Trabalhemos todos, pela Unificação do movimento espírita!!

O Espiritismo é uma questão de fundo; prender-se à forma seria puerilidade indigna da grandeza do assunto. Daí vem que os centros que se acharem penetrados do verdadeiro espírito do Espiritismo deverão estender as mãos uns aos outros, fraternalmente, e unir-se para combater os inimigos comuns: a incredulidade e o fanatismo.”

“Dez homens unidos por um pensamento comum são mais fortes do que cem que não se entendam.”
Allan Kardec (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo – Item VI).



sexta-feira, 20 de julho de 2018

É PRIMORDIAL NĀO ESQUECER DA LÓGICA E DO BOM SENSO, SEMPRE RECOMENDOS POR KARDEC!


Precisamos ter o necessário cuidado em tudo que falamos e escrevemos em relaçāo a doutrina espírita, pois, o que se vê, lê e escuta de muitos dos ditos “estudiosos” de nossa doutrina, em programas de televisão, artigos, e nas palestras públicas, têm nos deixado realmente perplexes.
 
Muitos deles trazem à tona assuntos doutrinários, de vital importância para a aceitaçāo e compreensāo dos fundamentos de nossa doutrina, sob a sua particular interpretaçāo, exclusivamente elaborados nos achismos e modismos tāo comuns e aceitos por muitos espíritas, sem a precisa e imprescindível atençāo ao que o expositor está se referindo, sem se incomodarem em analisar se  o que ouvem, leem ou veem, está em conformidade com a fabulosa e gigantesca obra codificada por Kardec.
Alguns acreditam mesmo que se é seu “fulano” que está dizendo aquilo é verdadeiro, pois o conhece como verdadeiro “estudioso” conhecedor da doutrina espírita, por isso mesmo, isento de qualquer tipo de suspeita. E afirmam mais, ele conviveu muito com o Chico, e com o Divaldo Franco, como se isso lhes garantissem uma perfeita compreensāo e sabedoria para uma correta, segura e legítima divulgaçāo dos postulados espíritas.
Quando solicitados por aqueles que desejam informações sobre as fontes de origem de tais explicações, se sentem afrontados, incomodados e se aborrecem facilmente.
Nós espíritas, temos o direito de saber a origem de tais informações, pois a própria Espiritualidade Superior é quem nos solicita o cuidado que devemos ter de manter a Doutrina Espírita livre de enchertos e distorçoões, pura, clara e simples como nos foi enviada pelos Amigos do Cristo, sob seu comando e orientaçāo.
Ouçamos o Espírito Erasto sobre o assunto na própria codificaçāo: “Melhor é repelir dez verdades do que admitir uma única falsidade, uma só teoria errônea. Efetivamente, sobre essa teoria poderíeis edificar um sistema completo, que desmoronaria ao primeiro sopro da verdade, como um monumento edificado sobre areia movediça, ao passo que, se rejeitardes hoje algumas verdades, porque não vos são demonstradas clara e logicamente, mais tarde um fato brutal, ou uma demonstração irrefutável virá afirmar-vos a sua autenticidade”. (1)
O conhecido e respeitado escritor espírita Josė Herculano Pires, nos trás algumas sérias advertências sobre o assunto, conforme segue.
As normas de Kardec
Mas o desenvolvimento dos princípios espíritas não pode ser feito de maneira arbitrária, pois no campo do conhecimento há leis de lógica e de logística que regem o processo cultural. Kardec estabeleceu as normas que temos de observar para não cairmos nos enganos e nas ilusões tão comuns à nossa precipitação. Essas normas, elas mesmas, estão hoje sendo acrescidas de meios novos de verificação da realidade através da Ciência e da Filosofia. O bom senso, como ensinou Kardec, é o fio de prumo que nos garante a construção de um conhecimento mais amplo e mais rico, mas ao mesmo tempo mais preciso.
Usar do bom senso é o primeiro preceito da normativa de Kardec. Examinar com rigor a linguagem dos Espíritos comunicantes, submetê-los a testes de bom senso e conhecimento, verificar a relação de realidade dos conceitos por eles enunciados (relação do seu pensamento com os fatos, as coisas e os seres), enquadrar os seus ensinos e revelações no contexto cultural da época, verificando o alcance abusivo ou não das afirmações mais
audaciosas – eis os elementos que temos de observar no trato da mediunidade, se não quisermos cair em situações difíceis, a que fatalmente nos levariam espíritos imaginosos ou pseudo-sábios. E ao lado disso submeter tudo quanto possível à comprovação experimental, à pesquisa.
Bem sabemos que tudo isso requer espírito metódico, um fundo básico de conhecimentos gerais, capacidade normal de discernimento, superação da curiosidade doentia, controle rigo- roso da ambição e da vaidade, equilíbrio do raciocínio, maturi- dade intelectual, critério científico de observação e pesquisa e firme decisão de não se deixar levar pelas aparências, aprofun- dando sempre o exame de todos os aspectos dos problemas e das circunstâncias. Sim, tudo isso é difícil, mas sem isso não faremos ciência e sem ciência não teremos Espiritismo. Se alguém notar que não dispõe dessas qualidades deve reconhecer-se inábil para a investigação espírita. É melhor aceitar com humildade as próprias limitações do que aventurar-se a realizações impossíveis”.
A luta necessária
"Infelizmente a maioria das criaturas não gosta de reconhecer os seus limites. A vaidade e a ambição levam muita gente a dar passos mais largos do que as pernas permitem. É o que hoje vemos, de maneira assustadora, em nosso meio espírita. Os casos de fascinação multiplicam-se ao nosso redor. Pessoas que podiam ser úteis se transformam em focos de confusão e perturbação, entravando a marcha do Espiritismo com a sustentação de teorias absurdas que levam a doutrina ao ridículo. Em nosso país esses casos se tornam mais graves por causa da falta geral de cultura. As pessoas incultas e ingênuas se deixam levar muito facilmente ao fanatismo, ante o brilho fictício de pessoas inteligentes e cultas, mas dominadas por fascinações perigosas.
A mania do cientificismo vem produzindo grandes estragos em nosso movimento espírita. Qualquer possuidor de diplomas de curso superior se julga capacitado a transformar-se em cientista do dia para a noite. E logo consegue uma turma de adeptos vaidosos, prontos a seguir o iluminado que lhes empresta um pouco do seu falso brilho. O desejo de elevar-se acima dos outros, conhecendo mais e sabendo mais, é praticamente incontrolável na maioria das pessoas. O resultado é o que vemos. Há mais joio do que trigo em nossa seara espírita.
A luta contra essa situação é das mais árduas. Mas, árdua ou não, tem de ser enfrentada pelos que vêem as coisas de maneira mais clara. Temos de ferir suscetibilidades, magoar o amor próprio de amigos e companheiros, levantar no próprio meio espírita inimigos gratuitos, provocar revides apaixonados. Mas, de duas, uma: ficamos com a verdade ou ficamos com o erro, defendemos a doutrina ou nos acomodamos na falsa tolerância, clamando por uma paz de pantanal, que nada mais é do que covardia e traição à verdade. Aí estão, diante de nossos olhos, as fascinações da vaidade nos empantanando os caminhos da evolução natural e necessária da doutrina. Ou lutamos contra elas ou incentivaremos a sua propagação e proliferação.
Podemos enumerar as mais acentuadas e nefastas: o roustainguismo, defendido e semeado sob o prestígio da FEB; o Divinismo ou Espiritismo Divinista, que contradiz a própria essência racional do Cristianismo e do Espiritismo; o ramatisismo, que conseguiu envenenar a própria FEESP e ainda hoje não foi completamente eliminado da sua estrutura; o heterodoxismo ou armondismo (mistura de doutrinas ocultistas com o Espiritismo), que anda de mãos dadas com o ramatisismo; a teoria do continuum mediúnico, que vem de fora, com ares de teoria sociológica, estabelecendo confusões, com suposto apoio científico, entre Espiritismo e Umbanda; o andreluizismo, que à revelia de André Luiz é sustentado por instituições que se apoiam na caridade para desviar adeptos ingênuos da verdadeira compreensão doutrinária; e outras subcorrentes que amanhã se tornarão fortes e dominadoras, se não forem sustadas a tempo.
Todos esses movimentos se valem de uma arma contra os que perseveram no campo limpo da doutrina: a acusação de sectarismo. Fazem seitas e acusam os outros de sectários. Clamam pelo direito de alargar e arejar os conceitos fundamentais de Kardec, sem que os seus expoentes se lembrem de que não possuem condições culturais para essa tarefa de gigantes. Afrontam e amesquinham Kardec, na vaidosa suposição de que o estão auxiliando, quando não o agridem abertamente, com o menosprezo à sua missão espiritual e à sua qualificação cultural. Não foram ainda capazes de encarar a missão de Kardec e a obra de Kardec sem pensar primeiro em si mesmos e nas suas supostas capacidades culturais ou supostas habilitações espirituais". 
Somos pois, responsáveis por tudo o que divulgamos como mensagem espírita e devemos zelar pela pureza doutrinária nela contida.
Bibliografia:

