Trabalhemos todos, pela Unificação do movimento espírita!!

O Espiritismo é uma questão de fundo; prender-se à forma seria puerilidade indigna da grandeza do assunto. Daí vem que os centros que se acharem penetrados do verdadeiro espírito do Espiritismo deverão estender as mãos uns aos outros, fraternalmente, e unir-se para combater os inimigos comuns: a incredulidade e o fanatismo.”

“Dez homens unidos por um pensamento comum são mais fortes do que cem que não se entendam.”
Allan Kardec (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo – Item VI).



sábado, 21 de outubro de 2017

Ser inteligente!


A inteligência aprisionada ao comodismo é um veneno perigoso, que paralisa e destrói os mais nobres e interessantes projetos de progresso e crescimento de sua vítima, porque submete o indivíduo a aceitar irresponsavelmente os maiores absurdos sem o cuidado que deveria ter de analisar as informações que lhes são transmitidas!

Francisco Rebouças

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

A GRANDE DICA

Jair Presente

Vocês não me conheceram
Como eu era, como estava,
Mas sabem por indução:
Não passei de “pinta brava”.

Caridade não preguei,
Bem aos outros nunca fiz,
Embora tivesse um pai
Que me deu tudo o que eu quis.

Dos passeios preferidos,
Como ocorre a homem qualquer,
O meu era ir a praça 
Sentir cheiro de mulher.

Por isso, não posso agora
Recolher-me em algum canto
E rezar a “Ave Maria”
Botando banca de santo.

Mas posso trazer-vos hoje,
Com meu coração feliz,
Algo maior dica da lei,
Que é: “amai-vos uns aos outros,
Assim como vos amei ”.

Livro: Pauco Iluminado
Chico Xavier/Jair Parente

Francisco Rebouças

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Estudando o Espiritismo - L.E.

Aprendendo com a Doutrina Espírita!

Francisco Rebouças

A OFERENDA CRISTÃ

Antigamente,  a  fé  exibia  nos  templos  as  vísceras  fumegantes  dos  animais  mortos, quando  não  imolava  o  sangue  humano  para  aliciar  a  simpatia  dos  gênios  inferiores categorizados à conta de anjos e deuses, nos santuários primitivistas. 

Espetáculos  deprimentes  desdobravam-se  diante  do  altar,  gerando  o  temor  e  a superstição que orientavam a magia vulgar. 

Evoluída a fé, o incenso e a mirra, as essências e os perfumes substituíram as ofertas sanguinolentas, modificando o culto exterior e amenizando os costumes. 

Com Jesus, entretanto, as oferendas da fé são justas e expressivas. 

O discípulo do Evangelho é convidado a imolar a si mesmo, nas áreas da renúncia pelo bem dos semelhantes, afim de que a Terra se faça o templo do Amor Divino. 

Com Cristo, não mais oblatas de sangue e lágrimas, nem dádivas de prata e ouro... 

Não mais o ceticismo da ignorância, nem a exaltação de interesses mesquinhos, mas, sim o próprio coração do aprendiz erguido ao trabalho da felicidade comum, em bases no próprio aperfeiçoamento. 

Se pretendes trazer ao Mestre o feito de teu caminho, recorda que o Cristo não deseja adoradores de sua figura excelsa, mas, artífices e servidores da Boa Nova que saibam calar auxiliando,  amar  com  desprendimento  e  servir  sem  repouso,  porque  somente  nesse  culto íntimo  de  afetuoso  devotamento, é  que  conseguiremos,  em verdade,  comungar-lhe, hoje  e sempre, a edificação do Reino de Amor e Luz.

Livro: Construção do Amor
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

DOUTRINA ESPÍRITA

Estudando e aprendendo sempre com a Doutrina dos Espíritos.




















Francisco Rebouças

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Reunião de Tarefeiros - UMEN.

Tarefeiros, 

Lembramos a todos os tarefeiros da UMEN que a nossa segunda Reunião Geral dos Tarefeiros do ano a se realizar no dia 22 de outubro de 09 às 12:30 horas. 
Aguardamos a presença de todos!  


U.M.E.N. - União da Mocidade Espírita de Niterói
Rua Princesa Isabel, 45 - Bairro de Fátima, Niterói - RJ 

Francisco Rebouças

Perante A Codificação Kardequiana


A Codificação  Kardequiana  orienta  o  homem  para  o  “construir-se”,  de  dentro  para  fora.

Com semelhante afirmativa numerosas legendas repontam do plano individual, ampliando os distritos do mundo interior para a reestruturação da personalidade, ante o continuísmo da vida.

Edificação íntima, em cujo levantamento a criatura pode concluir de maneira instintiva:

Deus é nosso  Pai,  mas  a  certeza  disso  não  me  exonera  da  responsabilidade  de  burilar-me, trabalhar e viver; moro presentemente na Terra, com a obrigação de compartilhar-lhe o progresso; entretanto, na essência, sou um espírito eterno, evoluindo na direção da Imortalidade;

atravesso  atualmente  caminhos  determinados  pela  lei da  causa  e  efeito;  contudo,  já  sei que desfruto o privilégio de renovar o próprio destino pelo uso sensato da liberdade de escolha;

travo  duras  batalhas  no  campo  externo,  mas  compreendo  que  a  maior  de  todas  elas  é a  que sustento, dia por dia, no campo íntimo, procurando a vitória sobre mim mesmo;

possuo a família do coração; todavia em todos os seres da estrada, encontro irmãos verdadeiros, componentes da família maior a que todos pertencemos – a Humanidade;

sofro  desafios  e  obstáculos,  nas  vias  planetárias,  porém  guardo  a  certeza  de  que  a legria imperecível é a meta que me cabe atingir;

desilusões de provas me assaltam comumente a senda  diária; no entanto, reconheço que preciso aceitá-las  por  lições  valiosas,  necessárias,  aliás, à  minha  própria  formação espiritual,  na academia da experiência;

o mundo por vezes passa por transições inesperadas  e rudes, todavia, tenho a paz imutável, no âmago do ser;

o tempo é a minha herança incorruptível;

a morte ser-me-á simplesmente estreito corredor para o outro lado da vida.

Revela-nos Jesus que o Reino de Deus está dentro de nós, e Allan Kardec complementa-lhe a obra ensinando-nos a desentranhá-lo, através de ação e discernimento, serviço e amor, a fim de que o homem sublimado consiga sublimar a Terra paraque a Terra, por fora e por dentro, se incorpore, em espírito e verdade, ao Reino dos Céus.

