Solidarity Spiritist Societ

terça-feira, 11 de junho de 2013

INDUÇÃO E AÇÃO


Emmanuel 

Entendendo a nossa condição de espíritos imortais, é justo se te peça  tolerância e paciência, diante dos companheiros que a vida te confiou à  direção e à intimidade.

Não é unicamente a noção por certos prejuízos que se fazem suscetíveis de conduzir uma criatura ao desequilíbrio ou a auto-destruição. A nossa possível atitude condenatória, em muitos casos, é o fator desencadeante que  a impele par a loucura ou para o suicídio. 

Em vista, se consegues discernir os riscos em que se encontram  determinados irmãos, usa a caridade do entendimento para com eles, a fim de  que não venhas a precipitá-los em riscos maiores. 

Se pessoas estimáveis caíram em erro, não lhes aumentes o peso da culpa, destacando-lhes esse ou aquele gesto infeliz.

Aos enfermos não te dirijas, comentando-lhes os males, para que esses mesmos males não lhes cresçam na imaginação.

A frase de tristeza para os tristes é mais um toque de sombra, ampliando-lhes a angústia.

Perante os aflitos, não apresentes esse ou aquele quadro de inquietação, capaz de impulsioná-los ao desespero.

Recorda que toda conversação está carregada de poder criativo.

Usa o verbo para o bem e faze com ele a felicidade de quantos te compartilham a vida. 

Não é apenas o mal que praticamos aquele que se nos debita nas contas cármicas a pagar, mas igualmente, aqueles outros males que sugerimos ao próximo, impelindo os semelhantes à faltas determinadas pela nossa capacidade de criar imagens nos cérebros alheios com pincel de nossos  apontamentos e com as nossas tintas de indução.
 
Livro: Amigo
Chico Xavier/Emmanuel
 
Francisco Rebouças