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quinta-feira, 11 de agosto de 2011

VERBO E CAMINHO



Expondo estas coisas aos irmãos serás bom ministro do Cristo Jesus, alimentando-os com as palavras da fé e da boa doutrina que tens seguido. Paulo. (I Timóteo, 4:6)

É necessário estudar o poder do verbo e jamais abusar dele. Mobilizá-lo para estabelecer condições de saúde e equilíbrio, paz e alegria, onde estivermos.

Compreendê-lo e acatá-lo para saber que a verdade, na correção do Espírito, deve ser empregada como a radioterapia na cura física, dentro da cautela aconselhável, sem que nos caiba o direito de inclinar-lhe as aplicações para o terreno da leviandade ou da malícia. Usá-lo para auxiliar e abençoar, levantar e instruir.

Falar é gravar.

Gravar é criar.

Acatemos as necessidades e os interesses dos outros no campo dos recursos verbalistas.

Somos obviamente responsáveis pelos bens materiais de que nos apropriemos indebitamente. Outro tanto acontece quando dilapidamos fé e otimismo, esperança e coragem nos corações alheios.

A idéia é uma força criadora e nossas palavras aderem a ela construindo sentimentos, sugestões, formas e coisas.

Conversemos para melhorar.

Utilizemos a frase por agente de elevação.

Estejamos convencidos de que as palavras que nos escapam da boca ou da escrita assemelham-se, de maneira simbólica, ao ferro gusa; após escorrerem do forno de nossa mente solidificam-se nos trilhos, bons ou maus, sobre os quais o comboio de nossa existência estará no caminho.

Livro: Bençãos de Paz
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças