Trabalhemos todos, pela Unificação do movimento espírita!!

O Espiritismo é uma questão de fundo; prender-se à forma seria puerilidade indigna da grandeza do assunto. Daí vem que os centros que se acharem penetrados do verdadeiro espírito do Espiritismo deverão estender as mãos uns aos outros, fraternalmente, e unir-se para combater os inimigos comuns: a incredulidade e o fanatismo.”

“Dez homens unidos por um pensamento comum são mais fortes do que cem que não se entendam.”

Allan Kardec (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo – Item VI).



segunda-feira, 22 de maio de 2017

Deus colocou em suas mãos o destino de sua pátria.

Se você enveredou na senda da política, saiba que não foi por acaso.

Deus colocou em suas mãos o destino de sua pátria.

Desperte sua consciência íntima, para assumir essa tremenda responsabilidade.

Muito lhe foi dado e, por isso, muito lhe será pedido.

Não deixe  que  a  vaidade e  os  interesses pessoais  o desviem  da  missão que  o  trouxe ao mundo.

Conduza a pátria à felicidade e à paz.

* * * * * * * * * * * * * * *
Livro: Minutos de Sabedoria
Carlos Torres Pastorino
Francisco Rebouças

domingo, 21 de maio de 2017

Ninguém vive para si

“Porque nenhum de nós vive para si.” – Paulo. (Romanos, 14:7.)

A árvore que plantas produzirá não somente para a tua fome, mas para socorrer as necessidades de muitos.

A luz que acendes clareará o caminho não apenas para os teus pés, mas igualmente para os viajores que seguem ao teu lado.

Assim como o fio d’água influencia a terra por onde passa, as tuas decisões inspiram as decisões alheias.

Milhares de olhos observam-te os passos, milhares de ouvidos escutam-te a voz e milhares de corações recebem-te os estímulos para o bem ou para o mal.

“Ninguém vive para si...” – assevera-nos a Divina Mensagem. 

Queiramos ou não, é da Lei que nossa existência pertença às existências que nos rodeiam.
Vivemos para nossos familiares, nossos amigos, nossos ideais.

Ainda mesmo o usurário exclusivista, que se julga sem ninguém, está vivendo para o ouro ou para as utilidades que restituirá a outras vidas superiores ou inferiores para as quais a morte lhe arrebatará o tesouro.

Compreendendo semelhante realidade, observa o teu próprio caminho.

Sentindo, pensas.

Pensando, realizas.

E tudo aquilo que constitui tuas obras, através das intenções, das palavras e dos atos, representará influência de tua alma, auxiliando-te a libertação para a glória da luz ou agravando-te o cativeiro para o sofrimento nas sombras.

Vigia, pois, o teu mundo íntimo e faze o bem que puderes, ainda hoje, porquanto, segundo a sábia conceituação do Apóstolo Paulo, “ninguém vive para si”.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

Sigamos para o alto, amando e servindo sempre!

É chegado o momento de nos empenharmos em descobrir novos horizontes na excelência que alcançamos na grande caminhada rumo aos cimos dos conhecimentos científicos. Mas, a fim de que o conhecimento adquirido nas nossas experiências frutifique em talentos de paz e progresso, a benefícios daqueles que nos seguem na retaguarda, não podemos prescindir do amor que sabe penetrar as obscuridades do caminho, de modo a superá-los com segurança.
Para que sejamos capazes de alcançar a difícil vitória sobre nós mesmos, torna-se imprescindível entendamos o quanto antes que egoísmo e isolamento, não podem participar dos nossos planos de reforma íntima, é necessário nos disponhamos ao trabalho no bem, exercitando a caridade, única porta de saída par o encontro da “salvação”, semeando dessa forma a boa semente, garantindo proveitosa colheita futura na construção e desenvolvimento da própria felicidade.
“Somente acreditando nas próprias possibilidades e empenhando-se por vivê-las, apesar dos obstáculos que surgem, é que se atinge com êxito a viagem interior, o auto descobrimento e as técnicas que podem ser aplicadas para auferir os benefícios dessa realização.
Alcançado esse estágio, surge a vontade da libertação das coisas, das cadeias frágeis que atam aos condicionamentos passados, que pareciam oferecer segurança, em uma existência física que se interrompe a qualquer momento, mas que parece impor necessidades de fixação, que não vão além de quimeras.
Todos os pertences valem o preço que lhes são atribuídos, devendo ser considerados de menor importância, embora a sua momentânea utilidade. A libertação dos pertences é momento de alta magnitude para a harmonização psicológica em relação à vida, seja no corpo ou fora dele. Á vida interior implícita, quando conquistada, ressurge no campo das formas em manifestação explícita. O ser se apresenta total, livre de impedimentos, rico de aspirações, sem conflitos, sem queixas; pleno, portanto”. (1)
A verdade é joia brilhante como o Sol e sólida como o amor, garantindo o bem e a paz comum, e precisa ser bem compreendida para diluir-se em benefício da sociedade e não venha a cegar as criaturas irmãs com o seu poder e esplendor, é importante não descuidemos de amar e auxiliar os ignorantes e equivocados que encontremos, a fim de que a luz que já nos ilumina o caminho, não se torne estéril, destrutiva ou inútil.
As descobertas científicas da ciência de curar utiliza o remédio em doses justas no combate à enfermidade, o professor dedica-se ao trabalho de acordar o cérebro da criança para o conhecimento, e o artista golpeia o mármore com cuidado e carinho na elaboração da obra-prima. Assim sendo, precisamos entender que no caminho do nosso progresso intelectual, moral e espiritual, a sabedoria precisa aliar-se à caridade pura para se tornar motivo de felicidade, pois, a caridade é exatamente o amor em ação.
Urge assim, usemos a lâmpada viva da verdade para iluminar com ela a estrada de nossa própria ascensão, e não esqueçamos jamais dos exemplos do Mestre de todos nós Jesus de Nazaré, que veio até nós para auxiliar e servir, sem se deixar envolver por nossas sombras, soerguendo-nos da treva para o campo ilimitado e sublime da Luz.
Referências Bibliográficas:
(1) Franco, Divaldo. Pelo Espírito Joanna de Ângelis. Livro: Vida – Desafios e Soluções. Cap. Vida Interior.
Francisco Rebouças

sexta-feira, 19 de maio de 2017

CONSTRUIR

Emmanuel

Em muitas ocasiões, lamentamos as dificuldades para fazer aquilo 
que os mensageiros do Senhor nos solicitam.

Todos eles nos pedem construir o bem, onde estivermos. Dentro de 
casa, no lugar de trabalho, nos encontros e nas ruas. Em suma, levantar os alicerces do bem que estamos aguardando para os dias porvindouros.

