Solidarity Spiritist Societ

segunda-feira, 31 de julho de 2017

Vida Feliz

L
Deus dotou-te de força de vontade.

Se te parece fraca, é porque não a tens exercitado.

Toda e qualquer função orgânica ou moral necessita de exercício a fim de atender com rapidez aos comandos mentais.

Treina-a nos pequenos hábitos viciosos, buscando corrigi-los, e, lentamente, vai passando para desafios mais expressivos.

Através de uma vontade disciplinada conseguirás atingir os objetivos máximos da tua atual existência.

Não desistas, se, de início, fracassares.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

quinta-feira, 27 de julho de 2017

Livres mas responsáveis!

De vez em quando ouvimos perguntas de pessoas que querem saber se a criatura humana é realmente livre, ao que respondemos de forma afirmativa acrescentando que o homem é livre para usar o seu arbítrio da forma que desejar, mas estará ligado inevitavelmente aos efeitos danosos ou proveitosos de suas próprias ações, conforme afirmativa de Jesus “A cada um segundo as suas obras”. (1)
Meditemos tanto quanto possível com toda atenção e examinemos alguns efeitos dessa sementeira e sua consequente colheita, ou seja, o emprego do livre arbítrioe seus efeitos no destino do espírito encarnado em prova ou expiação na Terra, a caminho da sua purificação e elevação moral espiritual.
Comecemos pelo desejo de posse que todo ser humano aspira possuir, os Espíritos Superiores nos esclarecem que somos livres para conquistar e reter quaisquer posses que as nossas leis terrestres nos facultem, de forma responsável desde que sejam para utilização com equilíbrio e sem excessos em nosso próprio favor e em benefício de todos; mas, se abusarmos delas fomentando, pelo egoísmo, a penúria dos semelhantes, teremos como resposta das Leis Divinas a medicação amarga das provações com as quais aprenderemos a acender em nosso mundo íntimo a chama viva da luz da abnegação.
No campo das transações comerciais, temos liberdade para efetuar as operações que nos sejam mais aprazíveis, mas precisamos realizar nossas atividades profissionais com real proveito para o nosso progresso e conforto, sem nos esquecer da clientela que nos garante o êxito do empreendimento; mas, se arruinamos a economia dos outros com a finalidade de auferir lucros exagerados, causando com essa atitude prejuízo visível ao próximo, encontraremos nas Leis Divinas o corretivo das provações com que aprenderemos desenvolver em nosso interior a bendita luz da retidão.
Na área do Conhecimento pelo estudo, gozamos da liberdade de ler e estudar tudo o que quisermos para conquistar a sabedoria a fim de falar ou escrever com conhecimento de causa, mobilizando os recursos culturais conquistados em auxílio daqueles que nos partilham a romagem terrestre; mas, se elegemos os valores da inteligência a serviço do mal, arruinando a existência dos nossos irmãos em humanidade, com o objetivo de incitar o próprio orgulho, encontraremos nas Leis Divinas o convite ao reajuste pelas provações com as quais aprenderemos acender em nosso templo interno a luz do discernimento, porque ninguém em sã consciência pode esperar conquistar direitos sem obrigações e nem equilíbrio sem paz em seu mundo interior.
Foi por essa razão que Jesus nos, afirmou claramente: ― “Conhecereis a verdade e a verdade vos fará livres”. (2)
No campo do trabalho somos independentes para abraçar as tarefas que mais nos afeiçoarmos para dignificar o desejo de nos tornar seareiros do progresso na construção da felicidade geral; mas se dilapidamos o dom de empreender e agir na sustentação de atitudes infelizes para favorecer nossos interesses menos dignos encontraremos nas Leis Divinas os efeitos retificadores das provações pelos quais aprenderemos a ligar em nosso Ser a chama brilhante da caridade.
Concluímos assim, que somos livres para fazer o que desejarmos da forma que escolhermos, mas não nos furtaremos da colheita obrigatória dos resultados felizes ou infelizes das nossas próprias ações.
Por essa razão, Joanna de Ângelis nos solicita:
“Vive sempre em paz.
Uma consciência tranquila, que não traz remorsos de atos passados, nem teme ações futuras, gera harmonia.
Nada de fora perturba um coração tranquilo, que pulsa ao compasso do dever retamente cumprido.
A paz merece todo o teu esforço para consegui-la.” (3)
A Doutrina Espírita nos esclarece que as Leis Divinas mantêm os princípios da Justiça ativos em todo o Universo, não se resumindo a Céu e Inferno com castigos e privilégios de ordem exterior. A reencarnação é o sábio mecanismo que Deus instituiu por misericórdia para nos conceder a oportunidade de modificar e retificar procedimentos equivocados de outrora, a fim de fazermos jus à paz e a felicidade que estamos destinados. Urge atentarmos para as sábias palavras de Jesus, quando nos asseverou: “Ninguém poderá ver o reino de Deus se não nascer de novo”. (4)
Referências:(1) Mateus- 16: 17.
(2) João- 8: 32.
(3) Franco, Divaldo, pelo Espírito Joanna de Ângelis. Livro: Vida Feliz – Cap. VIII.
(4) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo – F.E.B. 112ª edição – Cap. IV.
Francisco Rebouças

