Trabalhemos todos, pela Unificação do movimento espírita!!

O Espiritismo é uma questão de fundo; prender-se à forma seria puerilidade indigna da grandeza do assunto. Daí vem que os centros que se acharem penetrados do verdadeiro espírito do Espiritismo deverão estender as mãos uns aos outros, fraternalmente, e unir-se para combater os inimigos comuns: a incredulidade e o fanatismo.”

“Dez homens unidos por um pensamento comum são mais fortes do que cem que não se entendam.”
Allan Kardec (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo – Item VI).



sábado, 19 de agosto de 2017

Evangelho no coração é remédio para qualquer tipo de mal!

As palavras que eu vos tenho dito são espírito e vida” – Jesus. (João 6.63).
O maior, melhor e mais eficaz medicamento para os nossos mais diversificados tormentos, já foi receitado há mais de dois mil anos, pelo mais competente Médico a quem a humanidade teve acesso, seu nome? Jesus. Suas recomendações terapêuticas poderão trazer a cura para a grande maioria das nossas aflições se administradas na dosagem exata para cada um dos nossos sofrimentos, segundo suas sábias determinações.
  1. Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
 Jesus.” (1)
Ao seu contato, ficamos sabendo que Ele estará sempre à nossa disposição, pronto a nos receber e nos medicar, para que enfrentemos com determinação e seriedade as tribulações, adversidades e desafios comuns aos habitantes do nosso planeta, em contínuo processo de transformação e crescimento em todos os níveis. Em suas prescrições não faltarão os esclarecimentos sobre a importância da renúncia, paciência, humildade e ainda o valor da resignação para o sucesso do nosso tratamento.
O Espiritismo, revivendo o evangelho primitivo trazido pelo próprio Jesus, alerta-nos para o fato de que nosso comportamento tem significativo peso no equilíbrio do nosso organismo físico, pois, as doenças são reflexos da desarmonia que se estabeleceu primeiramente em nosso Ser imortal que se faz refletir em nosso corpo carnal, e não poderá ser extinto simplesmente com a medicação da ciência do nosso mundo ainda tão distante das necessidades de cura do Espírito que o habita.
As medicações estabelecidas para o reequilíbrio do Espírito têm por prioridade as ações equilibradas do homem através dos pensamentos, palavras e atos para com seu semelhante para com a vida, que determinarão segundo a Lei de Causa e Efeito suas futuras realizações em busca da recuperação ou manutenção da sua saúde física, e espiritual.
“…Os efeitos da lei de amor são o melhoramento moral da raça humana e a felicidade durante a vida terrestre. Os mais rebeldes e os mais viciosos se reformarão, quando observarem os benefícios resultantes da prática deste preceito: Não façais aos outros o que não quiserdes que vos façam: fazei-lhes, ao contrário, todo o bem que vos esteja ao alcance fazer-lhes…” (2)
Entre as medicações administradas para a saúde e equilíbrio do Espírito, destacam-se entre outras muitas, o convívio salutar com aqueles que a Soberana Sabedoria do Universo reuniu ao nosso redor na família, na profissão, na religião, na sociedade em geral, que muitas das vezes constituem-se dos adversários de ontem e que se apresentam como antipatizantes de hoje, e se juntarão em cruzada severa e até mesmo tirânica em oposição aos ideais nobres que almejamos.
Aclara-nos para a certeza de que nossos adversários de outrora, encarnados ou não, nos conhecem mais do que imaginamos e sabem das nossas desditas do passado e não acreditam em nossa sincera disposição de renovação, mesmo porque ainda se encontram impossibilitados de seguirem a marcha do progresso moral, vitimados ainda pela sensação de incapacidade de mudança ante a grandeza dos nossos sublimes propósitos. Dessa forma, seguem ao nosso lado tentando de maneira sutil ou até mesmo violenta se opor às nossas disposições de crescimento no campo da moralidade.    
Com Jesus, no entanto, encontraremos segurança e sustentação para seguir escolhendo com sabedoria as melhores opções dos valores permanentes de sempre, deixando os transitórios e ilusórios de hoje. No Evangelho encontraremos o roteiro de luz que iluminará nossos caminhos em busca da felicidade que só quem caminha em sua companhia detém.
Referências:(1) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos. F.E.B. 76ª edição; e
(2) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. F.E.B. 112ª edição, Cap. XI, tem 9.
Francisco Rebouças

terça-feira, 15 de agosto de 2017

BALBINA UMA LINDA HISTÓRIA DE VIDA!

Balbina
Parabéns querida amiga Balbina,

Revê-la p’ra nós, é motivo de alegria
Rogamos a Deus abençoe os seus 102 anos de vida
Com seu amor e sua presença Divina.


Te agradecemos em nome de todos os fundadores da UMEN.
Que tanto benefícios com essa atitude nos deram,
Através desse Oásis bendito
Nossa Casa, nosso templo, nosso Refrigério...


Muito obrigado por tudo amiga Balbina,
Por sua amizade, seu carinho seu exemplo de vida,
Que Jesus nosso Amigo, Mestre e Guia
Te envolva, em sua paz e sua luz sublime.


Ah! Quem dera fosse eu capaz,
P’ra te ofertar versos bonitos,
Como fazia aquele teu amigo querido
Sebastião Lasneau, teu poeta favorito!
Niterói, 15/08/2017
Francisco Rebouças.

domingo, 13 de agosto de 2017

Minha Homenagem AOS PAIS!

DIA DE DEUS
Emmanuel
Pensando em Deus, pensa igualmente nos homens, nossos irmãos.

Detém-te, de modo especial, na simpatia e no amparo possível, em favor daqueles que se fizerem pais ou tutores.

As mães são sempre revelações angélicas de ternura, junto aos sonhos de cada filho, mas é preciso não esquecer que os pais também amam.

Esse perdeu a juventude, carregando as responsabilidades do lar; aquele se entregou a pesados sacrifícios, apagando a si mesmo, para que os filhos se titulassem com brilho na cultura terrestre;outros se escravizaram a filhinhos doentes; muitos foram banidos do refúgio doméstico, às vezes, pelos próprios descendentes, exilados que se acham em recantos de imaginário repouso, por trazerem a cabeça branca por fora, e, em muitas ocasiões, alquebrada por dentro, sob a carga de lembranças difíceis que conservam, em relação aos infortúnios que atravessaram para que a família sobrevivesse, e,ainda outros renunciaram à felicidade própria, a fim de se converterem nos guardais da alegria e da segurança de filhos alheios!...