Sabemos o que fazer mas, habitualmente, nos detemos nos obstáculos e divergências, perdendo tempo e oportunidade.

Não raro, subestimamos a sinceridade e a franqueza dos amigos valorosos que nos convidam à coragem e à persistência na execução de nossos encargos e identificamo-nos, com facilidade, com os que choram e se lastimam ao invés de trabalhar.

Aderindo à falange da queixa, passamos a censurar o clima social, clamamos contra o afastamento de determinados companheiros, apresentamo-nos na condição dos peregrinos de pés sangrentos e exibimos as mãos calejadas.

Entretanto, não fomos engajados na obra do Cristo para fiscalizar o comportamento do próximo, para inventariar reclamações, deplorar-nos ou chorar inutilmente e sim para construir .

Se nos sentimos incomodados por inquietações e discórdias, estirados em azedume e tristeza, levantemo-nos para servir.

Cada pequenina realização é um tijolo simbólico assentado na edificação a que fomos submetidos.

O diálogo com a criança, insuflando-lhe pensamentos de compreensão e generosidade. Uma frase de bom-ânimo para com os amigos ameaçados pelo esmorecimento. Um apelo à renovação dos companheiros abatidos. Algum comentário sobre a necessidade de mais luz e mais dedicação no desdobramento das tarefas de benefício, em favor do próximo. A migalha amoedada com que se atenua a aflição ou a penúria de alguém. O amparo ao doente. Qualquer desses recursos são tijolos de paz e amor na conscientização do Reino do Bem.

Não importa que a ventania da discórdia esteja rugindo em torno de nós. O importante será erguer o coração e as mãos, a palavra e a atitude para construir.

Livro: Hoje
Chico Xavier/Emmanuel
Francisco Rebouças

quarta-feira, 17 de maio de 2017

6º Congresso Britânico de Medicina e Espiritualidade

Booking for the 6th British Congress on Medicine and Spirituality
If you are in the area of health care and want to know more about Medicine and Spirituality, or if you enjoy dialogue and the free exchange of ideas, come to participate with us at the British Congress on Medicine and Spirituality.
EARLY RATES - Booking in advance (until 30 of June 2017)
Fee per person
: £70 for one day and £120 for the two days.
Concessionary places for full time students or pensioners:
£40 for one day and £70 for the two days.

STANDARD RATES - Booking from July onwards
Fee per person
: £80 for one day and £140 for the two days.
Concessionary places for full time students or pensioners:
£40 for one day and £70 for the two days.

Cancellation Policy: A fee of £15 will be retained.
No refunds after 15 of September.



O congresso será no fim de semana de 11 e 12 de novembro de 2017 e contará com 10 oradores na Casa Rudolf Steiner de Londres, onde abraçamos a temática 'O ALVORECER DE UMA NOVA ERA EM MEDICINA'.
Saiba mais acessando: www.medspiritcongress.org
                                                                                                                                                                                                      Francisco Rebouças

sábado, 13 de maio de 2017

Parabéns para as MÃES!

Quando falamos de mãe imediatamente lembramos de Deus, pois são elas suas principais representantes na Terra.
Acreditamos que as mães, são representantes de Deus e com elas repartiu o divino e verdadeiro sentimento de amor.
Para que elas possam amar, sem esperar recompensa, sem exigência, sem distinção, sem cobrar reconhecimento.

Corajosa, empreendedora, amorosa, amiga, companheira é a velha e reconhecida guerreira no sublime trabalho de conquistar a felicidade para família inteira.
Parabéns mamães pelo seu dia.

Vocês são sem sombra de dúvidas a razão do viver de cada um de seus filhos!
Nós te amamos!.

Francisco Rebouças

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Cultivemos a Prece

Agar

No templo vivo de nossa fé, asilemos nossas esperanças, fustigadas pelo sopro frio da adversidade e repousemos o espírito fatigado na oração.

No grande silêncio do mundo íntimo, as vozes sublimes do Céu reerguem nossas energias exaustas.

Sem palavras, conduzem-nos a novos horizontes.

Sem choques, estabelecem dentro de nosso espírito novas bases de entendimento.

E compreendemos, enfim, com a Bênção do Alto, que a Bondade Infinita reina Soberana, em nosso favor, induzindo-nos à felicidade por intermédio do sofrimento e acordando-nos para a harmonia verdadeira, através da luta que nos afigura guerra destruidora e cruel.

Ao clarão milagroso da prece, despertamos, enlevados e felizes, para a submissão aos Supremos Desígnios e tudo o que parece aflição e dor, no campo físico, transforma-se para nós em recurso de sublimação.

Nessa claridade celeste, os instrumentos de nossas provações convertem-se em benfeitores e os obstáculos do caminho surgem aos nossos olhos por divinos apelos à imortal alegria.

Por mais se intensifique a flagelação redentora, em torno de nosso círculo pessoal, ergamos o cálice do coração confiante para Cristo, nosso Senhor e Mestre. Ele não deixará vazia a taça de nossas aspirações e de nossos rogos.

Cultivemos a prece. Para as sombras de nossa alma, a oração sempre libertadora alvorada, repleta de renovação e de luz.

Livro: Abençoa Sempre
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

quarta-feira, 10 de maio de 2017

EU QUE SOU BRANDO...

Os astros eram crisântemos luminíferos encrustrados no velário da noite; no entanto, pareciam lanternas mágicas lucilando ao longe...
O dia fora especialmente sufocante.

À ardência do Sol uniam-se as necessidades que empurraram multidões compactas a Cafarnaum, na busca de consolo e pão, que as mãos generosas do Rabi distribuíram em abundância.

Mar humano em agitação, os grupos sucediam-se intérminos, como se todas as dores se houvessem homiziado nos seus corações e o Mestre devesse atendê-las, sem cessar...

O aspecto dos infelizes enternecia e chocava.

As chagas morais expostas, na maioria, em feridas purulentas, confraternizavam com as perversões que a muitos levaram aos estados de alucinação.

Aos magotes, misturavam-se leprosos a crianças em andrajos, e os estropiados conduziam cegos, que blasfemavam.

Todos desejavam solução urgente para os desenganos e exulcerações, sem manterem dignidade ante a dor nem tolerância uns em relação aos outros.

Engalfinhavam-se em discussões insensatas por motivos nenhuns, demonstrando o atraso moral em que estagiavam, não raro terminando em pugilato vergonhoso.

A presença de Jesus magnetizava-os, acalmando-os, já que ficavam na expectativa de serem atendidos.

