Trabalhemos todos, pela Unificação do movimento espírita!!

O Espiritismo é uma questão de fundo; prender-se à forma seria puerilidade indigna da grandeza do assunto. Daí vem que os centros que se acharem penetrados do verdadeiro espírito do Espiritismo deverão estender as mãos uns aos outros, fraternalmente, e unir-se para combater os inimigos comuns: a incredulidade e o fanatismo.”

“Dez homens unidos por um pensamento comum são mais fortes do que cem que não se entendam.”

Allan Kardec (Obras Póstumas – Constituição do Espiritismo – Item VI).



quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Mãe Adotiva


A mente repassa os acontecimentos felizes da nossa vida e envolvo em ternura a memória da nossa convivência.

Esta mulher extraordinária, de quem me recordo, fez tudo quanto o amor poderia lograr, a fim de amparar-me, ocultando a minha procedência obscura e anônima.

Cercou-me de carinho e protegeu-me, para que nada me afetasse.

Insuflou-me a força do seu devotamento, que era o hálito poderoso do seu amor, em emoção carregada de bênçãos. no verbete sublime que é: mamãe!

Jamais deixou-me perceber as lágrimas que vertera antes de eu chegar e sempre me demonstrou a felicidade que a minha presença lhe causava.

No entanto, na sua inocência, pensava que todas as pessoas seriam benignas e gentis quanto ela sempre o foi.

Assim, não demorou muito para que, em plena adolescência, o seu segredo me fosse desvelado de maneira cruel, por meio de um coração leviano que, pensando que nos iria destruir, chamou-me de filha de ninguém.

Abalada, quase tombei ante o golpe insano. Todavia, a transparência do seu olhar e a devoção do seu afeto fizeram-me silenciar o acontecimento no imo da alma.

Não me foi fácil, nem tampouco difícil enfrentar a nova circunstância e nessa conjuntura eu descobri, em júbilo, a grandeza do amor de mãe adotiva.

As outras, as mães carnais, ás vezes, são compelidas pelo corpo a amar os filhos que geram, mas você e todas as mães de adoção, amam pelo espírito, elegendo quem lhes vai receber o devotamento, a dedicação.

E não se tornam menos mães!

Sofrem mais, certamente.

Quando revelam ao filho as circunstâncias da sua origem, temem magoá-lo e, quando não o dizem, vivem sempre temendo perdê-lo, quando forem descobertas.

Seu querer é suave como a claridade lunar e forte como somente o amor abnegado pode tornar-se.

São anjos anônimos e abençoados na multidão.

Homenageando-a, mãezinha adotiva, desejo dizer a outras que lhe são iguais que, desde o dia em que pensem em receber um filho que lhes não proceda do seio, considerem também, a necessidade de dizer-lhe, sem receio, demonstrando que o amor é Deus e dEle tudo procede, para ele retornando, não sendo, pessoa alguma, propriedade de outrem, senão, todos filhos do Seu amor, nutridos pelo Amor, para a glória do Eterno Amor.

Amélia Rodrigues

Livro: S.O.S. Família
Divaldo Franco/Diversos Espíritos
 
Francisco Rebouças

Almoço de Confraternizacão - Atlanta/EUA

Prezados amigos, a comunidade espírita de Atlanta, nos Estados Unidos, terá uma excelente oportunidade de confraternização neste próximo domingo dia 03/10/2010, onde poderão rever e abraçar amigos queridos no almoço de confraternização que  será realizado conforme segue.   
CONVIDAMOS PARA ESTAR CONOSCO.

WE INVITE YOU TO JOIN US
NO PROXIMO DOMINGO DIA 03 DE OUTUBRO DE 2010 AS 13:00 HORAS
SUNDAY, OCTOBER 3RD, 2010 AT 1PM.

 Para o nosso Almoço de Confraternizacão.
To our next Sunday Lunch
O CARDÁPIO SERVIDO SERÁ:
THE MENU IS:
Lombo com Abacaxi
Pineapple Pork
Frango ao Molho Branco com Tomate Sêco
Chicken with White Sauce and Sun Dry Tomato
Cassarola de Milho
Corn Casserole
Arroz Branco
White Rice
Feijão
Beans
Saladas Verdes
Green Salad
ACOMPANHA AINDA DELICIOSAS SOBREMESAS E REFRIGERANTES.
As usual, the menu includes soft drinks and delicious desserts.

Venha e traga seus amigos para estar conosco.
Come and bring your friends and join us for this gathering.

COMUNIDADE ESPIRITA CRISTA DE ATLANTA - www.atlantaespirita.org
NAO DESEJANDO RECEBER NOSSOS CONTATOS, NOS COMUNIQUE.

Christian Spiritist Community of Atlanta - http://www.atlantaespirita.org/
Let us know if you prefer not to receive our messages in the future

Francisco Rebouças

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Seminário Espírita em Lecco/Itália


Caros amigos, a “USI”, em colaboração com o “GLAK -Gruppo di Lecco Allan Kardec da cidade de Lecco, programaram para o dia 03 de outubro de 2010, com o palestrante Carlos Campetti um seminario sobre: “Chegou o momento...Reforma interior”.

Quando: - 03/10;

Onde: Via Cavour, 40 – Calolziocorte ( Oratório del Pascolo ) - Lecco

Horário: 1ª Parte das 10:30 as 12:00 –
das 12:00 alle 13:30 (lanche em companhia)
2ª Parte das 13:30 as 15:30.

Tragam as crianças, atividades também para elas!!!!!


Cell: 380 290 37 56 – Regina Piccoli
 
Compareça, divulgue!
 
 
Francisco Rebouças

Jovem, aproveite a vida com nobreza!

VOCÊ, que é jovem, construa a sua felicidade em bases sólidas.

A felicidade não depende dos outros, mas de nós mesmos.

Se alguém quiser desviá-lo do bom caminho, não o acompanhe: siga a estrada reta do bem, pois só assim conseguirá ter alegria em seu coração.

Estude o mais que puder, ouça os conselhos de seus pais, seja puro e sincero em suas afeições, pois assim construirá uma vida nobre e digna.

Livro: Minutos de Sabedoria
Carlos Torres Pastorino
 
Francisco Rebouças

RETORNO

Retornarás!

Por mais longos sejam os teus dias na Terra, durante a abençoada jornada corpórea, dia luze em que retornarás à Pátria espiritual que é o teu berço de origem e a sagrada morada onde permanecerás nas emprêsas do porvir...

Medita!

Absorvida pela atmosfera, a linfa cantante flutua na nuvem ligeira para retornar ao seio gentil da terra que a conduzirá logo mais aos imensos lençóis dágua do subsolo, que afloram em correnteza cantante, mais além.

A semente exuberante enclausurada no fruto que balouça nos dedos da árvore retorna ao âmago do solo generoso donde prevejo.

Também o homem.

Afastado do círculo donde procede em excursão de lazer ou refazimento, de trabalho ou produtividade, de estudo ou repouso sente o chamado longínquo dos amores da retaguarda, retornando logo para o labor em que as emoções se renovam e as esperanças se realizam.

Muitos cantam a Pátria com o seu magnetismo e as suas tradições, explicando as evocações e os impulsos heróicos dos homens, seus sonhos de glória e suas lutas de sacrifício. Assim, também, a Pátria do Espírito sempre presente nos painéis mentais como paisagens etéreas, porém vivas, longínquas, no entanto latejantes, murmurejando salmodias, que se transmudam, às vêzes, em melancolias longas e tormentosas ou excitantes expectativas que exaltam o ser a providências sublimantes...

Considera a lição necessária do retorno.

Como organizas equipagem, mimos e lembranças, arquivas roteiros e assinalas fatos para futuras narrações e imediatos aprestos, prepara a bagagem com apuro e justeza, demorando-te em vigília para quando chegue o esperado momento da volta.

Retornarás, sim! Vive, pois, de tal modo, na laboriosa escola do corpo disciplinado e em equilíbrio, que facultem uma valiosa colheita de bênçãos a se transformarem em luzeiro clarificante para o caminho espiritual por onde retornarás.

“Nós sabemos que já passamos da morte para a vida”.

1ª Epístola de João: capítulo 3º, versículo 14.

“Ao entrar no mundo dos Espíritos, o homem ainda está como o operário que comparece no dia do pagamento. A uns dirá o Senhor: “Aqui tens a paga dos teus dias de trabalho”; a outros, aos venturosos da Terra, aos que hajam vivido na ociosidade, que tiverem feito consistir a sua felicidade nas satisfações do amor próprio e nos gozos mundanos: “Nada vos toca, pois que recebestes na Terra o vosso salário. Ide e recomeçai a tarefa”.

Capítulo 5º — Item 12, parágrafo 5.

Livro: Florações Evangélicas
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

CONVITE AO PROGRESSO


“... Têm antes contribuído para o progresso do Evangelho.” (Filipenses: capítulo 1º, versículo 12.)

Justo preservá-lo.

Necessário fomentá-lo.

Indispensável construí-lo, quando escasseia.

Referimo-nos ao progresso espiritual de cuja fonte se originam as diversas manifestações de bem-estar e harmonia gerais.

Na sustentação do equilíbrio somático se investem recursos externos de vária procedência, sem que se considere ser o campo da forma a materialização das engrenagens espirituais exteriorizadas em implementos celulares de que necessita o ser para a própria evolução.