Compadece-te de nossos irmãos, os homens, que não vacilaram em abraçar amargos compromissos, a benefício daqueles que lhes receberam os dons da vida.

Ainda mesmo aqueles que se transviaram ou enlouqueceram, sob a delinqüência, na maioria dos casos, nos merecem respeitoso apreço pelas nobres intenções que os fizeram cair.

A vida comunitária, na Terra de hoje, instituiu datas de homenagens às profissões e pessoas. Lembrando isso, reconhecemos, por nós, que o Dia das Mães é o Dia do Amor, mas reconhecemos também que o Dia dos Pais é o Dia de Deus.

Livro: Seara de Fé
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

Parabéns aos Pais!!



Hoje comemoramos uma data muito especial, o dia dos Pais!


Por saber da importância dessa data festiva, rogo a Jesus abençoe a todos os irmãos que receberam de Deus essa sublime missão, para que a desempenhem com o maior zelo e esmero possíveis, pois, Pai é a segurança, a esperança, a mão amiga para os diamantes que a vida os confiou!


Feliz dia dos Pais!!!

Francisco Rebouças

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A PROVA ÚLTIMA

E porque o aprendiz indagasse sobre o currículo dos exames a respeito do aperfeiçoamento da alma, o mentor esclareceu, paciente: 

-Na Espiritualidade Superior, as avaliações de aproveitamento são muitas. Temos as de paciência, de disciplina, de espírito de serviço e de auxílio aos semelhantes, no entanto, ao que me parece, a última é a mais difícil de todas. 

E qual é a última? -Indagou o discípulo atento. 

O mentor respondeu, em tom decisivo: 
-A última prova, no aperfeiçoamento de cada um de nós é a humildade.

Livro: Agora é o Tempo
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

CONFIANDO SEMPRE

Peçamos ao Senhor que nos sustente as forças na desincumbência dos compromissos assumidos e que prossigamos adiante no campo de nossas abençoadas lutas, com a certeza de que o Divino Benfeitor jamais nos abandona.

Livro: Migalha
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

Vida Feliz

LII

O perdão real é sempre acompanhado pelo esquecimento do mal recebido.

Se perdoas, porém te referes ao acontecimento, estás vitalizando o erro.

Trabalha a inferioridade pessoal que se fixa na lembrança do sofrimento experimentado e agradece a oportunidade de perdoar.

Como evoluir sem os testes de aprimoramento moral?

O perdão, que agora concedes, será o teu padrinho amanhã quando
necessites da benevolência e da desculpa de outra pessoa.

Perdoar é sempre melhor para quem o faz. Age sempre assim e viverás.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Prioridade na postura de dignidade perante o próximo

Se desejarmos desenvolver a paz em nosso mundo íntimo e em torno dos nossos passos, é imprescindível estarmos dispostos às mudanças urgentes na forma de agir, a começar pelo desenvolvimento e cultivo da fé em Deus e em nossas possibilidades para que não nos falte nos momentos de dificuldades a tranquilidade necessária ao nosso espírito, na busca de amar e servir sempre mais e melhor.
Isto porque, é importante não esquecer que receberemos de volta o que fizermos aos outros e com os outros. Assim sendo, é inteligente fazer o bem que estiver ao nosso alcance ao nível de nossas possibilidades, sem visar retribuição ou qualquer outra forma de gratidão.
Precisamos abdicar do vício de procurar defeitos no próximo, entendendo que todos nós, espíritos ainda vinculados ao planeta Terra, em processo de evolução possuímos ainda o nosso lado escuro que precisamos iluminar, e que apontar defeitos alheios é causa de ressentimentos que poderá se transformar em malquerença ou até mesmo em ódio que representará veneno em nossa vida e em nosso coração.
“Uma das insensatezes da Humanidade consiste em vermos o mal de outrem, antes de vermos o mal que está em nós. Para julgar-se a si mesmo, fora preciso que o homem pudesse ver seu interior num espelho, pudesse, de certo modo, transportar-se para fora de si próprio, considerar-se como outra pessoa e perguntar: Que pensaria eu, se visse alguém fazer o que faço? Incontestavelmente, é o orgulho que induz o homem a dissimular, para si mesmo, os seus defeitos, tanto morais, quanto físicos. Semelhante insensatez é essencialmente contrária à caridade, porquanto a verdadeira caridade é modesta, simples e indulgente.
Caridade orgulhosa é um contra senso, visto que esses dois sentimentos se neutralizam um ao outro. Com efeito, como poderá um homem, bastante presunçoso para acreditar na importância da sua personalidade e na supremacia das suas qualidades, possuir ao mesmo tempo abnegação bastante para fazer ressaltar em outrem o bem que o eclipsaria, em vez do mal que o exalçaria? Por isso mesmo, porque é o pai de muitos vícios, o orgulho é também a negação de muitas virtudes. Ele se encontra na base e como móvel de quase todas as ações humanas. Essa a razão por que Jesus se empenhou tanto em combatê-lo, como principal obstáculo ao progresso.” (1)
Esforcemo-nos para esquecer as ofensas, incondicionalmente na certeza de que as agressões que por ventura nos sejam lançadas, pertencem aos agressores, e que não podemos pagar o mal com outro mal, pois somos sabedores de que nem sempre será possível viver sem adversários, dessa forma, não nos esqueçamos de ofertar por nossa vez, o respeito que lhes é devido.
Nos caos em que houvermos ferido, magoado, lesado alguém, que tenhamos a coragem de pedir as devidas desculpas aos prejudicados e reparar aquelas que ainda podem ser refeitas, cumprindo as determinações das Leis Divinas que prescrevem amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. (2)
Procuremos antes de tudo, cumprir com o dever que nos cabe diante da vida, evitando descarregar em ombros alheio as obrigações que nos competem executar, guardando fidelidade aos compromissos assumidos quando ainda estávamos no mundo espiritual, e não acreditemos em facilidades, pois, a caminhada em busca da felicidade e da paz que tanto almejamos exige trabalho árduo e muita disposição para serem conquistadas.
Faz-se necessário também observar com cuidado e carinho a forma de correção que empregamos nas tarefas pequenas, para que essa mesma correção e responsabilidade não se torne pesada nas grandes tarefas, e quando a dificuldade nos trouxer desânimo, não tenhamos a pretensão de achar que somos as únicas pessoas em provação sobre a Terra para que a nossa dor não se converta em causa para tumultos ou distúrbios.
Urge nos empenhemos na tarefa do bem, ofertando nossos melhores recursos para que nos tornemos instrumentos úteis na Seara do Mestre e Guia da humanidade, sem desperdiçar a bênção do tempo, trabalhando em prol de uma vida melhor para nós e para o próximo, reconhecendo que somos filhos de Deus que, por amor, nos empresta os necessários recursos para uma semeadura positiva, e, mesmo reconhecendo as imperfeições de que ainda sejamos portadores, estaremos certamente agindo na condição de discípulos sinceros na construção da nossa própria paz de Espírito.
Referências:(1) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, F.E.B., 112ª edição. Cap. X, item 10. (Mateus, XII: 34-40); e
(2) Mateus, XII: 34-40.
Francisco Rebouças

Vida Feliz

LI

Quem guarda rancor, coleciona lixo moral, e, consequentemente, termina enfermando.

