Solidarity Spiritist Societ

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Na presença do amor

“Aquele que ama a seu irmão está na luz e nele não  há escândalo.” João. (1ª Epístola de João, 2:10.) 

Quem  ama  o  próximo  sabe,  acima  de  tudo,  compreender. E quem compreende sabe livrar os olhos e os ouvidos do venenoso visco do escândalo, a fim de ajudar, ao invés de acusar ou desservir. 

É necessário trazer o coração sob a luz da verdadeira fraternidade, para  reconhecer  que  somos  irmãos  uns  dos  outros,  filhos de um só Pai. 

Enquanto nos demoramos na escura fase do apego exclusivo a nós mesmos, encarceramo-nos no egoísmo e exigimosque os outros nos amem. Nesse passo infeliz, não sabemos querer senão a  nós próprios,  tomando  os  semelhantes  por  instrumentos  de nossa satisfação. 

Mas se realmente amamos o companheiro de caminho, apaisagem de vida se modifica, de vez que a claridade do amor nos banhará a visão. 

Ama, pois, e assim como a lama jamais ofende a luz,a ofensa não mais te alcançará. 

Saberás que a miséria é fruto da ignorância e auxiliarás a vítima do mal,  nela  encontrando  o  próprio  irmão  necessitado  de apoio e entendimento.

Aprenderás a ouvir sem revolta, ainda mesmo que o crime te procure  os  ouvidos,  e  cultivarás  a  ajuda  ao  adversário, inda mesmo quando te vejas dilacerado, porque o perdão com esquecimento absoluto dos golpes recebidos surgirá espontâneo em teu espírito,  assim  como  a  tolerância  aparece  natural  na  fonte que acolhe no próprio seio as pedras que lhe atiram. 

Ama e compreenderás. 

Compreende  e  servirás  sempre  mais  cada  dia,  porque então permanecerás sob a glória da luz, inacessível a qualquer incursão das trevas.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

O Conhecimento da Lei Natural

Depois de muitos séculos de desunião, ou, pior ainda, de estúpida e feroz hostilidade  recíproca,  eis  que  as  Igrejas  Cristãs  começam a  compreender  a conveniência  de  colocarem  em  segunda  plana as  questiúnculas  que  as  dividem,  para  darem  mais  ênfase  ao objetivo  essencial que  lhes  é  comum:  a edificação  das  almas  para  o  Bem,  dispondo-se  a  envidar  sérios  esforços  no sentido de extinguirem, em suas respectivas hostes,o malfadado sectarismo, responsável por tantos males, substituindo-o por umespírito de tolerância e de colaboração mútuas. 

Esse nobre movimento constitui, sem dúvida, uma excelente contribuição à causa da fraternidade universal. Não deve, entretanto, parar aí, mas sim evoluir até o reconhecimento de que as demais religiões, embora não cristãs, também são dignas de todo o respeito, pois na doutrina moral de cada uma delas existe algo  de sublime,  capaz  de  levar  os  seus  profitentes ao  conhecimento  e à observância da Lei Natural estabelecida por Deus para a felicidade de todas as criaturas.

Ninguém contesta ser absolutamente indispensável habituar-nos, pouco a pouco, com a intensidade da luz para que ela não nos deslumbre ou encegueça. A Verdade, do mesmo modo, para que seja útil, precisa ser revelada de conformidade com o grau de entendimentode cada um dé nós. 

Daí não ter sido posta, sempre, ao alcance de todos, igualmente dosada. 

Para os que já alcançaram apreciável desenvolvimento espiritual, muitas crenças e cerimônias religiosas vigentes aqui, ali e acolá, parecerão absurdas, ou mesmo risíveis. Todas têm, todavia, o seu valor,porqüanto satisfazem à necessidade de grande número de almas simples que aelas ainda se apegam e nelas encontram o seu caminho para Deus. 

Essas almas simples não estão à margem da Lei do Progresso e, após uma série de novas existências, tempo virá em que também se libertarão de crendices e superstições para se nortearem por princípios filosóficos mais avançados. 

Por compreender isso foi que Paulo, em sua primeiraEpístola aos Coríntios (13:11), se expressou desta forma: 
“Quando eu era menino, falava como menino, julgava como menino, discorria como menino; mas, depois que cheguei a ser homem feito, dei de mão às coisas que eram de menino.” 

Kardec, instruído pelas vozes do Alto, diz-nos que  em todas as épocas e em  todos  os  quadrantes  da  Terra,  sempre  houve homens  de  bem  (profetas) inspirados  por  Deus  para  auxiliarem a  marcha  evolutiva  da  Humanidade. 