Com incomum compaixão, Ele socorria mediante a ação luarizadora e a palavra de esclarecimento, logrando assim asserenar a maré agitada dos corações.

Mal terminava de atender um grupo e outro chegava, repetindo as mesmas paisagens morais.

A notícia dos Seus feitos, como um perfume que se espraiara no ar, chegava às regiões mais distantes, e os infelizes acorriam, exaustos, ansiosos, na Sua busca.

Ele nunca deixava de os atender, envolto no halo da ternura, da piedade e do amor que O caracterizava.

A noite, desse modo, ainda se apresentava morna, quando os ventos brandos começaram a amenizá-la.

O Senhor, após o repasto singelo, buscou a praia, e, sentando-se, deixou-se mergulhar em profundas reflexões.

Acercando-se com discreto respeito, João, o discípulo amado, assentou-se ao Seu lado e, contemplando-Lhe o perfil recortado no claro-escuro da noite estrelada, embriagou-se de emoção...

Percebendo-lhe a presença querida, o Divino Amigo sorriu, esperando que o jovem exteriorizasse os pensamentos.

Jesus sempre aguardava.

Conhecendo o ser humano desde o seu princípio, nunca se apressava. 

Deixava-se inquirir.

Sentindo-se carinhosamente recebido, o filho de Salomé e Zebedeu externou, medindo as palavras:
— Quanta misericórdia do Pai Celeste para conosco! As multidões se renovam e o amor é sempre o mesmo! Semelhante à fonte gentil, quanto mais se lhe retira o líquido, mais parece produzi-lo.

E com ênfase, interrogou:
— De onde procedem tantos males, que aturdem os seres humanos, Senhor? São tão diferenciadas as dores! No entanto, todos aqueles que as sofrem se apresentam desesperados, em rebeldia, vencidos! Por que, Mestre?

Compreendendo o interesse do jovem em penetrar na causalidade dos sofrimentos, o Benfeitor olhou a noite em volta, e elucidou:
— Recordas-te da pergunta que me dirigiram sobre o cego de nascença, os nossos companheiros? Indagaram-me se fora ele ou seus pais quem havia pecado, para que ele nascesse cego.

“Quando lhes redargui que nem um nem os outros, desejei elucidar que, voluntário, o invidente se candidatara a servir de instrumento na dor, para que as obras de meu Pai por mim se realizassem. E, face a essa conduta, curei-o...”
— Mas, Mestre — interrompeu-o, o moço interessado — se ele era cego de nascença, teria pecado antes? Quando isso teria acontecido?

— João — esclareceu o Mestre — o Espírito tem a sua origem no silêncio dos tempos passados, e avança através de experiências corporais sucessivas. O nascimento na carne é continuação da vida, assim como a morte é prosseguimento em outro nível de vibração. Em cada etapa se adquire conhecimento ou sentimento, avançando sempre, a esforço do amor ou da aflição.

“Quando erra e se compromete, retorna à mesma situação para aprender e reparar. O sofrimento é o educandário que o disciplina e corrige, impulsionando-o para a frente, sem solução de continuidade, até quando, depurado, adianta-se sem chaga e deixa que brilhe a luz do bem que em todos jaz.”

— E por que sofrem os bons, enquanto os maus parecem progredir? — insistiu.

O Pastor Afável entendeu o questionamento e, sem enfado, explicou:
— Aqueles que hoje vemos como bons são as mesmas pessoas que antes exerceram a maldade, quando poderiam ser nobres; que optaram pelo crime e agora recomeçam o caminho, alquebrados pelo sofrimento; que compreendem a necessidade de elevar-se, embora a contributo das aflições... eles serão consolados. Enquanto isto sucede, o Pai Amantíssimo proporciona, aos outros, oportunidades de ação dignificante, que preferem utilizar prejudicialmente, gerando os efeitos tormentosos que advirão no futuro...

“O tempo é um suceder infinito de horas, e como não há pressa na evolução, todos se elevarão mediante a escolha pessoal. Eu tenho ensinado o amor, por ser o único processo de viver sem sofrer, sem promover futuras aflições para si mesmo. Todavia, os homens, preferindo ignorar a verdade, desejam a saúde para desperdiçá-la; a alegria para atirá-la fora; a paz para convertê-la em conflito. Na sua insensatez, não se detêm a meditar na realidade transitória da vida física pensando na outra Realidade, a do ser eterno...”

— Como, porém, mudar essa situação? - indagou, com sincera emoção.

O Amigo levantou-se e, fitando o mar, agora calmo, salpicado de barcos no lençol das águas, em faina de pesca, concluiu:
— A única solução para o encontro da felicidade é não fazer a outrem o que não gostaria que este lhe fizesse... E a alternativa é vir a mim todos os que se encontram cansados e aflitos, tomando sobre os ombros o meu fardo, recebendo o meu jugo, pois só assim eu os consolarei... (*)

Não necessitava dizer mais nada.

As ânsias da natureza silenciaram na paisagem da noite em festival de estrelas. 

Distendendo a mão, na direção do amoroso discípulo, em silêncio, Jesus rumou com ele para a intimidade da casa adormecida de Simão.

(•) Mateus — IX : 28 a 30. (Nota da Autora espiritual)

Livro: Trigo de Deus
Divaldo Franco/Amélia Rodrigues.
Francisco Rebouças

terça-feira, 9 de maio de 2017

Vifa Feliz

XLIV

Ama-te mais.

Certamente, não nos referimos ao sentimento egoísta, ambicioso, envenenador.

Amar-se, é respeitar-se, proporcionando-se as conquistas superiores da vida, os anseios elevados do coração.

Intenta estabelecer um pequeno programa de amor para ti e executa-o.

Mantém acesa a luz do entusiasmo em tuas realizações e sabendo-te fadado à Grande Luz, deixa que brilhem as tuas aspirações nobres.

Escolhe "a melhor parte" em tudo e supera aquelas nefastas, que prejudicam e envilecem.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Âgelis

Francisco Rebouças

segunda-feira, 8 de maio de 2017

Carta aos Gálatas, uma lição de vida!

