Purifica o teu coração antes de permitires que o amor entre nele, pois até o mel mais doce azeda num recipiente sujo.
Pitágoras
Este blog foi criado em 06/05/2008, com a finalidade principal de abrigar meus diversos artigos publicados na Internet em variados sites espíritas, além, de matérias de estudo, entrevistas, novidades e notícias do movimento espírita do Brasil e de todo o Mundo. Que Jesus, nosso Amigo e Mestre, nos inspire e guarde em sua sublime paz, hoje e sempre! (Eduquemos as crianças, e não será necessário castigar os homens - Pitágoras). (17 anos no ar).
Solidarity Spiritist Societ
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quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
COUSA DAS TREVAS
Em carta
você pergunta
Minha
irmã Zina Belém,
O que se
pensa do aborto
Na vida
do Grande Além.
Desejaria
falar
Em verbo
claro e graúdo!...
Só sei
dizer que onde moro
Aborto
complica tudo.
Muitos
prometem dar corpo
A
credores e a colegas.
Nascem,
crescem... Mas depois,
Caminham
vivendo às cegas.
Espíritos
recusados
Na fúria
louca em que estão
Promovem
desequilíbrio,
Conflito,
perturbação.
E a Lei
que tudo corrige
Perante o
aborto ilegal
Entrega o
problema à dor
Extraindo
o bem do mal.
Pode
crer: mancha de culpa
Na roupa
do pensamento,
Somente
desaparece
Com o
sabão do sofrimento.
Olhe a
tragédia de Ertúzia
Prometeu
corpo a Joaquim,
Fugiu do
trato, mas hoje
Sofre
doenças sem fim.
Téo
praticou muito aborto,
Em pobres
moças da roça,
Depois
entrou na bebida,
Caindo de
fossa em fossa.
Dona
Helena do Lagedo
Fez os
abortos que quis,
Morreu e
tornou à Terra
Doente,
triste e infeliz.
Lili fez
muitos abortos...
Des
encarnou em Portela..
Quer
nascer... Pede socorro,
Mas o
povo corre dela.
Outra
arrasava os pequenos
A jorros
de água fervente,
E Tuta
que, alucinada,
Só vê
crianças à frente.
Belinha
nasceu no mundo
Para dar
corpo ao Libório,
Depois de
expulsá-lo a ferros,
Rumou
para o sanatório.
Por
aborto, lá se foi
Aninha do
Desidério...
Da
parteira Dona Cissa
Passou
para o necrotério.
Tina
expulsou quatro vezes,
O
espírito de João Róssi,
Logo
após, caiu de cama,
Morreu de
câncer precoce.
Teotônia
fez vinte abortos
Em várias
moças da Estaca...
Morreu e
voltou ao mundo
Trazendo
a cabeça fraca.
Amargosa
provação
A de
Ninhanha Ventura,
Seis
abortos, seis problemas,
Obsessão
e loucura.
Muito
espírito conheço
Que
sonhava paz e amor,
Que não
podendo ser filho
Tornou-se
perseguidor.
Cada qual
é responsável
No amor
que aceita ou que alcança;
Compromisso
a cada um,
Mas que
se poupe a criança.
Maternidade
é tarefa,
Luminoso
compromisso,
Um filho
é bênção de Deus,
Não
proteste, pense nisso.
Quando o
aborto é indispensável
Tem a
justa explicação,
Mas fora
desse caminho
Aborto é
perturbação.
Minha
irmã, fuja do aborto,
Se um
filho é a bênção que levas...
Aborto
desnecessário
É sempre cousa das trevas.
Livro: Retratos da Vida
Chico Xavier/Cornélio Pires
Francisco Rebouças
A verdade
“... Pilados, então, lhe disse: Sois, pois, rei? Jesus lhe replicou: Vós o
dissestes; eu sou rei; eu não nasci nem vim a este mundo senão para testemunhar
a verdade; qualquer que pertença à verdade escuta minha voz.” (Capítulo 2, item 1.)
Não vemos a
verdade, conforme afirmou Jesus Cristo, porque nossa mente trabalha sem estar
ligada aos nossos sentidos e emoções mais profundos.