Destarte,  “para  o  estudioso,  não  há  nenhum  sistema  antigo  de filosofia, nenhuma  tradição,  nenhuma  religião,  que  seja despicienda,  pois  em  tudo  há germes  de  grandes  verdades que, se  bem  pareçam  contraditórias  entre  si, dispersas que se acham em meio de acessórios sem fundamento, facilmente coordenáveis se vos apresentam, graças à explicaçãoque o Espiritismo dá de uma  imensidade  de  coisas  que  até  agora  se  nos afiguravam sem  razão alguma, e cuja realidade está irrecusàvelmente demonstrada”. 
(Capítulo 1º, questão 619 e seguintes.) 

Livro: AS LEIS MORAIS 
Rodolfo Calligaris 

Francisco Rebouças

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Ultrapassamos a marca das 155.000 visitas!!

Maravilhoso!!!
  
Meu muito obrigado a Deus e a todos voês meus amigos, pela boa notícia. Superamos a barreira das 155.000 visitas  ao nosso Blog Espírita.  Lembramos que a instalação do contador em nosso blog, se deu em 31/10/2009.

Que alegria...!
Com as bênçãos de Deus nosso Pai e Criador, e a orientação segura dos Espíritos amigos, continuemos levando adiante com equilíbrio e lucidez esta nossa disposição de seguir o Mestre através de Kardec.

Esperamos continuar a  merecer a confiança, a companhia e a participação de vocês amigos queridos, que são sem dúvida alguma, o nosso maior patrimônio e o combustível a nos motivar ao trabalho com alegria e com a segurança de quem caminha em boas companhias.

Que o Mestre de Nazaré, guia e modelo de toda a humanidade nos mantenha unidos e operosos, sob sua divina inspiração, hoje e sempre!
Nosso muito obrigado de coração!!!
Paz seja com todos!
Francisco Rebouças

Estudando o Espiritismo - E.S.E.

É de notar-se que o Cristianismo surgiu quando o Paganismo já entrara em declínio e se debatia contra as luzes da razão. Ainda era praticado pro forma; a crença, porém, desaparecera; apenas o interesse pessoal o sustentava. Ora, é tenaz o interesse; jamais cede à evidência; irrita-se tanto mais quanto mais peremptórios e demonstrativos de seu erro são os argumentos que se lhe opõem. Sabe ele muito bem que está errado, mas isso não o abala, porquanto a verdadeira fé não lhe está na alma. O que mais teme é a luz, que dá vista aos cegos. É-lhe proveitoso o erro; ele se lhe agarra e o defende.

Sócrates, também, não ensinara uma doutrina até certo ponto análoga à do Cristo? Por que não prevaleceu naquela época a sua doutrina, no seio de um dos povos mais inteligentes da Terra? É que ainda não chegara o tempo. Ele semeou numa terra não lavrada; o Paganismo ainda se não achava gasto. O Cristo recebeu em propício tempo a sua missão. Muito faltava, é certo, para que todos os homens da sua época estivessem à altura das idéias cristãs, mas havia entre eles uma aptidão mais geral para as assimilar, pois que já se começava a sentir o vazio que as crenças vulgares deixavam na alma. Sócrates e Platão haviam aberto o caminho e predisposto os espíritos. (Veja-se, na "Introdução", o § IV: Sócrates e Platão, precursores da ideia cristã e do Espiritismo.).
Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. XXIII, item 9.

Francisco Rebouças

sábado, 25 de novembro de 2017

Vida Feliz

LVII
Canaliza bem a tua energia, a fim de que se não converta em presunção e violência.
Podes e deves ser enérgico nunca, porém, agressivo.
É justo que te sintas jubiloso com os teus recursos,todavia, não te tornes jactancioso.
Quando a tentação do revide perturbar-te o discernimento, reage e atua com severidade, entretanto sem exagero.
A força que edifica,também derruba.
Os fortes e temperamentais terminam os dias com os nervos em frangalhos e a sós...

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
Francisco Rebouças

quinta-feira, 23 de novembro de 2017

Palestras de dezembo no C.E.T.J.

