A prece é, pois, uma necessidade
universal, independente das seitas e das nacionalidades. Depois da prece,
estando-se fraco, sente-se mais forte; estando-se triste, sente-se consolado;
tirar a prece é privar o homem de seu mais poderoso sustento moral na
adversidade. Pela prece ele eleva sua alma, entra em comunhão com Deus, se identifica
com o mundo espiritual, desmaterializa-se, condição essencial de sua felicidade
futura; sem a prece, seus pensamentos ficam sobre a Terra, se prendem cada vez
mais às coisas materiais; daí um atraso em seu adiantamento.”...
Fonte: Revista
Espírita- Janeiro/1866