Entre as diversas cartas escritas por Paulo de Tarso, uma me chama particularmente a atenção, a carta endereçada aos Gálatas justamente por que nos propõe uma série de reflexões, sobre qual a motivação fundamental que dirige a nossa realidade na vivência dos fundamentos cristãos na relação com o nosso semelhante.
Estaremos seguindo as verdadeiras propostas contidas no Evangelho de Jesus Cristo, que nos ensina a amar a Deus e ao nosso próximo de forma respeitável e responsável, ou continuamos preocupados em cumprir da melhor maneira possível os dogmas impostos pelo império da fé cega, numa série de observância mecânica de convenções e ritos?
Jesus veio ensinar aos homens o caminho do verdadeiro bem. Isso porque Deus nosso Pai comum resolveu enviá-lo para nos fazer relembrar suas leis que estavam completamente esquecidas, superadas pelas ideias de orgulho e egoismo que mantinham a velha fórmula da força como símbolo de domínio e poder.
Paulo nos fala dele próprio, quando ainda se mantinha distanciado dos ensinos do Mestre de todos nós, que fazia questão de desconhecer e perseguir, certa feito afirmou: “Porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço”até quando a misericórdia divina resolveu dar-lhe mais uma oportunidade de refazer seus equívocos em pleno caminho que fazia para caçar mais um seguidor de Jesus. (1)
“Eu superava no judaísmo a maior parte dos compatriotas da minha idade e procurava seguir com todo o zelo as tradições dos meus antepassados. Deus, porém, escolheu-me antes de eu nascer e chamou-me por sua graça. Quando Ele resolveu revelar em mim o seu Filho, para que eu O anunciasse entre os pagãos, não consultei ninguém, nem subi a Jerusalém para me encontrar com aqueles que eram Apóstolos antes de mim. Pelo contrário, fui para a Arábia e depois voltei a Damasco”. (2)
Muitos de nós alegamos que desconhecemos a tarefa que nos foi determinada pela Suprema Sabedoria do Universo, alguns chegam mesmo a afirmar que Paulo recebeu um chamado direto, o que ainda não nos sucedeu, mas, na verdade, todos os homens têm a sua convocação pessoal ao serviço do Cristo. As formas podem variar, mas a essência do apelo é sempre a mesma, a reforma moral através dos constantes convites ao trabalho dignificante e renovador que chega às vezes de maneira sutil e inesperada, porém quase sempre resistimos ao chamado digno e enobrecedor do Senhor.
Como Espirito Superior Jesus não se utilizará jamais de violência para apressar a nossa modificação pessoal, o acontecido com Paulo sobressai aos nossos olhos, porque ele ouviu, modificou-se, arrependeu-se, e decidiu seguir o Cristo até o final de seus compromissos na Terra, enfrentando com tenacidade as perseguições, enfermidades, apodos, zombarias, desilusões, deserções, pedradas, açoites e encarceramentos pelo ideal de seguir seu Mestre. Deixou-nos o exemplo de um discipulo intrépido e sincero, percorrendo seus caminhos pelas sendas trevosas do mundo, com o desejo ardente de encontrar aquele que se fizera ouvir no momento mais importante da sua vida, notabilizando-se  pelo trabalho diário em prol da paz e da luz.
Hoje as bases científicas e filosóficas em que repousa a Doutrina Espírita, nos ensejam adquirir a “fé raciocinada capaz de encarar face a face a razão em todas as épocas da humanidade”, em seus alicerces, encontramos sua condição de Cristianismo restaurado, aperfeiçoando as almas e renovando a vida na Terra para a vitória do Infinito Bem, sob a égide de Jesus Cristo, nosso Divino Mestre e Senhor.
Allan Kardec, o apóstolo da Codificação não desconhecia o elevado mandato que lhe havia sido confiado pelos Imortais sob a condução maior do próprio Mestre de Nazaré inerentes aos princípios que compilava, por isso mesmo, preocupou-se com os impositivos morais de que a Nova Revelação se revestia, salientando que as consequências morais da doutrina espírita se resumem em melhorar o homem e, por conseguinte, torná-lo mais feliz, pela prática da mais pura moral evangélica.
Onde estiveres, seja o que fores, procura aclimatar as qualidades cristãs em ti mesmo, com a vigilante atenção dispensada à cultura das plantas preciosas, ao pé do lar. Quanto à Terra, todos somos suscetíveis de produzir para o bem ou para o mal. Ofereçamos ao Divino Cultivador o vaso do coração, recor- dando que se o “solo consciente” do nosso espírito aceitar as sementes do Celeste Pomicultor, cada migalha de nossa boa- vontade será convertida em canal milagroso para a exteriorização do bem, com a multiplicação permanente das graças do Senhor, ao redor de nós. Observa a tua “boa parte” e lembra que podes dilatá-la ao In- finito.
Não intentes destruir milênios de treva de um momento para outro. Vale-te do esforço de auto-aperfeiçoamento cada dia. Persiste em aprender com o Mestre do Amor e da Renúncia. Não nos esqueçamos de que a Graça Divina ocupará o nosso espaço individual, na medida de nosso crescimento real nos dons do Cristo”. (3)
O Espírita que já compreendeu a verdadeira lição dos conceitos de nossa doutrina não deve esquecer de agir para a felicidade comum, aproveitando a bênção dos seus dias e das suas horas, ajudando a todos indistintamente, conservando acima de tudo a glória de ser útil, de modo que haja em nós disposição suficiente para desenvolver em nosso mundo íntimo o mesmo sentimento vivenciado e exemplificado por Jesus Cristo.
Referências:(1) Paulo. (Romanos – Cap. 7 v.19;
(2) Paulo. (Carta as Gálatas  – Cap. I. v.14/17.); e
(3) Xavier, Francisco Cândido, pelo Espírito Emmanuel. Livro: Fonte viva- Cap. 25.
Francisco Rebouças

AMOR EM AÇÃO

Paciência, em verdade,
É o amor em ação.
Todo bem traz por si
Paciência na base.
A semente no solo
Aguarda a tolerância.
A árvore pede amor
A fim de produzir.
Que a paciência em nós
Seja a calma em trabalho.
A grandeza do mundo
É a paciência de Deus

Livro: O Essencial
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

sábado, 6 de maio de 2017

Estudando o Espiritismo - L.M.