C.E.T.J. - Centro Espírita Trabalhadores de Jesus
Av. Teixeira e Souza, 448
Centro - Cabo Frio - RJ.
CEP 28907-410
Telefone: (22) 2645-4468


























Francisco Rebouças

terça-feira, 21 de novembro de 2017

O Homem Bom

Conta-se que Jesus, após narrar a Parábola do Bom Samaritano, foi novamente interpelado pelo doutor da lei que, alegando não lhe haver compreendido integralmente a lição, perguntou, sutil:
– Mestre, que farei para ser considerado homem bom?
Evidenciando paciência admirável, o Senhor respondeu:
– Imagina-te vitimado por mudez que te iniba a manifestação do verbo escorreito e pensa quão grato te mostrarias ao companheiro que falasse por ti a palavra encarcerada na boca.
Imagina-te de olhos mortos pela enfermidade irremediável e lembra a alegria da caminhada, ante as mãos que te estendessem ao passo incerto, garantindo-te a segurança.
Imagina-te caído e desfalecente, na via pública, e preliba o teu consolo nos braços que te oferecessem amparo, sem qualquer desrespeito para com os teus sofrimentos.
Imagina-te tocado por moléstia contagiosa e reflete no contentamento que te iluminaria o coração, perante a visita do amigo que te fosse levar alguns minutos de solidariedade.
Imagina-te no cárcere, padecendo a incompreensão do mundo, e recorda como te edificaria o gesto de coragem do irmão que te buscasse testemunhar entendimento.
Imagina-te sem pão no lar, arrostando amargura e escassez, e raciocina sobre a felicidade que te apareceria de súbito no amparo daqueles que te levassem leve migalha de auxílio, sem perguntar por teu modo de crer e sem te exigir exames de consciência.
Imagina-te em erro, sob o sarcasmo de muitos, e mentaliza o bálsamo com que te acalmarias, diante da indulgência dos que te desculpassem a falta, alentando-te o recomeço.
Imagina-te fatigado e intemperante e observa quão reconhecido ficarias para  com  todos  os  que  te  ofertassem  a oração  do silêncio e a frase de simpatia.
Em seguida ao intervalo espontâneo, indagou-lhe o Divino Amigo:
– Em teu parecer, quais teriam sido os homens bons nessas circunstâncias?
– Os que usassem de compreensão e misericórdia para comigo – explicou o interlocutor.
– Então – repetiu Jesus com bondade –, segue adiante e faze também o mesmo.

Livro: Religião dos Espíritos – Cap. 49
Chico Xavier/Emmanuel.

Francisco Rebouças.

Seminário Anual de Confraternização da U.M.E.N.

AMIGOS,

Convidamos a todos para participar do Seminário de Confraternização Anual da UMEN. Abaixo, segue a programação. Que possamos todos estar presentes nesse momento para compartilharmos momentos de paz, reflexão e alegria junto a corações amigos. Até lá! 
























U.M.E.N. - União da Mocidade Espírita de Niterói
Rua Princesa Isabel, 45 - Bairro de Fátima, Niterói - RJ 