Da mesma forma, a harmonia ou desajuste psíquico decorre dos recônditos do espírito reencarnado que atua por processo muito sutil e persistente nos centros da emoção, da inteligência e da memória, ocasionando arranjo mental ou distonias psíquicas complexas.

Vinculado ao passado espiritual donde procede, o homem experimenta as resultantes dos atos praticados com acerto ou incorretamente ou não durante a experiência carnal.

Podes, portanto, malgrado as circunstâncias propícias ou adversas, laborar pela conservação da saúde ou fomentá-la, através das disposições colocadas a benefício de ti mesmo, gerando energias novas, mediante o pensamento favorável que se encarregará de produzir renovação e harmonia no domicílio de que te serves.

Fatores outros acalentados são responsáveis por danos graves e enfermidades que dizimam em larga escala e dos quais somente poucos se dispõem combater com segurança.

Ociosidade, pessimismo, malquerença, irritabilidade, ambição exagerada, inveja e todo um séquito de infelizes famanazes constituem viroses perniciosas, que terminam por desarmonizar as mais vigorosas estruturas físicas, morais ou mentais do homem.

O ocioso conspira contra si mesmo, por facultar a inação que entorpece os órgãos físicos e anestesia a mente.

O pessimista, cultivando sombras, vê-se cercado de angústia crescente.

O malquerente, a semear idiossincrasias, defronta animosidade em toda parte.

O irritável aspira o tóxico que exterioriza em volta, envenenando-se.

O ambicioso se encontra a um passo da loucura.

O invejoso se perturba ante as densas nuvens e os miasmas mentais que exala.

Somente o amor constitui tônico refazente e salutar para qualquer enfermidade, favorecendo com mais ampla facilidade o paciente para as demais terapêuticas de recuperação.

O progresso de cada um como da coletividade decorre do estado d’alma de quem o elabora.

Favorece-te, desse modo, com as nobres idéias cristãs, tornando-te afortunado em moedas-bom-humor, a fim de que a saúde íntima se espraie em aparência agradável, equilíbrio orgânico e harmonia psíquica, contribuindo para o progresso do Evangelho na Terra, até o momento final do êxito na jornada física que te é oportunidade feliz e redentora, conduzindo contigo os companheiros que encontres pela retaguarda dos caminhos.

Livro: Convites da Vida
Divaldo franco/Joanna de Ângelis
 
Francisco Rebouças

PODERES OCULTOS


“E onde quer que ele entrava, fosse nas cidades, nas aldeias ou nos campos, depunham os enfermos nas praças e lhe rogavam que os deixasse tocar ao menos na orla de seu vestido; e todos os que nele tocavam, saravam.” — (MARCOS, capítulo 6, versículo 56.)

Não raro, surgem nas fileiras espiritualistas estudiosos afoitos a procurarem, de qualquer modo, a aquisição de poderes ocultos que lhes confira posição de evidência. Comumente, em tais circunstâncias, enchem-se das afirmativas de grande alcance.

O anseio de melhorar-se, o desejo de equilíbrio, a intenção de manter a paz, constituem belos propósitos; no entanto, é recomendável que o aprendiz não se entregue a preocupações de notoriedade, devendo palmilhar o terreno dessas cogitações com a cautela possível.

Ainda aqui, o Mestre Divino oferece a melho exempl ificação.

Ninguém reuniu sobre a Terra tão elevadas expressões de recursos desconhecidos quanto Jesus. Aos doentes, bastava tocar-lhe as vestiduras para que se curassem de enfermidades dolorosas; suas mãos devolviam o movimento aos paralíticos, a visão aos cegos. Entretanto, no dia do Calvário, vemos o Mestre ferido e ultrajado, sem recorrer aos poderes que lhe constituíam apanágio divino, em benefício da própria situação. Havendo cumprido a lei sublime do amor, no serviço do Pai, entregou-se à sua vontade, em se tratando dos interesses de si mesmo. A lição do Senhor é bastante significativa.

É compreensível que o discípulo estude e se enriqueça de energias espirituais, recordando-se, porém, de que, antes do nosso, permanece o bem dos outros e que esse bem, distribuído no caminho da vida, é a voz que falará por nós a Deus e aos homens, hoje ou amanhã.


Livro: Caminho, Verdade e Vida
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

A pregação fundamental


Um aprendiz de Nosso Senhor Jesus-Cristo entusiasmou-se com os ensinamentos do Evangelho e decidiu propagá-los, enquanto vivesse. Leu, atencioso, as lições do Mestre e começou a comentá-las por toda parte, gastando dias e noites nesse mister.

Chegou, porém, o momento em que precisou pagar as próprias despesas e foi compelido a trabalhar.

Empregou-se sob as ordens de um orientador que lhe não agradou. Esse diretor de serviço achava-se muito distante da fé e, por isto, contrariava-lhe as tendências religiosas. Controlava-lhe as horas com rigor e observava-o com apontamentos acrimoniosos e rudes.

O pregador do Crucificado não mais se movimentava com a liberdade de outro tempo. Era obrigado a consagrar largos dias a trabalhos difíceis que lhe consumiam todas as forças. Prosseguia, ensinando a boa doutrina, quanto lhe era possível; porém, não mais podia agir e falar, como queria ou quando pretendia. Tinha os minutos contados, as oportunidades divididas, as semanas tabeladas e, porque se julgasse vítima das ordenações de sua chefia, procurou o diretor do serviço e despediu-se.

O proprietário que o empregara indagou do motivo que o levava a semelhante resolução.

Um tanto irônico, o rapaz explicou-se:

— Quero ser livre para melhor servir a Jesus. Não posso, pois, aceitar o cativeiro de sua casa.

Nesse dia de folga absoluta, sentiu-se tão independente e tão satisfeito que discorreu, animadamente, sobre a doutrina cristã, até depois de meia-noite, em várias casas religiosas.

Repousando, feliz, alta madrugada sonhou que o Mestre vinha encontrá-lo. Reparou-lhe a beleza celeste e ajoelhou-se para beijar-lhe a túnica resplandecente.

Jesus, porém, estampava na fisionomia dolorosa e indisfarçável tristeza.

O discípulo inquietou-se e interrogou:

- Senhor, porque te sentes amargurado?

O Cristo, respondeu, melancôlicamente:

— Porque desprezaste, meu filho, a pregação que te confiei?

— Como assim, Senhor? — replicou o jovem — ainda hoje abandonei um homem tirânico para melhor ensinar a tua palavra. Tenho discursado em vários templos e comentado a Boa-Nova por onde passo.

— Sim — exclamou o Mestre —, esta é a pregação que me ofereces e que desejo continues fervorosamente; todavia, confiei ao teu espírito a pregação fundamental da verdade a um homem que administra os meus interesses na Terra e não soubeste executá-la. Classificaste-o de ignorante e cruel; entretanto, olvidas que ele ignora o que sabes. E pretendes, acaso, desconhecer que o orientador humano que te dei somente poderia abordar-me os ensinos, nesta hora, através de teu exemplo? Tua humildade construtiva, no espírito de serviço, modificar-lhe-ia o coração... Se lhe desses cinco anos consecutivos de demonstrações evangélicas, estaria preparado a caminhar, por si mesmo, na direção do Reino Divino!... E ele, que determina sobre o tempo de duzentos homens, se faria melhor, mais humano e mais nobre, sem prejuízo da energia e da eficiência... Poderás ensinar o caminho celestial a cem mil ouvidos, mas a pregação do exemplo, que converta um só coração ao Infinito Bem, estabelece com mais presteza a redenção do mundo!...

O aprendiz desejou perguntar alguma coisa; entretanto, o Cristo afastou-se num turbilhão de luminosa neblina.

Acordou, sobressaltado, e não mais dormiu naquela noite.

De manhã, pôs-se a caminho do estabelecimento em que trabalhara, procurou o diretor de quem se despedira e pediu humildemente:

— Senhor, rogo-lhe desculpas pelo meu gesto impensado e, caso seja possível, readmita-me nesta casa! aceitarei qualquer gênero de tarefa.

O chefe, admirado, indagou:

— Quem te induziu a esta modificação?

— Foi Jesus — respondeu o rapaz —; não podemos servi-lo por intermédio da indisciplina ou do orgulho pessoal.

O diretor concordou sem vacilação, exclamando:

— Entre! Estamos ao seu dispor.

Anotou a boa vontade e o sincero desejo de servir de que o empregado dava agora vivo testemunho e passou a refletir na grandeza da doutrina que assim orientava os passos de um homem no aperfeiçoamento moral. E o aprendiz do Evangelho que retomou o trabalho comum, intensamente feliz, compreendeu, afinal, que poderia prosseguir na propaganda verbal que desejava e na pregação básica do exemplo que Jesus esperava dele.

Livro: Alvorada Cristã
Chico Xavier/Neio Lúcio
 
Francisco Rebouças

terça-feira, 28 de setembro de 2010

ENCONTRO DE ARTES NO CEERJ

ENCONTRO DE ARTES NO CEERJ DIA 7 DE NOVEMBRO!

PARTICIPE E VIVA MOMENTOS DE LUZ E PAZ!

Gutemberg Paschoal da Silva
Diretor da Área de Divulgação
Conselho Espírita do Estado do Rio de Janeiro
Rua dos Inválidos, 182 - Centro/RJ- 20231-040

Telef: (21) 2224-1244 / 2224-1553
Fax.: (21) 2224-1244

Francisco Rebouças

CEERJ - Seminário Espiritismo e Educação

Seminário Espiritismo e Educação 5

Tema: "Pessoa portadora de necessidades especiais - Inclusão. Porque? Como?"