Livro: Doutrina de Luz
Chico Xavier/Emmanuel


Francisco Rebouças

sábado, 7 de outubro de 2017

Na Lavoura Divina

Os Imortais da Vida Maior atendendo solicitação de Allan Kardec para elucidar as dúvidas dos religiosos sinceros, a respeito daquele a quem deveríamos seguir como modelo sério e confiável na busca do encontro com nosso Pai e criador, recebeu a resposta que foi registrada pelo codificador na questão 625 de O Livro dos Espíritos, conforme segue.
625. Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
R: “Jesus.”
E acrescentam ainda, importantes observações a esse respeito:
“Para o homem, Jesus constitui o tipo da perfeição moral a que a Humanidade pode aspirar na Terra. Deus no-lo oferece como o mais perfeito modelo e a doutrina que ensinou é a expressão mais pura da lei do Senhor, porque, sendo ele o mais puro de quantos têm aparecido na Terra, o Espírito Divino o animava.
Quanto aos que, pretendendo instruir o homem na lei de Deus, o têm transviado, ensinando-lhes falsos princípios, isso aconteceu por haverem deixado que os dominassem sentimentos demasiado terrenos e por terem confundido as leis que regulam as condições da vida da alma, com as que regem a vida do corpo. Muitos hão apresentado como leis divinas simples leis humanas estatuídas para servir às paixões e dominar os homens.” (1)
Nós espíritas, não temos a menor dúvida de que Jesus veio mostrar aos homens o caminho do verdadeiro bem. Deus o enviou para lembrar a todos nós os princípios imorredouros de suas Soberanas Leis que os homens olvidaram em atendimento às determinações do orgulho, da cobiça desenfreada e dos prazeres fugazes proporcionados pelos bens materiais. O Espiritismo trata, dentre valiosos assuntos, das leis de adoração, trabalho, sociedade, progresso, igualdade, liberdade, justiça, amor, caridade e perfeição moral, bem como das esperanças e das consolações, de maneira lógica e objetiva.
Urge despertemos para as responsabilidades que o Espiritismo com Jesus nos impõe, e reconhecer que é imperioso não esquecer que ainda nos achamos na Terra encarnados em grandiosa escola de preparaçãopara a Vida Maior, e que por essa razão, estagiamos em seus variados departamentos para entender que a ignorância dos princípios ensinados e exemplificados por Jesus continua sendo a principal causa de tantas misérias e problemas que fomentam o desespero nos corações de uma quantidade esmagadora de criaturas.
A ignorância dos princípios espirituais explica esse conjunto desesperado gerado por essas ideias de que a felicidade pode ser conquistada pela posse de bens materiais ou pela evidência pessoal, o que não passa de simples superstição perturbando o caminho das criaturas que, após constatarem essa verdade irrefutável, revoltam-se com a certeza de que muito mais que posses materiais precisam desenvolver princípios morais e espirituais duradouros e que a felicidade é uma questão de foro íntimo independente de coisas exteriores.
O Espiritismo vem nos mostrar que apesar da crendice e do fanatismo continuarem operando o extravio das consciências, mais amplo e necessário se faz o trabalho de cooperação que o Mestre nos oferece, pois o Cristianismo revivido pela nova filosofia nascente na construção espírita de hoje solicita o esforço e a cooperação de cada um de nós, na construção individual e coletiva para vitória das forças da luz sobre as energias ocultas da sombra.
Quando formos surpreendidos por qualquer espécie de culto materialista, em desacordo com os ensinamentos do Evangelho, nessa ou naquela corrente religiosa, ou mesmo até em nosso meio espírita, procuremos auxiliar sem alarde as vítimas da fascinação, mergulhadas por enquanto em manifestações impróprias ou ilusórias da fé cega, por incapacidade de entendimento da mensagem consoladora e esclarecedora de Jesus. Lembremo-nos do Apóstolo Paulo: “não sabem como convém saber”, e procuremos de forma cuidadosa incentivar a prática do estudo e o exercício do bem, pois é, justamente nessas horas, que a ocasião nos solicita bondade e tolerância, compreensão e trabalho.
Que o ignorante e o miserável em situação pior que a nossa, receba de nossas mãos o óbolo de carinho e compreensão dos quais se faz carente, para que as necessidades dos nossos irmãos em humanidade encontrem em nós o concurso fraterno, como dedicados aprendizes de Jesus, sempre dispostos a amparar, socorrer e edificar, construindo a paz e a prosperidade ao longo de nossos passos.
Referências Bibliográficas:
(1) KARDEC, ALLAN. O Livro dos Espíritos, FEB. 76ª edição.
Francisco Rebouças

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

1º Encontro da Mediunidade em Cabo Frio.



Domingo dia 24/09/2017 - Cabo Frio/RJ.

Francisco Rebouças e Jailton Costa
Público Parcial
Na parte da manhã realizou-se 3 oficinas de estudos sobre o tema mediunidade.
Após os excelentes estudos da manhã, fomos nos deliciar com um apetitoso almoço.
À tarde, foi reservada para a exposição dos palestrantes: Cármen Silveira, Francisco Rebouças e Tito Versiani.
Tito Versiani, Francisco Rebouças e Carmen Silveita
Parte do Público presente








Um excelente público compareceu ao Hotel Caribe, para participar do evento muito bem planejado pelos organizadores!
Foi uma grande alegria participar e agradeço o honroso convite.
Foi um domingo de muito aprendizado.

Francisco Rebouças

Ultrapassamos a marca das 154.000 visitas!!!

Muito Lindo!  Empolgante!
Atingimos a marca das 154.000 visitas ao nosso Blog Espírita!

Uma marca difícil de ser alcançada!!! 
Estimados amigos, é com muita alegria costatamos com alegria mais este registro do nosso contador de visitas, que demonstra a importante e imprescindível participação de todos vocês para que pudéssemos atingir essa impressionante marca.

Somos gratos e repartimos esse momento de felicidade com todos vocês sinceros e queridos amigos.

Agradecemos a Deus nosso Pai e criador, a Jesus nosso mestre e Guia os Amigos Espirituais, e também aos queridos amigos, pelo êxito obtido até aqui com este nosso modesto trabalho de divulgação da doutrina espírita.

Honrando o compromisso assumido quando da criação deste trabalho, de realizá-lo sempre alicerçado pela codificação espírita sem achismos ou modismos desnecessários e condenáveis sob todos os aspectos.

Rogamos a Jesus nos mantenha unidos e operosos, sob sua divina guarda e inspiração, hoje e sempre!

Obrigado a todos.
Muita PAZ!!

Francisco Rebouças

quinta-feira, 5 de outubro de 2017

Estudando o Espiritismo


Francisco Rebouças

Estudando o espiritismo - C.I.