Francisco Rebouças

sábado, 18 de novembro de 2017

O fenômeno da morte


Presente e constante na existência humana, o fenômeno da morte constitui uma fatalidade da qual ninguém consegue eximir-se.
Ocorrendo a cada momento nas células, que também se renovam, ocasião chega em que a anóxia cerebral se encarrega de parar as funções do tronco encefálico, interrompendo a ocorrência biológica da vida física.
Todos os seres que nascem morrem, dando prosseguimento ao milagre da vida em outra dimensão, aquela de onde tudo procede.
O objetivo essencial da existência física, em consequência,  é a construção e a vivências dos valores éticos responsáveis pelo progresso incessante do Espírito até o momento em que alcança a plenitude.
Mesmo nos reinos vegetal e animal, o processo de nascimento e morte obedece à planificação do desenvolvimento evolutivo da essência divina presente em tudo e em toda parte como fundamental manifestação da vida.
Desde quando criado o ser, o deotropismo atrai-o com força dinâmica inescapável...
Ao atingir a fase do instinto, desenham-se-lhe no psiquismo, pelas experiências, os pródromos da razão, passo gigantesco no rumo da angelitude.
Fixar os valores que dignificam e elevam, que o libertam das heranças grosseiras da fase antropológica primitiva, torna-se-lhe, portanto, imposição inevitável que o arrasta no rumo da ascese, que se lhe constitui meta a ser conquistada.
Passo a passo, experiência após vivência, a ânsia de alcançar a paz e a sabedoria estimula-o ao prosseguimento, mesmo quando sob ações penosas do sofrimento, decorrente da desatenção e da rebeldia ante as leis que regem o universo.
Parte integrante do Cosmo, essa unidade minúscula que é o ser humano, à semelhança de uma miocropartícula que forma a unidade atômica, deve manter a sua constância sob o comando da consciência lúcida que reflete o estágio em que se encontra.
As ocorrências desastrosas por falta de discernimento, por teimosia dos instintos agressivos, retardam-lhe a marcha, sem dúvida, porém, não impedem que ocorram novas oportunidades vigorosas em provações ou expiações pungitivas que se encarregam de corrigir as anfractuosidades morais e os desvios comportamentais, impondo a conduta correta como a solução adequada para o equilíbrio e o bem-estar.
Viver é automático, porém, bem viver, selecionando as questões que promovem os sentimentos e a inteligência em níveis mais elevados, para a conquista da sabedoria, deve ser o objetivo de máxima importância para todo viajante na indumentária carnal.
Sócrates, totalmente lúcido e decidido a demonstrar a sua grandeza moral em fidelidade a tudo quanto ensinou e viveu, recebeu a morte como um grande bem.
Instado a fugir por Críton, que houvera organizado um plano audacioso com os seus demais amigos, surpreendeu-se e o repreendeu, demonstrando que as leis, mesmo quando injustas, devem ser obedecidas, de modo que a sociedade aprenda a estabelecer códigos de nobreza.
Caso fugisse, evidenciaria que era realmente o que dele diziam os inimigos, especialmente aqueles que o levaram ao tribunal com infâmias grosseiras.
E sofismando a respeito da existência, qual fizeram antes os juízes, anuiu com tranquilidade à sentença infame, demonstrando que a existência física é uma experiência de iluminação e não uma pousada para o prazer infinito.