terça-feira, 25 de julho de 2017

Crianças

“Vede, não desprezeis alguns destes pequeninos;” – Jesus. (Mateus, 18:10.)

Quando Jesus nos recomendou não desprezar os pequeninos, esperava de nós não somente medidas providenciais alusivas ao pão e à vestimenta.

Não basta alimentar minúsculas bocas famintas ou agasalhar corpinhos enregelados. É imprescindível o abrigo moral que assegure ao espírito renascente o clima de trabalho necessário à
sua sublimação.

Muitos pais garantem o conforto material dos filhinhos, mas lhes relegam a alma a lamentável abandono.

A vadiagem na rua fabrica delinquentes que acabam situados no cárcere ou no hospício, mas o relaxamento espiritual no reduto doméstico gera demônios sociais de perversidade e loucura que em muitas ocasiões, amparados pelo dinheiro ou pelos postos de evidência, atravessam largas faixas do século, espalhando miséria e sofrimento, sombra e ruína, com deplorável impunidade à frente da justiça terrestre.

Não desprezes, pois, a criança, entregando-a aos impulsos da natureza animalizada.

Recorda que todos nos achamos em processo de educação e reeducação, diante do Divino Mestre.

O prato de refeição é importante no desenvolvimento da criatura, todavia, não podemos esquecer que “nem só de pão vive o
homem”.

Lembremo-nos da nutrição espiritual dos meninos, através de nossas atitudes e exemplos, avisos e correções, em tempo oportuno, de vez que desamparar moralmente a criança, nas tarefas
de hoje, será condená-la ao menosprezo de si mesma, nos serviços de que se responsabilizará amanhã.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

sábado, 22 de julho de 2017

Estudando o Espiritismo - L.E.

CAPÍTULO X
DAS OCUPAÇÕES E MISSÕES DOS ESPÍRITOS

558. Alguma outra coisa incumbe aos Espíritos fazer, que não seja melhorarem-se pessoalmente?
“Concorrem para a harmonia do Universo, executando as vontades de Deus, cujos ministros eles são. A vida espírita é uma ocupação contínua, mas que nada tem de penosa, como a vida na Terra, porque não há a fadiga corporal, nem as angústias das necessidades.”

559. Também desempenham função útil no Universo os Espíritos inferiores e imperfeitos?
“Todos têm deveres a cumprir. Para a construção de um edifício, não concorre tanto o último dos serventes de pedreiro, como o arquiteto?” (540)

560. Tem atribuições especiais cada Espírito?
“Todos temos que habitar em toda parte e adquirir o conhecimento de todas as coisas, presidindo sucessivamente ao que se efetua em todos os pontos do Universo. Mas, como diz o Eclesiastes, há tempo para tudo. Assim, tal Espírito cumpre hoje neste mundo o seu destino, tal outro cumprirá ou já cumpriu o seu, em época diversa, na terra, na água, no ar, etc.”

Fonte: O Livro dos Espíritos.