DA AÇÃO DOS ESPÍRITOS SOBRE A MATÉRIA

52. Posta de lado a opinião materialista, porque condenada pela razão e pelos fatos, tudo se resume em saber se a alma, depois da morte, pode manifestar-se aos vivos. Reduzida assim à sua expressão mais singela, a questão fica extraordinariamente desembaraçada. Caberia, antes de tudo, perguntar por que não poderiam seres inteligentes, que de certo modo vivem no nosso meio, se bem que invisíveis por natureza, atestar-nos de qualquer forma sua presença. A simples razão diz que nisto nada absolutamente há de impossível, o que já é alguma coisa. Demais, esta crença tem a seu favor o assentimento de todos os povos, porquanto com ela deparamos em toda parte e em todas as épocas. Ora, nenhuma intuição pode mostrar-se tão generalizada, nem sobreviver ao tempo, se não tiver algum fundamento. Acresce que se acha sancionada pelo testemunho dos livros sagrados e pelo dos Pais da Igreja, tendo sido preciso o cepticismo e o materialismo do nosso século para que fosse lançada ao rol das ideias supersticiosas. Se estamos em erro, aquelas autoridades o estão igualmente.
Mas, isso não passa de considerações de ordem moral. Uma causa, especialmente, há contribuído para fortalecer a dúvida, numa época tão positiva como a nossa, em que toda gente faz questão de se inteirar de tudo, em que se quer saber o porquê e o como de todas as coisas. Essa causa é a ignorância da natureza dos Espíritos e dos meios pelos quais se podem manifestar. Adquirindo o conhecimento daquela natureza e destes meios, as manifestações nada mais apresentam de espantosas e entram no cômputo dos fatos naturais.
53. A ideia que geralmente se faz dos Espíritos torna à primeira vista incompreensível o fenômeno das manifestações. Como estas não podem dar-se, senão exercendo o Espírito ação sobre a matéria, os que julgam que a ideia de Espírito implica a de ausência completa de tudo o que seja matéria perguntam, com certa aparência de razão, como pode ele obrar materialmente. Ora, aí o erro, pois que o Espírito não é uma abstração, é um ser definido, limitado e circunscrito. O Espírito encarnado no corpo constitui a alma. Quando o deixa, por ocasião da morte, não sai dele despido de todo o envoltório. Todos nos dizem que conservam a forma humana e, com efeito, quando nos aparecem, trazem as que lhes conhecíamos.
Observemo-los atentamente, no instante em que acabem de deixar a vida; acham-se em estado de perturbação; tudo se lhes apresenta confuso, em tomo; veem perfeito ou mutilado, conforme o gênero da morte, o corpo que tiveram; por outro lado se reconhecem e sentem vivos; alguma coisa lhes diz que aquele corpo lhes pertence e não compreendem como podem estar separados dele. Continuam a ver-se sob a forma que tinham antes de morrer e esta visão, nalguns, produz, durante certo tempo, singular ilusão: a de se crerem ainda vivos. Falta-lhes a experiência do novo estado em que se encontram, para se convencerem da realidade. Passado esse primeiro momento de perturbação, o corpo se lhes torna uma veste imprestável de que se despiram e de que não guardam saudades. Sentem-se mais leves e como que aliviados de um fardo. Não mais experimentam as dores físicas e se consideram felizes por poderem elevar-se, transpor o espaço, como tantas vezes o fizeram em sonho, quando vivos (1).  Entretanto, mau grado à falta do corpo, comprovam suas personalidades; têm uma forma, mas que os não importuna nem os embaraça; têm, finalmente, a consciência de seu eu e de sua individualidade. Que devemos concluir daí? Que a alma não deixa tudo no túmulo, que leva consigo alguma coisa.
(1)   Quem se quiser reportar a tudo o que dissemos em O Livro dos Espíritos sobre os sonhos e o estado do Espírito durante o sono (ns. 400 a 418), conceberá que esses sonhos que quase toda gente tem, em que nos vemos transportados através do espaço e como que voando, são mera recordação do que o nosso Espírito experimentou, quando, durante o sono, deixara momentaneamente o corpo material, levando consigo apenas o corpo fluídico, o que ele conservará depois da morte. Esses sonhos, pois, nos podem dar uma ideia do estado do Espírito, quando se houver desembaraçado dos entraves que o retêm preso ao solo.

Fonte: O Livro dos Médiuns – FEB. 52{ edição – 2ª Parte – Cap. I.

Francisco Rebouças

MENOS E MAIS

Emmanuel


Quanto menos trabalho, mais preguiça.

Quanto menos esforço, mais estagnação.
Quanto menos direito, mais insegurança.
Quanto menos serviço, mais penúria.
Quanto menos fé, mais desconfiança.
Quanto menos caridade, mais aspereza.
Quanto menos entendimento, mais perturbação.
Quanto menos bondade, mais intolerância.
Quanto menos diligência, mais necessidade.
Quanto menos simpatia, mais obstáculos.
Quanto mais fizeres pelos outros, mais receberás do próximo em teu beneficio.
Quanto mais auxiliares, mais serás auxiliado.
Quanto mais aprenderem, mais saberás.
Quanto mais te aplicares ao bem, mais o bem te glorificará o caminho.
Quanto mais te consagrares ao próprio dever, mais respeito e mais nobreza te coroarão.
Quanto mais te dedicares ao plantio da fé pela compreensão de nossa insignificância, à
frente do Senhor, mais a fé brilhará em tua fronte.
Quanto mais sacrifício puderes suportar, mais alta ser-te-a a própria sublimação.
Quanto mais te humilhares, buscando a posição do fiel servidor da Divina Bondade,
mais engrandecido te farás diante da Lei.
Quanto mais suportares as falhas alheias, usando a paciência e a afabilidade, mais amor
conquistarás naqueles que te observam e seguem.
Quanto mais souberes perder nas ilusões da Terra, rendendo culto diário à reta consciência,
mais lucrarás na Imortalidade Vitoriosa.
Recordemos o ensinamento do Cristo “ao que mais tiver mais lhe será acrescentado”.
E, aumentando a nossa boa vontade no trabalho que o senhor nos concede para as horas
de cada dia, estejamos convictos de que mais seguramente avançaremos no rumo de nossa
própria libertação.

Livro: Bênçãos de Amor
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

terça-feira, 2 de maio de 2017

Centro Espírita, oficina de “autoaperfeiçoamento”