22. Chegados a certo grau de pureza, os Espíritos têm missões adequadas ao seu progresso; preenchem assim todas as funções atribuídas aos anjos de diferentes categorias.

E como Deus criou de toda a eternidade, segue-se que de toda a eternidade houve número suficiente para satisfazer às necessidades do governo universal. Deste modo uma só espécie de seres inteligentes, submetida à lei de progresso, satisfaz todos os fins da Criação.

Por fim, a unidade da Criação, aliada à idéia de uma origem comum, tendo o mesmo ponto de partida e trajetória, elevando-se pelo próprio mérito, corresponde melhor à justiça de Deus do que a criação de espécies diferentes, mais ou menos favorecidas de dotes naturais, que seriam outros tantos privilégios.

Fonte: O Céu e o Inferno - Cap.  9 - Os Demônios Segundo a Igreja

Francisco Rebouças

terça-feira, 3 de outubro de 2017

As Leis Divinas

Desde tempos imemoriais, a Ciência. vem-se dedicando exclusivamente ao estudo dos fenômenos do mundo físico, suscetíveis de serem examinados pela observação e experimentação, deixando a cargo  da. Religião o trato das questões metafísicas ou espirituais. 
Com  o  avanço  científico  nos  últimos  séculos,  principalmente no  19º,  o divórcio entre a Ciência e a Religião transformou-se em beligerância. 
Apoiada  na  Razão,  e  superestimando  os  descobrimentos  no campo  da matéria, a Ciência passou a zombar da Religião, enquanto esta, desarvorada e ferida  em  seus  alicerces  —  os dogmas  sem prova  —,  revidava  como  podia, lançando anátemas  às conquistas  daquela,  apontando-as  como  contrárias à Fé. 
Devido  à  posição  extremada  que  tomaram  e  ao  ponto  de vista exclusivo que defendiam, Ciência e Religião deram à Humanidade a falsa impressão de serem  irreconciliáveis  e  que  os  triunfos  de uma  haveriam  de  custar, necessàriamente, o enfraquecimento da outra. 
Não é assim, felizmente. 
O  Espiritismo,  embora  ainda  repelido  e  duramente  atacado, tanto  pela Ciência  como  pela  Religião  ditas  oficiais,  veio trazer,  no  momento  oportuno, preciosa  cota  de  conhecimentos novos,  do  interesse  de  ambas,  oferecendolhes,  com  isso,  o  elo de  ligação  que  lhes  faltava,  para  que  se  ponham  de acordo e se prestem mútua cooperação, porque, se é exato que a Religião não pode ignorar os fatos naturais comprovados pela Ciência, sem desacreditar-se, esta, igualmente, jamais chegaria a completar-se secontinuasse a fazer tábua rasa do elemento espiritual. 
Graças  ao  Espiritismo,  começa-se  a  reconhecer  que  o homem, criatura complexa que é, formada de corpo e alma, não sofre apenas as influências do meio físico em que vive, quais o clima, o solo, a alimentação, etc, mas tanto ou mais as influências da psicosf era terrena, ou seja, das entidades espirituais — boas ou mas — que coabitam este planeta (os chamados anjos ou demônios), as quais interferem em seu comportamento em muito maior escala do que ele queira admitir. Daí a recomendação do Cristo: “oraie vigiai para não cairdes em tentação.” 
Graças ainda ao Espiritismo, sabe-se, hoje, que o espírito (ou alma) não é mera  “função”  do  sistema  sensório-nervoso-cerebral, como  apregoava  a pseudo-ciência materialista, nem tão-pouco unta “centelha” informe, incapaz de subsistir por si mesma, como o imaginavam as religiões primevas ou primárias, mas sim um ser individualizado, revestido de uma substância quintessenciada, que, apesar  de  imperceptível  aos  nossos  sentidos  grosseiros,  é passível  de, enquanto  encarnado,  ser  afetado  pelas enfermidades  ou  pelos  traumatismos orgânicos, mas que, por outro lado, também afeta o  indumento (soma) de que se serve durante a existência humana, ocasionando-lhe, com suas emoções, distúrbios funcionais e até mesmo lesões graves, como o atesta a psiquiatria moderna ao fazer medicina psicossomática. 
Quanto mais o homem desenvolve suas faculdades intelectuais e aprimora suas  percepções  espirituais,  tanto  mais  vai-se inteirando  de  que  o  mundo material, esfera de ação da Ciência, e a ordem moral, objeto especulativo da Religião,  guardam  íntimas e  profundas  relações  entre  si,  concorrendo,  um  e outra,  para  a armonia  universal,  mercê  das  leis  sábias,  eternas  e imutáveis que os regem, como sábio, eterno e imutável é o Seulegislador. 
Não pode nem deve haver, portanto, nenhum conflito  entre a verdadeira Ciência  e  a  verdadeira  Religião.  Sendo,  como  são, expressões  da  mesma Verdade  Divina,  o  que  precisaxn  fazer  é ar-se  as  mâos,  apoiando-se  recíprocamente, de modo que o progresso de uma sirva para fortalecer a. outra e, juntas, ajudem o homem a realizar os altos e gloriosos destinos para que foi criado.

(Capítulo 1, questão 614 e seguintes.)

Livro: As Leis Morais
Rodolfo Calligaris

Francisco Rebouças

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Vida Feliz


L V
Não troques a paz da tua consciência de amanhã, pelo prazer corruptor de hoje.
 
O que não é moral, jamais proporciona harmonia. Fugidio e devorador, passa rápido, deixando ácido de insatisfação a queimar o corpo e sombra de remorso na consciência magoada.
Permanece sedento, mas não arrependido.
O que não experimentaste, não te atormenta, e, o que te falta agora, mais tarde chegará bem para a tua satisfação.
Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis.

Francisco Rebouças

Os salutares desafios das tentações

“Bem-aventurado o homem que sofre a tentação.” Tiago – 1:12.

Enquanto seguirmos pelas vielas tortuosas da inferioridade moral, não nos será possível esquivar dos ásperos e torturantes espinhos que nos machucam e causam dores, angústias e infelicidades, principalmente, enquanto estagiamos na esfera da matéria física.
 
Precisamos aprender a aproveitar cada oportunidade que nos surge de crescer e progredir na esfera da Alma, o que nos exige árduo trabalho e dedicação constante na modificação do nosso modo de ver a vida, de forma tão materialista como sempre vimos, para vê-la de forma diferente, sem o imediatismo irracional e inconsequente de outras épocas. 
 