Francisco Rebouças

Seguir adiante com determinação

O Espiritismo deixa bem claro para todos nós que o burilamento moral e a prática do bem, constituem o roteiro seguro de nossa caminhada na construção do progresso moral espiritual a caminho da felicidade e da paz da consciência tranquila em harmonia com as Leis Divinas. Alertam-nos para o cuidado que devemos tomar porque em toda extensão do caminho, existem os naturais desafios que precisam ser enfrentados e superados, com trabalho e determinação.
Assim como nas escolas convencionais do mundo, formam-se alunos, através das lições e dos testes a que são submetidos, a fim de que possam melhor assimilar o aprendizado cultural que precisam adquirir das ciências do mundo, também o Espírito, nas variadas experiências da reencarnação, vai adquirindo de prova em prova, o mérito indispensável para ascender na escalada evolutiva.
Vejam o que nos fala Emmanuel sobre o assunto:
Como renovar os processos de educação para a melhoria do mundo?
As escolas instrutivas do planeta poderão renovar sempre os seus métodos pedagógicos, com esses ou aqueles processos novos, de conformidade com a psicologia infantil, mas a escola educativa do lar só possui uma fonte de renovação que é o Evangelho, e um só modelo de mestre, que é a personalidade excelsa do Cristo.
Os pais espiritistas devem ministrar a educação doutrinária a seus filhos ou podem deixar de fazê-lo invocando as razões de que, em matéria de religião, apreciam mais a plena liberdade dos filhos?
O período infantil, em sua primeira fase, é o mais importante para todas as bases educativas, e os pais espiritistas cristãos não podem esquecer seus deveres de orientação aos filhos, nas grandes revelações da vida. Em nenhuma hipótese, essa primeira etapa das lutas terrestres deve ser encarada com indiferença.
O pretexto de que a criança deve desenvolver-se com a máxima noção de liberdade pode dar ensejo a graves perigos. Já se disse, no mundo, que o menino livre é a semente do celerado. A própria reencarnação não constitui em si mesma restrição considerável à independência absoluta da alma necessitada de expiação e corretivo?
Além disso, os pais espiritistas devem compreender que qualquer indiferença nesse particular pode conduzir a criança aos prejuízos religiosos de outrem, ao apego do convencionalismo e à ausência de amor à verdade.
Deve nutrir-se o coração infantil com a crença, com a bondade, com a esperança e com a fé em Deus. Agir contrariamente a essas normas é abrir para o faltoso de ontem a mesma porta larga para os excessos de toda sorte, que conduzem ao aniquilamento e ao crime.
Os pais espiritistas devem compreender essa característica de suas obrigações sagradas, entendendo que o lar não se fez para a contemplação egoística da espécie, mas, sim, para santuário onde, por vezes, se exige a renúncia e o sacrifício de uma existência inteira”.(1)
Preciso se faz entender, que toda e qualquer lição carrega em si mesma, um objetivo nobilitante a ser compreendido e alcançado, através de acurados estudos, que certamente exigirão disciplina e atenção para as possíveis dificuldades de compreensão e entendimento. Somente através do desenvolvimento intelectual do indivíduo, poderá ele desfrutar do prazer de ter desenvolvida a inteligência de que é portador, e dessa forma poder discernir com conhecimento de causa, fazendo melhores escolhas em tudo na vida.
Ainda sobre o tema, ouçamos Joanna de Ângelis que nos diz: “Estudar não é apenas uma proposta de absorção de valores externos, mas, um convite ao auto descobrimento através da reflexão atenta para todos os estímulos que recebemos, inclusive dos conteúdos psíquicos que emergem do nosso inconsciente, influenciando o comportamento pessoal”. Justifica-se, assim, o chamamento da Benfeitora espiritual aos médiuns e a todos nós: Estuda a Doutrina Espírita e Estuda-te. (2)
Precisamos saber interpretar as inúmeras maneiras com as quais a vida nos solicita o enfrentamento e a superação das nossas tentações de todas as formas para que construamos em nós a fortaleza espiritual, que são ocasiões para exercitar o perdão, o ensejo para a aquisição de humildade, o trabalho árduo na obtenção da paciência etc., porquanto as necessidades físicas e morais do nosso próximo precisam ser entendidas como oportunidades de serviço que a vida nos oferece para que façamos o possível no limite de nossas possibilidades para minorá-las ou até mesmo eliminá-las.
Que não nos deixemos abater quando atribulações nos visitarem, evitando a todo custo o desespero e a rebeldia, que só serviriam para agravar ainda mais as dores e as lágrimas, infelicitando-nos a vida. Deus não nos confiaria uma cruz mais pesada do que as que nossas forças suportassem, e só nos deixa pelas experiências que nos são necessárias para conquistarmos em cada oportunidade reencarnatória a subida de mais um degrau na escada evolutiva do progresso moral espiritual, que nos possibilitará conquista da felicidade que todos sonhamos vivenciar um dia.
Sabemos que depende unicamente de cada um de nós permanecermos acomodados à sombra ou avançar, valorosamente, para a obtenção de mais luz. A Doutrina Espírita não nos exige santidade, por entender que ainda nos achamos bem distantes desse estágio superior de moralidade, solicita de cada um apenas “a transformação moral e os necessários esforços para vencermos as nossas más inclinações”. (3)
Referências:(1) Livro O Consolador – Chico Xavier/Emmanuel, perg. 112 e 113; 
(2) Livro Consciência e Mediunidade – Divaldo Franco/Joanna de Ângelis; e
(3) O Evangelho Segundo o Espiritismo – Cap. XVII, item 4.
Francisco Rebouças.