Buda, de igual maneira, despedindo-se dos discípulos que aguardavam mais informações, a fim de darem continuidade à divulgação dos seus pensamentos, informou que lhes legava o dharma – a ordem universal imutável – e, serenamente abandonado por muitos que antes o assistiam, silenciou a voz e retornou à pátria da imortalidade.
Jesus é o exemplo máximo, porque no auge dos sofrimentos pôde pronunciar frases que assinalariam com vigor a sua despedida, desde o perdão aos crucificadores que não sabiam o que estavam fazendo (Lucas, 23:34), até entregar a mãezinha aos cuidados do discípulo amado e este ao seu carinho (João, 19:26-27), rompendo os laços da consanguinidade terrestre em favor da fraternidade universal.
Foi mais além, dialogando com o ladrão que lhe suplicava ajuda e socorrendo-o com a resposta da sublime esperança da sua entrada no reino dos Céus (Lucas, 23:43), assim que se desvencilhasse das asperezas dos erros, e se cumprisse tudo para quanto viera, num inolvidável silêncio após o tudo consumado(João, 19:30).
Logo mais, porém, retornava em júbilo na madrugada esplendente de sol e de beleza, confirmando a imortalidade e o triunfo da vida sobre contingência material, de modo que os amigos e quantos outros que o viram pudessem superar a injunção corpórea e voar nos rumos do Infinito.
Francisco de Assis, sofrido pela ingratidão de alguns dos melhores companheiros, ferido e maltratado, sem forças nem resistências orgânicas, exauriu-se lentamente, cantando sempre até o último hausto, a ponto de ser censurado por tanta alegria...
Todos aqueles que descobriram a imortalidade enfrentaram o fenômeno da consumpção dos tecidos orgânicos com estoicismo e naturalidade, alegrando-se com o término da tarefa terrestre abraçada, de modo a retornarem vitoriosos ao grande Lar de onde partiram no rumo do planeta terrestre.
*
Reflexiona diariamente a respeito da tua partida em direção à imortalidade, preparando-te, a fim de que não te fixes em interesses mesquinhos retentivos da retaguarda material.
Treina o pensamento em considerações constantes em torno da desencarnação, porquanto ela chegará, talvez, quando menos a esperes.
Se tiveres a felicidade de enfermar por longo prazo, diluindo os liames retentivos do corpo físico, isto será uma bênção.
Mas se fores convocado repentinamente, deixa-te conduzir com alegria, certo de que viverás.
Nada obstante, prepara-te conscientemente para enfrentar esse fenômeno terminal, agradecido ao corpo que te vem servindo de instrumento para a evolução, bem como a tudo quanto te ocorre na atual conjuntura evolutiva.

Joanna de Ângelis.
Psicografia de Divaldo Pereira Franco, na tarde de 2 de junho de 2014, na residência de Dominique e Armandine Chéron, em Vitry-sur-Seine, França.

Francisco Rebouças

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Espiritismo, fonte de Luz!


Aprendendo com a doutrina espírita!




















Francisco Rebouças

quarta-feira, 15 de novembro de 2017

REMANSO FRATERNO!

CAROS AMIGOS, O REMANSO FRATERNO PRECISA E CONTA COM A COLABORAÇÃO DE TODOS OS CORAÇÕES SENCÍVEIS, PARA CONTINUAR O BELO TRABALHO DE EDUCAR AS 220 CRIANÇAS, QUE LÁ RECEBEM TODA ASISSTÊNCIA  QUE PRECISAM PARA SE TORNAREM HOMENS E MULHERES DE BEM NO PORVIR!

