“Pela morte do corpo, a Humanidade corpórea fornece almas, ou Espíritos, ao mundo
espiritual; pelo nascimento, o mundo
espiritual alimenta o mundo corpóreo; há,
pois, transmutação ou derramamento incessante de um no outro. Esta relação constante os torna solidários, porque são os
mesmos seres que entram em nosso mundo e que dele saem alternativamente.
Está aí um primeiro traço de união, um ponto de contato que já diminui a
distância que parecia separar o mundo visível do mundo invisível.”
FONTE: Revista Espírita,
Março 1866
Francisco Reboucas