A própria natureza em seu processo de transformação nos oferece preciosa lição de que tudo só acontece em seu devido tempo, mostrando-nos que a transformação que precisamos empreender em nosso próprio benefício solicita de cada um de nós trabalho e paciência necessários a produzir os resultados que almejamos alcançar.
 
Sabemos que para cada desejo de claridade que ansiamos conquistar, temos que encarar e vencer com coragem as pesadas sombras dos equívocos que acumulamos nos milênios de construções equivocadas e infelizes sob o império da ignorância, do orgulho e do egoísmo que constituem a nossa bagagem espiritual inditosa, fruto de uma semeadura irresponsável e infeliz no pretérito, em que nos comprazíamos nas atitudes infelizes e insanas de fortalecimento do mal, que representa hoje o nosso maior desafio que a vida nos propõe superar.
 
Outrora nos preocupávamos, simplesmente, nas ações e empreendimentos que nos facultassem mesmo que de forma desonesta e condenável a aquisição dos valores ilusórios das riquezas da matéria, sem dar a mínima importância às virtudes nobres e definitivas do Espírito Imortal, e por isso mesmo, ainda hoje nos defrontamos a todo instante, com as tentações de todos os matizes que ainda nos são tão familiares pelas tendências que ainda exteriorizamos através dos pensamentos doentios em desequilíbrios constantes.
 
Dessa maneira, nem mesmo a morte física nos isenta dos compromissos assumidos perante a vida e o próximo, visto que as raízes dos males por nós engendrados solicitam agora a justa reparação para que conquistemos o imprescindível equilíbrio perante as sábias Leis Divinas ínsitas em nossa consciência, a nos possibilitarem sentir a paz que tanto desejamos desfrutar em nosso mundo íntimo.
 
“Qual acontece com a árvore, a equilibrar-se sobre as próprias raízes, guardamos o coração na tela do presente, respirando o influxo do passado. É assim que o problema da tentação, antes que nascido de objetos ou paisagens exteriores, surge fundamentalmente de nós — na trama de sombra em que se nos enovelam os pensamentos… Acresce, ainda, que essas mesmas ondas de força experimentam a atuação dos amigos desenfaixados da carne que deixamos a distância da esfera física, motivo por que, muitas vezes, os debuxos mentais que nos incomodam levemente, de inicio, no campo dessa ou daquela ideia infeliz, gradualmente se fazem quadros enormes e inquietantes em que se nos aprisionam os sentimentos, que passam, muita vez, ao domínio da obsessão manifesta. Todavia, é preciso lembrar que a vida é permanente renovação propelindo-nos a entender que o cultivo da bondade incessante é o recurso eficaz contra o assédio de toda influência perniciosa. E o trabalho, por essa forma, o antídoto adequado, capaz de anular toda enquistação tóxica do mundo íntimo, impulsionando-nos o espírito a novos tipos de sugestão, nos quais venhamos a assimilar o socorro dos Emissários da Luz, cujos braços de amor nos arrebatam ao nevoeiro dos próprios enganos. Assim, pois, se aspiras à vitória sobre o visco da treva que nos arrasta para os despenhadeiros da loucura ou do crime, ergue no serviço à felicidade dos semelhantes o altar dos teus interesses de cada dia, porquanto, ainda mesmo o delinquente confesso, em se decidindo a ser o apoio do bem na Terra, transforma-se, pouco a pouco, em mensageiro do Céu.” (1)
 
Somente no combate de nossas tendências e inclinações más, na luta por diminuir a sombra da ignorância para fazer brilhar a nossa Luz, clareando por fim a estrada que palmilhamos, caminharemos, de forma segura, e a passos largos no rumo da perfeição relativa a qual estamos todos destinados pela Soberana Sabedoria do Universo, compreendendo que, só alcançaremos a total libertação das amarras do mal, quando atingirmos por nossos próprios méritos a “Plena Luz”.
 
Urge, por isso mesmo, dediquemo-nos com boa vontade, confiança e disciplina, na construção de uma nova lavoura, alicerçada nos ensinos de Jesus, semeando as boas sementes em derredor dos nossos passos, cientes de que as insinuações malignas das trevas nos estarão espreitando em toda a parte, enquanto jornadearmos sem a preocupação com as realizações enobrecedoras do bem em nossas ações diárias.
 
Paulo de Tarso, referindo-se ao assunto, proclama: “Bem-aventurado aquele que sofre a tentação”, por entender que “bem-aventurados” serão tantos quantos sofrerem esse gênero de lutas, buscando o controle e a superação dos impulsos inferiores de outrora, transformando-os pouco a pouco, à custa do esforço próprio, em atitudes enobrecedoras no enfrentamento dos desafios e sugestões da inferioridade milenar que nos desejam manter como vivos instrumentos do mal, arrojando-nos de encontro aos sofrimentos e à infelicidade, com fé em Deus e trabalho no bem, em busca da paz pelos caminhos que hoje estamos trilhando.
 
Referências:(1) XAVIER, FRANCISCO CÂNDIDO. Espírito Emmanuel. Religião dos Espíritos. Capítulo 3.
 
Francisco Rebouças

quarta-feira, 27 de setembro de 2017

Estudando o Espiritismo - L.E.

561. São permanentes para cada um e estão nas atribuições exclusivas de certas classes as funções que os Espíritos desempenham na ordem das coisas?

“Todos têm que percorrer os diferentes graus da escala, para se aperfeiçoarem.
Deus, que é justo, não poderia ter dado a uns a ciência sem trabalho, destinando outros a só a adquirirem com esforço.”
É o que sucede entre os homens, onde ninguém chega ao supremo grau de perfeição numa arte qualquer, sem que tenha adquirido os conhecimentos necessários, praticando os rudimentos dessa arte.

562. Já não tendo o que adquirir, os Espíritos da ordem mais elevada se acham em repouso absoluto, ou também lhes tocam ocupações?

“Que quererias que fizessem na eternidade? A ociosidade eterna seria um eterno suplício.”

a) - De que natureza são as suas ocupações?

“Receber diretamente as ordens de Deus, transmiti-las ao universo inteiro e velar porque sejam cumpridas.”

563. São incessantes as ocupações dos Espíritos?

“Incessantes, sim, atendendo-se a que sempre ativos são os seus pensamentos, porquanto vivem pelo pensamento. Importa, porém, não identifiqueis as ocupações dos Espíritos com as ocupações materiais dos homens. Essa mesma atividade lhes constitui um gozo, pela consciência que têm de ser úteis.”

a) - Concebe-se isto com relação aos bons Espíritos. Dar-se-á, entretanto, o mesmo com os Espíritos inferiores?
“A estes cabem ocupações apropriadas à sua natureza. Confiais, porventura, ao obreiro manual e ao ignorante trabalhos que só o homem instruído pode executar?”