1 – Kardec, Allan. O Livro dos Médiuns,  62 ediçāo - Cap. XX , item 230.
2 - Pires, J. Herculano. Livro: A Pedra e o Joio - Crítica à
 Teoria Corpuscular do Espírito.
3- Grifos nossos.
Francisco Rebouças.

quinta-feira, 19 de julho de 2018

Vontade e Destino


Tudo está matematicamente dosado nas formações da natureza, entretanto, as leis divinas estabelecem que a vontade consciente da criatura tome os ingredientes do mundo, com a possibilidade constante de tudo alterar, modificar, fazer e refazer, construir e reconstruir nas trilhas da existência.

Nitroglicerina e matéria silicosa constituem a dinamite, capaz de
efetuar depredações e arrasamentos, mas, se o homem lhe controla as explosões, nela encontra valioso auxiliar de serviço.

Ferro e carbono, habilmente conjugados, compõem o aço comum
que tanto satisfaz na prática belicista, como atende na base da indústria ou na garantia da construção.

Lama e detrito criam o charco; no entanto, se alguém lhe aplica
drenagem conveniente, ei-lo que se converte em celeiro de pão. 


A laranjeira rústica estende pomos azedos, contudo, se recebe enxertia adequada, esparze larga cópia de frutos suculentos.

Assim também o destino.
Culpa e resgate somam dificuldade e dor, mas se empregamos fé viva em nossa capacidade de realizar o melhor, aceitando o sofrimento por recurso de correção e aprimoramento, ainda mesmo na sombra do extremo infortúnio, podemos traçar o caminho da paz e acender a chama da elevação. 
Livro: Trevo de Ideias
Chico Xavier/Emmanuel
Francisco Rebouças

quarta-feira, 18 de julho de 2018

Cartazes do Caminho

José de Castro



Deus não reclama o impossível, 
Só nos pede por dever
Aquilo que cada um
Por si já possa fazer. 


Caridade por mais sofra 
Penúria, prova ou pesar, 
Tem sempre no coração 
Alguma cousa que dar. 

Passar por lama não é 
Fracasso de alma vencida, 
Fracasso é fazer da lama 
A razão da própria vida.

Se almejas subir na vida, 
Olha as trilhas de Jesus: 
Primeiro, o calvário agreste, 
Depois, a ascensão à cruz


Livro: Rosas com Amor
Chico Xaier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

terça-feira, 17 de julho de 2018

Ensinamentos Importantes


Antes do apelo à justiça roga clemência e piedade, de vez que pelo socorro do temporário esquecimento na vida física – brando anestésico de que se utiliza a Compaixão do Senhor para extirpar-nos do espírito as raízes do mal – por muito tempo ignoramos toda a extensão de nossos débitos.
Emmanuel 
Livro: Antologia do Caminho
Chco Xavier/Espíritos Diversis.

Francisco Rebouças.

sexta-feira, 29 de junho de 2018

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Estudando o Espiritismo

A fé.
Eu sou a irmã mais velha da Esperança e da Caridade, chamo-me a Fé.
Sou grande e forte; aquele que me possui não teme nem o ferro e nem o fogo: é a prova de todos os sofrimentos físicos e morais. Irradio sobre vós com um faixo cujos jatos faiscantes se refletem no fundo dos vossos corações, e vos comunica a força e a vida. Diz-se entre vós que ergo as montanhas, e eu vos digo: venho erguer o mundo, porque o Espiritismo é a alavanca que deve me ajudar. Uni-vos, pois, a mim, eu sou a Fé.
Eu sou a Fé! Habito, com a Esperança, a Caridade e o Amor, o mundo dos puros Espíritos; frequentemente, deixei as regiões etéreas, e vim sobre a Terra para vos regenerar, dando-vos a vida do Espírito; mas, à parte os mártires dos primeiros tempos do Cristianismo, e alguns fervorosos sacrifícios, de longe em longe, ao progresso da ciência, das letras, da indústria e da liberdade, não encontrei, entre os homens, senão indiferença e frieza, e retomei tristemente meu voo para os céus; vós me crieis em vosso meio, mas vos enganastes, porque a Fé sem as obras é uma aparência de Fé; a verdadeira Fé é a vida e a ação.
Antes da revelação do Espiritismo, a vida era estéril, era uma árvore seca pelos estrondos do raio que não produzia nenhum fruto. Não se me reconhecia pelos meus atos: eu ilumino as inteligências, aqueço e fortaleço os corações; expulso para longe de vós as influências enganadoras e vos conduzo a Deus pela perfeição do espírito e do coração. Vinde vos alinhar sob minha bandeira, sou poderosa e forte: eu sou a Fé.
Eu sou a Fé, e o meu reino começa entre os homens; reino pacífico que vai torná-los felizes para o tempo presente e para a eternidade. A aurora de meu advento entre vós é pura e serena; seu sol será resplandescente, e seu deitar virá docemente embalar a Humanidade nos braços das felicidades eternas. Espiritismo! Derrama sobre os homens o teu batismo regenerador; faço-lhes um apelo supremo: eu sou a Fé.
GEORGES, Bispo de Périgueux.
Revista Espírita, fevereiro de 1862

