Solidarity Spiritist Societ

terça-feira, 30 de outubro de 2018

Ultrapassamos a marca das 160.000 visitas!!!


Prezados amigos, é mais uma vez com grande alegria que acabamos de registrar a marca de 160.000 visitas ao nosso Blog Espírita.


É gratificante para nós a honra de desfrutar da confiança e de amizade, de vocês, e repartimos com todos o sucesso deste modesto trabalho de difusão da doutrina espírita, que não seria o mesmo sem a participação de vocês, queridos amigos.

Sua visita diária ao nosso Blog é incontestavelmente o maior estímulo, um incentivo permanente para nosso empenho em fazer sempre o melhor, visando trabalhar com toda seriedade e fidelidade que a doutrina espírita exige na sua divulgação.

Parabéns a todos, porque também fazem parte do sucesso dessa empreitada de divulgar o Consolador prometido por Jesus a toda a humanidade.

Que Jesus nos guarde em sua paz, e que continuemos unidos no propósito maior de segui-lo hoje e sempre!

Francisco Rebouças

Resguarda-te na paz

Anotas, entristecido, que parece haver uma conspiração infeliz contra os teus propósitos elevados de realização interior.
Observas, surpreso, que ao estabeleceres propósitos de dignificação moral, surgem impedimentos soezes que, não poucas vezes, te arrojam a situações lamentáveis.
Concluis, desencantado, que os teus labores idealistas, que te servem de base para mais altos vôos, são torpedeados, vilmente, por amigos, empurrando-te para situações conflitantes entre o que aspiras e o que realizas.
Constatas, dorido, que a redenção pessoal e as conquistas libertadoras custam alto preço de renúncia e esforço, não bastassem os convites à vulgaridade e às permissões para o delito, que se multiplicam, assustadoramente.

O homem empenhou-se em conquistar as alturas e saiu da Terra; em penetrar nas águas abissais dos oceanos e ora resgata os tesouros que ali dormem sono secular, descobrindo, também, a flora e a fauna multimilenária, que jaziam desconhecidas; em decifrar o milagre da organização celular, e penetrou nas moléculas que a constituem; em ligar ilhas a continentes e aterrou as regiões que as separavam; em combater as moléstias e logrou detectar considerável número de bactérias, vírus e micróbios adversários dos organismos saudáveis; em equilibrar o relacionamento social e pôde estabelecer leis, nem sempre respeitadas; em comunicar-se com os demais indivíduos em pontos diferentes do globo e aperfeiçoou o sistema da informática; em transformar a face do planeta e ei-lo modificando a ecologia, alterando a paisagem nos desertos que se convertem em pomares, nas florestas que se tornam regiões desérticas, nos rios e mares que morrem lentamente...
Todavia, são poucos os que se empenham em descobrir-se a si mesmos e lutar em favor da plena realização.
Esta é a tarefa superior, à qual todos nos devemos dedicar com o maior empenho, a fim de fruir de paz, passo inicial para a aquisição da felicidade.
*
Não te permeies com os fluidos d’Eletérios dos enfermos psíquicos, ingratos e perniciosos, que vivem contigo e te buscam perturbar.
Tem-nos na conta em que se encontram e exercita paciência para com eles.
Não te aflijas face às acusações insensatas e despeitadas que outros te fazem, ante a impossibilidade de alcançarem-te e caminharem ao teu lado.
A tua vitória não pode ser perturbada pelas insignificâncias do caminho.
Não revides as agressões mentais com que investem contra ti.
Permanece em calma e amortece o dardo que dispararam, fazendo-o desagregar-se ao atingir o algodão da tua sensibilidade.
Não reivindiques compreensão nunca.
Quem alcança as alturas vê melhor e tem o dever de desculpar aqueles que ainda estão no vale em sombras.
A tua paz é de relevância, e para mantê-la investe os teus valores mais altos.
Paz é conquista interior.
Paz é iluminação interna.
Paz é presença divina no indivíduo.
Resguarda-te, pois, em paz e deixa o tempo transcorrer, porquanto ele conseguirá fazer amanhã o que hoje te parece impossível conseguir.
Jesus, na montanha das Bem-aventuranças, ou no Getsémani, ou no Gólgota, manteve a mesma paz, em razão da certeza de saber que Deus estava com Ele, e, por conseqüência, Ele estava com Deus.
Paz é Deus na mente e no coração.

