus! Louvado seja Jesus!
Com extremado carinho e votos de crescente progres­so para todos, em suas lidas espiritistas, quero despedir-me sempre devotada e servidora pequenina.
Olympia Belém.

[1]
- Mensagem psicografada pelo médium J. Raul Teixeira no dia 03.09.95, no encerramento da X Confraternização Espírita do Estado do Rio de Janeiro.

O TEMPO

“Aquele que faz caso do dia, patrão Senhor o faz.” — Paulo. (ROMANOS, capítulo 14, versículo 6.)

A maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo.
Existem efetivamente os que abusam dessa concessão divina. Julgam que a riqueza dos benefícios lhes é devida por Deus.
Seria justo, entretanto, interrogá-los quanto ao motivo de semelhante presunção.
Constituindo a Criação Universal patrimônio comum, é razoável que todos gozem as possibilidades da vida; contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam na Terra, em favor de seu aperfeiçoamento espiritual.
É lógico que todo homem conte com o tempo, mas, se esse tempo estiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho?
Não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as fileiras dos que procuram aniquilá-lo de qualquer forma.
A velha expressão popular “matar o tempo” reflete a inconsciência vulgar, nesse sentido.
Nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação, é muito importante para o concurso humano, na execução das leis divinas.
Os interesses imediatistas do mundo clamam que o “tempo é dinheiro”, para, em seguida, recomeçarem todas as obras incompletas na esteira das reencarnações... Os homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constroem e destroem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade, na conquista da experiência.
Em quase todos os setores de evolução terrestre, vemos o abuso da oportunidade complicando os caminhos da vida; entretanto, desde muitos séculos, o apóstolo nos afirma que o tempo deve ser do Senhor.

Livro: Caminho Verdade e Vida.
Chico Xavier/Emmanuel.

NISTO CONHECEREMOS

"Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro." (I JOÃO, 4:6.)

Quando sabemos conservar a ligação com a Paz Divina, apesar de todas as perturbações humanas, perdoando quantas vezes forem necessárias ao companheiro que nos magoa; esquecendo o mal para construir o bem; amparando com sinceridade aos que nos aborrecem; cooperando espiritualmente, através da ação e da oração, a benefício dos que nos perseguem e caluniam; olvidando nossos desejos particulares para servirmos em favor de todos; guardando a fé no Supremo Poder como luz inapagável no coração; perseverando na bondade construtiva, embora mil golpes da maldade nos assediem; negando a nós mesmos para que a bênção divina resplandeça em torno de nossos passos; carregando nossas dificuldades como dádivas celestes; recebendo adversários por instrutores; bendizendo as lutas que nos aperfeiçoam a alma, à frente da Esfera Maior; convertendo a experiência terrena em celeiros de alegrias para a Eternidade; descortinando ensejos de servir em toda parte; compreendendo e auxiliando sempre, sem a preocupação de sermos entendidos e ajudados; amando os nossos semelhantes qual temos sido amados pelo Senhor, sem expectativa de recompensa; então, conheceremos o espírito da verdade em nós, iluminando-nos a estrada para a redenção divina.

DOUTRINAÇÕES

"Mas não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos nos céus." — Jesus. (LUCAS, capítulo 10, versículo 20.)

Freqüentemente encontramos novos discípulos do Evangelho exultando de contentamento, porque os Espíritos perturbados se lhes sujeitam.

Narram, com alegria, os resultados de sessões empolgantes, nas quais doutrinaram, com êxito, entidades muita vez ignorantes e perversas.

Perdem-se muitos no emaranhado desses deslumbramentos e tocam a multiplicar os chamados "trabalhos práticos", sequiosos por orientar, em con-tactos mais diretos, os amigos inconscientes ou infelizes dos planos imediatos à esfera carnal.

Recomendou Jesus o remédio adequado a situações semelhantes, em que os aprendizes, quase sempre interessados em ensinar os outros, esquecem, pouco a pouco, de aprender em proveito próprio.

Que os doutrinadores sinceros se rejubilem, não por submeterem criaturas desencarnadas, em desespero, convictos de que em tais circunstâncias o bem é ministrado, não propriamente por eles, em sua feição humana, mas por
emissários de Jesus, caridosos e solícitos, que os utilizam à maneira de canais para a Misericórdia Divina; que esse regozijo nasça da oportunidade de servir ao bem, de consciência sintonizada com o Mestre Divino, entre as certezas
doces da fé, solidamente guardada no coração.

A palavra do Mestre aos companheiros é muito expressiva e pode beneficiar amplamente os discípulos inquietos de hoje.

Livro: Caminho Verdade e Vida.

Chico Xavier/Emmanuel.

FILHOS DA LUZ

FILHOS DA LUZ"Andai como filhos da luz." - Paulo.

(EFÉSIOS, 5:8.)Cada criatura dá sempre notícias da própria origem espiritual.

Os atos, palavras e pensamentos constituem informações vivas da zona mental de que procedemos.

Os filhos da inquietude costumam abafar quem os ouve, em mantos escuros de aflição.

Os rebentos da tristeza espalham o nevoeiro do desânimo.

Os cultivadores da irritação fulminam o espírito da gentileza com os raios da cólera.

Os portadores de interesses mesquinhos ensombram a estrada em que transitam, estabelecendo escuro clima nas mentes alheias.

Os corações endurecidos geram nuvens de desconfiança, por onde passam.

Os afeiçoados à calúnia e à maledicência distribuem venenosos quinhões de trevas com que se improvisam grandes males e grandes crimes.

Os cristãos, todavia, são filhos da luz.E a missão da luz é uniforme e insofismável.Beneficia a todos sem distinção.

Não formula exigências para dar.Afasta as sombras sem alarde.

Espalha alegria e revelação crescentes.Semeia renovadas esperanças.Esclarece, ensina, ampara e irradia-se.

Vinha de Luz

Chico Xavier/André Luiz


QUEM LÊ, ATENDA

"Quem lê, atenda." - Jesus. (MATEUS, 24:15.)

Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com referência aos frutos do pensamento.

Freqüentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo, destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferença pelas obrigações mais justas.

Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.

O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de observações pouco dignas.

Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturbação? Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.

A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expressiva.

É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.

O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.

Livro; Vinha de Luz
Chico Xavier/Emmanuel