Fonte: Livro dos Espíritos - FEB. 76 edição.

Francisco Rebouças

terça-feira, 19 de setembro de 2017

I ENCONTRO DA MEDIUNIDADE DO 34º CEU.

É no próximo domingo.
Esteja presente. Cabo Frio e Região terão essa excelente oportunidade de participar desse maravilhoso evento do 34° CEU.
Compareçam, divulguem!

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

A gentileza produz a paz!

“Se vivemos em Espírito, andemos também em Espírito.”  Paulo. (Gálatas, 5:25.)
Não está fácil para ninguém observar atitudes de gentileza nas relações que vivenciamos na agitada correria do nosso dia. Absorto pelos diversos compromissos sob nossa responsabilidade e pela pressa em resolvê-los, não nos damos conta de quantas vezes esquecemos os bons costumes e as boas atitudes para com o nosso semelhante, e, por isso mesmo, já não nos incomodamos muito com seu mau comportamento e suas más atitudes em relação a nós, afinal, como cobrar dos outros o que não oferecemos por nossa vez?
O fruto dessa falta de consideração mútua é a ausência de cordialidade, de afeto, de convívio saudável, e até mesmo a falta de educação gerando desavenças e desrespeitos que grassam na sociedade dita moderna, onde cada indivíduo parece ser único, não se importando com o que está acontecendo à sua volta, seja com seu parente, seu vizinho, colega de trabalho etc., exibindo em suas atitudes o quanto frondosa se encontra a árvore do egoísmo, na exibição dos frutos amargos da frieza e da indiferença, como se não necessitássemos uns dos outros para nada, a não ser, diante de alguém do qual esperamos obter algum favor ou alguma vantagem pessoal.
É cada vez mais visível pelo comportamento que exibimos o quanto nos faz falta o conhecimento e vivência do Evangelho de Jesus em nossas vidas, pois nele encontramos as sábias orientações sobre o verdadeiro sentido de nossa existência na Terra, lições que precisamos aprender e colocar em prática em nosso próprio benefício e de toda a comunidade em que estamos inseridos, conforme segue:
“O verdadeiro homem de bem é o que cumpre a lei de justiça, de amor e de caridade, na sua maior pureza. Se ele interroga a consciência sobre seus próprios atos, a si mesmo perguntará se violou essa lei, se não praticou o mal, se fez todo o bem que podia, se desprezou voluntariamente alguma ocasião de ser útil, se ninguém tem qualquer queixa dele; enfim, se fez a outrem tudo o que desejara lhe fizessem.” (E.S.E. Cap. XVII – item 3 – O Homem de Bem). (1)
Precisamos urgentemente meditar sobre esse seu comportamento equivocado e irracional, para ver em cada criatura um irmão de quem também depende nossa própria elevação espiritual, pois fomos criados com a finalidade maior que é a perfeição em todos os sentidos, e que para isso não prescindimos da convivência salutar com o irmão de caminhada evolutiva, em constante troca de experiências, e com o qual muito temos que aprender que com nossos limitados recurso e conhecimentos, não seremos capazes de chegar ao nosso bendito destino traçado pela Inteligência Suprema que são a felicidade e a pureza espiritual, e observar que só através do trabalho árduo e constante da reforma íntima, buscando “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”, nos promoveremos na escala hierárquica da criação universal.
O Evangelho de Jesus nos propõe a mudança de métodos e atitudes, para priorizar as virtudes do Espírito Imortal que dormem em nosso interior, sem as quais não conseguiremos construir a tão almejada paz interior, que os bens e conquistas materiais não são capazes de nos conceder, pois depois de alcançados passarão a segundo plano, surgindo imediatamente nova necessidade de conquista que por sua vez, com o passar do tempo também deixará de ser tão importante, e assim sucessivamente.
O gesto de gentileza em muitas situações pode evitar uma inimizade nascente, uma suspeita infundada, uma informação infeliz, abrindo horizontes novos e facilitando a compreensão e a concórdia à nossa volta, em vista disso, não devemos aguardar a gentileza dos outros para conosco, é necessário darmos o primeiro passo na plantação e no cultivo da semente da gentileza, que certamente produzirá colheita farta no porvir; nesse particular a doutrina espírita é rica de ensinamentos.
“Bem compreendido, mas sobretudo bem sentido, o Espiritismo leva aos resultados acima expostos, que caracterizam o verdadeiro espírita, como o cristão verdadeiro, pois que um o mesmo é que outro. O Espiritismo não institui nenhuma nova moral; apenas facilita aos homens a inteligência e a prática da do Cristo, facultando fé inabalável e esclarecida aos que duvidam ou vacilam. Muitos, entretanto, dos que acreditam nos fatos das manifestações não lhes apreendem as consequências, nem o alcance moral, ou, se os apreendem, não os aplicam a si mesmos. A que atribuir isso? A alguma falta de clareza da Doutrina? Não, pois que ela não contém alegorias nem figuras que possam dar lugar a falsas interpretações. A clareza é da sua essência mesma e é donde lhe vem toda a força, porque a faz ir direito à inteligência. Nada tem de misteriosa e seus iniciados não se acham de posse de qualquer segredo, oculto ao vulgo.” (E.S.E. Cap. XVII – item 4 – Os Bons Espíritas).(2)
Urge, portanto, sejamos os primeiros a dar os passos em direção ao nosso irmão, utilizando-nos dos ensinos dos Espíritos Superiores, agindo sempre de forma gentil para com o nosso próximo, mesmo que ele não nos trate com gentileza, sigamos a meta de amar a todos sem esperar retribuição de quem quer que seja respeitando a maneira de agir e pensar de cada um, compreendendo nos irmãos ingratos e frios criaturas de corações ainda endurecidos, necessitados por isso mesmo de nossa maior cota de gentileza e compreensão. Dessa forma estaremos vivenciando a fraternidade conosco mesmo e com nosso semelhante, fazendo a parte que nos cabe, na construção de um mundo mais pacificado, harmônico e feliz.
Referências:(1) Kardec, Allan – O Evangelho Segundo o Espiritismo – FEB, 106ª Edição – Cap. XVII, item 3; e
(2) Kardec, Allan –  O Evangelho Segundo o Espiritismo – FEB, 106ª Edição – Cap. XVII, item 4.
Francisco Rebouças

sexta-feira, 15 de setembro de 2017

EM ORACÃO!

ORAÇÃO EM FAVOR DA VIDA!