sexta-feira, 21 de julho de 2017

Vida Feliz

XLIX
Muita gente se compraz na transmissão de comentários infelizes, veiculando idéias e opiniões malsãs, tomando-se estafeta da insensatez.

Permanece discreto diante dos maledicentes e injuriosos, que te testam as resistências, trazendo-te mensagens infames, a fim de levarem a outrem, distorcidas, as tuas palavras.

O silêncio, em tais circunstâncias, é como algodão que abafa e amortece o ruído do mal em desenvolvimento.

Não são teus amigos, aqueles que te trazem o lixo da notícia maldosa.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

terça-feira, 18 de julho de 2017

Parentes

“Mas se alguém não tem cuidado dos seus e principalmente dos da sua família, negou a fé e é pior do que o infiel.” – Paulo. (1ª Epístola a Timóteo, 5:8.)

A casualidade não se encontra nos laços da parentela.

Princípios sutis da Lei funcionam nas ligações consanguíneas.

Impelidos pelas causas do passado a reunir-nos no presente, é indispensável pagar com alegria os débitos que nos imanam a alguns corações, a fim de que venhamos a solver nossas dívidas para com a Humanidade.

Inútil é a fuga dos credores que respiram conosco sob o mesmo teto, porque o tempo nos aguardará implacável, constrangendo-nos à liquidação de todos os compromissos.

Temos companheiros de voz adocicada e edificante na propaganda salvacionista, que se fazem verdadeiros trovões de intolerância na atmosfera caseira, acumulando energias desequilibradas em torno das próprias tarefas.

Sem dúvida, a equipe familiar no mundo nem sempre é um jardim de flores. Por vezes, é um espinheiro de preocupações e de angústias, reclamando-nos sacrifício. Contudo, embora necessitemos de firmeza nas atitudes para temperar a afetividade que nos é própria, jamais conseguiremos sanar as feridas do nosso ambiente particular com o chicote da violência ou com o emplastro do desleixo.

Consoante a advertência do Apóstolo, se nos falha o cuidado para com a própria família, estaremos negando a fé.

Os parentes são obras de amor que o Pai Compassivo nos deu a realizar. Ajudemo-los, através da cooperação e do carinho, atendendo aos desígnios da verdadeira fraternidade.

Somente adestrando paciência e compreensão, tolerância e bondade, na praia estreita do lar, é que nos habilitaremos a servir com vitória, no mar alto das grandes experiências.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

O Maior Mandamento é amar…

Os Espíritos Superiores através da Doutrina Espírita nos esclarecem respeito da velha questão a eles formulada por muitos de nós, sobre: qual seria o maior dentre todos os mandamento da Lei de Deus?
Apressam-se em repetir a orientação de Jesus quando resumiu a Leis e os Profetas dessa forma: “Ama a Deus, e ao teu próximo com toda a tua alma, com todo o teu coração e com todo o teu entendimento! – eis o maior de todos os mandamento”.
Entretanto, urge primeiramente a necessidade de compreender de que forma amar a Deus que normalmente achamos muito distantes de nós, calando as possíveis indagações que nos afligem a esse respeito, e buscando fazer uma pálida comparação com o que nos sucede na nossa vida física.
Faz-se preciso recordar que se os pais e as mães do mundo, embora ainda bem distantes da perfeição divina, participam direta ou indiretamente na experiência dos filhos, assim como o artista está invisível em suas obras, também Deus, criador de tudo e de todos, permanece em suas criaturas.
Importante não esquecer de que se esperamos por Deus onde quer que nos encontremos, Deus igualmente espera por cada um de nós em todos os aspectos do caminho do nosso progresso evolutivo à procura da nossa perfeição espiritual, pois, que Deus é o Todo em que nos movemos e existimos.
Quanto a amar o próximo, basta escutemos e sigamos os preceitos da Lei de Amor e Caridade no exercício do Bem e encontraremos no irmão enfermo, esperando por nossas mãos fraternas;
Identificaremos no necessitado de coração endurecido e ignorante que nos solicita um raio de luz do entendimento que já possuímos das Leis Divinas;
Descobriremos na criancinha sem lar que nos estende os braços súplices, rogando abrigo e consolação;
Encontraremos no companheiro ansioso ou agonizante que nos implora a bênção de uma prece que o acalente para superar os desafios inquietantes do coração;
Comprovaremos na súplica da natureza, aguardando a nossa piedade e consciência para com as árvores, os animais, os rios, etc., é dessa forma que demonstraremos o nosso amor ao próximo com toda a alma e com todo o coração.
“Não se esqueça de que Deus é o tema central de nossos destinos.
Deseje o bem dos outros, tanto quanto deseja o próprio bem.
Concorde imediatamente com os adversários.
Respeite a opinião dos vizinhos.
Evite contendas desagradáveis.
Empreste sem aguardar restituição.
Dê seu concurso às boas obras, com alegria.
Não se preocupe com os caluniadores. Agradeça ao inimigo pelo valor que ele lhe atribui.
Ajude as crianças.
Não desampare os velhos e doentes.
Pense em você, por último, em qualquer jogo de benefício…” (1)
Quando nos fazemos úteis, auxiliamos na construção do Reino Divino na Terra e quem realmente ama a Deus, sacrifica-se pelo próximo, aperfeiçoando-se e fazendo brilhar a sua Luz, conforme nos solicita o Mestre de Nazaré.
Referência:(1) Xavier, Francisco Cândico, pelo Espírito André Luiz, livro: Agenda Cristã, Cap. 2.
Francisco Rebouças

sábado, 15 de julho de 2017

Ultrapassamos a marca das 152 mil visitas!!

Que coisa maravilhosa e empolgante, 152.000 visitas ao nosso Blog Espírita!
Mais uma extraordinária marca alcançada!!! 
Meus amigos, é com muita alegria no coração que festejamos mais esta conquista, registrada pelo nosso contador de visitas, que mostra a importante e imprescindível participação de todos vocês para que pudéssemos atingir essa impressionante marca de  152.000 visitas ao nosso Blog Espírita.
Repartimos esse momento de alegria com todos vocês nossos queridos amigos.

Aproveitamos para agradecer a Deus nosso Pai e criador, a Jesus nosso mestre e Guia os Amigos Espirituais, e a vocês queridos amigos, pelo êxito obtido até aqui com este modesto trabalho de divulgação da doutrina espírita.

Seguiremos honrando o compromisso assumido quando da criação deste trabalho, de realizá-lo sempre alicerçado pela codificação espírita sem achismos ou modismos desnecessários e condenáveis sob todos os aspectos.

São vocês amigos queridos, o nosso maior patrimônio, e a companhia de vocês representa o combustível que nos motiva a trabalhar com a felicidade e a certeza de quem não está sozinho!!!