Livro: Momentos de meditação
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

segunda-feira, 29 de outubro de 2018

Estudando o Espiritismo - L.E.

Estudando a doutrina Espírita.


20. Dado é ao homem receber, sem ser por meio das investigações da Ciência, comunicações de ordem mais elevada acerca do que lhe escapa ao testemunho dos sentidos?
“Sim, se o julgar conveniente, Deus pode revelar o que à ciência não é dado apreender.”
Por essas comunicações é que o homem adquire, dentro de certos limites, o conhecimento do seu passado e do seu futuro.
Livro dos Espíritos – FEB  - 76ª edição.


Francisco Rebouças

sábado, 27 de outubro de 2018

OS PRIMEIROS PASSOS

A família, sem qualquer dúvida, é bastião seguro para a criatura resguardar-se das agressões do mundo exterior, adquirindo os valiosos e indispensáveis recursos do amadurecimento psicológico, do conhecimento, da experiência para uma jornada feliz na sociedade.
Nem sempre compreendida, especialmente nos dias modernos, a família permanece como educandário de elevado significado para a formação da personalidade e desenvolvimento afetivo, mediante os quais torna-se possível ao espírito encarnado a aquisição da felicidade.
Animal biopsicossocioespiritual, o ser humano não pode prescindir da convivência familiar, porque o instinto gregário que lhe comanda a existência, indo à busca do grupo, qual sucede entre outros animais que vivem em família, protegendo-se e preparando-a para a própria independência.
Escarnecida, no entanto, pelo cinismo filosófico de ocasião, que preconiza a desenfreada corrida pelas trilhas do prazer insaciável, permanece como organização insuperável para a construção da sociedade harmônica.
Examinada pela ótica distorcida daqueles que não experimentaram o convívio saudável no lar, acusam-na de ser responsável pelos conflitos que os assaltam.
Certamente, em muitas famílias, os fatores de desequilíbrio são dos indivíduos imaturos ou autoritários que descarregam os tormentos de que são vítimas, naqueles que, indefesos, encontram-se sob a sua guarda. Tal comportamento não é responsabilidade da família, em si mesma, porquanto, ao invés de acusação indevida, seria ideal que fossem trabalhados os fatores que geram desequilíbrios, corrigindo e orientando os membros que a constituem.
O lar é o celeiro de bênçãos, no qual se coletam as informações e a vivência edificante, tornando-se o primeiro núcleo de socialização da criança, que aí haure as experiências dos ancestrais, adquirindo os hábitos que deverão nortear a sua caminhada existencial.
Se, por acaso, e isso ocorre, não são saudáveis os recursos que lhe são dispensáveis, ao abandono ou à mercê das agressões do mundo em desgoverno, muito mais graves se lhe apresentam as conjunturas, dando-lhe informações destituídas de significado superior e levando-a a atitudes agressivas como mecanismo de defesa em razão dos contínuos enfrentamentos a que se vê constrangida suportar.
No lar, desenvolvem-se a afetividade, o respeito pelos direitos alheios, o despertamento para os próprios direitos sem as extravagâncias nem os absurdos de atribuir-se méritos a quem realmente não os possui.
Esse grupamento familiar, no entanto, não é resultado casual de encontros apressados no mundo físico, havendo ocorrido nas esferas espirituais antes do renascimento orgânico, quando são desenhadas as programações entre os espíritos comprometidos, positiva ou negativamente, para os ajustamentos necessários ao progresso a que todos se encontram submetidos.
Analisando-se, portanto, as necessidades evolutivas, aqueles que se encontram com responsabilidades a cumprir juntos, constatam a excelência do cometimento que lhes ensejará reparação e crescimento intelecto-moral, em face dos erros transatos, facultando-se a tolerância e o perdão das ofensas como fundamentais para a aquisição da harmonia.
Nada obstante, quando ocorre a reencarnação, em face dos impulsos ancestrais que predominam em sua natureza animal, enquanto aguarda aquele espírito com o qual deverá edificar a família, compromete-se, por precipitação e indisciplina moral, com o primeiro ser que defronta e nele desperta os impulsos que favorecem as sensações fortes, terminando em lamentável fracasso.
Enquanto a sociedade, em geral, permanecer guindada aos interesses imediatistas, especialmente no que diz respeito às sensações, a afetividade expressando-se através dos impulsos malconduzidos, os resultados das uniões sexuais serão sempre frustrantes e amargos.