terça-feira, 26 de junho de 2018

Estudando o Espiritismo


Dissemos muitas vezes que se o Espiritismo tivesse vindo um século mais cedo, não teria tido nenhum sucesso; eis aqui a prova evidente, porque esse livro, seguramente, é do mais puro e do mais profundo Espiritismo. Para que se pudesse compreendê-lo e apreciá-lo, seria preciso que as crises morais pelas quais o espírito humano passou há um século, e que lhe ensinaram a discutir as suas crenças; mas seria preciso também que o niilismo, sob suas diferentes formas, como transição entre a fé cega e fé raciocinada, provasse a sua impossibilidade em satisfazer as necessidades sociais e as legítimas aspirações da Humanidade. A rápida propagação do Espiritismo, em nossa época, prova que ele veio em seu tempo. 

Revista espírita - novembro 18858 



segunda-feira, 25 de junho de 2018

DOUTRINA ESPÍRITA

Estudando a Doutrina Espírita!

“– Depois da morte física, o que há de mais surpreendente para nós é o reencontro da vida. Aqui aprendemos que o organismo perispirítico que nos condiciona em matéria mais leve e mais plástica, após o sepulcro, é fruto igualmente do processo evolutivo.
Não somos criações milagrosas, destinadas ao adorno de um paraíso de papelão. Somos filhos de Deus e herdeiros dos séculos, conquistando valores, de experiência em experiência, de milênio a milênio. Não há favoritismo no Templo Universal do Eterno e todas as forças da Criação aperfeiçoam-se no Infinito”.

Livro: No Mundo Maior, Cap.3.
Chico Xavier, pelo Espírito André Luiz.

domingo, 24 de junho de 2018

Estudando o Espiritismo

Precisamos dar muita atenção aos ensinamentos da doutrina espírita.
DOUTRINA ESPÍRITA
“...Há mais coragem e grandeza em reconhecer abertamente que se está errado, do que persistir, por amor-próprio, naquilo que se sabe ser falso, e para não dar um desmentido a si mesmo, o que acusa mais teimosia do que firmeza, mais orgulho do que julgamento, e mais fraqueza do que força.
É mais ainda: é a hipocrisia, porque se quer parecer o que não se é; é, além disso má ação, porque é encorajar o erro por seu próprio exemplo”.
Revista Espírita – Dezembro 1868.

Família, uma bênção na vida da gente


Não devias tu igualmente ter compaixão do teu companheiro, como eu também tive misericórdia de ti?” – Jesus. (Mateus, 18:33.)
A família é o alicerce inicial do qual não prescindimos para estabelecer as bases seguras da imensa responsabilidade confiadas a cada um de nós na manutenção da saudável convivência na sociedade em que nos movimentamos.
É justamente nesse pequeno grupo doméstico, que se iniciam para todos nós as experiências indispensáveis no campo da fraternidade universal, onde ensaiamos os primeiros passos para os elevados empreendimentos sob nossa responsabilidade em favor da construção de uma sociedade mais justa e equilibrada.
“A família consanguínea é a lavoura de luz da alma, dentro da qual triunfam somente aqueles que se revestem de paciência, renúncia e boa vontade.
De quando a quando, o amor nos congrega, em pleno campo da vida, regenerando-nos a sementeira do destino.
Geralmente, não se reúnem a nós os companheiros que  já  demandaram  à  esfera superior, dignamente areolados por vencedores, e sim afeiçoados menos estimáveis de outras épocas, para restaurarmos o tecido da fraternidade, indispensável ao agasalho de nossa alma, na jornada para os cimos da vida.
Muitas vezes, na condição de pais e filhos, cônjuges ou parentes, não passamos de devedores em resgate de antigos compromissos.” (1)
Na sociedade hodierna, observamos um improcedente desprezo e desrespeito ao instituto sagrado da família, atitudes infelizes que derivam da falta de maturidade que gera insatisfações e desarmonizam as mentes e os corações inseguros diante dos desafios da vida em família.
Dessa forma, surpreendidos pelos inumeráveis problemas naturais de um planeta de provas e expiações, muitos adultos por irresponsabilidade ou mesmo por imaturidade, perante os compromissos graves e sagrados do lar, deixam-se arrastar pelas loucuras do prazer carnal mundano, em detrimento do dever assumido perante a família.
Muitos pessimistas apostam na falência da família, como se na estrutura fracassada de uma união não lhes coubessem qualquer fatia de responsabilidade, esquecem que o problema da maioria das separações tem origem na invigilância, de um ou dos dois, quanto ao devido cuidado com a ética, e a moral exigida para uma vida de relação.
Preferem os modismos “dos novos tempos”, apegando-se às paixões escravizadoras optando pela desmedida conquista dos bens materiais, onde se deleitam distraídos e entorpecidos pelos prazeres ilusórios e passageiros até que a dor os desperte para os ideais nobres da vida.
Por essa razão, a pressa por desfrutar todas as sensações possíveis transmitidas pela fantasiosa posse dos bens materiais, e dos prazeres do corpo físico, assumem a importância de uma meta, a ser conquistada a qualquer preço, não interessando a forma de aquisição, tendo em mente apenas o lema “viver bem”, esquecendo de que o ideal é “bem viver”.
Pensando dessa forma, vemos nos dias de hoje os jovens atirarem-se aos complicados processos de busca do prazer sem qualquer tipo de freio, enquanto espantoso número de adultos trocam o compromisso e os deveres com a família, pelas aventuras em busca de novas satisfações para atenderem aos apelos da mídia e da sociedade equivocada e corrompida.
Nesse absurdo desprezo pela moral que campeia em nossa sociedade doentia, a família tornou-se um campo de batalhas ásperas entre os princípios da decência, do respeito e do equilíbrio que deveriam falar mais alto nas relações e representar os valores a serem alcançados nas relações familiares, enfrentam as desleais propostas dos pensadores de ocasião, nas aberrações divulgadas pela mídia agressiva.
“O Lar sofre a carência do Cristo, vivo e ativo, em suas engrenagens, em processo de emperramento.
A família padece dessa Divina Presença, na sua ação cotidiana (…).
Diante da presença de Jesus, por meio da oração e do fraterno diálogo, mantidos no ninho doméstico, toda a visão do mundo se modifica para melhores perspectivas. Os entendimentos se dão respeitosamente e maduramente” (2).
A pesar de tudo a família vem resistindo firmemente aos covardes golpes que lhes tem sido desferidos. Na constituição de uma família na acepção da palavra, podemos sentir a mais elevada expressão do afeto, na fidelidade e no respeito pelo outro, onde começamos a desenvolver os sublimes conteúdos psíquicos que jazem adormecidos em nosso mundo íntimo, aguardando os necessários esforços para sua sublimação.
Urge vivamos cada dia em família como mais uma sublime “reencarnação de harmonização e pacificação com nossos principais afetos e desafetos”, em que nos cabe aprender com os benefícios de uma convivência fraterna e cristã, redimindo o passado e elevando o presente, para que o nosso porvir seja de paz e de luz.
Referências:(1) Xavier, Francisco Cândido, pelo Espírito Emmanuel – Livro: Família – Cap. Em Família.
(2) Teixeira, Raul, pelo Espírito Thereza de Brito, Livro: Vereda Familiar. Editora Frater, Cap. 24.
Francisco Rebouças