Data: 02 de outubro de 2010

Horário: das 14h30 às 17h30

Expositora: Cristina Delou

Publico-alvo: Evangelizadores, educadores, jovens e pais
Local : CEERJ - Rua dos Inválidos, 182, Centro - RJ

O Evento será transmitido pela TV CEERJ em parceria com a TVCEI


Francisco Rebouças

Parábolas


Parábola do mordomo infiel
“Havia um homem rico que tinha um mordomo; e este lhe foi denunciado como esbanjador dos seus bens. Chamou-o, então, e lhe disse: Que é isto que ouço dizer de ti? Dá conta da tua administração, pois não podes mais ser meu administrador.

Disse o mordomo consigo: Que hei de fazer, uma vez que meu amo me tira a administração? Não sei cultivar a terra, e de mendigar tenho vergonha. Já sei o que farei, a fim de que, quando me houverem tirado a mordomia, encontre pessoas que me recebam em suas casas.

Chamou cada um dos que deviam a seu amo e perguntou ao primeiro: Quanto deves a meu amo? O devedor respondeu: cem cados de óleo. Disse-lhe então: Toma a tua obrigação, senta-te ali e escreve depressa outra de cinquenta.

Perguntou em seguida a outro: Quanto deves tu? Respondeu ele: cem cados de trigo.

Disse-lhe: Toma o documento que me deste e escreve um de oitenta.

O amo, sabendo de tudo, louvou o mordomo infiel, por haver procedido com atilamento, porque os filhos do século são mais avisados no gerir seus negócios do que os filhos da luz.

E eu vos digo: Empregai as riquezas da iniquidade em granjear amigos, a fim de que, quando elas vierem a faltar-vos, eles vos recebam nos tabernáculos eternos. Aquele que é fiel nas pequenas coisas sê-lo-á também nas grandes, e quem é injusto no pouco também o é no muito. Ora, pois, se não houverdes sido fiéis no tocante às riquezas de iniquidades, quem vos confiará as verdadeiras? Se não fostes fiéis com o alheio, quem vos dará o que é vosso?” (Lucas, 16:1-12)

Esta parábola, interpretada ao pé da letra, pode dar a entender que o Mestre esteja apontando o roubo e a fraude como exemplos de conduta dignos de serem imitados.

Considerada, porém, em seu verdadeiro sentido, segundo o espírito que vivifica, encerra uma profunda lição de sabedoria e de bondade que poucos hão sabido entender.

Inicialmente, identifiquemos as duas principais personagens da historieta evangélica, e o local em que a ação se desenrola.

O rico proprietário é Deus, o Poder abso luto que sustenta todo o Universo; o mordomo

é a Humanidade, ou seja, cada um de nós; e a fazenda é o planeta Terra, campo em que se desenvolve atualmente nossa evolução.

Os bens que nos foram dados a administrar é tudo o de que nos jactamos estultamente nesta vida: propriedades, fortuna, posição social, família e até mesmo nosso corpo físico.

Todas essas coisas nos são colocadas à disposição pelo Supremo Senhor, durante algum tempo, a fim de serem movimentadas para benefício geral, mas, em realidade, não nos pertencem.

A prova disso está em que sempre chega o dia em que seremos despojados delas, quer o desejemos, quer não.

Nossa infidelidade consiste em utilizarmo-nos desses recursos egoisticamente, como se fossem patrimônio nosso, dilapidando-o ao sabor de nossos caprichos, esquecidos de que não poderemos fugir à devida prestação de contas quando, pela morte, formos despedidos da mordomia.

Pois bem, já que abusamos da Providência, malbaratando os bens de que somos simples administradores, tenhamos ao menos o atuamento do mordomo de que fala a parábola.

Que fez ele? Para ter quem o favorecesse, quando demitido do cargo que desempenhava, tratou de fazer amigos, reduzindo as contas dos devedores de seu amo.

É o que Jesus nos aconselha fazer, quando diz: “granjeai antigos com as riquezas iníquas”.

Em outras palavras, isto significa que os sofredores de todos os matizes são criaturas que se acham endividadas perante Deus, são pecadores que têm contas a saldar com a Justiça Divina, e auxiliá-los em suas necessidades, minorar-lhes as dores e aflições, equivale a diminuir-lhes as dividas, de vez que, via de regra, todo sofrimento constitui resgate de débitos contraídos no passado.

Se assim agirmos, ganharemos a amizade e a gratidão desses infelizes, que se solidarizarão conosco quando deixarmos este mundo, bem assim a complacência do Pai celestial, porque muito Lhe apraz ver-nos tratar o próximo com misericórdia.

Não falta, aqui na Terra, quem admire “os filhos do século” pelo fato de se empenharem a fundo, com inteligência, denodo e sacrifícios até, no sentido de assegurarem aquilo a que chamam “o seu futuro”.

Quão maiores louvores, entretanto, haveriam de merecer de Deus “os filhos da luz”, os já esclarecidos acerca da vida espiritual, se procedessem com igual esforço e dedicação, empregando a bondade na conquista dos planos superiores, situados além deste orbe de trevas?

Sejamos, pois, colaboradores fiéis da Divindade, gerindo os bens materiais de que dispusermos em conformidade com os ensinamentos sublimes que nos foram ditados por Jesus no Sermão da Montanha; assim fazendo, estaremos acumulando, no céu, um tesouro verdadeiramente imperecível. Sim, porque as virtudes cristãs, que formos adquirindo no convívio com nossos semelhantes, são as únicas riquezas efetivamente nossas, e só elas nos poderão dar a felicidade perfeita, nos tabernáculos eternos!

Livro: Parábolas Evangélicas
Rodolfo Calligaris
 
Francisco Rebouças

Centro Espírita Paulo de Tarso

CONVITE PARA ALMOÇO

VENHA DESFRUTAR COM SUA FAMÍLIA E AMIGOS, DE UM DELICIOSO ALMOÇO COM SERESTA.

CARDÁPIO: DIVERSAS RECEITAS DE GALINHA, SALADAS E COMPLEMENTOS.

PREÇO: R$15,00.
LOCAL: CEPAT
HORÁRIO: 13 HORAS
DATA: 03/10/10
INFORMAÇÕES: 8139-4350
Rua Martins Torres, 46 – Santa Rosa – Niterói – RJ – CEP 24.240-705.

CNPJ 03.426.815/0001-25 – cepat@click21.com.br


Francisco Rebouças

PENSA UM POUCO


“As obras que eu faço em nome de meu Pai, essas testificam de mim.” — Jesus. (JOÃO, CAPÍTULO 10, VERSÍCULO 25.)

É vulgar a preocupação do homem comum, relativamente às tradições familiares e aos institutos terrestres a que se prende, nominalmente, exaltando-se nos títulos convencionais que lhe identificam a personalidade.

Entretanto, na vida verdadeira, criatura alguma é conhecida por semelhantes processos. Cada Espírito traz consigo a história viva dos próprios feitos e somente as obras efetuadas dão a conhecer o valor ou o demérito de cada um.

Com o enunciado, não desejamos afirmar que a palavra esteja desprovida de suas vantagens indiscutíveis; todavia, é necessário compreender-se que o verbo é também profundo potencial recebido da Infinita Bondade, como recurso divino, tornando-se indispensável saber o que estamos realizando com esse dom do Senhor Eterno.

A afirmativa de Jesus, nesse particular, reveste-se de imperecível beleza.

Que diríamos de um Salvador que estatuísse regras para a Humanidade, sem partilhar-lhe as dificuldades e impedimentos?

O Cristo iniciou a missão divina entre homens do campo, viveu entre doutores irritados e pecadores rebeldes, uniu-se a doentes e aflitos, comeu o duro pão dos pescadores humildes e terminou a tarefa santa entre dois ladrões.

Que mais desejas? Se aguardas vida fácil e situações de evidência no mundo, lembra-te do Mestre e pensa um pouco.

Livro: Pão Nosso
Chico Xavier/Emmanuel
 
Francisco Rebouças

DESPERDÍCIOS

Há muito desperdício no mundo, fomentando larga faixa de miséria entre os homens.

O que abunda em tua mesa falta em muitos lares.

O excesso nas tuas mãos é escassez em inúmeras famílias.

O que te sobra e atiras fora, produz ausência em outros lugares.

O desperdício é fator expressivo de ruína na comunidade.

O homem, desejando fugir das realidades transcendentes da vida, afoga-se na fantasia, engendrando as “indústrias da inutilidade”, abarrotando-se com os acúmulos, padecendo sob o peso constritor da irresponsabilidade, em que sucumbe por fim.

A vida é simples nas suas exigências quase ascetas.

Muitos cristãos distraídos, porém, ataviam-se. complicam os deveres, sobrecarregam-se do dispensável, desperdiçam valores, tempo e oportunidade edificante para o próprio burilamento.

Desperdiçam palavras, amontoando-as em verbalismo inútil a fim de esconderem as verdades;

Desperdiçam tempo em repousos e férias demora dos, que anestesiam os centros combativos de ação da e alma encarnada;

Desperdiçam alimentos em banquetes, recepções testas extravagantes com que disputam vaidades;

Desperdiçam medicamentos em prateleiras empoeiradas, aguardando, no lar, doenças que não chegarão, ou, em se apresentando, encontram-nos ultrapassados;

Desperdiçam trajes e agasalhos em armários fechados, que não voltarão a usar;

Desperdiçam moedas irrecuperáveis em jogos e abusos de todo gênero, sem qualquer recato ou zelo;

Desperdiçam a saúde nas volúpias do desejo e nas inquietações da posse com sofreguidão;

Desperdiçam a inteligência, a beleza, a cultura, a arte nos espetáculos do absurdo e da incoerência, a fim de fazerem a viagem da recuperação do que estragaram, em alucinada correria para lugar nenhum...

Não se recupera a malbaratada oportunidade.

Ninguém volta ao passado, na busca de refazê-lo, encaminhá-lo noutro rumo.

O desperdício alucina o extravagante e exaure o necessitado que se lhe faz vítima.

Há, sim, muito e incompreensível desperdício na Terra.

Reparte a tua fartura com a escassez do teu próximo.

Divide os teus recursos, tuas conquistas e vê-los-á: multiplicados em mil mãos que se erguerão louvando e abençoando as tuas generosas mãos.

Passarás pelo mundo queiras ou não. Os teus feitos ficarão aguardando o teu retorno.

Como semeares, assim recolherás.

O que desperdiçares hoje, faltar-te-á amanhã, não o duvides.

Sê pródigo sem ser perdulário, generoso sem ser

Desperdiçador e o que conseguires será crédito ou débito na contabilidade da tua vida perene.

Livro: Leis Morais da Vida
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
 
Francisco Rebouças

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

O ALIMENTO ESPIRITUAL

O professor lutava na escola com um grande problema.

Os alunos começaram a ler muitas histórias de homens maus, de roubos e de crimes e passaram a viver em plena insubordinação.

Queriam imitar aventureiros e malfeitores e, em razão disso, na escola e em casa apresentavam péssimo comportamento.

Alguns pronunciavam palavrões, julgando-se bem-educados, e outros se entregavam a brinquedos de mau gosto, acreditando que assim mostravam superioridade e inteligência.

Esqueciam-se dos bons livros.

Zombavam dos bons conselhos.

O professor, em vista disso, certo dia reuniu todas as classes para a merenda costumeira, apresentando uma surpresa esquisita.

Os pratos estavam cheios de coisas impróprias, tais como pães envolvidos em lama, doces com batatas podres, pedaços de maçãs com tomates deteriorados e geléias misturadas com fel e pimenta.

Os meninos revoltados gritavam contra o que viam, mas o velho educador pediu silêncio e, tomando a palavra, disse-lhes:

— Meus filhos, se não podemos dispensar o alimento puro a beneficio do corpo, precisamos também de alimento sadio para a nossa alma. O pão garante a nossa energia física, mas a leitura é a fonte de nossa vida espiritual. Os maus livros, as reportagens infelizes, as difamações e as aventuras criminosas representam substâncias apodrecidas que nós absorvemos, envenenando a vida mental e prejudicando-nos a conduta. Se gostamos das refeições saborosas que auxiliam a conservação de nossa saúde, procuremos também as páginas que cooperam na defesa de nossa harmonia interior, a fim de nunca fugirmos ao correto procedimento.

Com essa preleção, a hora da merenda foi encerrada.

Os alunos retiraram-se cabisbaixos.

E, pouco a pouco, a vida dos meninos foi sendo retificada, modificando-se para melhor.

Livro: Pai Nosso
Chico Xavier/Meimei
 
Francisco Rebouças

ACEITEMOS A DOR


Aceitemos realmente a dor na condição de apoio celeste com que a Divina Providência nos enriquece o caminho.

Toda a natureza para ajudar a experiência do homem, alimentando-o e amparando-o, padece constantes dilacerações.

Para transformar-se em sementeira proveitosa, morre o grão esquecido no solo.

Para converter-se a espiga em farinha, humilha-se, asfixiada, sob a mó que a tritura.

Para dar-se em pão abençoado à mesa, submete-se a farinha à elevada tensão do forno.

Para servir no levantamento do edifício, sofre a pedra a pressão do martelo.

Para oferecer-se em beleza e brilho, obedece o seixo bruto ao buril que o apri¬mora.

Para responder às necessidades do conforto, desce o tronco aos insultos da lâmina.

Para contribuir no progresso, encontra o metal as injúrias do fogo.

A responsabilidade na oficina do caráter, é luz que engrandece todo espírito que lhe atende as obrigações.

Não lamentes a dificuldade e nem amaldiçoes o sofrimento que porventura te busquem.

Não temas a dor, na escola da vida, e recolhe, em silêncio, as bênçãos de que se faz emissária.

Não te enganes com as aparências.

Quando te vejas no usufruto dessa ou daquela promoção, atento às circunstâncias do mundo, às imposições dos que te cercam ou às convenções em que a existência se te condiciona, escolhe a senda da abnegação, em auxílio aos outros, porque o Senhor nos ensinou, em espírito e verdade, que somente a preço do esforço máximo pela vitória do bem com o esquecimento de todo egoísmo, é que escalaremos o monte da paz com a nossa própria renovação.

Livro: Nascer e Renascer
Chico Xavier/Emmanuel
 
Francisco Rebouças

COMUNICAÇOES


“Amados, não creiais a todo espírito, mas provai se os espíritos são de Deus.” — (1 JOÃO, capítulo 4, versículo 1.)

Os novos discípulos do Evangelho, em seus agrupamentos de intercâmbio com o mundo espiritual, quase sempre manifestam ansiedade em estabelecer claras e perfeitas comunicações com o Além.

Se muitas vezes aparecem fracassos, nesse particular, se as experimentações são falhas de êxito, é que, na maioria dos casos, o indagador obedece muito mais ao egoísmo próprio que ao imperativo edificante.

O propósito de exclusividade, nesse sentido, abre larga porta ao engano. Através dela, malfeitores com instrumentos nocivos podem penetrar o templo, de vez que o aprendiz cerrou os olhos ao horizonte das verdades eternas.

Bela e humana a dilatação dos laços de amor que unem o homem encarnado aos familiares que o precederam na jornada de Além-Túmulo, mas é inaceitável que o estudante obrigue quem lhe serviu de pai ou de irmão a interferir nas situações particulares que lhe dizem respeito.

Haverá sempre quem dispense luz nas assembléias de homens sinceros, O programa de semelhante assistência, contudo, não pode ser substancialmente organizado pelas criaturas, muita vez inscientes das necessidades próprias. Em virtude disso, recomendou o apóstolo que o discípulo atente, não para quem fale, mas para a essência das palavras, a fim de certificar-se se o visitante vem de Deus.

Livro: Caminho, Verdade e Vida
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

domingo, 26 de setembro de 2010

Seja amigo de todos!

 
Não te esqueças das pessoas que transitam em situações mais humildes e difíceis do que a tua.

Faze-te amigo delas.

É fácil desejar compartir das alegrias, dos momentos de triunfo, das situações invejáveis que os outros experimentam.

O ideal é ser companheiro de todos.

A situação financeira, o poder, a saúde e a juventude são transitórios.

Converte o teu amor na mais valiosa conquista da tua vida, repartindo-o com todos os indivíduos.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
 
Francisco Rebouças

A GRAVIDEZ NA ADOLESCÊNCIA

A gravidez na adolescência é um dos grandes problemas-desafio da atualidade, em razão do número crescente de jovens despreparadas para a maternidade, que se deparam em situação deveras perturbadora, gerando grave comprometimento social.

Dominados pela curiosidade e espicaçados por uma bem urdida estimulação precoce, que faculta a promiscuidade dos relacionamentos, os adolescentes facilmente se entregam às experiências sexuais sem nenhuma preparação psicológica, menos ainda responsabilidade de natureza moral.

Desconhecendo os fatores propiciatórios da fecundação e sem qualquer orientação cultural em torno do intercâmbio sexual, permitem-se o intercurso dessa natureza com sofreguidão e sob conflitos, tendo de enfrentar o gravame da concepção fetal.

Ao darem-se conta da ocorrência inesperada, recorrem a expedientes perigosos, a pessoas inescrupulosas, quase sempre interessadas na exploração da ignorância, e culminam na execução do crime covarde do aborto clandestino, com todos os riscos decorrentes dessa atitude cruel.

Iniciada a malfadada fuga, novas ocorrências criminosas têm lugar, porque o adolescente perde a identidade moral e, aturdido, deixa-se arrastar a novos tentames, cujos resultados são sempre infelizes. Quando isso não ocorre, porque destituídos do sentimento de amor, que os poderia unir, são as futuras mães deixadas a mercê da família ou da própria sorte, trazendo ao mundo os desamparados rebentos que experimen¬tarão a orfandade, não obstante os pais desorientados permaneçam vivos.

Despertando lentamente para os sentimentos mais graves, e dando-se conta da alucinação juvenil, agora irreversível, essas jovens imaturas e frustradas atiram-se nos resvaladouros do descalabro, perdendo o senso da dignidade feminina e tornando-se objetos de fácil posse, quando não recorrem às fugas desordenadas pelas drogas químicas, pelo álcool, pela prostituição destruidora.

Urgem atitudes que possam despertar os adolescentes para a utilização do sexo com responsabilidade, na idade adequada, quando houver equilíbrio fisicopsíquico, amadurecimento emocional com a competente dose de compreensão dos efeitos que decorrem das uniões dessa natureza.