As ilusões nos impedem que realmente
tenhamos os olhos de ver, e porque não buscamos a verdade projetamos nos outros
o que não podemos aceitar como nosso. Tentamos nos livrar de nossos próprios
sentimentos atribuindo-os a outras pessoas. Adão disse a Deus: “Eu não pequei,
a culpa foi da mulher que me tentou”. Eva se desculpa perante o Criador: “Toda
a discórdia ocorrida cabe à maldita serpente”. Assim somos todos nós. Quando
desconhecemos os traços de nossa personalidade, condenamos fortemente e
responsabilizamos os outros por aquilo que não podemos admitir em nós próprios.
Nossa visão sobre as coisas pode
enganar-nos, pode estar disforme sob determinados pontos de vista, pois em
realidade ela se forjou entre nossas convicções mais profundas, sobre aquilo
que nós convencionamos chamar de certo e errado, isto é, verdadeiro ou falso.
Na infância.
por exemplo, se fomos repreendidos duramente por demonstrarmos raiva, se fomos
colocados em situações vexatórias por aparentarmos medo, ou se fomos ridicularizados
por manifestarmos afeto e carinho, acabamos aprendendo a reprimir essas emoções
por serem consideradas feias, erradas e pecaminosas por adultos insensíveis e
recriminadores.
Porém,
não damos conta de que, ao adotarmos essa postura repressora, tornamo-nos
criaturas inseguras e fracas e, a partir daí, começamos a não confiar mais em
nós mesmos.
Se a
nossa verdade não é admitida honestamente, como podemos nos aproximar da
Verdade Maior?
Sentir
medo ou raiva, quando houver necessidades autênticas, seja para transpor algum
obstáculo, seja para vencer barreiras naturais, é perfeitamente compreensível,
porque a energia da raiva é um importante “fator de defesa”, e o medo é um
prudente mediador em “situações perigosas”.
Para que
possamos encontrar a Verdade, à qual se referia Jesus, é preciso aceitar a
nossa verdade, exercitando o “sentir” quanto às nossas emoções, e adeqüá-las
corretamente na vida. A sugestão feliz é o equilibrio e a integração de nossas
energias íntimas, e nunca a repressão e o entorpecimento, nem tampouco a
entrega incondicional simplesmente.
O que é a
Verdade? Disse o Mestre: “Vim ao mundo para dar testemunho da Verdade; todo
aquele que é da Verdade ouve a minha voz”.
Cremos no
que vemos, mas muitas vezes os órgãos dos sentidos nos enganam. Vejamos alguns
exemplos:
A Terra
parece parada; o arco-íris nada mais é do que raios de sol atravessando
gotículas d’água; e certas estrelas que vislumbramos nos céus já não existem,
contudo, devido às distâncias enormes a serem percorridas, as suas luzes
continuam aportando na atmosfera de nosso planeta, dando-nos a falsa impressão
de vida real.
Cremos no
que nos disseram, e, embora não sejam situações vivenciadas ou experimentadas
por nós, aceitamos como “verdades absolutas”, quando de fato eram “conceitos
relativos”.
Maneiras
erradas de se ver a sexualidade, a religião, o casamento, as raças e as
profissões distanciam-nos cada vez mais da realidade das situações e das
criaturas com as quais convivemos.
Em vista
disso, procuremos sintonizar-nos com os olhos espirituais, porqüanto nossa
percepção intuitiva é mais ampla e precisa que a visão física. E abramos as
comportas de nossa alma, para que captemos as inspirações divinas que deliberam
a vida em toda parte.
Somente
assim estaremos mais perto de conhecer a Verdade à qual se referia o Mestre
Jesus.
Francisco do espirito Santo Neto/Hammed
Francisco Rebouças
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
SEPARAÇÃO
“Todavia, digo-vos a verdade: a vós
convém que eu vá.” — Jesus. (JOÃO,
CAPÍTULO 16, VERSÍCULO 7.)
Semelhante
declaração do Mestre ressoa em nossas fibras mais íntimas.
Ninguém
sabia amar tanto quanto Ele, contudo, era o primeiro a reconhecer a
conveniência da partida, em favor dos companheiros.
Que teria
acontecido se Jesus teimasse em permanecer?
Provavelmente,
as multidões terrestres teriam acentuado as tendências egoísticas,
consolidando-as.
Porque o
Divino Amigo havia buscado Lázaro no sepulcro, ninguém mais se resignaria à
separação pela morte. Por se haverem limpado alguns leprosos ninguém aceitaria,
de futuro, a cooperação proveitosa das moléstias físicas, O resultado lógico
seria a perturbação geral no mecanismo evolutivo.