sábado, 23 de junho de 2018

Vida Feliz

LXXI

Estás mergulhado no oceano do amor de Deus.

Jamais te encontras sozinho.

Deus está em ti e em torno de ti.

Descobre-O e deixa-te conduzir por Ele com sabedoria.

És Seu herdeiro, possuidor do universo.

Permite que o Seu amor te permeie totalmente, comandando a tua vontade e os teus passos, facultando-te crescer com menor ou nenhuma dose de sofrimento.

Em Deus tudo encontras, plenificando-te completamente.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

sexta-feira, 22 de junho de 2018

Vamos ler e estudar as Obras de Raul Teixeira!

Vamos prestigiar esse grande ícone do Espiritismo no Brasil!
























Francisco Rebouças

Doutrina Espírita

Estudando  a doutrina espírita!

Francisco Rebouças

ASSISTÊNCIA FRATERNAL

Deus te compense, alma boa,
A ti,que estendes a mão,
Repartindo alegremente
Carinho, agasalho e pão.

Deus te envolva em alegria 
T odo esforço de esquecer
A ofensa que se te faça,
Buscando a paz por prazer.

Deus te exalte o gesto amigo
Quando levantas alguém
Da tristeza do infortúnio
Para as estradas do bem.

Deus te engrandeça o trabalho
Com que te esqueces e vais
Auxiliar e servir
Àqueles que sofrem mais.

Por toda a bênção que espalhes
Que o mundo nem sempre diz
Que a Vida te recompense
E Deus te faça feliz.

Livro: A vida Conta
Chico Xavier/Maria Dolores

Francisco Rebouças

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Estudando o Espiritismo

Doutrina espírita por Kardec.

Por que, pois, declaramos que o Espiritismo não é uma religião? Pela razão de que não há senão uma palavra para expressar duas idéias diferentese que, na opinião geral, a palavra religião é inseparável da de culto; que ela desperta exclusivamente uma idéia de forma, e que o Espiritismo não a tem. Se o Espiritismo se dissesse uma religião, o público não veria nele senão uma nova edição, uma variante, querendo-se, dos princípios absolutos em matéria de fé; uma casta sacerdotal com um cortejo de hierarquias, de cerimônias e de privilégios; não o separaria das idéias de misticismo, e dos abusos contra os quais a opinião frequentemente é levantada.


O Espiritismo, não tendo nenhum dos caracteres de uma religião, na acepção usual da palavra, não podia, nem deveria se ornar de um título sobre o qual, inevitavelmente, seria desprezado; eis porque ele se diz simplesmente: doutrina filosófica e moral".

Fonte: Kardec, Allan, Revista Espírita, IDE – dezembro do ano 1868.

Francisco Rebouças

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Estudando o Espiritismo

Estudando a doutrina espírita!

DOUTRINA ESPÍRITA


“ (...) Se, assim é, dir-se-á, o Espiritismo é uma religião? Ora, sim, sem dúvida, senhores. No sentido filosófico, o Espiritismo é uma religião, e nós nos glorificamos por isto, porque é a doutrina que fundamenta os laços da fraternidade e da comunhão de pensamentos, não sobre uma simples convenção, mas sobre bases mais sólidas: as mesmas leis da natureza". 
Kardec, Allan, Revista Espírita, IDE – dezembro do ano 1868

Francisco Rebouças

terça-feira, 19 de junho de 2018

Vida Feliz

LXX

Ninguém colhe em sear a alheia, que não haja semeado, no que diz respeito aos valores morais.
Cada um é herdeiro de si mesmo.
Espírito imortal que é, evolui de etapa em etapa, como aluno em educandário de amor, repetindo a lição quando erra e sendo promovido quando acerta.
Assim, numa existência dá
prosseguimento ao que deixou interrompido na outra, corrige o que fez errado ou inicia uma experiência nova.
O que, porém, não realiza por amor, a dor o convocará a executar.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis.

Francisco Rebouças

DIRETRIZ ESPÍRITA

“Com  a  perseverança  é  que  chegarás  a  colher  os  frutos  e  teus trabalhos. O prazer que experimentarás, vendo a Doutrina propagar-se e bem compreendida, será uma recompensa, cujo valor integral conhecerás talvez mais no futuro do que no presente. Não te inquietes, pois, com os espíritos e  as pedras que os  incrédulos  ou  os maus acumularão no teu caminho. Conserva a confiança: com ela chegarás ao fim e merecerás ser 
sempre ajudado”. 
O LIVRO DOS ESPÍRITOS — Prolegômenos. 