O sexo é um órgão com função específica e portador de exigências graves na área dos deveres, que aparecem como conseqüência do seu uso. Quando utilizado com insensatez, sem o contributo da razão, por desejos infrenes, ao envolver os parceiros estabelece um vínculo emocional que não deve ser rompido levianamente. Muitas tragédias dos sentimentos têm início nas rupturas abruptas da afetividade despertada pelo interesse sexual. Pode uma das pessoas não estar realmente interessada na outra, não obstante a recíproca pode não ser verdadeira, e, ao sentir-se a sós, aquele que se encontra abandonado passa a experimentar tormentos e conflitos muito perturbadores, quando não se rebela contra a função sexual, gerando problemas mais profundos, que irão comprometer-lhe toda a existência, em razão da leviandade de quem se foi, indiferente pelo destino de quem ficou...

Na adolescência, porque os interesses giram em torno da identidade, da sexuaLidade, da afirmação da personalidade, além de outros, a atração entre os jovens é inevitável, produzindo grande empatia e estímulos que devem ser cultivados, porqüanto isso faz parte da formação do seu conceito de sociedade e de auto-realização. Todavia, éindispensável insistir quanto aos cuidados que devem ser tomados pelos moços em razão da precipitação em assumir atitudes e compromissos para os quais não estão preparados, tornando-se fáceis vítimas da imprudência e do desconhecimento.

Sob outro aspecto, porque os sentimentos ainda não estão maduros e o desconhecimento da função sexual é total, o ato não corresponde à expectativa ansiosa do adolescente, que se sente defraudado, receando novas experiências, ou precipitando-se em outras tantas a fim de descobrir os encantamentos a que as demais pessoas se referem com entusiasmo e que ele não vivenciou.

A educação sexual, portanto, tem regime de grande urgência, ao lado de um programa de dignificação da função genésica muito barateada por personagens atormentadas, que se tornam líderes da massa juvenil, e que, fugindo dos próprios conflitos perturbadores, estimulam-lhes o uso desordenado. Outras vezes, mediante caricaturas perversas, procuram influir na conduta juvenil, massificando todos no mesmo nível de comportamento estranho e inquietador, deixando-os insaciáveis e cínicos, enquanto afirmam que a única função da vida é o prazer imediato, sendo o sexo a válvula de escapamento para a insegurança, a insatisfação emocional e o fracasso de que se sentem possuídos, mesmo quando se sentam nos tronos dos triunfos ilusórios que a mídia lhes proporciona, sem os realizarem interiormente.

A maternidade é o momento superior de dignificação da mulher, quando todos os valores do sentimento e da razão se conjugam para o engrandecimento da vida. Faltando, àadolescente, experiência e conhecimento dos valores existen¬ciais durante a gravidez, o período é atormentado, sendo trans¬mitido ao feto inquietação e desassossego, quando não a revolta pela concepção indesejada.

Raramente acontece o fenômeno da compenetração maternal, quando se trata de Espírito afim, que volve ao regaço da afetividade de maneira inesperada, recompondo o passado de lutas e desares, com que ambos se encontram nos caminhos do amor: mãe e filho.

A maternidade na adolescência é dos mais tormentosos fenômenos que o sexo irresponsável produz, face às conseqüências que gera.

Orientar o adolescente quanto aos valores do sexo, ante a vida e o amor, é dever que todos os indivíduos se devem impor, auxiliando a mentalidade juvenil a encontrar o rumo de segurança para a felicidade, sem as cargas aflitivas provindas da leviandade do período anterior.

Livros: Adolescência e Vida
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
 
Francisco Rebouças

sábado, 25 de setembro de 2010

ULTRAPASSAMOS A MARCA DE 22.000!

Prezados amigos, é com grande alegria que acabamos de registrar a marca de 22.000 visitas ao nosso Blog Espírita.

Meu muito obrigado a vocês amigos, que nos honram com a confiança e amizade, e quero repartir com todos, o sucesso deste modesto trabalho de difusão da doutrina espírita.

O nosso estímulo maior é a sua participação diária, que representa o combustível indispensável para o fortalecimento do nosso bom ânimo para seguir com os nossos objetivos iniciais de divulgar a doutrina espírita com a fidelidade de um verdadeiro seguidor do Espiritismo.

Estamos todos de parabéns! Continue prestigiando e participando deste trabalho.

É uma honra tê-los ao nosso lado diariamente.

Que Jesus nosso Mestre e Guia nos mantenha a todos sob sua guarda e sob sua divina inspiração.

Um grande abraço,
Francisco Rebouças

CONVITE À PROBIDADE

“... Cingidos de verdade e sendo vestidos da couraça da justiça.” (Efésios: capítulo 6º, versículo 14.)

Consideras interiormente revoltado quanto ocorre em torno de ti e não poucas vezes vitimando-te também:

As circunstâncias negativas que proliferam cruéis, engendrando conflitos arbitrários que dizimam multidões inocentes sob o estrugir de guerras inexoráveis;

A fortuna que transita, passando de cofre a cofre, nos quais a usura coloca terríveis cadeados de dominação;

Enfermidades virulentas que desfalcam esperanças, enquanto decompõem corpos de linhas estéticas atraentes, reduzindo-os a escombros orgânicos em degeneração...

Vês a prosperidade dos maus, o júbilo sorrindo excelentes alegrias em bocas acostumadas à maledicência, à calúnia, e aplausos festivos aos que se demoram nas torpezas morais;

A tranqüilidade dormindo em companhia dos usurpadores;

O poder retido em mãos que se levantaram para apoiar carnificinas e o luxo desenfreado naqueles que se estribam em desfrutar do lenocínio organizado, do negócio de tóxicos destruidores, os benefícios da criminalidade de vário porte...

Repassas, mentalmente, as tragédias que abalam as estruturas emocionais do homem como se tudo estivesse na Terra — esse imenso navio fundeado em muitos quilômetros de atmosfera — qual nau à matroca.

Incêndios surpreendendo magotes indefesos e os destruindo;

Naufrágios em que perecem centenas de vidas, nos quais crianças e velhinhos são tragados pela voragem das águas volumosas;

Desastres aéreos em que se aglutinam esposos e mães devotados ou parentes aturdidos que encetam viagens precipitadas para atenderem familiares enfermos ou negócios de urgência, vitimados pelo golpe da fatalidade;

Homicídios que sofrem vítimas inermes, homens probos, corações honrados, e quantos infortúnios ocultos estão colocando travo de fel e ácido que requeima o espírito de milhões e milhões de corações!

Não podes compreender a Justiça em face do sensacionalismo dos veículos de comunicação que se comprazem em expor as desditas e tragédias que acontecem em todo lugar.

Acalma, porém, as aflições, para a refletir o insondável da tecedura da Lei que transcende as tuas pobres visões e os ângulos limitados da tua observação.

Está tudo certo ante as diretrizes funcionais de Deus.

Ocorre que no palco dos homens, mudam-se os cenários, trocam-se as indumentárias, mas as personagens são as mesmas: vão e tornam acumpliciadas com novos grupos que aderem espontaneamente às tragédias, às comédias, às exibições dos dramas do cotidiano, sob o impositivo da Lei.

A vítima inocente de hoje é o sicário impiedoso de ontem.

O trêmulo velhinho de agora justiçado, continua sendo a mão do verdugo passado, embora a indumentária cansada que o tempo carcome, mas que a Justiça Divina não olvidou.

A teu turno engendra causas positivas para que os efeitos da Lei não te alcancem na condição inevitável de alma sob o suplício do resgate penoso.

Não pratiques o mal porque a hora é má.

Não te despojes do bem porque te pareça inviável a ação elevada da Justiça e da misericórdia.

Recorda-te do Apóstolo Paulo e reveste-te da couraça da justiça para que disponhas da perenidade da paz.

Probidade é o estágio a que devem atingir os que encontraram Jesus, não obstante o clamor da perturbação, a balbúrdia inquietante das lutas ou as ciladas soezes da impiedade que grassa transitoriamente na Terra, nestes dias que precedem aos dias 1a vitória do Evangelho sobre todas as circunstâncias que amarfanham o espírito humano sedento de evolução.

Sê probo e honrado, especialmente quando escasseiam a honradez e a justiça na Terra.

Livro: Convites da Vida
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
 
Francisco Rebouças

Nunca se desespere!


Se o sofrimento bateu à sua porta não se desespere: são bem aventurados os que choram porque serão consolados.

O sofrimento parece a todos um mal, a dor apavora...

Mas, quando aprendemos que a dor é uma libertação que nos devolve a paz ao espírito passamos a julgá-la menos dolorosa.

Para que sua dor doa menos, aprenda a conformar-se com ela, porque ela representa sua libertação.

Livro: Minutos de Sabedoria
Carlos Torres Pastorino

Francisco Rebouças

Ante o testemunho

Em face das conjunturas arbitrárias das forças desconexas que pululam nos diversos setores da atividade humana hodierna, o aprendiz das excelentes idéias cristãs é convidado ao testemunho, a cada instante, sem que disso se possa eximir.

Em verdade, medem-se as idéias de enobrecimento através das resistências que oferecem, na vivência da sua própria divulgação.

Em conseqüência, quanto mais expressiva a ordem dos pensamentos superiores maiores as resistências a vencer.

O teste analisa a aprendizagem do educando.

A prova faculta os meios hábeis para a promoção do aprendiz.