Senhor, Pai de amor infinito,
Aclara-me a compreensão para que eu possa entender
Diante daquele que me fere, o quanto também já feri meu semelhante,
Não me permitas esquecer quantas vezes fui beneficiado com o perdão alheio.


Senhor, pai de misericórdia infinita,
Aclara-me o raciocínio para lembrar-me do quanto tenho sido inconveniente, para com os outros, com meus erros absurdos, para que também eu possa ter a necessária compreensão para com os erros dos outros, e que em momento algum, desista de procurar entender os deslizes do meu próximo.


Senhor, Pai de amor e Justiça,
Aclara-me o pensamento e inspira-me a usar de maneira positiva a faculdade de discernir com inteligência, para aceitar que não só recebo a ingratidão e o fel do meu semelhante, mas, igualmente, também não tenho sido grato a tantos corações amigos que me auxiliam e orientam, e que também preciso contar com a boa vontade para comigo, dos meus irmãos com melhor entendimento e compreensão que eu, para seguir em minha jornada esforçando-me por amar e servir cada vez mais e melhor... 

Que assim seja!

Francisco Rebouças.

quarta-feira, 13 de setembro de 2017

Não é Milagre, é trabalho mesmo!

Não obstante as calamidades que grassam por toda a parte, dando-nos a impressão de que o mal não tem remédio, não nos deixemos levar pela ilusão de que o caos está na direção dos destinos da Terra. Também é falsa a impressão de que os fatos negativos que se apresentam em forma de tormentos na nossa vida diária, mantenham-se por toda eternidade.
Procuremos nos mirar no exemplo dado pela natureza que transforma o pântano renovado pela drenagem em campo reverdejante, e procuremos tirar as melhores lições para operar em nós mesmos as transformações que a vida nos propõe nas variadas situações de progresso e crescimento que a presente encarnação nos felicita.
Observemos a síntese grandiosa que a natureza nos oferta, sob a forma da sábia lição, que reporta-se ás leis dos esforços em conjunto.
No Cosmos Grandioso, onde cintilam milhões de corpos celestes, também faz sentir a sublimidade desta lei. Pois vemos que, no cortejo imenso dos astros, existe a harmonia em todas as trajetórias.
Bastaria um só corpo celeste, por pequenino que fosse, não cooperar no conjunto, para que cataclismos de grande proporções adviessem como resultado. As leis magnéticas de atração e repulsão precisam estar em perfeita conjunção de esforços, para haver o equilíbrio.
Aqui na terra, também vemos a natureza sempre nos dar singelos exemplos.
Uma pérola que tivesse hábitos solitários, não poderia formar sozinha o conjunto harmonioso de um colar custoso.
Uma garoa de água, que teimasse em desprender sozinha da nuvem alentada, não poderia irrigar o solo árido pois sua capacidade de trabalho seria restrita.
Um tijolo, por mais que tenha boa vontade, se teimar em estar sozinho sem a cooperação de outros tijolos seus irmãos, não poderá, nas mãos de hábil arquiteto, se transformar em acolhedora vivenda.
Em tudo é preciso conjunto para mais fácil e eficiente se tornar a tarefa a ser empreendida.
Copiemos a natureza com nossos atos, sendo unidos em nossos empreendimentos. Se assim fizermos, mais facilmente venceremos os obstáculos.
E como cooperadores da Seara do Divino Mestre, porque não unirmos nossos esforços, para, em conjunto, edificarmos algo que seja útil para a Humanidade?” (1)
Apressemo-nos na luta constante pela nossa reforma moral, consoante o chamado do Cristo. Facultando, o quanto antes, o nascer do homem novo em nosso mundo íntimo, em substituição ao homem velho que sempre nos habitou, tornando possível com essa mudança o ensejo de um porvir feliz para nós e para os nossos.
O trabalho no bem sem aguardar recompensas, o cuidado em não cultivar ressentimentos, o respeito aos semelhantes, a luta constante para eliminar de nossa vida o pessimismo e expandir o otimismo são atitudes inteligentes que precisamos cultivar em nosso mundo íntimo, pois, representam caminhos seguros a serem seguidos por quantos se decidam por se guiar pelas sábias mensagens e incomparáveis exemplos deixados por Jesus.
Não podemos, de forma alguma, interromper ou sequer diminuir nossa disposição de combater no “bom combate”. Porque justamente no enfrentamento dos nossos desafios maiores com responsabilidade e disciplina, cumprindo com os nossos deveres, é que nos transformaremos em mensageiros da Boa Nova, executando a parte que nos compete na consolidação do Reino de Deus em nossos corações e do nosso semelhante.
Em determinadas ocasiões, as crises e os conflitos atravessam nossos caminhos com tamanha força que nos sugerem desistir. Porém, se nos mantivermos vigilantes e em orações, teremos a devida ajuda dos Amigos Espirituais a nos fazer perceber que as horas de tranquilidade, regozijo e beleza que nos aguardam são inumeráveis e compensam todo e qualquer esforço por alcança-los.
Jesus nos sustente na busca por esse estado íntimo de paz!
Referência:
(1) Xavier, Francisco Cândido, pelo Espírito Meimei. Livro: Bençãos de Paz, cap. A União.
Francisco Rebouças

Brasil coração do mundo...

https://youtu.be/_a9tpJnGcbw

Homenagem a Chico Xavier

Haroldo Dias Dutra - As cartas de Paulo

Haroldo Dutra - Jesus o Médico da Almas

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Divaldo Franco

https://youtu.be/OVbstbRFs9M

Entrevista sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis...

Reencarnação é uma realidade

Palestra O trabalho no Bem - Cristiane Parmiter

Palestra: As Leis Divinas e nós - Cristiane Parmiter

Palestra: Benevolência - Cristiane Parmiter

Palestra: Jesus e o Mundo - Cristiane Parmiter

Palestra: A Dinâmica do Perdão - Cristiane Parmiter

Palestra: Perante Jesus - Cristiane Parmiter

Palestra AVAREZA - Cristiane Parmiter

Palestra Obediência Construtiva - Cristiane Parmiter

Palestra Tribulações - Cristiane Parmiter

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Palestra Humildade e Jesus - Cristiane Parmiiter

Palestra Renúncia - Cristiane Parmiter

Rádios Brasil

Simplesmente Espetacular!!!

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Espiritismo: família de Andrea Maltarolli mantém contato com a autora - Mais Você - GLOBO

Divaldo Franco

ESPIRITISMO - CHICO XAVIER - REPORTAGEM DO FANTASTICO - OS SEGREDOS DE CHICO

Entrevista com Divaldo Franco

Sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis, e muito mais, confira. 1ª Parte 2ª Parte

Oração de Gratidão - Divaldo Franco

Chico Xavier

Chico Xavier no Fantástico

Chico Xavier (2010) trailer oficial

Página de Mensagens

Nesta página estarei lançando variadas páginas de conteúdo edificante para nosso aprendizado.

Francisco Rebouças.

1-ANTE A LIÇÃO

"Considera o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo".- Paulo. II TIMÓTEO. 2:7.

Ante a exposição da verdade, não te esquives à meditação sobre as luzes que recebes.

Quem fita o céu, de relance, sem contemplá-lo, não enxerga as
estrelas; e quem ouve uma sinfonia, sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas.

Debalde escutarás a palavra inspirada de pregadores ardentes, se não descerrares o coração para que o teu sentimento mergulhe na claridade bendita daquela.

Inúmeros seguidores do Evangelho se queixam da incapacidade de retenção dos ensinos da Boa Nova, afirmando-se ineptos à frente das novas revelações, e isto porque não dispensam maior trato à lição ouvida, demorando-se longo tempo na província da distração e da leviandade.

Quando a câmara permanece sombria, somos nós quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite.

Dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças.

O apóstolo dos gentios é claro na observação. "Considera o que te digo, porque, então, o Senhor te dará entendimento em tudo."

Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar.

Estejamos, pois, convencidos de que, prestando atenção aos
apontamentos do Código da Vida Eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa-vontade, dar-nos-á entendimento em tudo.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

NO CAMPO FÍSICO

"Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 15:44.)

Ninguém menospreze a expressão animal da vida humana, a pretexto de preservar-se na santidade.

A imersão da mente nos fluidos terrestres é uma oportunidade de sublimação que o espírito operoso e desperto transforma em estruturação de valores eternos.

A sementeira comum é símbolo perfeito.

O gérmen lançado à cova escura sofre a ação dos detritos da terra, afronta a lama, o frio, a resistência do chão, mas em breve se converte em verdura e utilidade na folhagem, em perfume e cor nas flores e em alimento e riqueza nos frutos.

Compreendamos, pois, que a semente não estacionou. Rompeu todos os obstáculos e, sobretudo, obedeceu à influência da luz que a orientava para cima, na direção do Sol.

A cova do corpo é também preciosa para a lavoura espiritual, quando nos submetemos à lei que nos induz para o Alto.

Toda criatura provisoriamente algemada à matéria pode aproveitar o tempo na criação de espiritualidade divina.

O apóstolo, todavia, é muito claro quando emprega o termo "semeia-se". Quem nada planta, quem não trabalha na elevação da própria vida, coagula a atividade mental e rola no tempo à maneira do seixo que avança quase inalterável, a golpes inesperados da natureza.

Quem cultiva espinhos, naturalmente alcançará espinheiros.

Mas, o coração prevenido que semeia o bem e a luz, no solo de si mesmo, espere, feliz, a colheita da glória espiritual.

E N T R E I R M Ã O S
Olympia Belém (Espírito)[1]

Estes são tempos desafiadores para todos os que buscam um mundo melhor, onde reine o amor, onde pontifique a fraternidade, onde possam florir os mais formosos sentimentos nos corações.
Anelamos por dias em que a esperança, há tanto tempo acariciada, possa converter-se em colheita de progressos e de paz.
Sonhamos com esse alvorecer de uma nova era em que o Espiritismo, transformado em religião do povo, apresentando Jesus às multidões, descrucificado e vivo, possa modificar as almas, para que assumam seu pujante papel de filhas de Deus no seio do mundo.
Entrementes, não podemos supor que esses ansiados dias estejam tão próximos, quando verificamos que há, ainda, tanta confusão nos relacionamentos, tanta ignorância nos entendimentos, tanta indiferença e ansiedade nos indivíduos, como se vendavais, tufões, tormentas variadas teimassem em sacudir o íntimo das criaturas, fazendo-as infelizes.
A fim de que os ideais do Cristo Jesus alcancem a Terra, torna-se indispensável o esforço daqueles que, tendo ouvido o cântico doloroso do Calvário, disponham-se a converter suas vidas na madrugada luminosa do Tabor.
O mundo terreno, sob ameaças de guerras e sob os rufares da violência, em vários tons, tem urgência do Mestre de Nazaré, ainda que O ignore em sua marcha atordoada, eivada do materialismo que o fascina, que o domina e que o faz grandemente desfigurado, por faltar sentido positivo e digno no uso das coisas da própria matéria.
Na atualidade, porém, com as advertências da Doutrina dos Espíritos, com essa luculenta expressão da misericórdia de Deus para com Seus filhos terrenos, tudo se torna menos áspero, tudo se mostra mais coerente, oferecendo-nos a certeza de que, no planeta, tudo está de conformidade com a lei dos merecimentos, com as obras dos caminheiros, ora reencarnados, na estrada da suspirada libertação espiritual.
"A cada um segundo as suas obras" aparece como canto de justiça e esperança, na voz do Celeste Pastor.
Hoje, reunidos entre irmãos, unimo-nos aos Emissários destacados do movimento de disseminação da luz sobre as brumas terráqueas, e queremos conclamar os queridos companheiros, aqui congregados, a que não se permitam atormentar pelos trovões que se fazem ouvir sobre as cabeças humanas, ameaçadores, tampouco esfriar o bom ânimo, considerando que o Cristo vela sempre. Que não se deixem abater em razão de ainda não terem, porventura, alcançado as excelentes condições para o ministério espírita, certos de que o tempo é a magna oportunidade que nos concede o Senhor. Que ponham mãos à obra, confiantes e vibrantes, certos de que os verdadeiros amigos de Jesus caminham felizes, apesar das lutas e das lágrimas, típicas ocorrências das experiências, das expiações e das provas.
Marchemos devotados, oferecendo, na salva da nossa dedicação, o melhor que o Espiritismo nos ensina, o melhor do que nos apresenta para os que se perdem nas alamedas do medo, da desesperança e da ignorância a nossa volta.
Hoje, entre os amigos espíritas, encontramos maior ânimo para a superação dos nossos próprios limites, o que configurará, ao longo do tempo a superação dos limites do nosso honroso Movimento Espírita.
Sejamos pregadores ou médiuns, evangelizadores, escritores ou servidores da assistência social, não importa. Importa que nos engajemos, todos, nos labores do Codificador, plenificando-nos da grande honra de cooperar com os excelsos interesses do Insuperado Nazareno.
O tempo é hoje, queridos irmãos. O melhor é o agora, quando nos entrelaçamos para estudar, confraternizar e louvar a Jesus com os corações em clima festivo.
Certos de que o Espiritismo é roteiro de felicidade e bandeira de luz, que devemos içar bem alto sobre o dorso do planeta, abracemo-nos e cantemos, comovidos: Louvado seja Deus! Louvado seja Jesus!
Com extremado carinho e votos de crescente progres­so para todos, em suas lidas espiritistas, quero despedir-me sempre devotada e servidora pequenina.
Olympia Belém.