Muitas são as direções que podes tomar, imprimindo novo curso à vida. 
Estradas se multiplicam atraentes, dificultando-te a opção. 
Aparentemente conduzem aos redutos onde a felicidade se acolhe festiva. 
Vês passarem as multidões dos que seguem os diferentes rumos. 
Há em verdade rotas e rotas. Umas conduzem àmorte, raras conduzem à vida. 
Estás na diretriz espírita e pareces seguir a medo, imaginando... 
Nem festas, nem fantasias encontras. 
A realidade se desvela, apresentando-se legítima. 
Vês  a  dor  arrancando  a  máscara  de  ilusão  das faces envilecidas  pelo cansaço, pelo despudor. 
Por onde segues enxergas aflições que passam ignoradas por outros, sombreando mais ainda semblantes já sombrios. 
Identificas enfermidades minando organizações físicas e mentais que se gastam na perversão dos costumes entre esgares e angústias. 
Pode parecer-te que no roteiro escolhido somente estão os trôpegos e estropiados, os enfermos e mendigos sob lancinante opressão. 
As outras vias se te afiguram formosas e os que porali avançam demonstram louçania. 
Não te enganes, porem. 
A ferida purulenta que todos enxergam é irmã menor do câncer ignorado a 
adentrar-se pelo organismo, em metástase irreversível. 
A miséria vestida de andrajos é companheira dos malogros morais escondidos em linho e adamascados custosos. 
O festival do prazer termina, invariavelmente, em prólogo de desgraça. 
A direção por onde seguem os fáceis conduz àpraça sem nome do remorso tardio. 
Numa das suas últimas publicações Darwin registrou que certa vez, embora enfermo e gasto, conseguiu contar ao microscópio mais de vinte mil sementes de determinada planta. 
Fresnel, sem dar trégua ao cansaço nem ao abatimento, identificou as “ondas luminosas como sendo vibrações transversais do éter”. 
Boas depois de ingentes esforços conseguiu provar que a “raça branca” é de todas a mais mesclada e em nada é superior às demais, ensejando bases para melhor confraternização entre os homens. 
Todos  os  construtores  do  pensamento  e  das  idéias  que possibilitaram novas  conquistas  através  dos  tempos  vergaram, infatigáveis,  ao  peso  de  mil aflições  silenciosas,  vivendo  sob rudes  ansiedades, seguindo,  no  entanto,  a direção da verdade que se empenhavam descobrir. 
Não estacionaram ante os fracassos aparentes. 
Não desanimaram ao defrontar aspérrimas lutas. 
Muitos venderam tudo quanto possuíam para não parar; outros perderam tudo para não desistir; diversos ofereceram até a saúde para não interromper os labores; e um número sem conta doou a própria vida, vítimas que foram dos próprios inventos mas, principalmente da ignorânciaem várias manifestações, para não abandonarem a honra de investigar os melhores meios de resolver os problemas do homem e do Universo para a felicidade do próprio homem. 
Prossegue na direção espírita. 
Há  pranto  em  volta  de  ti  e  choras  também.  Enxuga,  no entanto,  as lágrimas alheias e as próprias lágrimas usando o conhecimento espírita. 
A lição espírita ensina o porquê da aflição e o como sofrê-la, oferecendo a luz do discernimento para agires com acerto e seguires com determinação. 
Na  diretriz  espírita  aprendes “que  o  egoísmo,  o  orgulho,  a  sensualidade são paixões que nos aproximam da natureza animal, prendendo-nos à matéria; 
que  o  homem  que,  já  neste  mundo,  se  desliga  da  matéria, desprezando  as futilidades mundanas e amando o próximo, se avizinha da natureza espiritual; 
que cada um deve tornar-se útil de acordo com as faculdades e os meios que Deus lhe pôs nas mãos para experimentá-lo; que o Forte e o Poderoso devem amparo  e proteção ao Fraco,  porqüanto transgride a  lei  de Deus  aquele  que abusa da força e do poder para oprimir o seu semelhante. Ensinam, finalmente, que,  no mundo  dos  Espíritos  nada  podendo,  estar  oculto,  o  hipócrita será desmascarado  e  patenteadas  todas  as  suas  torpezas;  que  a presença inevitável,  e  de  todos  os  instantes,  daqueles  para com quem  houvemos procedido  mal  Constitui  um  dos  castigos  que nos  estão  reservados;  que  ao estado  de  inferioridade  e superioridade  dos  Espíritos  correspondem  penas  e gozos desconhecidos na Terra. 
“Mas, ensinam também (os Espíritos) não haver faltas irremissíveis, que a expiação  não  possa  apagar.  Meio  de conseguí-lo  encontra  o  homem  nas diferentes  existências  que lhe  permitem  avançar,  conformemente  aos  seus desejos  e esforços,  na  senda  do  progresso,  para  a  perfeição,  que  é  o seu destino  final”;  conforme  definiu  Allan  Kardec  sabiamente no  seu  resumo  da Doutrina Espírita. (*) 
Avança,  portanto,  pautando  a  conduta  na  firmeza  dos postulados abraçados, e se o caminho parecer áspero, de difícil acesso, recorda Jesus na direção  do  Bem  inominado  sofrendo todas  as  ingentes manifestações  da ignorância e da impiedade humanas sem desistir nem desanimar, para oferecer à posteridade o código de amor e justiça inserto noEvangelho como meio de harmonia  perfeita  para  o  espírito  em  evolução  e  que hoje reaparece  ao  teu entendimento na diretriz espírita por onde receias seguir. 
(*) O Livro dos Espíritos — Introdução 29ª Edição —FEB. (Nota da Autora espiritual). 

Livro: Epírito e Vida
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis.

Francisco Rebouças

sexta-feira, 15 de junho de 2018

Espiritismo, fé raciocinada!

9. Em que é que, na causa primária, se revela uma inteligência suprema e superior a todas as inteligências?

“Tendes um provérbio que diz: Pela obra se reconhece o autor. Pois bem! Vede a obra e procurai o autor. O orgulho é que gera a incredulidade. O homem orgulhoso nada admite acima de si. Por isso é que ele se denomina a si mesmo de espírito forte. Pobre ser, que um sopro de Deus pode abater!”
Do poder de uma inteligência se julga pelas obras. Não podendo nenhum ser humano criar o que a Natureza produz, a causa primária é, conseguintemente, uma inteligência superior à Humanidade.
Quaisquer que sejam os prodígios que a inteligência humana tenha operado, ela própria tem uma causa e, quanto maior for o que opere, tanto maior há de ser a causa primária. Aquela inteligência superior é que é a causa primária de todas as coisas, seja qual for o nome que lhe deem.