O mal que te façam, não deve merecer o teu sacrifício.

Se alguém deseja ver-te infeliz, age de forma contrária, vivendo com alegria.

Se outrem planeja perturbar-te, insiste na posição de harmonia.

Se aquele que se tornou teu adversário trabalha pela tua desdita, continua em paz.

Para quem procura infelicitar os outros, a maior dor é velos imperturbáveis.

Sê inteligente e não te desgastes à toa.

Livro: Vida Feliz

Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

sábado, 5 de agosto de 2017

O QUE É O ESPIRITISMO

Boa ou má-vontade dos Espíritos para convencer

V. — Os Espíritos devem almejar fazer prosélitos; por que não se prestam, melhormente, aos meios de convencer certas pessoas, cuja opinião teria grande influência?
A. K. — É por julgarem que, naquele momento, não devem fornecer provas às pessoas a quem não ligam a importância que elas pretendem ter.

É isso pouco lisonjeiro, convenho, porém não temos o direito de impor-lhes a nossa opinião; os Espíritos têm sua maneira de julgar as coisas, a qual nem sempre se coaduna com a nossa; eles vêem, pensam e agem segundo outros elementos; ao passo que a nossa vista é circunscrita pela matéria, limitada pela estreiteza do círculo em que vivemos, eles abrangem o conjunto; o tempo, que nos parece tão longo, é para eles um instante; a distância, um simples passo, e certos pormenores, para nós de importância extrema, são futilidades a seus olhos; em compensação, ligam às vezes importância a coisas cujo verdadeiro alcance nos escapa.

Para compreendê-los é preciso nos elevarmos pelo pensamento acima do horizonte material e moral, colocarmonos no seu ponto de vista, pois que não são eles que devem descer ao nosso nível, mas subirmos nós até eles, é o que nos ensinam o estudo e a observação.
Os Espíritos gostam dos observadores assíduos e conscienciosos; para estes multiplicam eles as fontes de luz; o que os afugenta não é a dúvida que nasce da ignorância, é a fatuidade desses pretensos observadores que nada observam, que desejam colocá-los no banco dos réus e fazê-los moveremse como títeres; é o sentimento de hostilidade e descrédito que exista em seus pensamentos, quando o não traduzam por palavras.

Por sua causa os Espíritos nada fazem, pouco se importando com o que possam dizer ou pensar, porque o seu dia também chegará.

Por isso vos dizia eu que não é a fé antecipada o que pedimos, mas, sim, a boa-fé.

Livro: O Que é o Espiritismo - Segundo diálogo — O céptico

Francisco Rebouças

Crianças

“Vede, não desprezeis alguns destes pequeninos;” – Jesus. (Mateus, 18:10.)
Quando Jesus nos recomendou não desprezar os pequeninos, esperava de nós não somente medidas providenciais alusivas ao pão e à vestimenta.
Não basta alimentar minúsculas bocas famintas ou agasalhar corpinhos enregelados. É imprescindível o abrigo moral que assegure ao espírito renascente o clima de trabalho necessário à sua sublimação.
Muitos pais garantem o conforto material dos filhinhos, mas lhes relegam a alma a lamentável abandono.
A vadiagem na rua fabrica delinquentes que acabam situados no cárcere ou no hospício, mas o relaxamento espiritual no reduto doméstico gera demônios sociais de perversidade e loucura que em muitas ocasiões, amparados pelo dinheiro ou pelos postos de evidência, atravessam largas faixas do século, espalhando miséria e sofrimento, sombra e ruína, com deplorável impunidade à frente da justiça terrestre.
Não desprezes, pois, a criança, entregando-a aos impulsos da natureza animalizada.
Recorda que todos nos achamos em processo de educação e reeducação, diante do Divino Mestre.
O prato de refeição é importante no desenvolvimento da criatura, todavia, não podemos esquecer que “nem só de pão vive o homem”.
Lembremo-nos da nutrição espiritual dos meninos, através de nossas atitudes e exemplos, avisos e correções, em tempo oportuno, de vez que desamparar moralmente a criança, nas tarefas de hoje, será condená-la ao menosprezo de si mesma, nos serviços de que se responsabilizará amanhã.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Falar menos, fazer muito mais!

Espiritismo em sua divina proposta alicerçada na fé raciocinada nos faz ver que é necessário a cada um de quantos abraçam seus princípios superiores procurar fazer revelar em suas ações os indícios da sua incontestável pureza. É indispensável cessar em definitivo com império do verbalismo vazio, no qual desde há muitos séculos, a humanidade tem vivido épocas de falsas promessas sem os necessários e imprescindíveis exemplos.
Ouçamos o que nos diz André Luiz a respeito das promessas que fazemos e não cumprimos: “…Os que fazem dez projetos maravilhosos por dia sem concretizar nenhum deles em dez anos.
Os que reconhecem a grandeza das verdades divinas, mas que jamais dispõem de tempo para cultivá-las, em favor da própria iluminação.
Os que adiam indefinidamente para amanhã o serviço da compreensão e do amor ao próximo…” (1)
São chegados os tempos da iniciativa própria, do esforço pessoal de cada adepto da filosofia espírita em se conscientizar da necessidade da iluminação individual para encontrar com sua realidade espiritual, porque infelizmente continua a mostrar-se perdido no oceano da coletividade, arrastado pelo turbilhão das tentações mundanas.
O verdadeiro adepto da Doutrina Espírita precisa entender o quanto é importante sua contribuição através da participação efetiva nas tarefas do bem com disciplina, boa vontade além do necessário esforço para que se seja possível o progresso intelectual, moral e espiritual, seu e da comunidade em que está inserido, incentivando a realização de novos e abençoados empreendimentos.
“… Discípulos do Cristo, compreendei-as bem! Que frutos deve dar a árvore do Cristianismo, árvore possante, cujos ramos frondosos cobrem com sua sombra uma parte do mundo, mas que ainda não abrigam todos os que se hão de grupar em torno dela? Os da árvore da vida são frutos de vida, de esperança e de fé. O Cristianismo, qual o fizeram há muitos séculos, continua a pregar essas virtudes divinas; esforça-se por espalhar seus frutos, mas quão poucos os colhem! A árvore é boa sempre, porém maus são os jardineiros. Entenderam de moldá-la pelas suas ideias; de talhá-la de acordo com as suas necessidades; cortaram-na, diminuíram-na, mutilaram-na; tomados estéreis, seus ramos não dão maus frutos, porque nenhuns mais produzem. O viajor sedento, que se detém sob seus galhos à procura do fruto da esperança, capaz de lhe restabelecer a força e a coragem, somente vê uma ramaria árida, prenunciando tempestade. Em vão pede ele o fruto de vida à árvore da vida; caem-lhe secas as folhas; tanto as remexeu a mão do homem, que as crestou.
Abri, pois, os ouvidos e os corações, meus bem-amados! Cultivai essa árvore da vida, cujos frutos dão a vida eterna. Aquele que a plantou vos concita a tratá-la com amor, que ainda a vereis dar com abundância seus frutos divinos.” (2)
A cada um de nós espíritas compete organizar uma consciência cristã através das boas ações que praticarmos enfrentando corajosamente os desafios propostos pela vida, sem estagnação, e sem fanatismo. Faz-se necessário dar utilidade a todo o conhecimento adquirido no Espiritismo pela fé realizadora e ativa que opera, longe de qualquer cristalização teórica.
É imperioso compreendamos a verdade de que o tempo da palavra vazia passou, e que o momento atual é de praticar os ensinos que já conseguimos amealhar, evitando o velho vício de falar muito e fazer pouco, procurando agir em conformidade com a filosofia que esposamos, laborando com desprendimento, nas atividades que nos cabe desempenhar.
“Hoje, como ontem, Jesus prescinde das nossas guerrilhas de palavras, das nossas tempestades de opinião, do nosso fanatismo sectário e do nosso exibicionismo nas obras de casca sedutora e miolo enfermiço.
O Excelso Benfeitor, acima de tudo, espera de nossa vida o coração, o caráter, a conduta, a atitude, o exemplo e o serviço pessoal incessante, únicos recursos com que poderemos garantir a eficiência de nossa cooperação, em companhia dele, na edificação do Reino de Deus.” (3)
Sabemos que temos tarefas importantíssimas a realizar e não estamos dispensados da luta de empregar bem os talentos que a Soberana Sabedoria nos concedeu para o nosso aprimoramento no árduo caminho da pureza e da felicidade que haveremos de alcançar. A luta é condição primordial de qualquer conquista. Quando o homem estiver renovado pelos princípios de moralidade ensinado e exemplificado por Jesus Cristo, compreenderá finalmente que o bem é a garantia fundamental para a felicidade na Terra.
Referências:(1) Xavier, Francisco Cândico, pelo Espírito André Luiz – Livro: Agenda Cristã. Cap. 8;
(2) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo – FEB, 112ª edição. Cap. 18, item 16; e
(3) Xavier, Francisco Cândido, pelo Espírito Emmanuel – Livro Ave Cristo. Apresentação.
Francisco Rebouças

PAI NOSSO, QUE ESTÁS NOS CÉUS

Quando Jesus começou a prece dominical, satisfazendo ao pedido dos companheiros que desejavam aprender a orar, iniciou a rogativa, dizendo assim:

— Pai Nosso, que estás nos céus...

O Mestre queria dizer-nos que Deus, acima de tudo, é nosso Pai.

Criador dos homens, das estrelas e das flores.

Senhor dos céus e da Terra.

Para Ele, todos somos filhos abençoados. Com essa afirmativa, Jesus igualmente nos explicou que somos no mundo uma só família e que, por isso, todos somos irmãos, com o dever de ajudar-nos uns aos outros.

Ele próprio, a fim de instruir-nos, viveu a fraternidade pura, auxiliando os homens felizes e infelizes, os necessitados e doentes, mostrando-nos o verdadeiro caminho da perfeição e da paz.

Na condição de aprendizes do nosso Divino Mestre, devemos seguir-lhe o exemplo.

Se sentirmos Deus como Nosso Pai, reconheceremos que os nossos irmãos se encontram em toda parte e estaremos dispostos a ajudá-los, a fim de sermos ajudados, mais cedo ou mais tarde. A vida só será realmente bela e gloriosa, na Terra, quando pudermos aceitar por nossa grande família a Humanidade inteira.

Livro: Pai Nosso
Chico Xavier/Meimei

Francisco Rebouças

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Vida Feliz

L
Deus dotou-te de força de vontade.

Se te parece fraca, é porque não a tens exercitado.

Toda e qualquer função orgânica ou moral necessita de exercício a fim de atender com rapidez aos comandos mentais.

Treina-a nos pequenos hábitos viciosos, buscando corrigi-los, e, lentamente, vai passando para desafios mais expressivos.

Através de uma vontade disciplinada conseguirás atingir os objetivos máximos da tua atual existência.

Não desistas, se, de início, fracassares.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Livres mas responsáveis!