O Mestre
precisava ausentar-se para que o esforço de cada um se fizesse visível no
plano divino da obra mundial. De outro modo, seria perpetuar a indolência de
uns e o egoísmo de outros.
Sob diferentes
aspectos, repete-se, diariamente, a grande hora da família evangélica em nossos
agrupamentos afins.
Quantas vezes
surgirá a viuvez, a orfandade, o sofrimento da distância, a perplexidade e a
dor por elevada conveniência ao bem comum?
Recordai a presente passagem do Evangelho,
quando a separação vos faça chorar, porque se a morte do corpo é renovação para
quem parte é também vida nova para os que ficam.
Livro: Pão Nosso
Chico Xavier/Emmanuel
Francisco Rebouças
AUXÍLIOS ANTECIPADOS
Emmanuel
Cultiva a
afabilidade nas áreas do relacionamento com os outros, lembrando a
experiência do lavrador que sabe, por antecipação a espécie de frutos que
colherá por viver conscientizado, quanto às particularidades da
sementeira.
Não te permitas a
fuga de situações que se te afigurem desagradáveis.
Os contatos sociais
não se destinam unicamente à lavoura afetiva, em que o salário da
compreensão assegura o incentivo ao trabalho e a alegria de viver.
Observa os
ensinamentos da vida nas aulas do cotidiano.
Aquele amigo que te
parece menos simpático e que habitualmente suportas, tão-só atendendo a
princípios de educação, será provavelmente, em dias breves, o chefe da
repartição de cujo favor talvez dependas futuramente.
Certo companheiro
que consideras portador de maneiras estouvadas será provavelmente o irmão
que, em momento oportuno, te arrancará de crises amargas.
A mulher em cuja
presença anotas hoje vários defeitos, possivelmente, amanhã te surgirá na
condição de enfermeira prestimosa, amparando-te os seres queridos.
A jovem
extrovertida, cujas maneiras agora censuras, talvez depois te apareça por
alguém que se te incorpora à família, erigindo-se no apoio de teus dias,
em tempos de provação.
Não condenes pessoa
alguma.
Somos todos irmãos,
ante a Providência Divina, interligados no trabalho do dia-a-dia, em
função de nosso aperfeiçoamento mútuo.
Aprende a sorrir,
servindo sempre.
Hoje, pode ser o
teu dia de suportar. Amanhã, no entanto, precisarás dessa ou daquela
pessoa considerada difícil que te tolere em momento infeliz. Agora é o
teu instante de algo ofertar, a benefício de alguém. Depois, no entanto,
surgirá, talvez sem que esperes, o teu momento de receber.
Livro: Amigo
Chico Xavier/Emmanuelterça-feira, 29 de janeiro de 2013
CEPAT - Centro Espírita Paulo de Tarso
PALETRAS DE FEVEREIRO
04 – CELSO RUFINO –Lar Espírita Peixotinho – LEP
06 – GUIOMAR CASTELLO– Sociedade Espírita Fraternidade – SEF
18 – CHEILLA RODRIGUES – Grupo Espírita Valentina Miranda – GEVAM
20 – ANA LÚCIA AMARAL– Grupo de Estudos Espíritas Dr. Guilherme March – GEEDGM
25 – SEBASTIÃO CADILHE – Instituto Espírita Bezerra de Menezes - IEBM
27 – SÁVIO DE SOUZA –Centro Espírita Paulo de Tarso - CEPAT
AS PALESTRAS SÃO REALIZADAS AS 20 h
RUA MARTINS TORRES, 46 – SANTA ROSA – NITERÓI.
06 – GUIOMAR CASTELLO– Sociedade Espírita Fraternidade – SEF
18 – CHEILLA RODRIGUES – Grupo Espírita Valentina Miranda – GEVAM
20 – ANA LÚCIA AMARAL– Grupo de Estudos Espíritas Dr. Guilherme March – GEEDGM
25 – SEBASTIÃO CADILHE – Instituto Espírita Bezerra de Menezes - IEBM
27 – SÁVIO DE SOUZA –Centro Espírita Paulo de Tarso - CEPAT
AS PALESTRAS SÃO REALIZADAS AS 20 h
RUA MARTINS TORRES, 46 – SANTA ROSA – NITERÓI.
Francisco Rebouças
ORAÇÃO DA MANHÃ
ORAÇÃO
DA MANHÃ
Senhor Jesus!