Que Jesus nosso Mestre e Guia nos mantenha unidos e operosos, sob sua divina inspiração, hoje e sempre!
Nosso coração feliz agradece a todos vocês!!!
Muita PAZ!
Francisco Rebouças

A Disciplina antecede a espontaneidade


 “ Mas faça-se tudo decentemente e com ordem”. Paulo – 1 Coríntios, Cap. 14 v.40.
Tudo na natureza está submetido a uma rigorosa ação da disciplina, em obediência às determinações da Soberana Sabedoria do Universo, que estabelece em seus sábios mecanismos os princípios para uma perfeita harmonia na sinfonia do concerto realizado pelas sublimes e imutáveis Leis Divinas.
O Sol nosso conhecido Astro Rei, que todos os dias ressurge esplendoroso iluminando e aquecendo o nosso planeta, não tira férias desde que o vimos brilhar pela primeira vez, prestando seu concurso valoroso cumprindo sua importantíssima e indispensável função; a fonte de águas cristalinas segue do seu nascedouro até o encontro com o mar, enfrentando e superando desafios, fomentando a bênção da vida em todo o seu percurso; as árvores não se descuidam de seus compromissos de ofertar sombra aos viajores, saciar a fome com seus frutos e embelezar e perfumar os caminhos com suas flores de belezas indescritíveis etc.
Constatamos também que todas as regras da cadeia alimentar na natureza são rigorosamente executadas com normalidade e equilíbrio para que ninguém fique desprovido dos imprescindíveis recursos para o cumprimento de sua porcentagem de colaboração no desenvolvimento e engrandecimento da mãe Terra.
Dessa forma, fica fácil compreender que tudo que a natureza nos oferece está submetido a uma determinação superior e segue a sequência normal de um perfeito planejamento definido pelos Espíritos Esclarecidos como sendo a Lei do Progresso, que segue seu curso engendrando os necessários mecanismos para a evolução do ser humano em nosso planeta.
  1. Tendo dado ao homem a necessidade de viver, Deus lhe facultou, em todos os tempos, os meios de o conseguir?
Certo, e se ele os não encontra, é que não os compreende. Não fora possível que Deus criasse para o homem a necessidade de viver, sem lhe dar os meios de consegui-lo.
Essa a razão por que faz que a Terra produza de modo a proporcionar o necessário aos que a habitam, visto que só o necessário é útil. O supérfluo nunca o é.” (1)
Sabemos que não estamos a passeio por este abençoado planeta, e que precisamos desenvolver e utilizar de todos os benefícios que trazemos no íntimo do Ser, para construção da nossa própria felicidade, conforme a questão que segue. 
  1. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos?
“Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar à perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.”
A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do Universo. Deus, porém, na Sua sabedoria, quis que nessa mesma ação eles encontrassem um meio de progredir e de se aproximar Dele. Deste modo, por uma admirável lei da Providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na Natureza. (2).
Urge entendamos que em relação a nós seres humanos que nos encontramos reencarnados neste planeta de expiações e provas, Deus nos capacitou do mecanismo do livre arbítrio que nos garante a liberdade da execução ou não de qualquer obra de caráter positivo ou negativo, deixando-nos a responsabilidade de arcar com a colheita doce o amarga dos frutos dessa semeadura, e para nossas reflexões sobre o cuidado no plantar, Jesus nos esclareceu dizendo que “a semeadura é livre, mas a colheita é obrigatória”.
Preciso se faz observar que uma semeadura para ser proveitosa deve se fundamentar no trabalho no bem, na caridade desprovida de qualquer desejo de retribuição, no dever retamente cumprido. Porque tudo o que não levar em conta a ordem, que não respeitar a disciplina, que não estabelecer limites, isto é, sem dimensões e sem respeitar horários estará fatalmente condenada ao fracasso e ao caos.
Torna-se imperioso que atentemos para essas realidades e procuremos nos enquadrar nos parâmetros previamente estabelecidos e nos empenhemos para uma boa e salutar convivência com nossos semelhantes, não só exigindo nossos direitos, mas não esquecendo em hipótese alguma que também temos as nossas obrigações e que por isso mesmo somos devedores do respeito aos direitos do irmão que segue ao nosso lado na caminhada evolutiva.
Jesus nos abençoe.
Referências:(1) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos. FEB, 76ª edição; e
(2) Idem.
Francisco Rebouças

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Iluminação espiritual: nosso dever maior