Imagine que você é uma criança de baixa renda e tem a oportunidade de frequentar uma escola de alta qualidade, porém não tem como chegar lá. Essa é a realidade das 220 crianças que nós do Remanso Fraterno atendemos.

A educação é a chave para mudanças substanciais no país. Toda nossa estrutura educacional está pronta, mas agora nossas crianças contam com sua colaboração para ir e voltar de nossa escola. Garantindo seu calendário Remanso Fraterno 2018, você contribui com o transporte das nossas crianças. Faça parte!
















Saiba mais em:
https://www.kickante.com.br/campanhas/remanso-fraterno-transporte-para-nossos-alunos


Francisco Rebouças

terça-feira, 14 de novembro de 2017

Precisamos investir no amor!

“Ora, a nosso Deus e Pai seja dada glória para todo o sempre.” – Paulo. (Filipenses, 4:20.)

O Amor é Deus, Deus é amor!
Por isso é que o amor é a substância criadora e mantenedora do Universo, porque é de essência Divina. O amor é o estágio mais elevado do sentimento.
O homem só atinge a plenitude quando ama. Enquanto simplesmente exige atenção, compreensão, amor dos semelhantes, está se esquecendo da necessidade de amar sem exigir retribuição.
No atual estágio social da humanidade hodierna, a conotação de amor sofre a desvalorização do seu verdadeiro sentido para confundir-se, com o tormento sexual que não passa de instinto mal direcionado. No seu perfeito sentido, o amor une as almas, produzindo felicidade e paz.
Jesus o mestre maior, detentor de todas as virtudes, sintetizou o amor como sendo a única diretriz segura pela qual lograremos a ascensão espiritual almejada por todos nós.
O amor resume a doutrina de Jesus toda inteira, visto que esse é o sentimento por excelência, e os sentimentos são os instintos elevados à altura do progresso feito. Em sua origem, o homem só tem instintos; quando mais avançado e corrompido, só tem sensações; quando instruído e depurado, tem sentimentos. E o ponto delicado do sentimento é o amor, não o amor no sentido vulgar do termo, mas esse sol interior que condensa e reúne em seu ardente foco todas as aspirações e todas as revelações sobre-humanas. A lei de amor substitui a personalidade pela fusão dos seres; extingue as misérias sociais. Ditoso aquele que, ultrapassando a sua humanidade, ama com amplo amor os seus irmãos em sofrimento! ditoso aquele que ama, pois não conhece a miséria da alma, nem a do corpo. Tem ligeiros os pés e vive como que transportado, fora de si mesmo. Quando Jesus pronunciou a divina palavra – amor, os povos sobressaltaram-se e os mártires, ébrios de esperança, desceram ao circo”. (1)
O Amor é um tesouro que quanto mais se reparte, mais cresce e se multiplica, porque a migalha de nossa doação em proveito de outrem é imediatamente centuplicada conforme me nos asseguram os Imortais da Vida Maior.
Assim como o ar é fundamental para nossa vida material, o amor torna-se indispensável para a felicidade e a paz de todos os seres criados pela Inteligência Suprema, para a destinação maior que nos está assegurada que é a perfeição espiritual.
Quando o sentido verdadeiro do amor é confundido com o caráter de sensualidade na busca da satisfação dos prazeres imediatos da matéria, de forma desregrada e irresponsável, desvia-se de sua função maior e Divina que é a procriação e manutenção da espécie, e por essa razão, transforma-se em motivos de dores e sofrimentos tão facilmente constatados no dia a dia de nossa sociedade e não atende as finalidades para as quais se destina.
O prazer legítimo decorrente da vivência do amor na vida diária do ser humano é a alegria e a felicidade de ser útil, de amar a Deus e ao próximo sem exigências descabidas e sem intenções ocultas do recebimento de contrapartidas, isto é, “fazer o bem sem olhar a quem”.
O amor é um sentimento libertador, espontâneo que se irradia e contagia os envolvidos com seu perfume natural impregnando o ambiente em que se realizam atividades de cunho ético, moral superior. Quando se diz eu amo, e se associa esse amor à necessidade que se tem do outro, estamos fazendo uso equivocado da expressão em seu sentido verdadeiro de amar, que não está vinculado a qualquer situação de dependência.
Precisamos aprender a cuidar do desenvolvimento dessa semente que trazemos como condição impostergável para o crescimento moral espiritual de cada um de nós filhos de Deus. Somos sementes que contêm a essência divina que o Pai criador nos assegurou para a construção de nossa felicidade e pureza espiritual.
Haja, pois, o que houver, amemos cada vez mais para desfrutarmos o quanto antes do nosso próprio estado de equilíbrio e paz de interior!
Referência:(1) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo – FEB. 112ª edição. Cap. XI, item 8.
Francisco Rebouças

Estudando o Espiritismo - A Gênese

37. - Sendo o mesmo o perispírito, assim nos encarnados, como nos desencarnados, um Espírito encarnado, por efeito completamente idêntico, pode, num momento de liberdade, aparecer em ponto diverso do em que repousa seu corpo, com os traços que lhe são habituais e com todos os sinais de sua identidade. Foi esse fenômeno, do qual se conhecem muitos casos autênticos, que deu lugar à crença nos homens duplos. (3)

(3) Exemplos de aparições de pessoas vivas: Revue Spirite, de dezembro de 1858, págs. 329 e 331; - fevereiro de 1859, pág. 41; - agosto de 1859, pág. 197; - novembro de 1860, pág. 356.

Fonte - A Gênese - Cap. XIV.

Francisco Rebouças

sábado, 11 de novembro de 2017

Ensinamento Espírita!

"Só se pode definir por propriedade legítima, aquela que foi ou que é, adquirida com trabalho honesto, sem causar qualquer tipo de prejuízo para outrem. Porque é da Lei Maior a recomendação de não fazer a outrem o que não quereríamos que nos fizessem.

Assim sendo,  ilegítima e mesmo condenável é qualquer ação de aquisição, que não leve em consideração essa lei natural."


Francisco Rebouças

AS TRÊS FILHAS DA BÍBLIA.

Sob este título, o Sr. Hippolyte Rodrigues publicou uma obra na qual prevê a fusão das três grandes religiões descendentes da Bíblia. Um dos escritores do jornal lê Pays fez a esse respeito ás reflexões seguintes, no número de 10 de dezembro de 1866:
"O que são as três filhas da Bíblia? A primeira é judia, a segunda é católica, a terceira é maometana.
"Compreende-se em consequência que se trata aqui de um livro sério, e que a obra o Sr Hippolyte Rodrigues interessa especialmente aos espíritos sérios que se comprazem nas meditações morais e filosóficas sobre o destino humano.
"O autor crê numa próxima fusão das três grandes religiões que se chama as três filhas da Bíblia, e trabalha para conduzir a esse resultado, no qual vê um progresso imenso. É desta fusão que sairá a religião nova que considera como devendo ser a religião definitiva da Humanidade.
"Não quero iniciar aqui, com o Sr. Hippolyte Rodrigues, uma polêmica inoportuna sobre a questão religiosa que agita há tantos anos no fundo das consciências e nas entranhas da sociedade. Permito-me, no entanto, uma reflexão. Quero fazer aceitar a crença nova pelo raciocínio. Até este dia, não há senão a fé que tenha fundado e mantido as religiões, por esta razão suprema de que, quando se raciocina, não se crê mais, e quando um povo, uma época, deixou de crer, vemos logo ruir a religião existente, não se vê levantar a religião nova."
A.DECÉSENA.
Essa tendência, que se generaliza, de prever a unificação dos cultos, como tudo o que se liga à fusão dos povos, à diminuição das barreiras que os separam moralmente e comercialmente, é também um dos sinais característicos dos tempos. Não julgaremos a obra do Sr. Rodrigues, tendo em vista que não a conhecemos; não temos, não mais, a examinar, para o momento, por quais circunstâncias poderá ser trazido o resultado que espera, e que considera a justo título como um progresso; queremos somente apresentar algumas observações sobre o artigo acima.
O autor está num grande erro quando diz que "quando se raciocina não se crê mais." Dizemos, ao contrário, que quando se raciocina sua crença, se crê mais firmemente, porque se a compreende; foi em virtude deste princípio que dissemos: Não há fé inabalável senão aquela que pode encarar a razão face a face em todas as épocas da Humanidade.
O erro da maioria das religiões é de haver erigido em dogma absoluto o princípio da fé cega, e de haver, em favor desse princípio, que anula a ação da inteligência, feito aceitar, durante um tempo, as crenças que os progressos ulteriores da ciência vieram contradizer. Disto resultou, num grande número de pessoas, essa prevenção de que toda crença religiosa não pode suportar o livre exame, confundindo, numa reprovação geral, o que não eram senão casos particulares. Esta maneira de julgar as coisas não é mais racional de que se condenasse todo um poema, porque encerraria alguns versos incorretos, mas é mais cômoda para aqueles que não querem crerem nada, porque, rejeitando tudo, se creem dispensados de nada examinar.
O autor comete um outro erro capital quando diz: "Quando um povo, uma época deixou de crer, vê-se logo ruir a religião existente, não se vê levantar a religião nova."
Onde viu ele, na história, um povo, uma época sem religião?
A maioria das religiões nasceram nos tempos recuados, quando os conhecimentos científicos eram muito limitados ou nulos; elas erigiram em crenças noções errôneas, que só o tempo poderia retificar. Infelizmente, todas foram fundadas sobre o princípio da imutabilidade, e como quase todas confundiram, num mesmo código, a lei civil e a lei religiosa, tendo disto resultado que, num momento dado, o espírito humano, tendo caminhado, ao passo que as religiões permaneceram estacionárias, estas não se encontraram mais à altura das ideias novas. Elas caem, então, pela força das coisas, como caem as leis, os costumes sociais, os sistemas políticos que não podem responder às necessidades novas. Mas como as crenças religiosas são instintivas no homem, e constituem, pelo coração e pelo espírito, uma necessidade tão imperiosa quanto à legislação civil para a ordem social, elas não se aniquilam: elas transformam-se.
A transição não se opera jamais de maneira brusca, mas pela mistura temporária das ideias antigas e das ideias novas; é de início uma fé mista que participa de umas e das outras; pouco a pouco a velha crença se extingue, a nova cresce, até que a substituição seja completa. Por vezes, a transformação não é senão parcial; são então as seitas que se separam da religião mãe modificando alguns pontos de detalhe. Foi assim que o Cristianismo sucedeu ao paganismo, que o Islamismo sucedeu ao fetichismo árabe, que o Protestantismo, a religião grega, se separaram do Catolicismo. Por toda a parte veem-se os povos não deixara crença senão para tomar uma apropriada ao seu estado de adiantamento moral e intelectual; mas em nenhuma parte há solução de continuidade.
Em nossos dias se vê, é verdade, a incredulidade absoluta erigida em doutrina e professada por algumas seitas filosóficas; mas seus representantes, que constituem uma ínfima minoria na população inteligente, têm o erro de se crerem todo um povo, toda uma época, e porque não querem mais religião, pensam que sua opinião pessoal é o encerramento dos tempos religiosos, ao passo que não é senão uma transição parcial para uma outra ordem de ideias.
Fonte: Kardec, Allan - Revista Espírita – Fevereiro de 1867.
Francisco Rebouças