O Centro Espírita é sem dúvidas a sede onde se desenvolvem atividades doutrinárias e filantrópicas alicerçadas na filosofia espírita. Essa deve ser a finalidade primeira dos interesses superiores de tantos quantos unidos pelo ideal maior de servir em busca da própria elevação moral espiritual através dos estudos e trabalhos redentores na seara do bem, estiverem dispostos a vivenciar o lema estabelecido pelos Imortais na Codificação do Espiritismo que é: “Fora da caridade, não há salvação”.  (1)
O Espiritismo é uma filosofia racional, e nos solicita o desenvolvimento da fé raciocinada, ou seja, aquela que pode encarar frente a frente a razão em todas as épocas da humanidade. A sua primeira ação é de consolar, em seguida a de esclarecer. “Consola esclarecendo, esclarece consolando”. Para essas atividades, o Centro Espírita precisa se especializar na preparação de seus tarefeiros em ambos os aspectos.
No desenvolvimento intelectual indispensável para a compreensão dos deveres do verdadeiro espírita diante da Lei de amor e caridade, além de empreender ações no sentido de minimizar as dores e sofrimentos dos necessitados através do trabalho de beneficência, pois ninguém será capaz de absorver os ensinamentos cristãos de estômago vazio, com dores e passando necessidades.
O Espírito de verdade já nos ensinava: “Espíritas! amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo. No Cristianismo encontram-se todas as verdades; são de origem humana os erros que nele se enraizaram. Eis que do além-túmulo, que julgáveis o nada, vozes vos clamam: “Irmãos! nada perece. Jesus-Cristo é o vencedor do mal, sede os vencedores da impiedade.” – O Espírito de Verdade. (Paris, 1860.)  (2)
Pela instrução nos capacitamos a compreender melhor os sabios ensinamentos dos Espíritos Superiores nos princípios básicos de nossa doutrina, para uma renovação de pensamentos palavras e atitudes alavancando nosso progresso moral higienizando-nos mentalmente.
“A educação mental, que resulta do esforço pelo cultivo das ideias edificantes, torna-se de alta validade no processo de uma existência saudável, geradora de futuros comportamentos orgânicos e psíquicos, que sempre produzirão bem-estar e felicidade”.  (3)
Pela beneficência, colocando as mãos na massa no trabalho da caridade em favor do irmão em situação de necessidade, esclarecendo e consolando conforme a situação nos solicitar.
Em nossa pauta de objetivos referentes a presente oportunidade reencarnatória que vivenciamos, constam as realizações sociais, econômicas, artísticas, culturais, religiosas, e as demais que fazem parte do processo evolutivo do homem no mundo.
Importante esclarecer que não nos faltarão o concurso providencial dos Espíritos Superiores, pois, a obra assentada no verdadeiro “Espírito do Espiritismo” será dirigida e supervisionada pela equipe da espiritualidade responsável pela implantação do bem na Terra.
“Amai aos que não vos amam;
Fazei o bem àqueles que vos odeiam e orai por aqueles Que vos perseguem e caluniam.
Porque se amardes somente àqueles que vos amam Que recompensas tereis?
Os publicanos também não fazem o mesmo?
E se unicamente saudardes vossos irmãos, que fazeis com isso mais do que outros?
Os pagãos também não fazem o mesmo?
Sede pois perfeitos como vosso Pai celestial é perfeito”.
Urge nos empenhemos sem desânimo e sem precipitação por conquistar o objetivo maior do verdadeiro espírita que é a sua transformação moral, enfrentando os desafios que a vida nos propõe, com boa vontade, alegria e disciplina compreendendo que as dificuldades que se apresentam em nosso dia a dia, constituem-se degraus de ascensão diante dos quais testaremos o aprendizado adquirido na conquista dos nossos objetivos essenciais de aprimoramento físico, emocional e mental, a caminho da Angelitude.
Referências:(1) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo Cap. XV, item 5.
(2) Idem, Idem, Cap. VI, item 5.
(3) Franco, Divaldo pelo Espírito Joanna de Ângelis. Livro Desafios e soluções – cap. Doença e Saúde.
(4) Evangelho de Mateus, Cap. 5, v. 44-46 a 48.
Francisco Rebouças

Ouçamos

“E logo os chamou.” – (Marcos, 1:20.)

Em alguns círculos do cristianismo, semelhante passagem, alusiva ao encontro do Senhor com os discípulos, interpretada simplesmente como sendo um apelo do Cristo ao ministério religioso.

Todavia, podemos imprimir-lhe significado mais amplo.

Em cada situação do caminho, é possível registrar o chamamento celeste.

No templo familiar, onde surgem problemas difíceis...

Ante o companheiro desconhecido, que pede cooperação...

À frente do adversário, que espera entendimento e tolerância...

Ao pé do enfermo, que aguarda assistência e carinho...

À face do ignorante, que reclama socorro e ensinamento...

Junto à criança, que roga bondade e compreensão...

Por onde formos, Jesus, Mestre Silencioso, nos chama ao testemunho da lição que aprendemos.

Nas menores experiências, no trabalho ou no lazer, no lar ou na via pública, eis que nos convida ao exercício incessante do bem.

Nesse sentido, o discípulo do Evangelho encontra no mundo o santuário de sua fé e na Humanidade a sua própria família.

Assinalando, pois, a norma cristã, como inspiração para todas as lides cotidianas, ouçamos a palavra do Senhor em todos os ângulos do caminho, procurando segui-lo com invariável fidelidade, hoje e sempre.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel


Francisco Rebouças

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Vida Feliz

XLIII

A tua felicidade é possível.

Crê nesta realidade e trabalha com afinco para consegui-la.

Não a coloques nas coisas, nos lugares, nem nas pessoas, a fim de que não te decepciones.

A felicidade é um estado íntimo, defluente do bem-estar que a vida digna e sem sobressaltos proporciona.

Mesmo que te faltem dinheiro, posição social de relevo e saúde, podes ser feliz, vivendo com resignação e confiança em Deus.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

Brasil coração do mundo...

https://youtu.be/_a9tpJnGcbw

Homenagem a Chico Xavier

Haroldo Dias Dutra - As cartas de Paulo

Haroldo Dutra - Jesus o Médico da Almas

https://youtu.be/Uk7OUvyGCZU



Divaldo Franco

https://youtu.be/OVbstbRFs9M

Entrevista sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis...

Reencarnação é uma realidade

Palestra O trabalho no Bem - Cristiane Parmiter

Palestra: As Leis Divinas e nós - Cristiane Parmiter

Palestra: Benevolência - Cristiane Parmiter

Palestra: Jesus e o Mundo - Cristiane Parmiter

Palestra: A Dinâmica do Perdão - Cristiane Parmiter

Palestra: Perante Jesus - Cristiane Parmiter

Palestra AVAREZA - Cristiane Parmiter

Palestra Obediência Construtiva - Cristiane Parmiter

Palestra Tribulações - Cristiane Parmiter

Palestra Conquistando a Fé - Cristiane Parmiter

Palestra Humildade e Jesus - Cristiane Parmiiter

Palestra Renúncia - Cristiane Parmiter

Rádios Brasil

Simplesmente Espetacular!!!

Professora Amanda Gurgel

Andrea Bocelli & Sarah Brightman - Time To Say Goodbye

De Kardec aos dias de hoje

Madre Teresa

As Mães de Chico Xavier

Reencarnação - Menino Piloto

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Muitas Vidas

Espiritismo: família de Andrea Maltarolli mantém contato com a autora - Mais Você - GLOBO

Divaldo Franco

ESPIRITISMO - CHICO XAVIER - REPORTAGEM DO FANTASTICO - OS SEGREDOS DE CHICO

Entrevista com Divaldo Franco

Sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis, e muito mais, confira. 1ª Parte 2ª Parte

Oração de Gratidão - Divaldo Franco

Chico Xavier

Chico Xavier no Fantástico

Chico Xavier (2010) trailer oficial

Página de Mensagens

Nesta página estarei lançando variadas páginas de conteúdo edificante para nosso aprendizado.