Identificamos, facilmente, em nós mesmos, muitos defeitos que nos caracterizam o progresso moral ainda bastante deficitário, mas não podemos deixar de registrar também que, apesar de tudo, já amealhamos algumas bênçãos com o amparo dos abnegados trabalhadores da seara do Mestre de todos nós.
Reconhecemos estar bem longe da situação desejada de uma vida pautada nos exemplos e ensinos de Jesus, mas já despertamos para a necessidade de nos matricularmos na escola do bem, aprendendo a evitar as investidas do mal; que não dispomos da sabedoria que nos ajudaria a evitar incontáveis dissabores, mas já entendemos a importância e a necessidade do estudo, fonte segura para adquirirmos os valores imperecíveis do Espírito Imortal que somos em busca do nosso aperfeiçoamento.
Entendemos perfeitamente que vivenciamos na atualidade as dificuldades oriundas de nossas escolhas irresponsáveis do passado, gerando as aflições que nos estão sendo debitadas em suaves prestações, para a nossa perfeita harmonização da consciência diante das Leis Divinas, que nos solicitam apenas “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”.
Sabemos que a nossa destinação é a felicidade proporcionada pela paz da consciência harmonizada com as Leis Divinas que regem os nossos destinos na relação com o universo, pois tudo está interligado como nos afirmam os Espíritos Superiores, do átomo ao arcanjo.
Dessa forma, o trabalho no bem e a caridade em favor de nosso próximo são os caminhos a serem seguidos por todo discípulo sincero de Jesus, em busca da iluminação espiritual conforme nos preceitua a Doutrina Espírita – “fora da caridade não há salvação”.
Em O Livro dos Espíritos encontramos as explicações sobre o que representam o amor e a caridade na vida de cada um de nós, conforme a seguir:
Caridade e amor do próximo 
886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus?
“Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas”.
O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejaríamos nos fosse feito. Tal o sentido destas palavras de Jesus: Amai-vos uns aos outros como irmãos.
A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, abrange todas as relações em que nos achamos com os nossos semelhantes, sejam eles nossos inferiores, nossos iguais, ou nossos superiores. Ela nos prescreve a indulgência, porque da indulgência precisamos nós mesmos, e nos proíbe que humilhemos os desafortunados, contrariamente ao que se costuma fazer. Apresente-se uma pessoa rica e todas as atenções e deferências lhe são dispensadas. Se for pobre, toda gente como que entende que não precisa preocupar-se com ela. No entanto, quanto mais lastimosa seja a sua posição, tanto maior cuidado devemos pôr em lhe não aumentarmos o infortúnio pela humilhação. O homem verdadeiramente bom procura elevar, aos seus próprios olhos, aquele que lhe é inferior, diminuindo a distância que os separa. (1)
Urge compreendamos que até mesmo na prática da caridade precisamos observar os preceitos estabelecidos pelo amor, que determina seja a caridade realizada com o sincero desejo de ser útil ao semelhante e de vê-lo vencer suas dificuldades, sem nenhum outro tipo de interesse, seguindo as instruções dos Mensageiros Celestes na Doutrina que nos direciona a vida.
893. Qual a mais meritória de todas as virtudes?
“Toda virtude tem seu mérito próprio, porque todas indicam progresso na senda do bem. Há virtudes sempre que há resistência voluntária ao arrastamento dos maus pendores.
A sublimidade da virtude, porém, está no sacrifício do interesse pessoal, pelo bem do próximo, sem pensamento oculto. A mais meritória é a que assenta na mais desinteressada caridade.” (2)
Referências Bibliográficas:
(1) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos – F.E.B. 76ª edição.
(2) Idem, Idem.
Francisco Rebouças

domingo, 9 de julho de 2017

Vida Feliz

XLVIII

Ouve com atenção e cuidado.
Não te apresses em cortar o assunto, como se já o tivesses entendido.
Há pessoas que têm dificuldade de expressão e tornam-se difíceis e ser compreendidas.
Após ouvires, se a circunstância permitir, dialoga um pouco com o expositor, a fim de que o tema te fique esclarecido e o apreendas.
Quem ouve bem, penetra melhor nos ensinamentos que lhe chegam.
Ouvir, é ainda uma arte pouco exercitada.
Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças