Não desesperes, nas trevas da noite, ainda mesmo quando o frio da adversidade te fira o coração.
Foge da nuvem que te obscurece o entendimento e escuta as aflições a se alongarem, junto de ti...
Aqui, perceberás os que soluçam nas grades da dor e da morte, os que gemem nas garras da delinquência, os que foram mutilados no berço, os que jazem no catre do infortúnio e abandonados estendem-te as mãos que a fome açoita; além, mães infelizes e crianças sem lar te mostram faces lívidas!...
Por que o desânimo e a deserção, quando ainda podes auxiliar?
Trazes, possivelmente, o coração em chaga aberta, mas possuis mente clara e braços livres.
Recorda que uma frase de boa vontade e um sorriso fraterno podem
fazer sol e paz em muitas vidas.
Consola, e a consolação aos outros se fará música adentro de tua própria alma.
Levanta os caídos e serás sustentado.
Reparte o teu pão com amor e o amor do próximo abençoará o pão que te alimenta.
Através das próprias lágrimas, inflama a alegria no peito dos semelhantes e a alegria que acenderes te aquecerá o peito gélido.
Ora no silêncio da coragem, contemplando as estrelas que fulguraram, além da sombra...
Todo nevoeiro chega e passa.
Em breves horas raiará outro dia.
E as migalhas do bem que tiveres semeado ser-te-ão farta colheita de luz...
Auxilia sem perguntar, auxilia e segue, auxilia sempre...
Lembra-te de que o Divino Mestre passou pela Terra, amparando e perdoando, auxiliando e servindo, e, nas horas derradeiras do seu Apostolado de Amor e Luz, aceitou o sacrifício e a morte na cruz, flagelado e aparentemente vencido, mas de braços abertos.
Foge da nuvem que te obscurece o entendimento e escuta as aflições a se alongarem, junto de ti...
Aqui, perceberás os que soluçam nas grades da dor e da morte, os que gemem nas garras da delinquência, os que foram mutilados no berço, os que jazem no catre do infortúnio e abandonados estendem-te as mãos que a fome açoita; além, mães infelizes e crianças sem lar te mostram faces lívidas!...
Por que o desânimo e a deserção, quando ainda podes auxiliar?
Trazes, possivelmente, o coração em chaga aberta, mas possuis mente clara e braços livres.
Recorda que uma frase de boa vontade e um sorriso fraterno podem
fazer sol e paz em muitas vidas.
Consola, e a consolação aos outros se fará música adentro de tua própria alma.
Levanta os caídos e serás sustentado.
Reparte o teu pão com amor e o amor do próximo abençoará o pão que te alimenta.
Através das próprias lágrimas, inflama a alegria no peito dos semelhantes e a alegria que acenderes te aquecerá o peito gélido.
Ora no silêncio da coragem, contemplando as estrelas que fulguraram, além da sombra...
Todo nevoeiro chega e passa.
Em breves horas raiará outro dia.
E as migalhas do bem que tiveres semeado ser-te-ão farta colheita de luz...
Auxilia sem perguntar, auxilia e segue, auxilia sempre...
Lembra-te de que o Divino Mestre passou pela Terra, amparando e perdoando, auxiliando e servindo, e, nas horas derradeiras do seu Apostolado de Amor e Luz, aceitou o sacrifício e a morte na cruz, flagelado e aparentemente vencido, mas de braços abertos.
Livro: Trevo de Ideias
Chico Xavier/Emmanuel
Francisco Rebouças