Abençoa-nos para que a tua paz esteja
conosco.
Dá-nos a força precisa para te Aceitarmos
os desígnios sempre Sábios e justos,
Ensina-nos a agir sempre, colocando o
espírito de utilidade, acima de qualquer idéia de ganho.
CADA
PESSOA
Cada
pessoa é aquilo que crê;
fala do
que gosta;
retém o
que procura;
ensina o
que aprende;
tem o que
dá e vale o que faz.
Sempre
fácil, portanto, para cada um de nós reconhecer os esquemas de vivência em que
nos colocamos.
RETRATOS
No que
falas e escreves, a cultura te revela a imagem do cérebro, à frente dos
semelhantes.
Nas
provações que suportas com paciência e naquilo que fazes com amor, a caridade,
perante os outros, te mostra o retrato do coração.
OS
QUE ESPERAM
Falas de
beneficência, com a certeza de que voltarás à própria casa, onde dispões do
mundo que construíste: O lar em que os entes amados te prepararam a festa do
carinho. O ambiente seguro, o farnel da noite, a presença de alguém que te
enderece palavras de ternura e o leito pronto para assegurar-te o repouso.
Lembra-te,
porém, daqueles que atravessaram o dia, mentalizando o prato que não tiveram;
dos que refletiram, em vão, no cobertor que não apareceu; dos enfermos que
sonharam com os medicamentos suscetíveis de aliviá-los e que não lhes chegaram
às mãos; dos que se enrolaram, sem perceber, na rede da solidão e se inclinam
para a calamidade do suicídio; dos pais que não descansam, procurando o sorriso
de um filho que a morte ocultou no silêncio...
Lembra-te
dos que sofrem sem esperança e estende-lhes a tua migalha de tempo e de amor
materializando o que ensinas.
Não
hesites.
Segue ao
encontro daqueles que esperam por algo ou por alguém que lhes ofereça o auxílio
de que disponhas.
Não
importa seja o mínimo aquilo que possas dar. A tua xícara de leite ou a tua
pétala de esperança estarão abençoadas por Deus.
Lembra-te:
em matéria de atitudes, a vida não fornece cópias para a revisão.
DISCERNIMENTO
Às vezes,
nos afligimos solicitando orientação.
Estamos
certos ou errados, tomando esse ou aquele caminho? Acaso, devemos fazer desse
ou daquele modo, aquilo que nos compete?
Entretanto,
é importante pensar que a Divina Providência colocou tanto senso natural de
escolha nas criaturas que a própria mosca sabe onde se encontra o açúcar.
CORAÇÕES
Aprendamos
a compreender para ser compreendidos.
Encontra-se
alguém na estrada que te pareça na capa de inimigo ou na máscara de ofensor,
silencia e não condenes.
Convençamo-nos
de que não existem corações de mármore e sim corações retalhados de dor.
Livro: Agora é o Tempo
Chico Xavier/Emmanuel
Francisco Rebouças
segunda-feira, 28 de janeiro de 2013
O ESPIRITISMO ENSINA
Queridos amigos, não percam o nosso encontro semanal através do programa “O Espiritismo Ensina” que vai ao ar todas as terças-feiras das 17:00 às 18:30h., pela WEB Rádio UMEN no endereço: http://www.umen.org.br
| Suzane Câmara e Francisco Rebouças |
O ESPIRITISMO ENSINA, é produzido, coordenado e apresentado por Francisco Rebouças e Suzane Câmara.
Você pode participar do programa enviando sua mensagem pelo e-mail:
Teremos o maior prazer em ler sua mensagem ao vivo. Participem, divulguem!!!
Francisco Rebouças
NÃO FALTA
“E, se os deixar ir em jejum para suas
casas, desfalecerão no caminho, porque alguns deles vieram de longe.” — Jesus. (MARCOS, CAPÍTULO 8, VERSÍCULO
3.)
A preocupação de Jesus pela multidão
necessitada continua viva, através do tempo.
Quantas escolas religiosas palpitam no
seio das nações, ao influxo do amor providencial do Mestre Divino?
Pode haver homens perversos e
desesperados que perseveram na malícia e na negação, mas não se vê coletividade
sem o socorro da fé. Os próprios selvagens recebem postos de assistência do
Senhor, naturalmente de acordo com a rusticidade de suas interpretações
primitivistas. Não falta alimento do céu às criaturas. Se alguns espíritos se
declaram descrentes da Paternidade de Deus, é que se encontram incapazes ou
enfermos pelas ruínas interiores a que se entregaram.