Em razão dessa falsa necessidade de atendimento das funções genésicas, os espíritos desviam-se dos caminhos anteriormente traçados, conduzidos pelos costumes fesceninos, pela permissividade exagerada, transitando em agonia, buscando, mesmo sem saber o que desejam...
Não poucas vezes, como decorrência dessa insânia, ao reencontrar o espírito afim, aquele com o qual houvera assumido o compromisso de união para a edificação da família, as possibilidades já não são favoráveis, o que se transforma em maior desconforto, dando lugar a conflitos tormentosos de efeitos deploráveis.
O excesso de liberdade moral que viceja na atualidade e as apetitosas ofertas do prazer, facultam experiências irresponsáveis por falta do necessário amadurecimento psicológico para os cometimentos sexuais, que se fazem apressados e extravagantes.
Não pensando nas suas conseqüências, quando ocorre a concepção de seres não desejados, logo se pensa em recorrer ao aborto criminoso, em hedionda conduta que deve ser gravemente enfrentada por todos os cidadãos conscientes da sua condição de humanidade.
É claro que, na estrutura emocional daquele que assim se comporta, não existe espaço mental nem moral para a construção do núcleo familiar.
Em face da situação em que se encontra, surgem as uniões e as separações, cada vez mais perturbadoras, porque logo passam os apetites vulgares, gerando comportamentos promíscuos, nos quais os indivíduos ansiosos mais se afligem.
Numa cultura social saudável, os primeiros relacionamentos afetivos têm por finalidade a vivência do companheirismo, o desabrochar da amizade, passo inicial para a manifestação do amor sem perturbação e com caráter duradouro.
O erotismo, porém, que grassa; não permite aos indivíduos a convivência que lhes faculta o desvelar-se,
o. conhecimento, sem a ocorrência dos violentos conúbios sexuais de efeitos insatisfatórios, que dão lugar a decepções ou levam ao desbordar das paixões da libido mal direcionada.
Unem-se os solitários egoístas, preparados para a separação, mediante a cultura da indiferença afetiva, como conseqüência da filosofia consumista de que se vive em sociedade, na qual tudo é descartável, inclusive as afeições humanas.
Este comportamento, dizem, para não sofrerem quando ocorrer a ruptura da frágil união.
Certamente há grandiosas e inumeráveis exceções, particularmente naqueles espíritos que se permitem esperar pelo ser que lhes proporcione emoção e alegria de viver, facultando-lhes a união feliz, coroada pela prole com a qual estão comprometidos.
O namoro, portanto, é o primeiro passo no caminho a percorrer afetivamente, quando há o respeito moral recíproco e o anelo pela convivência benéfica.
Embora seja essencial a união sexual, o fundamental é o sentimento de amor que pode resistir aos embates do relacionamento a dois, e depois, com o grupo de espíritos renascidos no corpo físico, constituindo o santuário doméstico.
Na primeira fase, ocorrem os fenômenos relacionados às necessidades afetivas sem os impulsos primários, nascidos no reconhecimento espiritual do outro.
Lentamente, planificam-se as aspirações e trabalha-se pela sua execução harmônica, o que propicia bem-estar e alegria com a presença física, sem qualquer tipo de tormento.
Quando, em sentido oposto, o namoro se transforma em convivência sexual, desaparece o interesse de permanência, enquanto a afetividade diminui, cedendo lugar ao hábito destituído de meta procriativa, construção familiar.
A constelação familiar, no namoro encontra a pedra angular para o futuro alicerce doméstico, que deverá resistir às tormentas do quotidiano.
Familiares difíceis e gentis procedem, portanto, da programação anteriormente traçada, que o amor do casal conseguirá conduzir com sabedoria.
... E quando o problema se apresentar entre os parceiros, a consciência do dever se encarregará de bem orientar o comportamento de ambos em favor do êxito do empreendimento familiar.

Livro: Constelação Familiar
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

quinta-feira, 25 de outubro de 2018

Vida Feliz

LV

Não troques a paz da tua consciência de amanhã, pelo prazer corruptor de hoje.

O que não é moral, jamais proporciona harmonia. Fugidio e devorador, passa rápido, deixando ácido de insatisfação a queimar o corpo e sombra de remorso na consciência magoada.

Permanece sedento, mas não arrependido.

O que não experimentaste, não te atormenta, e, o que te falta agora, mais tarde chegará bem para a tua satisfação.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

Feijoada Beneficente

Compareçam, divulguem!!!

