Francisco Rebouças.

1-ANTE A LIÇÃO

"Considera o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo".- Paulo. II TIMÓTEO. 2:7.

Ante a exposição da verdade, não te esquives à meditação sobre as luzes que recebes.

Quem fita o céu, de relance, sem contemplá-lo, não enxerga as
estrelas; e quem ouve uma sinfonia, sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas.

Debalde escutarás a palavra inspirada de pregadores ardentes, se não descerrares o coração para que o teu sentimento mergulhe na claridade bendita daquela.

Inúmeros seguidores do Evangelho se queixam da incapacidade de retenção dos ensinos da Boa Nova, afirmando-se ineptos à frente das novas revelações, e isto porque não dispensam maior trato à lição ouvida, demorando-se longo tempo na província da distração e da leviandade.

Quando a câmara permanece sombria, somos nós quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite.

Dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças.

O apóstolo dos gentios é claro na observação. "Considera o que te digo, porque, então, o Senhor te dará entendimento em tudo."

Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar.

Estejamos, pois, convencidos de que, prestando atenção aos
apontamentos do Código da Vida Eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa-vontade, dar-nos-á entendimento em tudo.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

NO CAMPO FÍSICO

"Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 15:44.)

Ninguém menospreze a expressão animal da vida humana, a pretexto de preservar-se na santidade.

A imersão da mente nos fluidos terrestres é uma oportunidade de sublimação que o espírito operoso e desperto transforma em estruturação de valores eternos.

A sementeira comum é símbolo perfeito.

O gérmen lançado à cova escura sofre a ação dos detritos da terra, afronta a lama, o frio, a resistência do chão, mas em breve se converte em verdura e utilidade na folhagem, em perfume e cor nas flores e em alimento e riqueza nos frutos.

Compreendamos, pois, que a semente não estacionou. Rompeu todos os obstáculos e, sobretudo, obedeceu à influência da luz que a orientava para cima, na direção do Sol.

A cova do corpo é também preciosa para a lavoura espiritual, quando nos submetemos à lei que nos induz para o Alto.

Toda criatura provisoriamente algemada à matéria pode aproveitar o tempo na criação de espiritualidade divina.

O apóstolo, todavia, é muito claro quando emprega o termo "semeia-se". Quem nada planta, quem não trabalha na elevação da própria vida, coagula a atividade mental e rola no tempo à maneira do seixo que avança quase inalterável, a golpes inesperados da natureza.

Quem cultiva espinhos, naturalmente alcançará espinheiros.

Mas, o coração prevenido que semeia o bem e a luz, no solo de si mesmo, espere, feliz, a colheita da glória espiritual.

E N T R E I R M Ã O S
Olympia Belém (Espírito)[1]

Estes são tempos desafiadores para todos os que buscam um mundo melhor, onde reine o amor, onde pontifique a fraternidade, onde possam florir os mais formosos sentimentos nos corações.
Anelamos por dias em que a esperança, há tanto tempo acariciada, possa converter-se em colheita de progressos e de paz.
Sonhamos com esse alvorecer de uma nova era em que o Espiritismo, transformado em religião do povo, apresentando Jesus às multidões, descrucificado e vivo, possa modificar as almas, para que assumam seu pujante papel de filhas de Deus no seio do mundo.
Entrementes, não podemos supor que esses ansiados dias estejam tão próximos, quando verificamos que há, ainda, tanta confusão nos relacionamentos, tanta ignorância nos entendimentos, tanta indiferença e ansiedade nos indivíduos, como se vendavais, tufões, tormentas variadas teimassem em sacudir o íntimo das criaturas, fazendo-as infelizes.
A fim de que os ideais do Cristo Jesus alcancem a Terra, torna-se indispensável o esforço daqueles que, tendo ouvido o cântico doloroso do Calvário, disponham-se a converter suas vidas na madrugada luminosa do Tabor.
O mundo terreno, sob ameaças de guerras e sob os rufares da violência, em vários tons, tem urgência do Mestre de Nazaré, ainda que O ignore em sua marcha atordoada, eivada do materialismo que o fascina, que o domina e que o faz grandemente desfigurado, por faltar sentido positivo e digno no uso das coisas da própria matéria.
Na atualidade, porém, com as advertências da Doutrina dos Espíritos, com essa luculenta expressão da misericórdia de Deus para com Seus filhos terrenos, tudo se torna menos áspero, tudo se mostra mais coerente, oferecendo-nos a certeza de que, no planeta, tudo está de conformidade com a lei dos merecimentos, com as obras dos caminheiros, ora reencarnados, na estrada da suspirada libertação espiritual.
"A cada um segundo as suas obras" aparece como canto de justiça e esperança, na voz do Celeste Pastor.
Hoje, reunidos entre irmãos, unimo-nos aos Emissários destacados do movimento de disseminação da luz sobre as brumas terráqueas, e queremos conclamar os queridos companheiros, aqui congregados, a que não se permitam atormentar pelos trovões que se fazem ouvir sobre as cabeças humanas, ameaçadores, tampouco esfriar o bom ânimo, considerando que o Cristo vela sempre. Que não se deixem abater em razão de ainda não terem, porventura, alcançado as excelentes condições para o ministério espírita, certos de que o tempo é a magna oportunidade que nos concede o Senhor. Que ponham mãos à obra, confiantes e vibrantes, certos de que os verdadeiros amigos de Jesus caminham felizes, apesar das lutas e das lágrimas, típicas ocorrências das experiências, das expiações e das provas.
Marchemos devotados, oferecendo, na salva da nossa dedicação, o melhor que o Espiritismo nos ensina, o melhor do que nos apresenta para os que se perdem nas alamedas do medo, da desesperança e da ignorância a nossa volta.
Hoje, entre os amigos espíritas, encontramos maior ânimo para a superação dos nossos próprios limites, o que configurará, ao longo do tempo a superação dos limites do nosso honroso Movimento Espírita.
Sejamos pregadores ou médiuns, evangelizadores, escritores ou servidores da assistência social, não importa. Importa que nos engajemos, todos, nos labores do Codificador, plenificando-nos da grande honra de cooperar com os excelsos interesses do Insuperado Nazareno.
O tempo é hoje, queridos irmãos. O melhor é o agora, quando nos entrelaçamos para estudar, confraternizar e louvar a Jesus com os corações em clima festivo.
Certos de que o Espiritismo é roteiro de felicidade e bandeira de luz, que devemos içar bem alto sobre o dorso do planeta, abracemo-nos e cantemos, comovidos: Louvado seja Deus! Louvado seja Jesus!
Com extremado carinho e votos de crescente progres­so para todos, em suas lidas espiritistas, quero despedir-me sempre devotada e servidora pequenina.
Olympia Belém.