Jesus
manifesta invariável preocupação em nutrir o espírito dos tutelados, através
de mil modos diferentes, desde a taba do indígena às catedrais das grandes
metrópoles.
Nesses
postos de socorro sublime, o homem aprende, em esforço gradativo, a
alimentar-se espiritualmente, até trazer a igreja ao próprio lar, transportando-a
do santuário doméstico para o recinto do próprio coração.
Pouca
gente medita na infinita misericórdia que serve, no mundo, à mesa edificante
das idéias religiosas.
Inclina-se
o Mestre ao bem de todos os homens. Cheio de abnegação e amor sabe alimentar,
com recursos específicos, o ignorante e o sábio, o indagador e o crente, o
revoltado e o infeliz.
Mais que ninguém, compreende Jesus que, de outro
modo, as criaturas cairiam, exaustas, nos imensos despenhadeiros que marginam
a senda evolutiva.
Livro: Pão Nosso
Chico Xavier/Emmanuel
Francisco Rebouças
domingo, 27 de janeiro de 2013
Conferência Espírita em Caldas da Rainha
|
Na sexta-feira, dia 01 de Fevereiro de 2013, às
21H00, irá decorrer uma conferência espírita subordinada ao tema O
PORQUÊ DA VIDA.
Baseada na obra de Léon Denis
com o mesmo nome, será abordada a visão espírita sobre o tema.
Esta palestra terá lugar na
sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha,
na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c.
As entradas são livres e
gratuitas.
Francisco Rebouças
|
Mantém-te atento e operoso!
Não desperdices as oportunidades que te chegarem no caminho de tua
redenção perante as Sagradas
Leis Universais, segue o
conselho do Mestre dos Mestres
e vigia orando para que as tentações que ainda se escondem em teu íntimo não encontrem
atrativos que te levem a cometer excessos de qualquer natureza, pois, o
equilíbrio em tuas ações, deve ser a meta a que deves te dedicar com todas as
forças de tua Alma.
Procura observar quantas vezes tens a chance de ser útil a ti ou
ao teu irmão de caminhada, e, como um Bom Trabalhador, realiza com boa vontade
e responsabilidade as pequenas lições de amor e caridade que o dia te oferta.
Constrói em teu caminho as benfeitorias com as quais teu Espírito
Imortal se beneficiará quando fores convocado de volta da presente viagem de
aprimoramento em que ora te encontras.
Caminha com equilíbrio e segurança, para que tua chegada de volta
seja realizada com tranqüilidade, paz e alegria de quem tem a certeza do dever
bem cumprido.
Por: Francisco Rebouças
Resguarda-te na serenidade
Serenidade para discernir, atuar e viver.
A vida é galopante e muda os seus cenários a cada minuto, exigindo permanente serenidade a fim de não esmagar as pessoas.
Quem se aflija, e tente seguir a velocidade ciclópica destes dias, arrebenta-se, porque sai de uma para outra situação com muita rapidez, sem mesmo tempo para adaptação na fase anterior.
As notícias chegam e os acontecimentos passam, produzindo imenso desgaste emocional, mental e físico:
Resguarda-te na serenidade, preservando os equipamentos da tua existência, que estão programados para uso adequado e não para o abuso.
Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
Francisco Rebouças
TUA LÂMPADA
Tua fé viva! – tua lâmpada.
Zelarás por tua lâmpada para que as perturbações do caminho não te mergulhem nas trevas.
O serviço é a chama que lhe define a vida, a compaixão é o óleo que a sustenta.
Clareia a estrada para os que se acolhem na sombra e segue adiante!... Vê-los-ás tresmalhados no grande tumulto...Entre eles, encontramos os que se julgam em liberdade, quando não passam de cativos da ignorância e do ódio; os que deliram na ambição desregrada, pisando o cairel de pavorosas desilusões, os que estadeiam soberbia nas eminências do mundo, admitindo-se encouraçados de poder, sem perceberem o abismo que os espreita; os que fizeram da vida culto incessante a todos os excessos e para quem a morte breve surgirá por freio de contenção... E com eles se agitam aqueles outros que desprezaram as vantagens do sofrimento, transformando o benefício da dor em cárcere de revolta; os que descreram do trabalho e se enredaram no crime; os que desertaram da consciência atirando-se ao fogo do remorso e os que perderam a fé, incapazes de sentir a benção de Deus que lhes brilha no coração!...