De vez em quando ouvimos perguntas de pessoas que querem saber se a criatura humana é realmente livre, ao que respondemos de forma afirmativa acrescentando que o homem é livre para usar o seu arbítrio da forma que desejar, mas estará ligado inevitavelmente aos efeitos danosos ou proveitosos de suas próprias ações, conforme afirmativa de Jesus “A cada um segundo as suas obras”. (1)
Meditemos tanto quanto possível com toda atenção e examinemos alguns efeitos dessa sementeira e sua consequente colheita, ou seja, o emprego do livre arbítrioe seus efeitos no destino do espírito encarnado em prova ou expiação na Terra, a caminho da sua purificação e elevação moral espiritual.
Comecemos pelo desejo de posse que todo ser humano aspira possuir, os Espíritos Superiores nos esclarecem que somos livres para conquistar e reter quaisquer posses que as nossas leis terrestres nos facultem, de forma responsável desde que sejam para utilização com equilíbrio e sem excessos em nosso próprio favor e em benefício de todos; mas, se abusarmos delas fomentando, pelo egoísmo, a penúria dos semelhantes, teremos como resposta das Leis Divinas a medicação amarga das provações com as quais aprenderemos a acender em nosso mundo íntimo a chama viva da luz da abnegação.
No campo das transações comerciais, temos liberdade para efetuar as operações que nos sejam mais aprazíveis, mas precisamos realizar nossas atividades profissionais com real proveito para o nosso progresso e conforto, sem nos esquecer da clientela que nos garante o êxito do empreendimento; mas, se arruinamos a economia dos outros com a finalidade de auferir lucros exagerados, causando com essa atitude prejuízo visível ao próximo, encontraremos nas Leis Divinas o corretivo das provações com que aprenderemos desenvolver em nosso interior a bendita luz da retidão.
Na área do Conhecimento pelo estudo, gozamos da liberdade de ler e estudar tudo o que quisermos para conquistar a sabedoria a fim de falar ou escrever com conhecimento de causa, mobilizando os recursos culturais conquistados em auxílio daqueles que nos partilham a romagem terrestre; mas, se elegemos os valores da inteligência a serviço do mal, arruinando a existência dos nossos irmãos em humanidade, com o objetivo de incitar o próprio orgulho, encontraremos nas Leis Divinas o convite ao reajuste pelas provações com as quais aprenderemos acender em nosso templo interno a luz do discernimento, porque ninguém em sã consciência pode esperar conquistar direitos sem obrigações e nem equilíbrio sem paz em seu mundo interior.
Foi por essa razão que Jesus nos, afirmou claramente: ― “Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres”. (2)
No campo do trabalho somos independentes para abraçar as tarefas que mais nos afeiçoarmos para dignificar o desejo de nos tornar seareiros do progresso na construção da felicidade geral; mas se dilapidamos o dom de empreender e agir na sustentação de atitudes infelizes para favorecer nossos interesses menos dignos encontraremos nas Leis Divinas os efeitos retificadores das provações pelos quais aprenderemos a ligar em nosso Ser a chama brilhante da caridade.
Concluímos assim, que somos livres para fazer o que desejarmos da forma que escolhermos, mas não nos furtaremos da colheita obrigatória dos resultados felizes ou infelizes das nossas próprias ações.
Por essa razão, Joanna de Ângelis nos solicita:
“Vive sempre em paz.
Uma consciência tranquila, que não traz remorsos de atos passados, nem teme ações futuras, gera harmonia.
Nada de fora perturba um coração tranquilo, que pulsa ao compasso do dever retamente cumprido.
A paz merece todo o teu esforço para consegui-la.” (3)
A Doutrina Espírita nos esclarece que as Leis Divinas mantêm os princípios da Justiça ativos em todo o Universo, não se resumindo a Céu e Inferno com castigos e privilégios de ordem exterior. A reencarnação é o sábio mecanismo que Deus instituiu por misericórdia para nos conceder a oportunidade de modificar e retificar procedimentos equivocados de outrora, a fim de fazermos jus à paz e a felicidade que estamos destinados. Urge atentarmos para as sábias palavras de Jesus, quando nos asseverou: “Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo”. (4)
Referências:(1) Mateus- 16: 17.
(2) João- 8: 32.
(3) Franco, Divaldo, pelo Espírito Joanna de Ângelis. Livro: Vida Feliz – Cap. VIII.
(4) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo – F.E.B. 112ª edição – Cap. IV.
Francisco Rebouças

terça-feira, 25 de julho de 2017

Crianças

“Vede, não desprezeis alguns destes pequeninos;” – Jesus. (Mateus, 18:10.)

Quando Jesus nos recomendou não desprezar os pequeninos, esperava de nós não somente medidas providenciais alusivas ao pão e à vestimenta.

Não basta alimentar minúsculas bocas famintas ou agasalhar corpinhos enregelados. É imprescindível o abrigo moral que assegure ao espírito renascente o clima de trabalho necessário à
sua sublimação.

Muitos pais garantem o conforto material dos filhinhos, mas lhes relegam a alma a lamentável abandono.

A vadiagem na rua fabrica delinquentes que acabam situados no cárcere ou no hospício, mas o relaxamento espiritual no reduto doméstico gera demônios sociais de perversidade e loucura que em muitas ocasiões, amparados pelo dinheiro ou pelos postos de evidência, atravessam largas faixas do século, espalhando miséria e sofrimento, sombra e ruína, com deplorável impunidade à frente da justiça terrestre.

Não desprezes, pois, a criança, entregando-a aos impulsos da natureza animalizada.

Recorda que todos nos achamos em processo de educação e reeducação, diante do Divino Mestre.

O prato de refeição é importante no desenvolvimento da criatura, todavia, não podemos esquecer que “nem só de pão vive o
homem”.

Lembremo-nos da nutrição espiritual dos meninos, através de nossas atitudes e exemplos, avisos e correções, em tempo oportuno, de vez que desamparar moralmente a criança, nas tarefas
de hoje, será condená-la ao menosprezo de si mesma, nos serviços de que se responsabilizará amanhã.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

sábado, 22 de julho de 2017

Estudando o Espiritismo - L.E.

CAPÍTULO X
DAS OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS

558. Alguma outra coisa incumbe aos Espíritos fazer, que não seja melhorarem-se pessoalmente?
“Concorrem para a harmonia do Universo, executando as vontades de Deus, cujos ministros eles são. A vida espírita é uma ocupação contínua, mas que nada tem de penosa, como a vida na Terra, porque não há a fadiga corporal, nem as angústias das necessidades.”

559. Também desempenham função útil no Universo os Espíritos inferiores e imperfeitos?
“Todos têm deveres a cumprir. Para a construção de um edifício, não concorre tanto o último dos serventes de pedreiro, como o arquiteto?” (540)

560. Tem atribuições especiais cada Espírito?
“Todos temos que habitar em toda parte e adquirir o conhecimento de todas as coisas, presidindo sucessivamente ao que se efetua em todos os pontos do Universo. Mas, como diz o Eclesiastes, há tempo para tudo. Assim, tal Espírito cumpre hoje neste mundo o seu destino, tal outro cumprirá ou já cumpriu o seu, em época diversa, na terra, na água, no ar, etc.”

Fonte: O Livro dos Espíritos.

