“(...) – E precisamos reajustar nossas definições sobre os “escolhidos”.
Os companheiros assim classificados não são
especialmente favorecidos pela graça divina, que é sempre a mesma fonte de bênçãos
para todos. Sabemos que a “escolha”, em qualquer trabalho construtivo,
não exclui a “qualidade”, e se o
homem não oferece qualidade superior para
o serviço divino, em hipótese alguma deve esperar a distinção da
escolha. Infere-se, pois, que Deus
chama todos os filhos à cooperação em sua obra augusta, mas
somente os devotados, persistentes, operosos e fiéis constroem qualidades
eternas que os tornam dignos de grandes tarefas. E, reconhecendo-se que as qualidades são
frutos de construções nossas, nunca poderemos esquecer que a escolha divina começará pelo
esforço de cada um.” (...).
Livro:
Missionários da Luz – cap. 8.
Chico Xavier/André
Luiz.
Francisco Rebouças