O Livro dos Espíritos

FEB – 76ª Edição.

quinta-feira, 14 de junho de 2018

Progredir, moral e espiritualmente, é Lei Divina

“… Transformai-vos pela renovação de vossa mente, para que proveis qual é a boa, agradável e perfeita vontade de Deus.” – Paulo. (ROMANOS, 12:2.).
O trabalho de transformação interior é o grande empreendimento ao qual precisamos dedicar os nossos maiores esforços na concretização de nossa finalidade fundamental de Ser destinado a atingir a plenitude espiritual que nos aguarda no porvir.
Enquanto nos especializamos em exibir títulos e vantagens aparentando uma felicidade que na verdade não desfrutamos em nosso mundo íntimo, poderemos até angariar a simpatia de muitos, despertar inveja em outros, o que, equivocadamente, traduzimos como sinônimo de prestígio social, mas que podem significar, na realidade, armadilhas para o agravo de nossas responsabilidades perante a Lei Divina.
“O progresso intelectual realizado até ao presente, nas mais largas proporções, constitui um grande passo e marca uma primeira fase no avanço geral da Humanidade; impotente, porém, ele é para regenerá-la. Enquanto o orgulho e o egoísmo o dominarem, o homem se servirá da sua inteligência e dos seus conhecimentos para satisfazer às suas paixões e aos seus interesses pessoais, razão por que os aplica em aperfeiçoar os meios de prejudicar os seus semelhantes e de os destruir.
Somente o progresso moral pode assegurar aos homens a felicidade na Terra, refreando as paixões más; somente esse progresso pode fazer que entre os homens reinem a concórdia, a paz e a fraternidade.
Será ele que deitará por terra as barreiras que separam os povos, que fará caiam os preconceitos de casta e se calem os antagonismos de seitas, ensinando os homens a se considerarem irmãos, que têm por dever auxiliarem-se mutuamente e não destinados a viver à custa uns dos outros.
Será ainda o progresso moral que, secundado então pelo da inteligência, confundirá os homens numa mesma crença fundada nas verdades eternas, não sujeitas a controvérsias e, em consequência, aceitáveis por todos.
A unidade de crença será o laço mais forte, o fundamento mais sólido da fraternidade universal, obstada, desde todos os tempos pelos antagonismos religiosos que dividem os povos e as famílias, que fazem sejam uns, os dissidentes, vistos, pelos outros, como inimigos a serem evitados, combatidos, exterminados, em vez de irmãos a serem amados. (1)
Precisamos antes de qualquer outro fundamento, avançar no conhecimento superior, isto é, no entendimento da nossa finalidade como seres humanos criados para a felicidade e a pureza espiritual, ainda mesmo que a caminhada seja espinhosa e nos custe suor e lágrimas.
Em O Livro dos Espíritos encontramos a esclarecedora resposta dos Imortais ao questionamento de Allan Kardec sobre a finalidade de nossa reencarnação no planeta, conforme segue:
Questão 167 – Qual o fim objetivado com a reencarnação?
“Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?” (2)
Enfrentar os desafios que a vida nos propõe e superá-los, à força de nosso trabalho e de nossa fé em Deus e em nossas próprias possibilidades é a fórmula mais racional para a aquisição do discernimento que precisamos adquirir para seguirmos operosos na estrada do progresso evolutivo a caminho da vitória sobre nós mesmos.
As facilidades materiais costumam estagnar-nos a mente, quando não sabemos administrar bem os perigos fascinantes das vantagens terrestres e, por isso mesmo, tornamo-nos escravos dos seus ilusórios poderes de nos fazer felizes, cegando-nos para a realidade da vida da qual fugimos por falta de coragem e discernimento para enfrentá-la.
“Observa os que acumulam dinheiro criando os tormentos da fome, os que se valem do poder temporário implantando a revolta e a penúria, os que aproveitam a inteligência para ferir e os que mobilizam a mocidade, instilando no próximo o desencanto e a loucura…
Repara como sorriem agora qual se o mundo lhes pertencesse, entretanto, amanhã, fanar-se-lhes-á, repentinamente, do domínio para encontrarem, de frente a necessidade do reajuste nos institutos da Contabilidade Celeste.
Identifica-os hoje, quais se mostram, e lembra-te de que talvez foste também assim no pretérito – no pretérito que a Misericórdia de Deus te permite transitoriamente esquecer…” (3)
Importante aprender o quanto antes a vivenciar em nosso dia a dia as sagradas lições do Evangelho de Jesus, que nos estimula a tirar o melhor proveito dos bens materiais sem que para isto nos tornemos menos conscientes da nossa finalidade de Ser Imortal com responsabilidades de progredir, moral e espiritualmente, e buscar viver a nossa existência sob a inspiração do serviço incessante e purificador.
Urge aprendamos a pautar nossa vida pela ética e moral ensinadas e exemplificadas por Jesus Cristo onde estivermos, porque somente pelo trabalho edificante no cumprimento dos nossos deveres, na realização das boas obras, alcançaremos a compreensão da finalidade da nossa existência, sentindo em nosso coração o amor e a vontade de Deus a nosso respeito.
(1) KARDEC, ALLAN. A Gênese – F.E.B. Cap. XXVIII, item18 e 19;
(2) KARDEC, ALLAN. O Livro dos Espíritos. F.E.B. 76ª edição;
(3) XAVIER, FRANCISCO CÂNDIDO, pelo Espírito Emanuel. Livro Construção do Amor. Cap.9.
Francisco Rebouças

Brasil coração do mundo...

https://youtu.be/_a9tpJnGcbw

Homenagem a Chico Xavier

Haroldo Dias Dutra - As cartas de Paulo

Haroldo Dutra - Jesus o Médico da Almas

https://youtu.be/Uk7OUvyGCZU



Divaldo Franco

https://youtu.be/OVbstbRFs9M

Entrevista sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis...

Reencarnação é uma realidade

Palestra O trabalho no Bem - Cristiane Parmiter

Palestra: As Leis Divinas e nós - Cristiane Parmiter

Palestra: Benevolência - Cristiane Parmiter

Palestra: Jesus e o Mundo - Cristiane Parmiter

Palestra: A Dinâmica do Perdão - Cristiane Parmiter

Palestra: Perante Jesus - Cristiane Parmiter

Palestra AVAREZA - Cristiane Parmiter

Palestra Obediência Construtiva - Cristiane Parmiter

Palestra Tribulações - Cristiane Parmiter

Palestra Conquistando a Fé - Cristiane Parmiter

Palestra Humildade e Jesus - Cristiane Parmiiter

Palestra Renúncia - Cristiane Parmiter

Rádios Brasil

Simplesmente Espetacular!!!

Professora Amanda Gurgel

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De Kardec aos dias de hoje

Madre Teresa

As Mães de Chico Xavier

Reencarnação - Menino Piloto

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Muitas Vidas

Espiritismo: família de Andrea Maltarolli mantém contato com a autora - Mais Você - GLOBO

Divaldo Franco

ESPIRITISMO - CHICO XAVIER - REPORTAGEM DO FANTASTICO - OS SEGREDOS DE CHICO

Entrevista com Divaldo Franco

Sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis, e muito mais, confira. 1ª Parte 2ª Parte

Oração de Gratidão - Divaldo Franco

Chico Xavier

Chico Xavier no Fantástico

Chico Xavier (2010) trailer oficial

Página de Mensagens

Nesta página estarei lançando variadas páginas de conteúdo edificante para nosso aprendizado.

Francisco Rebouças.

1-ANTE A LIÇÃO

"Considera o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo".- Paulo. II TIMÓTEO. 2:7.

Ante a exposição da verdade, não te esquives à meditação sobre as luzes que recebes.

Quem fita o céu, de relance, sem contemplá-lo, não enxerga as
estrelas; e quem ouve uma sinfonia, sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas.

Debalde escutarás a palavra inspirada de pregadores ardentes, se não descerrares o coração para que o teu sentimento mergulhe na claridade bendita daquela.

Inúmeros seguidores do Evangelho se queixam da incapacidade de retenção dos ensinos da Boa Nova, afirmando-se ineptos à frente das novas revelações, e isto porque não dispensam maior trato à lição ouvida, demorando-se longo tempo na província da distração e da leviandade.

Quando a câmara permanece sombria, somos nós quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite.

Dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças.

O apóstolo dos gentios é claro na observação. "Considera o que te digo, porque, então, o Senhor te dará entendimento em tudo."

Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar.

Estejamos, pois, convencidos de que, prestando atenção aos
apontamentos do Código da Vida Eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa-vontade, dar-nos-á entendimento em tudo.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

NO CAMPO FÍSICO

"Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 15:44.)

Ninguém menospreze a expressão animal da vida humana, a pretexto de preservar-se na santidade.

A imersão da mente nos fluidos terrestres é uma oportunidade de sublimação que o espírito operoso e desperto transforma em estruturação de valores eternos.

A sementeira comum é símbolo perfeito.

O gérmen lançado à cova escura sofre a ação dos detritos da terra, afronta a lama, o frio, a resistência do chão, mas em breve se converte em verdura e utilidade na folhagem, em perfume e cor nas flores e em alimento e riqueza nos frutos.

Compreendamos, pois, que a semente não estacionou. Rompeu todos os obstáculos e, sobretudo, obedeceu à influência da luz que a orientava para cima, na direção do Sol.

A cova do corpo é também preciosa para a lavoura espiritual, quando nos submetemos à lei que nos induz para o Alto.

Toda criatura provisoriamente algemada à matéria pode aproveitar o tempo na criação de espiritualidade divina.

O apóstolo, todavia, é muito claro quando emprega o termo "semeia-se". Quem nada planta, quem não trabalha na elevação da própria vida, coagula a atividade mental e rola no tempo à maneira do seixo que avança quase inalterável, a golpes inesperados da natureza.

Quem cultiva espinhos, naturalmente alcançará espinheiros.

Mas, o coração prevenido que semeia o bem e a luz, no solo de si mesmo, espere, feliz, a colheita da glória espiritual.

E N T R E I R M Ã O S
Olympia Belém (Espírito)[1]

Estes são tempos desafiadores para todos os que buscam um mundo melhor, onde reine o amor, onde pontifique a fraternidade, onde possam florir os mais formosos sentimentos nos corações.
Anelamos por dias em que a esperança, há tanto tempo acariciada, possa converter-se em colheita de progressos e de paz.
Sonhamos com esse alvorecer de uma nova era em que o Espiritismo, transformado em religião do povo, apresentando Jesus às multidões, descrucificado e vivo, possa modificar as almas, para que assumam seu pujante papel de filhas de Deus no seio do mundo.
Entrementes, não podemos supor que esses ansiados dias estejam tão próximos, quando verificamos que há, ainda, tanta confusão nos relacionamentos, tanta ignorância nos entendimentos, tanta indiferença e ansiedade nos indivíduos, como se vendavais, tufões, tormentas variadas teimassem em sacudir o íntimo das criaturas, fazendo-as infelizes.
A fim de que os ideais do Cristo Jesus alcancem a Terra, torna-se indispensável o esforço daqueles que, tendo ouvido o cântico doloroso do Calvário, disponham-se a converter suas vidas na madrugada luminosa do Tabor.
O mundo terreno, sob ameaças de guerras e sob os rufares da violência, em vários tons, tem urgência do Mestre de Nazaré, ainda que O ignore em sua marcha atordoada, eivada do materialismo que o fascina, que o domina e que o faz grandemente desfigurado, por faltar sentido positivo e digno no uso das coisas da própria matéria.
Na atualidade, porém, com as advertências da Doutrina dos Espíritos, com essa luculenta expressão da misericórdia de Deus para com Seus filhos terrenos, tudo se torna menos áspero, tudo se mostra mais coerente, oferecendo-nos a certeza de que, no planeta, tudo está de conformidade com a lei dos merecimentos, com as obras dos caminheiros, ora reencarnados, na estrada da suspirada libertação espiritual.
"A cada um segundo as suas obras" aparece como canto de justiça e esperança, na voz do Celeste Pastor.
Hoje, reunidos entre irmãos, unimo-nos aos Emissários destacados do movimento de disseminação da luz sobre as brumas terráqueas, e queremos conclamar os queridos companheiros, aqui congregados, a que não se permitam atormentar pelos trovões que se fazem ouvir sobre as cabeças humanas, ameaçadores, tampouco esfriar o bom ânimo, considerando que o Cristo vela sempre. Que não se deixem abater em razão de ainda não terem, porventura, alcançado as excelentes condições para o ministério espírita, certos de que o tempo é a magna oportunidade que nos concede o Senhor. Que ponham mãos à obra, confiantes e vibrantes, certos de que os verdadeiros amigos de Jesus caminham felizes, apesar das lutas e das lágrimas, típicas ocorrências das experiências, das expiações e das provas.
Marchemos devotados, oferecendo, na salva da nossa dedicação, o melhor que o Espiritismo nos ensina, o melhor do que nos apresenta para os que se perdem nas alamedas do medo, da desesperança e da ignorância a nossa volta.
Hoje, entre os amigos espíritas, encontramos maior ânimo para a superação dos nossos próprios limites, o que configurará, ao longo do tempo a superação dos limites do nosso honroso Movimento Espírita.
Sejamos pregadores ou médiuns, evangelizadores, escritores ou servidores da assistência social, não importa. Importa que nos engajemos, todos, nos labores do Codificador, plenificando-nos da grande honra de cooperar com os excelsos interesses do Insuperado Nazareno.
O tempo é hoje, queridos irmãos. O melhor é o agora, quando nos entrelaçamos para estudar, confraternizar e louvar a Jesus com os corações em clima festivo.
Certos de que o Espiritismo é roteiro de felicidade e bandeira de luz, que devemos içar bem alto sobre o dorso do planeta, abracemo-nos e cantemos, comovidos: Louvado seja Deus! Louvado seja Jesus!
Com extremado carinho e votos de crescente progres­so para todos, em suas lidas espiritistas, quero despedir-me sempre devotada e servidora pequenina.
Olympia Belém.