Francisco Rebouças

CAMINHA

A tarefa com Jesus é semelhante a grande caminhada.

Em plena marcha, compreenderás que o serviço do bem não te permite o luxo do repouso desnecessário.

Os apelos para que te interrompas surgem, habitualmente, de muitos modos.

É o cântico das sereias da antiga imagem literária, induzindo-te a distrações, que te imobilizem no esquecimento.

É a lamentosa alegação de cassandras do pessimismo, inventando fadigas que não sentes, tentando paralizar-te.

São companheiros que se envolvem na trama de intrigas e melindres a te requisitarem para o desequilíbrio.

São amigos que te deixam a sós, receando perder as vantagens que os vinculam a paixões possessivas.

Ouve a consciência que te impele ao dever e não te perturbes.

Seja qual for o convite que te façam para que te detenhas no campo cinzento da inércia, não te prendas a semelhante domínio da sombra.

Serve e caminha.

Livro: Convivência
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

terça-feira, 23 de outubro de 2018

Maria Dolores


Anota: às vezes, em casa, Por simples questão, à-toa

Vem a injúria que atordoa, Partindo para a agressão;

Duras mágoas do passado, Remexidas de repente,

Parecem bombas na mente, De explosão para explosão.

Maria Dolores

Livro: Perdão e Vida
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

sexta-feira, 19 de outubro de 2018

APROVEITE O ENSEJO

Não é o companheiro dócil que exige a sua compreensão fraternal mais imediata, É aquele que ainda luta por domar a ferocidade da ira, dentro do próprio peito.
Não é o irmão cheio de entendimento evangélico que reclama suas atenções inadiáveis.
É aquele que ainda não conseguiu eliminar a víbora da malícia do campo do coração.
Não é o amigo que marcha em paz, na senda do bem, quem solicita seu cuidado insistente.
É aquele que se perdeu no cipoal da discórdia e da incompreensão, sem forças para tornar ao caminho reto.
Não é a criatura que respire no trabalho normal que requisita socorro urgente. É aquela que não teve suficiente recurso para vencer as circunstâncias constrangedoras da experiência humana e se precipitou na zona escura do desequilíbrio.
É muito provável que, por enquanto, seja plenamente dispensável a sua cooperação no paraíso. É indiscutível, porém, a realidade de que, no momento, o seu lugar de servir e aprender, ajudar e amar, é na Terra mesmo.

Livro: Joia
Chico Xavier/André Luiz

Francisco Rebouças

quinta-feira, 18 de outubro de 2018

Bazar Pró UMEN

No mês de Novembro teremos mais uma edição de um evento muito especial para nossa UMEN.
Contamos com a participação de todos!
2° Bazar Pró UMEN - 11 de Novembro de 2018
Convites para o almoço a venda no Bazar Florescer e na Livraria da UMEN.
Confira a programação:


U.M.E.N. - União da Mocidade Espírita de Niterói
Rua Princesa Isabel, 45 - Bairro de Fátima, Niterói - RJ 
Tel.: 2621-0308
Francisco Rebouças

segunda-feira, 15 de outubro de 2018

Qual tem sido nossa contribuição para que o Espiritismo cumpra sua missão?