Unge de amor o pensamento transviado de todos os que se demoram na retaguarda, enlouquecidos por sinistros enganos e derrama o bálsamo do conforto nas feridas abertas de quantos se afligem na estrada, sob a névoa do desespero!...
Para isso, não conte dificuldades, nem relaciones angústias. Auxilia e ama sempre.
Se garras de incompreensão ou de injúria te assaltaram na marcha, entrega os tesouros que carregas abençoando as mãos que te firam ou te despojem, mas alça a tua flama de confiança e caminha.
Cada golpe desferido na alma é renovação que aparece, cada espinho que se nos enterra na carne do sonho é flor de verdade a enriquecer-nos o futuro, cada lágrima, vertida nos alimpa a visão!...
Tua fé viva! – tua lâmpada!...
Faze-a fulgir, acima de tuas próprias fraquezas, para que um dia, possas transfigura-la em estrela de eterna alegria, nos cimos da Grande Luz.
Emmanuel
Livro: Caminho Espírita
Chico Xavier/Espíritos Diversos
Francisco Rebouças
sábado, 26 de janeiro de 2013
Estudando o Espiritismo L.E.
Caros amigos, a finalidade maior deste nosso Blog Espírita, é justamente, o constante e sério estudo e divulgação da doutrina espírita, por essa razão, estamos dando continuidade ao estudo do Livro dos Espíritos, para uma melhor compreensão de nossa doutrina. Nesta oportunidade focalizamos as questões de nºs 425 a 435 CAPÍTULO VIII - DA EMANCIPAÇÃO DA ALMA.
Sonambulismo
425. O sonambulismo natural tem alguma relação
com os sonhos? Como expli-cálo?
“É um estado de
independência do Espírito, mais completo do que no sonho, estado em que maior
amplitude adquirem suas faculdades. A alma tem então percepções de que não
dispõe no sonho, que é um estado de sonambulismo imperfeito.
“No
sonambulismo, o Espírito está na posse plena de si mesmo. Os órgãos materiais,
achando-se de certa forma em estado de catalepsia, deixam de receber as impressões
exteriores. Esse estado se apresenta principalmente durante o sono,
ocasião em que o Espírito pode abandonar provisoriamente o corpo, por se
encontrar este gozando do repouso indispensável à matéria. Quando se produzem
os fatos do sonambulismo, é que o Espírito, preocupado com uma coisa ou outra,
se aplica a uma ação qualquer, para cuja prática necessita de utilizar-se do
corpo. Serve-se então deste, como se serve de uma mesa ou de outro objeto
material no fenômeno das manifestações físicas, ou mesmo como se utiliza da mão
do médium nas comunicações escritas. Nos sonhos de que se tem consciência, os
órgãos, inclusive os da memória, começam a despertar. Recebem imperfeitamente
as impressões produzidas por objetos ou causas externas e as comunicam ao Espírito,
que, então, também em repouso, só experimenta, do que lhe é transmitido, sensações
confusas e, amiúde, desordenadas, sem nenhuma aparente razão de ser, mescladas
que se apresentam de vagas recordações, quer da existência atual, quer de anteriores.
Facilmente, portanto, se compreende por que os sonâmbulos nenhuma lembrança
guardam do que se passou enquanto estiveram no estado sonambúlico e por que os
sonhos não têm sentido. Digo - as mais das vezes, porque também sucede serem a
consequência de lembrança exata de acontecimentos de uma vida anterior e até,
não raro, uma espécie de intuição do futuro.”
426. O chamado sonambulismo magnético tem alguma
relação com o sonambulismo natural?
“É a mesma
coisa, com a só diferença de ser provocado.”
427. De que natureza é o agente que se chama
fluido magnético?
“Fluido vital,
eletricidade animalizada, que são modificações do fluido universal.”
428. Qual a causa da clarividência sonambúlica?
“Já o dissemos:
É a alma que vê.”
429. Como pode o sonâmbulo ver através dos corpos
opacos?
“Não há corpos
opacos senão para os vossos grosseiros órgãos. Já precedentemente não dissemos
que a matéria nenhum obstáculo oferece ao Espírito, que livremente a atravessa?
Frequentemente ouvis o sonâmbulo dizer que vê pela fronte, pelo punho, etc.,
porque,
achando-vos inteiramente presos à matéria, não compreendeis lhe seja possível
ver sem o auxílio dos órgãos. Ele próprio, pelo desejo que manifestais, julga
precisar dos órgãos. Se, porém, o deixásseis livre, compreenderia que vê por
todas as partes do seu corpo, ou, melhor falando, que vê de fora do seu corpo.”
430. Pois que a sua clarividência é a de sua alma
ou de seu Espírito, por que é que o sonâmbulo não vê tudo e tantas vezes se
engana?
“Primeiramente,
aos Espíritos imperfeitos não é dado verem tudo e tudo saberem.
Não ignoras que
ainda partilham dos vossos erros e prejuízos. Depois, quando unidos à
matéria, não
gozam de todas as suas faculdades de Espírito. Deus outorgou ao homem a
faculdade sonambúlica
para fim útil e sério, não para que se informe do que não deva saber.
Eis por que os
sonâmbulos nem tudo podem dizer.”
431. Qual a origem das idéias inatas do sonâmbulo
e como pode falar com exatidão de coisas que ignora quando desperto, de coisas que
estão mesmo acima de sua capacidade intelectual?
“É que o
sonâmbulo possui mais conhecimentos do que os que lhe supõe. Apenas, tais
conhecimentos dormitam, porque, por demasiado imperfeito, seu invólucro
corporal não lhe consente rememorá-lo. Que é, afinal, um sonâmbulo? Espírito,
como nós, e que se encontra encarnado na matéria para cumprir a sua missão,
despertando dessa letargia quando cai em estado sonambúlico. Já te temos dito,
repetidamente, que vivemos muitas
vezes. Esta
mudança é que, ao sonâmbulo, como a qualquer Espírito ocasiona a perda material
do que haja aprendido em precedente existência. Entrando no estado, a que
chamas crise, lembra-se do que sabe, mas sempre de modo incompleto.
Sabe, mas não poderia dizer donde lhe vem o que sabe, nem como possui os
conhecimentos que revela. Passada a crise, toda recordação se apaga e ele volve
à obscuridade.”
Mostra a
experiência que os sonâmbulos também recebem comunicações de outros Espíritos,
que lhes transmitem o que devam dizer e suprem à incapacidade que denotam. Isto
se verifica principalmente nas prescrições médicas. O Espírito do sonâmbulo vê
o mal, outro lhe indica o remédio.
Essa dupla ação
é às vezes patente e se revela, além disso, por estas expressões muito frequentes:
dizem-me que diga, ou proíbem-me que diga tal coisa. Neste último
caso, há
sempre perigo em
insistir-se por uma revelação negada, porque se dá azo a que intervenham Espíritos
levianos, que falam de tudo sem escrúpulo e sem se importarem com a verdade.
432. Como se explica a visão a distância em
certos sonâmbulos?
“Durante o sono,
a alma não se transporta? O mesmo se dá no sonambulismo.”
433. O desenvolvimento maior ou menor da
clarividência sonambúlica depende da organização física, ou só da natureza do
Espírito encarnado?
“De uma e outra.
Há disposições físicas que permitem ao Espírito desprender-se mais ou menos
facilmente da matéria.”
434. As faculdades de que goza o sonâmbulo são as
que tem o Espírito depois da morte?
“Somente até
certo ponto, pois cumpre se atenda à influência da matéria a que ainda se acha
ligado.”
435. Pode o sonâmbulo ver os outros Espíritos?
“A maioria deles
os vê muito bem, dependendo do grau e da natureza da lucidez de
cada um. É muito
comum, porém, não perceberem, no primeiro momento, que estão vendo Espíritos e
os tomarem por seres corpóreos. Isso acontece principalmente aos que, nada conhecendo
do Espiritismo, ainda não compreendem a essência dos Espíritos. O fato os espanta
e fá-los supor que têm diante da vista seres terrenos.”
O mesmo se dá
com os que, tendo morrido, ainda se julgam vivos. Nenhuma alteração notando ao
seu derredor e parecendo-lhes que os Espíritos têm corpos iguais aos nossos,
tomam por corpos
reais os corpos aparentes com que os mesmos Espíritos se lhes apresentam.
Fonte: O Livro dos Espíritos – FEB, 76ª Edição
Francisco Rebouças