Francisco Rebouças

Seguir adiante com determinação

O Espiritismo deixa bem claro para todos nós que o burilamento moral e a prática do bem, constituem o roteiro seguro de nossa caminhada na construção do progresso moral espiritual a caminho da felicidade e da paz da consciência tranquila em harmonia com as Leis Divinas. Alertam-nos para o cuidado que devemos tomar porque em toda extensão do caminho, existem os naturais desafios que precisam ser enfrentados e superados, com trabalho e determinação.
Assim como nas escolas convencionais do mundo, formam-se alunos, através das lições e dos testes a que são submetidos, a fim de que possam melhor assimilar o aprendizado cultural que precisam adquirir das ciências do mundo, também o Espírito, nas variadas experiências da reencarnação, vai adquirindo de prova em prova, o mérito indispensável para ascender na escalada evolutiva.
Vejam o que nos fala Emmanuel sobre o assunto:
Como renovar os processos de educação para a melhoria do mundo?
As escolas instrutivas do planeta poderão renovar sempre os seus métodos pedagógicos, com esses ou aqueles processos novos, de conformidade com a psicologia infantil, mas a escola educativa do lar só possui uma fonte de renovação que é o Evangelho, e um só modelo de mestre, que é a personalidade excelsa do Cristo.
Os pais espiritistas devem ministrar a educação doutrinária a seus filhos ou podem deixar de fazê-lo invocando as razões de que, em matéria de religião, apreciam mais a plena liberdade dos filhos?
O período infantil, em sua primeira fase, é o mais importante para todas as bases educativas, e os pais espiritistas cristãos não podem esquecer seus deveres de orientação aos filhos, nas grandes revelações da vida. Em nenhuma hipótese, essa primeira etapa das lutas terrestres deve ser encarada com indiferença.
O pretexto de que a criança deve desenvolver-se com a máxima noção de liberdade pode dar ensejo a graves perigos. Já se disse, no mundo, que o menino livre é a semente do celerado. A própria reencarnação não constitui em si mesma restrição considerável à independência absoluta da alma necessitada de expiação e corretivo?
Além disso, os pais espiritistas devem compreender que qualquer indiferença nesse particular pode conduzir a criança aos prejuízos religiosos de outrem, ao apego do convencionalismo e à ausência de amor à verdade.
Deve nutrir-se o coração infantil com a crença, com a bondade, com a esperança e com a fé em Deus. Agir contrariamente a essas normas é abrir para o faltoso de ontem a mesma porta larga para os excessos de toda sorte, que conduzem ao aniquilamento e ao crime.
Os pais espiritistas devem compreender essa característica de suas obrigações sagradas, entendendo que o lar não se fez para a contemplação egoística da espécie, mas, sim, para santuário onde, por vezes, se exige a renúncia e o sacrifício de uma existência inteira”.(1)
Preciso se faz entender, que toda e qualquer lição carrega em si mesma, um objetivo nobilitante a ser compreendido e alcançado, através de acurados estudos, que certamente exigirão disciplina e atenção para as possíveis dificuldades de compreensão e entendimento. Somente através do desenvolvimento intelectual do indivíduo, poderá ele desfrutar do prazer de ter desenvolvida a inteligência de que é portador, e dessa forma poder discernir com conhecimento de causa, fazendo melhores escolhas em tudo na vida.
Ainda sobre o tema, ouçamos Joanna de Ângelis que nos diz: “Estudar não é apenas uma proposta de absorção de valores externos, mas, um convite ao auto descobrimento através da reflexão atenta para todos os estímulos que recebemos, inclusive dos conteúdos psíquicos que emergem do nosso inconsciente, influenciando o comportamento pessoal”. Justifica-se, assim, o chamamento da Benfeitora espiritual aos médiuns e a todos nós: Estuda a Doutrina Espírita e Estuda-te. (2)
Precisamos saber interpretar as inúmeras maneiras com as quais a vida nos solicita o enfrentamento e a superação das nossas tentações de todas as formas para que construamos em nós a fortaleza espiritual, que são ocasiões para exercitar o perdão, o ensejo para a aquisição de humildade, o trabalho árduo na obtenção da paciência etc., porquanto as necessidades físicas e morais do nosso próximo precisam ser entendidas como oportunidades de serviço que a vida nos oferece para que façamos o possível no limite de nossas possibilidades para minorá-las ou até mesmo eliminá-las.
Que não nos deixemos abater quando atribulações nos visitarem, evitando a todo custo o desespero e a rebeldia, que só serviriam para agravar ainda mais as dores e as lágrimas, infelicitando-nos a vida. Deus não nos confiaria uma cruz mais pesada do que as que nossas forças suportassem, e só nos deixa pelas experiências que nos são necessárias para conquistarmos em cada oportunidade reencarnatória a subida de mais um degrau na escada evolutiva do progresso moral espiritual, que nos possibilitará conquista da felicidade que todos sonhamos vivenciar um dia.
Sabemos que depende unicamente de cada um de nós permanecermos acomodados à sombra ou avançar, valorosamente, para a obtenção de mais luz. A Doutrina Espírita não nos exige santidade, por entender que ainda nos achamos bem distantes desse estágio superior de moralidade, solicita de cada um apenas “a transformação moral e os necessários esforços para vencermos as nossas más inclinações”. (3)
Referências:(1) Livro O Consolador – Chico Xavier/Emmanuel, perg. 112 e 113; 
(2) Livro Consciência e Mediunidade – Divaldo Franco/Joanna de Ângelis; e
(3) O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XVII, item 4.
Francisco Rebouças.

Brasil coração do mundo...

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Homenagem a Chico Xavier

Haroldo Dias Dutra - As cartas de Paulo

Haroldo Dutra - Jesus o Médico da Almas

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Divaldo Franco

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Entrevista sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis...

Reencarnação é uma realidade

Palestra O trabalho no Bem - Cristiane Parmiter

Palestra: As Leis Divinas e nós - Cristiane Parmiter

Palestra: Benevolência - Cristiane Parmiter

Palestra: Jesus e o Mundo - Cristiane Parmiter

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Divaldo Franco

ESPIRITISMO - CHICO XAVIER - REPORTAGEM DO FANTASTICO - OS SEGREDOS DE CHICO

Entrevista com Divaldo Franco

Sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis, e muito mais, confira. 1ª Parte 2ª Parte

Oração de Gratidão - Divaldo Franco

Chico Xavier

Chico Xavier no Fantástico

Chico Xavier (2010) trailer oficial

Página de Mensagens

Nesta página estarei lançando variadas páginas de conteúdo edificante para nosso aprendizado.

Francisco Rebouças.

1-ANTE A LIÇÃO

"Considera o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo".- Paulo. II TIMÓTEO. 2:7.

Ante a exposição da verdade, não te esquives à meditação sobre as luzes que recebes.

Quem fita o céu, de relance, sem contemplá-lo, não enxerga as
estrelas; e quem ouve uma sinfonia, sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas.

Debalde escutarás a palavra inspirada de pregadores ardentes, se não descerrares o coração para que o teu sentimento mergulhe na claridade bendita daquela.

Inúmeros seguidores do Evangelho se queixam da incapacidade de retenção dos ensinos da Boa Nova, afirmando-se ineptos à frente das novas revelações, e isto porque não dispensam maior trato à lição ouvida, demorando-se longo tempo na província da distração e da leviandade.

Quando a câmara permanece sombria, somos nós quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite.

Dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças.

O apóstolo dos gentios é claro na observação. "Considera o que te digo, porque, então, o Senhor te dará entendimento em tudo."

Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar.

Estejamos, pois, convencidos de que, prestando atenção aos
apontamentos do Código da Vida Eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa-vontade, dar-nos-á entendimento em tudo.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

NO CAMPO FÍSICO

"Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 15:44.)

Ninguém menospreze a expressão animal da vida humana, a pretexto de preservar-se na santidade.

A imersão da mente nos fluidos terrestres é uma oportunidade de sublimação que o espírito operoso e desperto transforma em estruturação de valores eternos.

A sementeira comum é símbolo perfeito.

O gérmen lançado à cova escura sofre a ação dos detritos da terra, afronta a lama, o frio, a resistência do chão, mas em breve se converte em verdura e utilidade na folhagem, em perfume e cor nas flores e em alimento e riqueza nos frutos.

Compreendamos, pois, que a semente não estacionou. Rompeu todos os obstáculos e, sobretudo, obedeceu à influência da luz que a orientava para cima, na direção do Sol.

A cova do corpo é também preciosa para a lavoura espiritual, quando nos submetemos à lei que nos induz para o Alto.

Toda criatura provisoriamente algemada à matéria pode aproveitar o tempo na criação de espiritualidade divina.

O apóstolo, todavia, é muito claro quando emprega o termo "semeia-se". Quem nada planta, quem não trabalha na elevação da própria vida, coagula a atividade mental e rola no tempo à maneira do seixo que avança quase inalterável, a golpes inesperados da natureza.

Quem cultiva espinhos, naturalmente alcançará espinheiros.

Mas, o coração prevenido que semeia o bem e a luz, no solo de si mesmo, espere, feliz, a colheita da glória espiritual.

E N T R E I R M Ã O S
Olympia Belém (Espírito)[1]

Estes são tempos desafiadores para todos os que buscam um mundo melhor, onde reine o amor, onde pontifique a fraternidade, onde possam florir os mais formosos sentimentos nos corações.
Anelamos por dias em que a esperança, há tanto tempo acariciada, possa converter-se em colheita de progressos e de paz.
Sonhamos com esse alvorecer de uma nova era em que o Espiritismo, transformado em religião do povo, apresentando Jesus às multidões, descrucificado e vivo, possa modificar as almas, para que assumam seu pujante papel de filhas de Deus no seio do mundo.
Entrementes, não podemos supor que esses ansiados dias estejam tão próximos, quando verificamos que há, ainda, tanta confusão nos relacionamentos, tanta ignorância nos entendimentos, tanta indiferença e ansiedade nos indivíduos, como se vendavais, tufões, tormentas variadas teimassem em sacudir o íntimo das criaturas, fazendo-as infelizes.
A fim de que os ideais do Cristo Jesus alcancem a Terra, torna-se indispensável o esforço daqueles que, tendo ouvido o cântico doloroso do Calvário, disponham-se a converter suas vidas na madrugada luminosa do Tabor.
O mundo terreno, sob ameaças de guerras e sob os rufares da violência, em vários tons, tem urgência do Mestre de Nazaré, ainda que O ignore em sua marcha atordoada, eivada do materialismo que o fascina, que o domina e que o faz grandemente desfigurado, por faltar sentido positivo e digno no uso das coisas da própria matéria.
Na atualidade, porém, com as advertências da Doutrina dos Espíritos, com essa luculenta expressão da misericórdia de Deus para com Seus filhos terrenos, tudo se torna menos áspero, tudo se mostra mais coerente, oferecendo-nos a certeza de que, no planeta, tudo está de conformidade com a lei dos merecimentos, com as obras dos caminheiros, ora reencarnados, na estrada da suspirada libertação espiritual.
"A cada um segundo as suas obras" aparece como canto de justiça e esperança, na voz do Celeste Pastor.
Hoje, reunidos entre irmãos, unimo-nos aos Emissários destacados do movimento de disseminação da luz sobre as brumas terráqueas, e queremos conclamar os queridos companheiros, aqui congregados, a que não se permitam atormentar pelos trovões que se fazem ouvir sobre as cabeças humanas, ameaçadores, tampouco esfriar o bom ânimo, considerando que o Cristo vela sempre. Que não se deixem abater em razão de ainda não terem, porventura, alcançado as excelentes condições para o ministério espírita, certos de que o tempo é a magna oportunidade que nos concede o Senhor. Que ponham mãos à obra, confiantes e vibrantes, certos de que os verdadeiros amigos de Jesus caminham felizes, apesar das lutas e das lágrimas, típicas ocorrências das experiências, das expiações e das provas.
Marchemos devotados, oferecendo, na salva da nossa dedicação, o melhor que o Espiritismo nos ensina, o melhor do que nos apresenta para os que se perdem nas alamedas do medo, da desesperança e da ignorância a nossa volta.
Hoje, entre os amigos espíritas, encontramos maior ânimo para a superação dos nossos próprios limites, o que configurará, ao longo do tempo a superação dos limites do nosso honroso Movimento Espírita.
Sejamos pregadores ou médiuns, evangelizadores, escritores ou servidores da assistência social, não importa. Importa que nos engajemos, todos, nos labores do Codificador, plenificando-nos da grande honra de cooperar com os excelsos interesses do Insuperado Nazareno.
O tempo é hoje, queridos irmãos. O melhor é o agora, quando nos entrelaçamos para estudar, confraternizar e louvar a Jesus com os corações em clima festivo.
Certos de que o Espiritismo é roteiro de felicidade e bandeira de luz, que devemos içar bem alto sobre o dorso do planeta, abracemo-nos e cantemos, comovidos: Louvado seja Deus! Louvado seja Jesus!
Com extremado carinho e votos de crescente progres­so para todos, em suas lidas espiritistas, quero despedir-me sempre devotada e servidora pequenina.
Olympia Belém.

[1]
- Mensagem psicografada pelo médium J. Raul Teixeira no dia 03.09.95, no encerramento da X Confraternização Espírita do Estado do Rio de Janeiro.

O TEMPO

“Aquele que faz caso do dia, patrão Senhor o faz.” — Paulo. (ROMANOS, capítulo 14, versículo 6.)

A maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo.
Existem efetivamente os que abusam dessa concessão divina. Julgam que a riqueza dos benefícios lhes é devida por Deus.
Seria justo, entretanto, interrogá-los quanto ao motivo de semelhante presunção.
Constituindo a Criação Universal patrimônio comum, é razoável que todos gozem as possibilidades da vida; contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam na Terra, em favor de seu aperfeiçoamento espiritual.
É lógico que todo homem conte com o tempo, mas, se esse tempo estiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho?
Não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as fileiras dos que procuram aniquilá-lo de qualquer forma.
A velha expressão popular “matar o tempo” reflete a inconsciência vulgar, nesse sentido.
Nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação, é muito importante para o concurso humano, na execução das leis divinas.
Os interesses imediatistas do mundo clamam que o “tempo é dinheiro”, para, em seguida, recomeçarem todas as obras incompletas na esteira das reencarnações... Os homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constroem e destroem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade, na conquista da experiência.
Em quase todos os setores de evolução terrestre, vemos o abuso da oportunidade complicando os caminhos da vida; entretanto, desde muitos séculos, o apóstolo nos afirma que o tempo deve ser do Senhor.

Livro: Caminho Verdade e Vida.
Chico Xavier/Emmanuel.

NISTO CONHECEREMOS

"Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro." (I JOÃO, 4:6.)

Quando sabemos conservar a ligação com a Paz Divina, apesar de todas as perturbações humanas, perdoando quantas vezes forem necessárias ao companheiro que nos magoa; esquecendo o mal para construir o bem; amparando com sinceridade aos que nos aborrecem; cooperando espiritualmente, através da ação e da oração, a benefício dos que nos perseguem e caluniam; olvidando nossos desejos particulares para servirmos em favor de todos; guardando a fé no Supremo Poder como luz inapagável no coração; perseverando na bondade construtiva, embora mil golpes da maldade nos assediem; negando a nós mesmos para que a bênção divina resplandeça em torno de nossos passos; carregando nossas dificuldades como dádivas celestes; recebendo adversários por instrutores; bendizendo as lutas que nos aperfeiçoam a alma, à frente da Esfera Maior; convertendo a experiência terrena em celeiros de alegrias para a Eternidade; descortinando ensejos de servir em toda parte; compreendendo e auxiliando sempre, sem a preocupação de sermos entendidos e ajudados; amando os nossos semelhantes qual temos sido amados pelo Senhor, sem expectativa de recompensa; então, conheceremos o espírito da verdade em nós, iluminando-nos a estrada para a redenção divina.

DOUTRINAÇÕES

"Mas não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos nos céus." — Jesus. (LUCAS, capítulo 10, versículo 20.)

Freqüentemente encontramos novos discípulos do Evangelho exultando de contentamento, porque os Espíritos perturbados se lhes sujeitam.

Narram, com alegria, os resultados de sessões empolgantes, nas quais doutrinaram, com êxito, entidades muita vez ignorantes e perversas.

Perdem-se muitos no emaranhado desses deslumbramentos e tocam a multiplicar os chamados "trabalhos práticos", sequiosos por orientar, em con-tactos mais diretos, os amigos inconscientes ou infelizes dos planos imediatos à esfera carnal.

Recomendou Jesus o remédio adequado a situações semelhantes, em que os aprendizes, quase sempre interessados em ensinar os outros, esquecem, pouco a pouco, de aprender em proveito próprio.

Que os doutrinadores sinceros se rejubilem, não por submeterem criaturas desencarnadas, em desespero, convictos de que em tais circunstâncias o bem é ministrado, não propriamente por eles, em sua feição humana, mas por
emissários de Jesus, caridosos e solícitos, que os utilizam à maneira de canais para a Misericórdia Divina; que esse regozijo nasça da oportunidade de servir ao bem, de consciência sintonizada com o Mestre Divino, entre as certezas
doces da fé, solidamente guardada no coração.

A palavra do Mestre aos companheiros é muito expressiva e pode beneficiar amplamente os discípulos inquietos de hoje.

Livro: Caminho Verdade e Vida.

Chico Xavier/Emmanuel.

FILHOS DA LUZ

FILHOS DA LUZ"Andai como filhos da luz." - Paulo.

(EFÉSIOS, 5:8.)Cada criatura dá sempre notícias da própria origem espiritual.

Os atos, palavras e pensamentos constituem informações vivas da zona mental de que procedemos.

Os filhos da inquietude costumam abafar quem os ouve, em mantos escuros de aflição.

Os rebentos da tristeza espalham o nevoeiro do desânimo.

Os cultivadores da irritação fulminam o espírito da gentileza com os raios da cólera.

Os portadores de interesses mesquinhos ensombram a estrada em que transitam, estabelecendo escuro clima nas mentes alheias.

Os corações endurecidos geram nuvens de desconfiança, por onde passam.

Os afeiçoados à calúnia e à maledicência distribuem venenosos quinhões de trevas com que se improvisam grandes males e grandes crimes.

Os cristãos, todavia, são filhos da luz.E a missão da luz é uniforme e insofismável.Beneficia a todos sem distinção.

Não formula exigências para dar.Afasta as sombras sem alarde.

Espalha alegria e revelação crescentes.Semeia renovadas esperanças.Esclarece, ensina, ampara e irradia-se.

Vinha de Luz

Chico Xavier/André Luiz


QUEM LÊ, ATENDA

"Quem lê, atenda." - Jesus. (MATEUS, 24:15.)

Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com referência aos frutos do pensamento.

Freqüentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo, destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferença pelas obrigações mais justas.

Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.

O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de observações pouco dignas.

Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturbação? Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.

A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expressiva.

É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.

O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.

Livro; Vinha de Luz
Chico Xavier/Emmanuel