[1]
- Mensagem psicografada pelo médium J. Raul Teixeira no dia 03.09.95, no encerramento da X Confraternização Espírita do Estado do Rio de Janeiro.

O TEMPO

“Aquele que faz caso do dia, patrão Senhor o faz.” — Paulo. (ROMANOS, capítulo 14, versículo 6.)

A maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo.
Existem efetivamente os que abusam dessa concessão divina. Julgam que a riqueza dos benefícios lhes é devida por Deus.
Seria justo, entretanto, interrogá-los quanto ao motivo de semelhante presunção.
Constituindo a Criação Universal patrimônio comum, é razoável que todos gozem as possibilidades da vida; contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam na Terra, em favor de seu aperfeiçoamento espiritual.
É lógico que todo homem conte com o tempo, mas, se esse tempo estiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho?
Não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as fileiras dos que procuram aniquilá-lo de qualquer forma.
A velha expressão popular “matar o tempo” reflete a inconsciência vulgar, nesse sentido.
Nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação, é muito importante para o concurso humano, na execução das leis divinas.
Os interesses imediatistas do mundo clamam que o “tempo é dinheiro”, para, em seguida, recomeçarem todas as obras incompletas na esteira das reencarnações... Os homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constroem e destroem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade, na conquista da experiência.
Em quase todos os setores de evolução terrestre, vemos o abuso da oportunidade complicando os caminhos da vida; entretanto, desde muitos séculos, o apóstolo nos afirma que o tempo deve ser do Senhor.

Livro: Caminho Verdade e Vida.
Chico Xavier/Emmanuel.

NISTO CONHECEREMOS

"Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro." (I JOÃO, 4:6.)

Quando sabemos conservar a ligação com a Paz Divina, apesar de todas as perturbações humanas, perdoando quantas vezes forem necessárias ao companheiro que nos magoa; esquecendo o mal para construir o bem; amparando com sinceridade aos que nos aborrecem; cooperando espiritualmente, através da ação e da oração, a benefício dos que nos perseguem e caluniam; olvidando nossos desejos particulares para servirmos em favor de todos; guardando a fé no Supremo Poder como luz inapagável no coração; perseverando na bondade construtiva, embora mil golpes da maldade nos assediem; negando a nós mesmos para que a bênção divina resplandeça em torno de nossos passos; carregando nossas dificuldades como dádivas celestes; recebendo adversários por instrutores; bendizendo as lutas que nos aperfeiçoam a alma, à frente da Esfera Maior; convertendo a experiência terrena em celeiros de alegrias para a Eternidade; descortinando ensejos de servir em toda parte; compreendendo e auxiliando sempre, sem a preocupação de sermos entendidos e ajudados; amando os nossos semelhantes qual temos sido amados pelo Senhor, sem expectativa de recompensa; então, conheceremos o espírito da verdade em nós, iluminando-nos a estrada para a redenção divina.

DOUTRINAÇÕES

"Mas não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos nos céus." — Jesus. (LUCAS, capítulo 10, versículo 20.)

Freqüentemente encontramos novos discípulos do Evangelho exultando de contentamento, porque os Espíritos perturbados se lhes sujeitam.

Narram, com alegria, os resultados de sessões empolgantes, nas quais doutrinaram, com êxito, entidades muita vez ignorantes e perversas.

Perdem-se muitos no emaranhado desses deslumbramentos e tocam a multiplicar os chamados "trabalhos práticos", sequiosos por orientar, em con-tactos mais diretos, os amigos inconscientes ou infelizes dos planos imediatos à esfera carnal.

Recomendou Jesus o remédio adequado a situações semelhantes, em que os aprendizes, quase sempre interessados em ensinar os outros, esquecem, pouco a pouco, de aprender em proveito próprio.

Que os doutrinadores sinceros se rejubilem, não por submeterem criaturas desencarnadas, em desespero, convictos de que em tais circunstâncias o bem é ministrado, não propriamente por eles, em sua feição humana, mas por
emissários de Jesus, caridosos e solícitos, que os utilizam à maneira de canais para a Misericórdia Divina; que esse regozijo nasça da oportunidade de servir ao bem, de consciência sintonizada com o Mestre Divino, entre as certezas
doces da fé, solidamente guardada no coração.

A palavra do Mestre aos companheiros é muito expressiva e pode beneficiar amplamente os discípulos inquietos de hoje.

Livro: Caminho Verdade e Vida.

Chico Xavier/Emmanuel.

FILHOS DA LUZ

FILHOS DA LUZ"Andai como filhos da luz." - Paulo.

(EFÉSIOS, 5:8.)Cada criatura dá sempre notícias da própria origem espiritual.

Os atos, palavras e pensamentos constituem informações vivas da zona mental de que procedemos.

Os filhos da inquietude costumam abafar quem os ouve, em mantos escuros de aflição.

Os rebentos da tristeza espalham o nevoeiro do desânimo.

Os cultivadores da irritação fulminam o espírito da gentileza com os raios da cólera.

Os portadores de interesses mesquinhos ensombram a estrada em que transitam, estabelecendo escuro clima nas mentes alheias.

Os corações endurecidos geram nuvens de desconfiança, por onde passam.

Os afeiçoados à calúnia e à maledicência distribuem venenosos quinhões de trevas com que se improvisam grandes males e grandes crimes.

Os cristãos, todavia, são filhos da luz.E a missão da luz é uniforme e insofismável.Beneficia a todos sem distinção.

Não formula exigências para dar.Afasta as sombras sem alarde.

Espalha alegria e revelação crescentes.Semeia renovadas esperanças.Esclarece, ensina, ampara e irradia-se.

Vinha de Luz

Chico Xavier/André Luiz


QUEM LÊ, ATENDA

"Quem lê, atenda." - Jesus. (MATEUS, 24:15.)

Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com referência aos frutos do pensamento.

Freqüentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo, destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferença pelas obrigações mais justas.

Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.

O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de observações pouco dignas.

Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturbação? Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.

A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expressiva.

É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.

O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.

Livro; Vinha de Luz
Chico Xavier/Emmanuel