Mas a sabedoria que vem do alto
é, primeiramente, pura, depois, pacífica, moderada, tratável, cheia de
misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.
Thiago, 3/17
Francisco Rebouças
Este blog foi criado em 06/05/2008, com a finalidade principal de abrigar meus diversos artigos publicados na Internet em variados sites espíritas, além, de matérias de estudo, entrevistas, novidades e notícias do movimento espírita do Brasil e de todo o Mundo. Que Jesus, nosso Amigo e Mestre, nos inspire e guarde em sua sublime paz, hoje e sempre! (Eduquemos as crianças, e não será necessário castigar os homens - Pitágoras). (17 anos no ar).
Raça de víboras, como podeis vós dizer boas coisas, sendo maus? Pois do que há em abundância no coração, disso fala a boca. (Mateus: 12 49)
“Não saia da vossa boca nenhuma palavra torpe, mas só a que for boa para promover a edificação, para que dê graça aos que a ouvem”. (Efésios 4:29)
“Se uma pessoa entrou em desespero, no colapso das próprias energias, o azedume não adianta.
Ainda que você esteja diante daqueles que se mostram plenamente mergulhados na loucura ou na delinquência, fale no bem e fuja da crítica destrutiva, porque a sua reprovação não fará o serviço dos médicos e dos juízes indicados para socorrê-los, e, mesmo que a sua opinião seja austera e condenatória, nisso ou naquilo, você não pode olvidar que a opinião de Deus, Pai de nós todos, pode ser diferente”. (2)
“Amemo-nos uns aos outros e façamos aos outros o que quereríamos nos fizessem eles. Toda a religião, toda a moral se acham encerradas nestes dois preceitos. Se fossem observados nesse mundo, todos seríeis felizes: não mais aí ódios, nem ressentimentos”. (3)
Nem sempre nos damos conta da importância do corpo carnal, como sendo o mais extraordinário equipamento de ação que Deus, a Sabedoria Suprema do Universo, concedeu a todos os seus filhos para a conquista das sublimes virtudes que são as recompensas do desenvolvimento e da correta utilização dos dons que trazemos ínsitos em nosso mundo íntimo.“Dois sistemas se defrontam: o dos ascetas, que tem por base o aniquilamento do corpo, e o dos materialistas, que se baseia no rebaixamento da alma. Duas violências quase tão insensatas uma quanto a outra. Ao lado desses dois grandes partidos, formiga a numerosa tribo dos indiferentes que, sem convicção e sem paixão, são mornos no amar e econômicos no gozar. Onde, então, a sabedoria? Onde, então, a ciência de viver? Em parte alguma; e o grande problema ficaria sem solução, se o Espiritismo não viesse em auxílio dos pesquisadores, demonstrando-lhes as relações que existem entre o corpo e a alma e dizendo-lhes que, por se acharem em dependência mútua, importa cuidar de ambos. Amai, pois, a vossa alma, porém, cuidai igualmente do vosso corpo, instrumento daquela. Desatender as necessidades que a própria Natureza indica, é desatender a lei de Deus. Não castigueis o corpo pelas faltas que o vosso livre-arbítrio o induziu a cometer e pelas quais é ele tão responsável quanto o cavalo mal dirigido, pelos acidentes que causa.
Sereis, porventura, mais perfeitos se, martirizando o corpo, não vos tornardes menos egoístas, nem menos orgulhosos e mais caritativos para com o vosso próximo? Não, a perfeição não está nisso: está toda nas reformas por que fizerdes passar o vosso Espírito. Dobrai-o, submetei-o, humilhai-o, mortificai-o: esse o meio de o tornardes dócil à vontade de Deus e o único de alcançardes a perfeição.” (Jorge, Espírito Protetor, Paris, 1863) (1)
Indispensável saber aproveitar as oportunidades que chegam ao caminho da redenção que estamos percorrendo, seguindo os ditames das Sagradas Leis Universais. Não devemos negligenciar os compromissos assumidos quando da elaboração das propostas para a nossa atual reencarnação, que tem por objetivo, justamente, oferecer oportunidades para o nosso progresso e aperfeiçoamento conforme segue abaixo:132. Qual o objetivo da encarnação dos Espíritos?
“Deus lhes impõe a encarnação com o fim de fazê-los chegar a perfeição. Para uns, é expiação; para outros, missão. Mas, para alcançarem essa perfeição, têm que sofrer todas as vicissitudes da existência corporal: nisso é que está a expiação. Visa ainda outro fim a encarnação: o de pôr o Espírito em condições de suportar a parte que lhe toca na obra da criação. Para executá-la é que, em cada mundo, toma o Espírito um instrumento, de harmonia com a matéria essencial desse mundo, a fim de aí cumprir, daquele ponto de vista, as ordens de Deus. É assim que, concorrendo para a obra geral, ele próprio se adianta.
A ação dos seres corpóreos é necessária à marcha do Universo. Deus, porém, na Sua sabedoria, quis que nessa mesma ação eles encontrassem um meio de progredir e de se aproximar Dele. Deste modo, por uma admirável lei da Providência, tudo se encadeia, tudo é solidário na Natureza.” (1)
“O processo de transferência de responsabilidade vigentes entre os encarnados, lentamente, está sendo aplicado na Seara Espírita pela invigilância dos companheiros residentes na organização física.
Considerando os Instrutores Espirituais amigos devotados e incondicionais como realmente o são, para estes pretendem relegar, por ignorância doutrinária, as tarefas e realizações que lhes dizem respeito, justificando tal conduta com as referências de amor.
Amor para aqueles que assim pensam e agem significa servidão; e justiça, para eles, passa a ser conivência com os seus erros.
Convidados à fidelidade aos postulados de fé que afirmam abraçar, mediante o testemunho pelo sofrimento gritam pelos Amigos Espirituais, rogando libertação das dores.
Diante de problemas que a serenidade e o discernimento podem solucionar, exoram aos Benfeitores Desencarnados, a fim de que afastem o fardo.
Incompreendidos nas atividades a que se dizem afervorados e fiéis, clamam pelos Espíritos Amorosos exigindo seja comprovada sua inocência.
Enfrentando dificuldades no lar, solicitam aos Inspiradores Espirituais que atendam a família, amenizando-os das provas domésticas.
Empreguismo, melhoria de “sorte”, afetos, posições de destaque são partes essenciais dos seus requerimentos aos Espíritos Superiores, no sentido de receberem no Mundo Maior tais concessões, sem qualquer esforço apreciável.
E quando enfrentam o portal da vida verdadeira, após a desencarnação, exigem a presença dos Espíritos Felizes para os conduzirem às Excelsas Mercês…” (2)