[1]
- Mensagem psicografada pelo médium J. Raul Teixeira no dia 03.09.95, no encerramento da X Confraternização Espírita do Estado do Rio de Janeiro.

O TEMPO

“Aquele que faz caso do dia, patrão Senhor o faz.” — Paulo. (ROMANOS, capítulo 14, versículo 6.)

A maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo.
Existem efetivamente os que abusam dessa concessão divina. Julgam que a riqueza dos benefícios lhes é devida por Deus.
Seria justo, entretanto, interrogá-los quanto ao motivo de semelhante presunção.
Constituindo a Criação Universal patrimônio comum, é razoável que todos gozem as possibilidades da vida; contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam na Terra, em favor de seu aperfeiçoamento espiritual.
É lógico que todo homem conte com o tempo, mas, se esse tempo estiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho?
Não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as fileiras dos que procuram aniquilá-lo de qualquer forma.
A velha expressão popular “matar o tempo” reflete a inconsciência vulgar, nesse sentido.
Nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação, é muito importante para o concurso humano, na execução das leis divinas.
Os interesses imediatistas do mundo clamam que o “tempo é dinheiro”, para, em seguida, recomeçarem todas as obras incompletas na esteira das reencarnações... Os homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constroem e destroem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade, na conquista da experiência.
Em quase todos os setores de evolução terrestre, vemos o abuso da oportunidade complicando os caminhos da vida; entretanto, desde muitos séculos, o apóstolo nos afirma que o tempo deve ser do Senhor.

Livro: Caminho Verdade e Vida.
Chico Xavier/Emmanuel.

NISTO CONHECEREMOS

"Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro." (I JOÃO, 4:6.)

Quando sabemos conservar a ligação com a Paz Divina, apesar de todas as perturbações humanas, perdoando quantas vezes forem necessárias ao companheiro que nos magoa; esquecendo o mal para construir o bem; amparando com sinceridade aos que nos aborrecem; cooperando espiritualmente, através da ação e da oração, a benefício dos que nos perseguem e caluniam; olvidando nossos desejos particulares para servirmos em favor de todos; guardando a fé no Supremo Poder como luz inapagável no coração; perseverando na bondade construtiva, embora mil golpes da maldade nos assediem; negando a nós mesmos para que a bênção divina resplandeça em torno de nossos passos; carregando nossas dificuldades como dádivas celestes; recebendo adversários por instrutores; bendizendo as lutas que nos aperfeiçoam a alma, à frente da Esfera Maior; convertendo a experiência terrena em celeiros de alegrias para a Eternidade; descortinando ensejos de servir em toda parte; compreendendo e auxiliando sempre, sem a preocupação de sermos entendidos e ajudados; amando os nossos semelhantes qual temos sido amados pelo Senhor, sem expectativa de recompensa; então, conheceremos o espírito da verdade em nós, iluminando-nos a estrada para a redenção divina.

DOUTRINAÇÕES

"Mas não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos nos céus." — Jesus. (LUCAS, capítulo 10, versículo 20.)

Freqüentemente encontramos novos discípulos do Evangelho exultando de contentamento, porque os Espíritos perturbados se lhes sujeitam.

Narram, com alegria, os resultados de sessões empolgantes, nas quais doutrinaram, com êxito, entidades muita vez ignorantes e perversas.

Perdem-se muitos no emaranhado desses deslumbramentos e tocam a multiplicar os chamados "trabalhos práticos", sequiosos por orientar, em con-tactos mais diretos, os amigos inconscientes ou infelizes dos planos imediatos à esfera carnal.

Recomendou Jesus o remédio adequado a situações semelhantes, em que os aprendizes, quase sempre interessados em ensinar os outros, esquecem, pouco a pouco, de aprender em proveito próprio.

Que os doutrinadores sinceros se rejubilem, não por submeterem criaturas desencarnadas, em desespero, convictos de que em tais circunstâncias o bem é ministrado, não propriamente por eles, em sua feição humana, mas por
emissários de Jesus, caridosos e solícitos, que os utilizam à maneira de canais para a Misericórdia Divina; que esse regozijo nasça da oportunidade de servir ao bem, de consciência sintonizada com o Mestre Divino, entre as certezas
doces da fé, solidamente guardada no coração.

A palavra do Mestre aos companheiros é muito expressiva e pode beneficiar amplamente os discípulos inquietos de hoje.

Livro: Caminho Verdade e Vida.

Chico Xavier/Emmanuel.

FILHOS DA LUZ

FILHOS DA LUZ"Andai como filhos da luz." - Paulo.

(EFÉSIOS, 5:8.)Cada criatura dá sempre notícias da própria origem espiritual.

Os atos, palavras e pensamentos constituem informações vivas da zona mental de que procedemos.

Os filhos da inquietude costumam abafar quem os ouve, em mantos escuros de aflição.

Os rebentos da tristeza espalham o nevoeiro do desânimo.

Os cultivadores da irritação fulminam o espírito da gentileza com os raios da cólera.

Os portadores de interesses mesquinhos ensombram a estrada em que transitam, estabelecendo escuro clima nas mentes alheias.

Os corações endurecidos geram nuvens de desconfiança, por onde passam.

Os afeiçoados à calúnia e à maledicência distribuem venenosos quinhões de trevas com que se improvisam grandes males e grandes crimes.

Os cristãos, todavia, são filhos da luz.E a missão da luz é uniforme e insofismável.Beneficia a todos sem distinção.

Não formula exigências para dar.Afasta as sombras sem alarde.

Espalha alegria e revelação crescentes.Semeia renovadas esperanças.Esclarece, ensina, ampara e irradia-se.

Vinha de Luz

Chico Xavier/André Luiz


QUEM LÊ, ATENDA

"Quem lê, atenda." - Jesus. (MATEUS, 24:15.)

Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com referência aos frutos do pensamento.

Freqüentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo, destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferença pelas obrigações mais justas.

Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.

O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de observações pouco dignas.

Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturbação? Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.

A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expressiva.

É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.

O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.

Livro; Vinha de Luz
Chico Xavier/Emmanuel