O sofrimento convida o servidor do Cristo ao testemunho da convicção que desposa, ensejando-lhe ampliar os valores de que se encontra investido na disseminação do ideal que o abrasa.

Fala-se em testemunho evangélico em termos do passado, como se não fora lícita a repetição da aferição dos valores espirituais, nos dias que ora vivemos.

Indubitavelmente não dispomos da oportunidade eloqüente da arena ou do poste de sacrifício, da fogueira ou da masmorra úmida, do punhal habilmente manejado ou do veneno discretamente aplicado...

Há, porém, mais perigosos recursos de que não abrem mão os fatanazes da criminalidade, os fâmulos da licenciosidade.

No passado, a traição e o suborno, a acusação indébita e o perjúrio abraçavam a agressividade e o fanatismo no desiderato da perseguição sistemática... Mas hoje, também, é assim...

Não obstante a mudança dos tempos e o aperfeiçoamento dos métodos, unem-se os mesmos fomentadores da discórdia e do horror, tentando lobrigar seus resultados infelizes.

Multiplicam estratagemas e arregimentam técnicas objetivando colimar tais êxitos.

Não te concedas ilusões.

Irmanado a Jesus paga o ônus da tua fidelidade como e quanto te seja pedido.

No fragor da luta não emurcheças o riso nos lábios do coração nem anuvies as paisagens do espírito.
 
Mesmo que as avenidas da esperança se convertam em estreitos e difíceis caminhos, prossegue intimorato.

Se o fel verter na direção dos teus lábios, sorve a taça tranqüilamente. Os paladares desagradáveis também merecem consideração.

Seja o punhal da calúnia a ferir-te o cerne do espírito, seja o tóxico da zombaria malsinando tuas horas, seja a carantonha do desprezo esconjurando tua presença, seja a pedrada

do descrédito sobre o teu nome, não te perturbes.

A qualidade de um metal é considerada pela sua contextura íntima...

As essências raras são valiosas pela dificuldade em consegui-las.

Pela depuração desta ou daquela natureza, aprimora-se o produto que vai submetido ao processo especial.

Também tu.

Ligado a Jesus não podes ambicionar o que Ele próprio desconsiderou.

Assim, não te equivoques, não iludas ninguém. Permanece de espírito tranqüilo, alçado à Vida Espiritual - nosso ponto de origem, nosso abrigo de volta - servindo sempre e mais, fiel a ti mesmo e ao dever, aguardando a desencarnação que logo advirá, orando para que ela te surpreenda impertérrito no momento do testemunho, a fim de partires da Terra livre e feliz na direção d'Aquele que é o Excelso Guia e juiz de todos nós.

Livro: Celeiro de Bênçãos
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

Carta paterna

Meu filho, não tinhas razão em favor da cólera.

Vi, perfeitamente, quando o velhinho se aproximou para servir-te.

Trazia um coração amoroso e atento que não soubeste compreender

Deste uma ordem que o pobrezinho não ouviu tão bem, quanto desejavas. Repetiste-a e, porque novamente te perguntasse qualquer coisa, proferiste palavras feias, que lhe feriram as fibras mais íntimas.

Como foste injusto!...

Quando nasceste, o antigo servidor já vencera muitos invernos e servira a muita gente.

Enfraqueceram-se-lhe os ouvidos, ante as imperiosas determinações alheias.

Nunca refletiste na neblina que lhe enevoa o olhar? Adquiriu-a trabalhando à noite, enquanto dormias, despreocupado.

Sabes porque traz ele as pernas trêmulas? Devorou muitas léguas a pé, solucionando problemas dos outros.

Irritas-te, quando se demora a movimentar-se a teu mando. Contudo, exiges o automóvel para a viagem de dois quilômetros.

Em muitas ocasiões, queixas-te contra ele. É relaxado aos teus olhos, tem as mãos ílescuidadas e a roupa não muito limpa. Entretanto, nunca imaginaste que o apagado servidor jamais encontrou oportunidades iguais às que recebeste. Além disto, não lhe ofereces o ensinamento amigo e nem tempo para cogitar das próprias necessidades espirituais.

Reclamas longos dias para examinar pequenina questão, referente ao teu bem-estar; todavia, não lhe consagras nem mesmo uma hora por semana, ajudando-o a refletir...

Respondes, enfadado, quando o velho companheiro te pede alguns níqueis, mas não vacilas em despender pequenas fortunas com amigos ociosos, em noitadas alegres, nas quais te mergulhas em fantasioso contentamento.

Interrogas, ingrato: que fizeste do dinheiro que te dei?

Esqueces que o servo de fronte enrugada não dispôs de tempo e recurso para calcular, com exatidão, os processos de ganhar além do necessário e não conseguiu ensejo de ilustrar o raciocínio com o refinamento que caracteriza o teu.

Ah! meu filho, quando a impaciência te visita o espírito, recorda que o monstro da ira indesejável te bate à porta do coração. E quando a ele te entregas, Imprevidente tuas conquistas mais elevadas tremem nos alicerces. Chego a desconhecer-te porque a fúria dos elementos interiores te alteram a Individualidade aos meus olhos e eu não sei se passas a condição de criança ou de demônio!...

Se não podes conter, ainda, os movimentos impulsivos de sentimentos Perturbadores, chegado o instante do testemunho cala-te e espera.

A cólera nada edifica e nada restaura... Apenas semeía desconfiança e temor, ao redor de teus passos.

Não ameaces com a voz, nem te insurjas Contra ninguém.

É provável que guardes alguma reclamação contra mim, teu pai, Porque eu também sou ainda humano. No entanto, filho, acima de nós ambos permanece o Pai Supremo, e que seria de ti e de mim, se Deus, um dia, se encolerizasse contra nós?

Livros: Alvorada Cristã
Chico Xavier/Neio Lúcio
 
Francisco Rebouças

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

O Espírita e as eleições

Em épocas de eleições sempre nos defrontamos com as inúmeras correspondências que nos são enviadas pelos milhares de candidatos ávidos por conquistar votos para sua efetivação entre os privilegiados que conseguirão a glória da eleição tão almejada e disputada com os mais variados recursos, sejam lícitos ou ilícitos, decentes ou indecentes válidos ou inválidos.

Muitos dos confrades espíritas ficam absolutamente indiferentes ao processo eletivo, pouco se incomodando com o fato de que o candidato que se eleger com sua ajuda direta ou indireta, vai interferir diretamente em sua vida e na vida de todos os demais cidadãos de nossa sociedade. Muitos desses confrades por receio de se envolver em assuntos de política que dizem não ser para espíritas sérios, defendendo veementemente que não deve haver candidatos espíritas no processo de eleição para esse desiderato, que segundo afirmam é algo indigno para um homem honesto, decente e de bem.

Defendem com rigor seus argumentos fundamentados na tese de que candidatos espíritas poderiam se envolver em falcatruas e outras diversas situações muito comuns aos políticos, vide mídia diária, que manchariam a imagem e o bom nome do Espiritismo, incentivando ainda mais o combate dos adversários de nossa filosofia religiosa.

Não crêem que haja um candidato capaz de vencer os riscos que o cargo político oferece ao eleito, não dando a quem quer que seja a oportunidade de vivenciar os possíveis dons morais de que possa ser portador, esquecendo que o Dr. Bezerra de Menezes foi político e pelas suas ações provou que isso é perfeitamente possível.

Não param para pensar que a política está presente no dia-a-dia de cada homem ou mulher, quando faz sua escolha em qualquer assunto de sua vida, na busca de optar sempre pelo que melhor lhe satisfizer, e que ele mesmo se julga perfeitamente digno das ações que executa na realização de compromissos e afazeres, com essa finalidade, e que o espírita não deve ser um cidadão diferente dos demais, pois, está reencarnado neste mundo, com as mesmas oportunidades dos demais irmãos em caminhada evolutiva, sendo por isso mesmo, também responsável pelo progresso e desenvolvimento de nosso planeta.

Como espíritas que nos dizemos ser, precisamos atentar para que essa escolha dos nossos representantes se faça de forma consciente, buscando analisar as propostas dos inúmeros candidatos e confiar nossas esperanças naqueles que como nós defendam e favoreçam a vida e não a morte pelo aborto, ou a pena de morte, eutanásia etc., independentemente de serem ou não espíritas, pois, o que nos interessa são as boas resoluções que defendam para a construção e desenvolvimento da ordem da paz e do progresso das sociedades e dos povos.

Quanto à opção de alguns confrades de se candidatarem aos cargos políticos, nada temos contra, pois, eles têm o direito de pleitearem ao cargo que aspiram, só não podem esquecer que a mensagem espírita os tornam muito mais responsáveis pelos votos de confiança neles depositados em virtude do conhecimento que detêm da Lei de Causa e Efeito que a todos abrange, cada qual na medida de seus conhecimentos e responsabilidades.

Precisamos no entanto entender, que o simples fato de serem espíritas não os fazem merecedores dos nossos votos, precisamos meditar de forma equilibrada sobre seu procedimento como cidadão fazendo uma análise consciente de suas ações na sociedade em que se movimentam, pois, não estamos votando em defensores do espiritismo e sim, em construtores de uma sociedade mais humanizada, pacíficada e feliz, independentemente da filosofia religiosa que professem.

Francisco Rebouças

VOCÊ JÁ SERVIU DE PONTE, CHICO?


Bem ensina Emmanuel: — “A Natureza é sempre o celeiro abençoado de lições maternais.

Em seus círculos de serviço, coisa alguma permanece sem propósito, sem finalidade justa”.

Nela vemos o Ensino de tudo; qualquer elemento, qualquer coisa, o quadro de uma paisagem, a árvore, o rio, a fonte, o próprio estrume, tudo nos dá lições, quando vestidos com a virtude da humildade, sem visões estreitas, lemos o Livro de Deus.

Falávamos ao Chico sobre esses assuntos ao passarmos sobre uma ponte.

E ele lembrou Casimiro Cunha, em sua maravilhosa CARTILHA DA NATUREZA, que ele psicografou, dizendo:

“Ponte silenciosa,
No esforço fiel e ativo,
É um apelo à lei de amor,
Sempre novo, sempre vivo.”

“Vendo-a nobre e generosa,
Servindo sem altivez,
Convém saber se já fomos
Como a Ponte alguma vez”.

Lembrou-se também de haver Emmanuel lhe perguntado, um dia:

— Você já serviu de ponte alguma vez, Chi co? E que ele silenciara.

Mas, dias depois, viajando com um sacerdote, de Pedro Leopoldo para Belo Horizonte, num ônibus, recordara da pergunta de seu querido Guia, e servira de Ponte.

Com uma hora de boa conversa, repartiu com o irmão e companheiro de viagem o que já havia ganho.

Sentiu que fora Ponte, para que o servo do Cristo, em tarefa testemunhal, ganhasse a outra margem do conhecimento novo com o Amigo Celeste e se sentisse maravilhado.

Quantas vezes podemos ser Pontes e deixamos passar a oportunidade...

Que a lição nos sirva.

Abençoada lição de Emmanuel e Casimiro Cunha!

Livro: Lindos Casos de Chico Xavier
Ramiro Gama
 
Francisco Rebouças

Brasil coração do mundo...

https://youtu.be/_a9tpJnGcbw

Homenagem a Chico Xavier

Haroldo Dias Dutra - As cartas de Paulo

Haroldo Dutra - Jesus o Médico da Almas

https://youtu.be/Uk7OUvyGCZU



Divaldo Franco

https://youtu.be/OVbstbRFs9M

Entrevista sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis...

Reencarnação é uma realidade

Palestra O trabalho no Bem - Cristiane Parmiter

Palestra: As Leis Divinas e nós - Cristiane Parmiter

Palestra: Benevolência - Cristiane Parmiter

Palestra: Jesus e o Mundo - Cristiane Parmiter

Palestra: A Dinâmica do Perdão - Cristiane Parmiter

Palestra: Perante Jesus - Cristiane Parmiter

Palestra AVAREZA - Cristiane Parmiter

Palestra Obediência Construtiva - Cristiane Parmiter

Palestra Tribulações - Cristiane Parmiter

Palestra Conquistando a Fé - Cristiane Parmiter

Palestra Humildade e Jesus - Cristiane Parmiiter

Palestra Renúncia - Cristiane Parmiter

Rádios Brasil

Simplesmente Espetacular!!!

Professora Amanda Gurgel

Andrea Bocelli & Sarah Brightman - Time To Say Goodbye

De Kardec aos dias de hoje

Madre Teresa

As Mães de Chico Xavier

Reencarnação - Menino Piloto

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Muitas Vidas

Espiritismo: família de Andrea Maltarolli mantém contato com a autora - Mais Você - GLOBO

Divaldo Franco

ESPIRITISMO - CHICO XAVIER - REPORTAGEM DO FANTASTICO - OS SEGREDOS DE CHICO

Entrevista com Divaldo Franco

Sobre Emmanuel, Joanna de Ângelis, e muito mais, confira. 1ª Parte 2ª Parte

Oração de Gratidão - Divaldo Franco

Chico Xavier

Chico Xavier no Fantástico

Chico Xavier (2010) trailer oficial

Página de Mensagens

Nesta página estarei lançando variadas páginas de conteúdo edificante para nosso aprendizado.

Francisco Rebouças.

1-ANTE A LIÇÃO

"Considera o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo".- Paulo. II TIMÓTEO. 2:7.

Ante a exposição da verdade, não te esquives à meditação sobre as luzes que recebes.

Quem fita o céu, de relance, sem contemplá-lo, não enxerga as
estrelas; e quem ouve uma sinfonia, sem abrir-lhe a acústica da alma, não lhe percebe as notas divinas.

Debalde escutarás a palavra inspirada de pregadores ardentes, se não descerrares o coração para que o teu sentimento mergulhe na claridade bendita daquela.

Inúmeros seguidores do Evangelho se queixam da incapacidade de retenção dos ensinos da Boa Nova, afirmando-se ineptos à frente das novas revelações, e isto porque não dispensam maior trato à lição ouvida, demorando-se longo tempo na província da distração e da leviandade.

Quando a câmara permanece sombria, somos nós quem desata o ferrolho à janela para que o sol nos visite.

Dediquemos algum esforço à graça da lição e a lição nos responderá com as suas graças.

O apóstolo dos gentios é claro na observação. "Considera o que te digo, porque, então, o Senhor te dará entendimento em tudo."

Considerar significa examinar, atender, refletir e apreciar.

Estejamos, pois, convencidos de que, prestando atenção aos
apontamentos do Código da Vida Eterna, o Senhor, em retribuição à nossa boa-vontade, dar-nos-á entendimento em tudo.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

NO CAMPO FÍSICO

"Semeia-se corpo animal, ressuscitará corpo espiritual." - Paulo. (I CORÍNTIOS, 15:44.)

Ninguém menospreze a expressão animal da vida humana, a pretexto de preservar-se na santidade.

A imersão da mente nos fluidos terrestres é uma oportunidade de sublimação que o espírito operoso e desperto transforma em estruturação de valores eternos.

A sementeira comum é símbolo perfeito.

O gérmen lançado à cova escura sofre a ação dos detritos da terra, afronta a lama, o frio, a resistência do chão, mas em breve se converte em verdura e utilidade na folhagem, em perfume e cor nas flores e em alimento e riqueza nos frutos.

Compreendamos, pois, que a semente não estacionou. Rompeu todos os obstáculos e, sobretudo, obedeceu à influência da luz que a orientava para cima, na direção do Sol.

A cova do corpo é também preciosa para a lavoura espiritual, quando nos submetemos à lei que nos induz para o Alto.

Toda criatura provisoriamente algemada à matéria pode aproveitar o tempo na criação de espiritualidade divina.

O apóstolo, todavia, é muito claro quando emprega o termo "semeia-se". Quem nada planta, quem não trabalha na elevação da própria vida, coagula a atividade mental e rola no tempo à maneira do seixo que avança quase inalterável, a golpes inesperados da natureza.

Quem cultiva espinhos, naturalmente alcançará espinheiros.

Mas, o coração prevenido que semeia o bem e a luz, no solo de si mesmo, espere, feliz, a colheita da glória espiritual.

E N T R E I R M Ã O S
Olympia Belém (Espírito)[1]

Estes são tempos desafiadores para todos os que buscam um mundo melhor, onde reine o amor, onde pontifique a fraternidade, onde possam florir os mais formosos sentimentos nos corações.
Anelamos por dias em que a esperança, há tanto tempo acariciada, possa converter-se em colheita de progressos e de paz.
Sonhamos com esse alvorecer de uma nova era em que o Espiritismo, transformado em religião do povo, apresentando Jesus às multidões, descrucificado e vivo, possa modificar as almas, para que assumam seu pujante papel de filhas de Deus no seio do mundo.
Entrementes, não podemos supor que esses ansiados dias estejam tão próximos, quando verificamos que há, ainda, tanta confusão nos relacionamentos, tanta ignorância nos entendimentos, tanta indiferença e ansiedade nos indivíduos, como se vendavais, tufões, tormentas variadas teimassem em sacudir o íntimo das criaturas, fazendo-as infelizes.
A fim de que os ideais do Cristo Jesus alcancem a Terra, torna-se indispensável o esforço daqueles que, tendo ouvido o cântico doloroso do Calvário, disponham-se a converter suas vidas na madrugada luminosa do Tabor.
O mundo terreno, sob ameaças de guerras e sob os rufares da violência, em vários tons, tem urgência do Mestre de Nazaré, ainda que O ignore em sua marcha atordoada, eivada do materialismo que o fascina, que o domina e que o faz grandemente desfigurado, por faltar sentido positivo e digno no uso das coisas da própria matéria.
Na atualidade, porém, com as advertências da Doutrina dos Espíritos, com essa luculenta expressão da misericórdia de Deus para com Seus filhos terrenos, tudo se torna menos áspero, tudo se mostra mais coerente, oferecendo-nos a certeza de que, no planeta, tudo está de conformidade com a lei dos merecimentos, com as obras dos caminheiros, ora reencarnados, na estrada da suspirada libertação espiritual.
"A cada um segundo as suas obras" aparece como canto de justiça e esperança, na voz do Celeste Pastor.
Hoje, reunidos entre irmãos, unimo-nos aos Emissários destacados do movimento de disseminação da luz sobre as brumas terráqueas, e queremos conclamar os queridos companheiros, aqui congregados, a que não se permitam atormentar pelos trovões que se fazem ouvir sobre as cabeças humanas, ameaçadores, tampouco esfriar o bom ânimo, considerando que o Cristo vela sempre. Que não se deixem abater em razão de ainda não terem, porventura, alcançado as excelentes condições para o ministério espírita, certos de que o tempo é a magna oportunidade que nos concede o Senhor. Que ponham mãos à obra, confiantes e vibrantes, certos de que os verdadeiros amigos de Jesus caminham felizes, apesar das lutas e das lágrimas, típicas ocorrências das experiências, das expiações e das provas.
Marchemos devotados, oferecendo, na salva da nossa dedicação, o melhor que o Espiritismo nos ensina, o melhor do que nos apresenta para os que se perdem nas alamedas do medo, da desesperança e da ignorância a nossa volta.
Hoje, entre os amigos espíritas, encontramos maior ânimo para a superação dos nossos próprios limites, o que configurará, ao longo do tempo a superação dos limites do nosso honroso Movimento Espírita.
Sejamos pregadores ou médiuns, evangelizadores, escritores ou servidores da assistência social, não importa. Importa que nos engajemos, todos, nos labores do Codificador, plenificando-nos da grande honra de cooperar com os excelsos interesses do Insuperado Nazareno.
O tempo é hoje, queridos irmãos. O melhor é o agora, quando nos entrelaçamos para estudar, confraternizar e louvar a Jesus com os corações em clima festivo.
Certos de que o Espiritismo é roteiro de felicidade e bandeira de luz, que devemos içar bem alto sobre o dorso do planeta, abracemo-nos e cantemos, comovidos: Louvado seja Deus! Louvado seja Jesus!
Com extremado carinho e votos de crescente progres­so para todos, em suas lidas espiritistas, quero despedir-me sempre devotada e servidora pequenina.
Olympia Belém.

[1]
- Mensagem psicografada pelo médium J. Raul Teixeira no dia 03.09.95, no encerramento da X Confraternização Espírita do Estado do Rio de Janeiro.

O TEMPO

“Aquele que faz caso do dia, patrão Senhor o faz.” — Paulo. (ROMANOS, capítulo 14, versículo 6.)

A maioria dos homens não percebe ainda os valores infinitos do tempo.
Existem efetivamente os que abusam dessa concessão divina. Julgam que a riqueza dos benefícios lhes é devida por Deus.
Seria justo, entretanto, interrogá-los quanto ao motivo de semelhante presunção.
Constituindo a Criação Universal patrimônio comum, é razoável que todos gozem as possibilidades da vida; contudo, de modo geral, a criatura não medita na harmonia das circunstâncias que se ajustam na Terra, em favor de seu aperfeiçoamento espiritual.
É lógico que todo homem conte com o tempo, mas, se esse tempo estiver sem luz, sem equilíbrio, sem saúde, sem trabalho?
Não obstante a oportunidade da indagação, importa considerar que muito raros são aqueles que valorizam o dia, multiplicando-se em toda parte as fileiras dos que procuram aniquilá-lo de qualquer forma.
A velha expressão popular “matar o tempo” reflete a inconsciência vulgar, nesse sentido.
Nos mais obscuros recantos da Terra, há criaturas exterminando possibilidades sagradas. No entanto, um dia de paz, harmonia e iluminação, é muito importante para o concurso humano, na execução das leis divinas.
Os interesses imediatistas do mundo clamam que o “tempo é dinheiro”, para, em seguida, recomeçarem todas as obras incompletas na esteira das reencarnações... Os homens, por isso mesmo, fazem e desfazem, constroem e destroem, aprendem levianamente e recapitulam com dificuldade, na conquista da experiência.
Em quase todos os setores de evolução terrestre, vemos o abuso da oportunidade complicando os caminhos da vida; entretanto, desde muitos séculos, o apóstolo nos afirma que o tempo deve ser do Senhor.

Livro: Caminho Verdade e Vida.
Chico Xavier/Emmanuel.

NISTO CONHECEREMOS

"Nisto conhecemos o espírito da verdade e o espírito do erro." (I JOÃO, 4:6.)

Quando sabemos conservar a ligação com a Paz Divina, apesar de todas as perturbações humanas, perdoando quantas vezes forem necessárias ao companheiro que nos magoa; esquecendo o mal para construir o bem; amparando com sinceridade aos que nos aborrecem; cooperando espiritualmente, através da ação e da oração, a benefício dos que nos perseguem e caluniam; olvidando nossos desejos particulares para servirmos em favor de todos; guardando a fé no Supremo Poder como luz inapagável no coração; perseverando na bondade construtiva, embora mil golpes da maldade nos assediem; negando a nós mesmos para que a bênção divina resplandeça em torno de nossos passos; carregando nossas dificuldades como dádivas celestes; recebendo adversários por instrutores; bendizendo as lutas que nos aperfeiçoam a alma, à frente da Esfera Maior; convertendo a experiência terrena em celeiros de alegrias para a Eternidade; descortinando ensejos de servir em toda parte; compreendendo e auxiliando sempre, sem a preocupação de sermos entendidos e ajudados; amando os nossos semelhantes qual temos sido amados pelo Senhor, sem expectativa de recompensa; então, conheceremos o espírito da verdade em nós, iluminando-nos a estrada para a redenção divina.

DOUTRINAÇÕES

"Mas não vos alegreis porque se vos sujeitem os espíritos; alegrai-vos, antes, por estarem os vossos nomes escritos nos céus." — Jesus. (LUCAS, capítulo 10, versículo 20.)

Freqüentemente encontramos novos discípulos do Evangelho exultando de contentamento, porque os Espíritos perturbados se lhes sujeitam.

Narram, com alegria, os resultados de sessões empolgantes, nas quais doutrinaram, com êxito, entidades muita vez ignorantes e perversas.

Perdem-se muitos no emaranhado desses deslumbramentos e tocam a multiplicar os chamados "trabalhos práticos", sequiosos por orientar, em con-tactos mais diretos, os amigos inconscientes ou infelizes dos planos imediatos à esfera carnal.

Recomendou Jesus o remédio adequado a situações semelhantes, em que os aprendizes, quase sempre interessados em ensinar os outros, esquecem, pouco a pouco, de aprender em proveito próprio.

Que os doutrinadores sinceros se rejubilem, não por submeterem criaturas desencarnadas, em desespero, convictos de que em tais circunstâncias o bem é ministrado, não propriamente por eles, em sua feição humana, mas por
emissários de Jesus, caridosos e solícitos, que os utilizam à maneira de canais para a Misericórdia Divina; que esse regozijo nasça da oportunidade de servir ao bem, de consciência sintonizada com o Mestre Divino, entre as certezas
doces da fé, solidamente guardada no coração.

A palavra do Mestre aos companheiros é muito expressiva e pode beneficiar amplamente os discípulos inquietos de hoje.

Livro: Caminho Verdade e Vida.

Chico Xavier/Emmanuel.

FILHOS DA LUZ

FILHOS DA LUZ"Andai como filhos da luz." - Paulo.

(EFÉSIOS, 5:8.)Cada criatura dá sempre notícias da própria origem espiritual.

Os atos, palavras e pensamentos constituem informações vivas da zona mental de que procedemos.

Os filhos da inquietude costumam abafar quem os ouve, em mantos escuros de aflição.

Os rebentos da tristeza espalham o nevoeiro do desânimo.

Os cultivadores da irritação fulminam o espírito da gentileza com os raios da cólera.

Os portadores de interesses mesquinhos ensombram a estrada em que transitam, estabelecendo escuro clima nas mentes alheias.

Os corações endurecidos geram nuvens de desconfiança, por onde passam.

Os afeiçoados à calúnia e à maledicência distribuem venenosos quinhões de trevas com que se improvisam grandes males e grandes crimes.

Os cristãos, todavia, são filhos da luz.E a missão da luz é uniforme e insofismável.Beneficia a todos sem distinção.

Não formula exigências para dar.Afasta as sombras sem alarde.

Espalha alegria e revelação crescentes.Semeia renovadas esperanças.Esclarece, ensina, ampara e irradia-se.

Vinha de Luz

Chico Xavier/André Luiz


QUEM LÊ, ATENDA

"Quem lê, atenda." - Jesus. (MATEUS, 24:15.)

Assim como as criaturas, em geral, converteram as produções sagradas da Terra em objeto de perversão dos sentidos, movimento análogo se verifica no mundo, com referência aos frutos do pensamento.

Freqüentemente as mais santas leituras são tomadas à conta de tempero emotivo, destinado às sensações renovadas que condigam com o recreio pernicioso ou com a indiferença pelas obrigações mais justas.

Raríssimos são os leitores que buscam a realidade da vida.

O próprio Evangelho tem sido para os imprevidentes e levianos vasto campo de observações pouco dignas.

Quantos olhos passam por ele, apressados e inquietos, anotando deficiências da letra ou catalogando possíveis equívocos, a fim de espalharem sensacionalismo e perturbação? Alinham, com avidez, as contradições aparentes e tocam a malbaratar, com enorme desprezo pelo trabalho alheio, as plantas tenras e dadivosas da fé renovadora.

A recomendação de Jesus, no entanto, é infinitamente expressiva.

É razoável que a leitura do homem ignorante e animalizado represente conjunto de ignominiosas brincadeiras, mas o espírito de religiosidade precisa penetrar a leitura séria, com real atitude de elevação.

O problema do discípulo do Evangelho não é o de ler para alcançar novidades emotivas ou conhecer a Escritura para transformá-la em arena de esgrima intelectual, mas, o de ler para atender a Deus, cumprindo-lhe a Divina Vontade.

Livro; Vinha de Luz
Chico Xavier/Emmanuel