[1]
- Mensagem psicografada pelo médium J. Raul Teixeira no dia 03.09.95, no encerramento da X Confraternização Espírita do Estado do Rio de Janeiro.

O TEMPO

“Aquele que faz caso do dia, patrão Senhor o faz.” — Paulo. (ROMANOS, capítulo 14, versículo 6.)

A maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo.
Existem efetivamente os que abusam dessa concessão divina. Julgam que a riqueza dos benefícios lhes é devida por Deus.
Seria justo, entretanto, interrogá-los quanto ao motivo de semelhante presunção.
Constituindo a Criação Universal patrimônio comum, é razoável que todos gozem as possibilidades da vida; contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam na Terra, em favor de seu aperfeiçoamento espiritual.
É lógico que todo homem conte com o tempo, mas, se esse tempo estiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho?
Não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as fileiras dos que procuram aniquilá-lo de qualquer forma.
A velha expressão popular “matar o tempo” reflete a inconsciência vulgar, nesse sentido.
Nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação, é muito importante para o concurso humano, na execução das leis divinas.
Os interesses imediatistas do mundo clamam que o “tempo é dinheiro”, para, em seguida, recomeçarem todas as obras incompletas na esteira das reencarnações... Os homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constroem e destroem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade, na conquista da experiência.
Em quase todos os setores de evolução terrestre, vemos o abuso da oportunidade complicando os caminhos da vida; entretanto, desde muitos séculos, o apóstolo nos afirma que o tempo deve ser do Senhor.

Livro: Caminho Verdade e Vida.
Chico Xavier/Emmanuel.

NISTO CONHECEREMOS

"Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro." (I JOÃO, 4:6.)

Quando sabemos conservar a ligação com a Paz Divina, apesar de todas as perturbações humanas, perdoando quantas vezes forem necessárias ao companheiro que nos magoa; esquecendo o mal para construir o bem; amparando com sinceridade aos que nos aborrecem; cooperando espiritualmente, através da ação e da oração, a benefício dos que nos perseguem e caluniam; olvidando nossos desejos particulares para servirmos em favor de todos; guardando a fé no Supremo Poder como luz inapagável no coração; perseverando na bondade construtiva, embora mil golpes da maldade nos assediem; negando a nós mesmos para que a bênção divina resplandeça em torno de nossos passos; carregando nossas dificuldades como dádivas celestes; recebendo adversários por instrutores; bendizendo as lutas que nos aperfeiçoam a alma, à frente da Esfera Maior; convertendo a experiência terrena em celeiros de alegrias para a Eternidade; descortinando ensejos de servir em toda parte; compreendendo e auxiliando sempre, sem a preocupação de sermos entendidos e ajudados; amando os nossos semelhantes qual temos sido amados pelo Senhor, sem expectativa de recompensa; então, conheceremos o espírito da verdade em nós, iluminando-nos a estrada para a redenção divina.

DOUTRINAÇÕES

"Mas não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos nos céus." — Jesus. (LUCAS, capítulo 10, versículo 20.)

Freqüentemente encontramos novos discípulos do Evangelho exultando de contentamento, porque os Espíritos perturbados se lhes sujeitam.

Narram, com alegria, os resultados de sessões empolgantes, nas quais doutrinaram, com êxito, entidades muita vez ignorantes e perversas.

Perdem-se muitos no emaranhado desses deslumbramentos e tocam a multiplicar os chamados "trabalhos práticos", sequiosos por orientar, em con-tactos mais diretos, os amigos inconscientes ou infelizes dos planos imediatos à esfera carnal.

Recomendou Jesus o remédio adequado a situações semelhantes, em que os aprendizes, quase sempre interessados em ensinar os outros, esquecem, pouco a pouco, de aprender em proveito próprio.

Que os doutrinadores sinceros se rejubilem, não por submeterem criaturas desencarnadas, em desespero, convictos de que em tais circunstâncias o bem é ministrado, não propriamente por eles, em sua feição humana, mas por
emissários de Jesus, caridosos e solícitos, que os utilizam à maneira de canais para a Misericórdia Divina; que esse regozijo nasça da oportunidade de servir ao bem, de consciência sintonizada com o Mestre Divino, entre as certezas
doces da fé, solidamente guardada no coração.

A palavra do Mestre aos companheiros é muito expressiva e pode beneficiar amplamente os discípulos inquietos de hoje.

Livro: Caminho Verdade e Vida.

Chico Xavier/Emmanuel.

FILHOS DA LUZ

FILHOS DA LUZ"Andai como filhos da luz." - Paulo.

(EFÉSIOS, 5:8.)Cada criatura dá sempre notícias da própria origem espiritual.

Os atos, palavras e pensamentos constituem informações vivas da zona mental de que procedemos.

Os filhos da inquietude costumam abafar quem os ouve, em mantos escuros de aflição.

Os rebentos da tristeza espalham o nevoeiro do desânimo.

Os cultivadores da irritação fulminam o espírito da gentileza com os raios da cólera.

Os portadores de interesses mesquinhos ensombram a estrada em que transitam, estabelecendo escuro clima nas mentes alheias.

Os corações endurecidos geram nuvens de desconfiança, por onde passam.

Os afeiçoados à calúnia e à maledicência distribuem venenosos quinhões de trevas com que se improvisam grandes males e grandes crimes.

Os cristãos, todavia, são filhos da luz.E a missão da luz é uniforme e insofismável.Beneficia a todos sem distinção.

Não formula exigências para dar.Afasta as sombras sem alarde.

Espalha alegria e revelação crescentes.Semeia renovadas esperanças.Esclarece, ensina, ampara e irradia-se.

Vinha de Luz

Chico Xavier/André Luiz


QUEM LÊ, ATENDA

"Quem lê, atenda." - Jesus. (MATEUS, 24:15.)

Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com referência aos frutos do pensamento.

Freqüentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo, destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferença pelas obrigações mais justas.

Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.

O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de observações pouco dignas.

Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturbação? Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.

A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expressiva.

É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.

O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.

Livro; Vinha de Luz
Chico Xavier/Emmanuel