terça-feira, 7 de novembro de 2017

Vida Feliz

LVI
As vitórias das questões ilegais são utópicas.

Deixam paladar de amargura.

Injustas, ferem os outros, não podendo beneficiar, realmente, a ninguém.

Quem edifica sobre terreno alheio, termina por perder a construção.

Nunca será justa a alegria conseguida no rio das lágrimas alheias.

Cuida bem das tuas causas e luta somente quando ti verem o apoio legal e se firmarem nos alicerces da moral.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

Da prática do bem não se pode desistir!

“Pondo de lado todo o impedimento… corramos com perseverança a carreira que nos está proposta”. Paulo (Hebreus, 12:1.)
Precisamos ter olhos de ver e ouvidos de ouvir para observar a generosidade grandiosa das concessões Divinas por toda a parte em nosso favor, sem que, muitas das vezes, sequer percebamos.
“Deus consola os humildes e dá força aos aflitos que lhe pedem. Seu poder cobre a Terra e, por toda a parte, junto de cada lágrima colocou ele um bálsamo que consola. A abnegação e o devotamento são uma prece contínua e encerram um ensinamento profundo. A sabedoria humana reside nessas duas palavras. Possam todos os Espíritos sofredores compreender essa verdade, em vez de clamarem contra suas dores, contra os sofrimentos morais que neste mundo vos cabem em partilha. Tomai, pois, por divisa estas duas palavras: devotamento e abnegação, e sereis fortes, porque elas resumem todos os deveres que a caridade e a humildade vos impõe. O sentimento do dever cumprido vos dará repouso ao espírito e resignação. O coração bate então melhor, a alma se asserena e o corpo se forra aos desfalecimentos, por isso que o corpo tanto menos forte se sente, quanto mais profundamente golpeado é o espírito. – O Espírito de Verdade. (Havre, 1863.)” (1)
Embora quase sempre nos entreguemos a demoradas meditações sobre a distribuição de alguns desses recursos que nos chegam pela infinita misericórdia Celestial em favor de algum dos nossos semelhantes, Deus não altera as suas Leis de abundância, para que não falte a ninguém o mínimo necessário para seu bem estar.
Alguns exemplos dessa generosidade Divina podem ser comprovados no trabalho incessante do Sol magnificente, nutrindo a vida em todas as direções, na fartura do ar puro fornecido a tudo e a todos sem mesquinhez, na beleza da fonte que se dá sem reservas e sem exigências, tudo, infinitamente, doado a todos sem custo algum.
Assim como acontece às concessões do Senhor na ordem material, também no Reino do Espírito desfrutamos de uma imensidade de benefícios, isto porque, as portas da Sabedoria e do Amor permanecem, incessantemente, abertas para as descobertas científicas que nos facilitarão sentir as alegrias da compreensão humana e perceber que as luzes da sublimação interior estão acessíveis a todas as criaturas.
“Não pode o homem, pelas investigações científicas, penetrar alguns dos segredos da Natureza?
A Ciência lhe foi dada para seu adiantamento em todas as coisas; ele, porém, não pode ultrapassar os limites que Deus estabeleceu.
Quanto mais consegue o homem penetrar nesses mistérios, tanto maior admiração lhe devem causar o poder e a sabedoria do Criador. Entretanto, seja por orgulho, seja por fraqueza, sua própria inteligência o faz joguete da ilusão. Ele amontoa sistemas sobre sistemas e cada dia que passa lhe mostra quantos errou tomou por verdades e quantas verdades rejeitou como erros. São outras tantas decepções para o seu orgulho”. (2)
No entanto, mesmo diante do imenso rio de graças que a vida nos propicia, cada criatura somente se beneficia da porção de riquezas que possa perceber e utilizar, proveitosamente, a seu favor e do seu semelhante. Para isso é necessário que cada um de nós estude, observe, trabalhe e procure renovar e ampliar a visão acanhada que sempre nos dificultou a caminhada na estrada do progresso moral e espiritual.
É inteligente raciocinar que sendo Deus nosso Pai e Criador, a ninguém deixou de conceder os dons e as virtudes necessários ao nosso crescimento espiritual que nos farão alcançar um dia a pureza e a felicidade as quais estamos destinados como filhos amados por um Amor que ainda estamos muito distantes de compreender.
Referências Bibliográficas:
(1) KARDEC, ALLAN. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB, 112ª edição, cap.VI, item 8;
(2) KARDEC, ALLAN, O Livro dos Espíritos. Capítulo 2, Item 19. FEB, 76ª edição.
Francisco Rebouças

segunda-feira, 6 de novembro de 2017

Pensamento

"Embora nossas deficiências e dificuldades do momento, é preciso entender que temos a Luz Divina em nosso mundo interior, e que não nos cabe desistir em hipótese alguma, de lutar pela construção da felicidade e da paz de espírito que tanto almejamos desfrutar".

Francisco Rebouças

quinta-feira, 2 de novembro de 2017

Refletindo...

“Como Espíritas que alardeamos ser, precisamos sustentar acesa a lâmpada de nossa fé na superior destinação para a qual fomos criados pela Suprema Inteligência do Universo. 

Sabedores que somos de que o Espírito jamais se extingue, precisamos refletir no que consiste a vontade de Deus a nosso respeito e procurar tirar o melhor proveito das lições e desafios de cada dia.

É para esse esforço constante que os Estudiosos do Evangelho estão sendo convocados na atualidade dos acontecimentos no Planeta, a contribuir com os conhecimentos adquiridos nas mensagens e exemplos deixados pelo nosso Guia e Modelo, na implantação de uma nova era de procedimentos em que a ética e a moral cristã sobrepujam a insensatez do momento que testemunhamos na atualidade, que conduz a sociedade por caminhos obscuros e de consequências lastimáveis.

Não será lícito deixar de fazer a parte que nos está confiada no processo de renovação moral que se faz urgente iniciar e para o qual receberemos as mais elevadas quotas de auxílio das Esferas Superiores.”


Francisco Rebouças

NINGUÉM MORRE

EMMANUEL

Não reclames da Terra; 
Os seres que partiram... 

Olha a planta que volta;  
Na semente a morrer.

Chora, de vez que o pranto  
Purifica a visão. 

No entanto, continua 
Agindo para o bem. 

Lágrimas sem revolta 
É orvalho de esperança. 

A morte é a própria vida;  
Numa nova direção. 

Página recebida pelo Médium Francisco Cândido Xavier, em reunião pública do Grupo Espírita da Prece, na noite de 10 de outubro de 1978, em Uberaba, MG.

Livro: CARAVANA DE AMOR
Chico Xavier/Hércio Marcos Cintra Arantes - Espíritos Diversos.

Francisco Rebouças