Urge refletir sobre a importância que estamos dando aos ensinamentos da Doutrina Espírita, adquiridos nos vários grupos de estudos, e também em palestras, seminários, congressos e etc., dos quais tomamos parte e que sempre nos acrescentam algo de positivo para um maior e melhor conhecimento e entendimento dos ensinos doutrinários, com vistas ao nosso desenvolvimento intelectual, moral e espiritual.
Assim sendo, precisamos saber, inicialmente, como proceder, efetivamente, para que a mensagem espírita possa alcançar sua finalidade primordial de alavancar o progresso da humanidade em todos os aspectos, assumindo, corajosamente, a parte que nos cabe realizar, recorrendo às instruções disponibilizadas na Codificação do Espiritismo pelos Imortais da Vida Maior, em resposta aos questionamentos de Allan Kardec sobre o assunto, conforme segue abaixo:
“799. De que maneira pode o Espiritismo contribuir para o progresso?
Destruindo o materialismo, que é uma das chagas da sociedade, ele faz que os homens compreendam onde se encontram seus verdadeiros interesses. Deixando a vida futura de estar velada pela dúvida, o homem perceberá melhor que, por meio do presente, lhe é dado preparar o seu futuro. Abolindo os prejuízos de seitas, castas e cores, ensina aos homens a grande solidariedade que os há de unir como irmãos.
802. Desde que o Espiritismo deve marcar um progresso da Humanidade, por que os Espíritos não apressam esse progresso através de manifestações tão gerais e patentes que pudessem levar a convicção aos mais incrédulos?
Desejaríeis milagres, mas Deus os semeia a mancheias nos vossos passos e tendes ainda homens que os negam. O Cristo, ele próprio, convenceu os seus contemporâneos com os prodígios que realizou? Não vedes ainda hoje os homens negarem os fatos mais patentes que se passam aos seus olhos? Não tendes os que não acreditariam, mesmo quando vissem? Não, não é por meio de prodígios que Deus conduzirá os homens. Na sua bondade, ele quer deixar-lhes o mérito de se convencerem através da razão.” (1)
Podemos deduzir das questões acima, que a destruição do materialismo em nosso dia a dia, está atrelada ao excessivo valor que atribuímos aos bens terrenos, e a pouca ou quase nenhuma importância aos bens espirituais, em virtude do nosso atual estado evolutivo, onde só nos preocupamos com os benefícios que podemos usufruir na vida física, em detrimento da vida de Seres Imortais, criados para a eternidade.
Necessário se faz que dediquemos toda atenção ao fato de que a Doutrina Espírita explicando de forma clara e racional as palavras de Jesus, salienta que a vida física presente é passageira e que a vida espiritual é a verdadeira vida do Ser imortal criado para a felicidade e a paz de espírito que tanto almejamos alcançar, mas que para isto, cada um de nós recebeu do Criador os recursos necessários para construirmos e solidificarmos o reino de Deus em nosso mundo íntimo.
Ainda nos chamam a atenção para o fato de que não adiantaria a espiritualidade realizar “milagres”, que não existem, pois mesmo assim, de nada adiantariam, pois, sem os benefícios do trabalho próprio, despendido na conquista das próprias experiências, nenhum ser humano poderia adquirir conhecimento prático, o que a proposta da reencarnação determina como finalidade, crescimento e desenvolvimento do homem, conforme questão abaixo.
“167. Qual o fim objetivado com a reencarnação?
Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?” (2)
Claro está que todos nós precisamos saber da nossa responsabilidade de espírita, vivenciando os desafios propostos pela vida a cada um de seus adeptos, norteando nosso procedimento pelos ensinos dessa nobre doutrina, que representa a revivência dos ensinamentos e exemplos deixados por Jesus a mais de dois mil anos atrás.
Encerramos este modesto artigo com as sábias palavras de Emmanuel, conforme segue.
“O Espiritismo será, pois, indiscutivelmente, a força do Cristianismo em ação para reerguer a alma humana e sublimar a vida.
O Espaço Infinito, pátria universal das constelações e dos mundos, é, sem dúvida, o clima natural de nossas almas, entretanto, não podemos esquecer que somos filhos, devedores, operários ou companheiros da Terra, cujo aperfeiçoamento constitui o nosso trabalho mais imediato e mais digno.
Esqueçamos, por agora, o paraíso distante para ajudar na construção do nosso próprio Céu.
Interfiramos menos na regeneração dos outros e cogitemos mais de nosso próprio reajuste, perante a Lei do Bem Eterno, e, servindo incessantemente com a nossa fé à vida que nos rodeia, a vida, por sua vez, nos servirá, infatigável, convertendo a Terra em estação celestial de harmonia e luz para o acesso de nosso espírito à Vida Superior.” (3)
Referências Bibliográficas
(1) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, FEB. 76ª edição.
(2) Idem, Idem.
(3) Xavier, Francisco Cândido, pelo espírito Emmanuel. Livro: Roteiro, cap. 38.
Francisco Rebouças

FALA EM PAZ

Emmanuel

Justo lembrar: a voz humana está carregada de vibrações.
Esforça-te por evitar os gritos intempestivos e inoportunos.
Uma exclamação tonitroante equivale a uma pedrada mental.
Se alguém te dirige a palavra em tom muito alto, faze-lhe o obséquio de responder em tom mais baixo.
Os nervos dos outros são iguais aos teus: desequilibram-se facilmente.
Discussão sem proveito é desperdício de forças.
Não te digas sofrendo esgotamento e fadiga para poder lançar frases tempestuosas e ofensivas; aqueles que se encontram realmente cansados procuram repouso e silêncio.
Se te sentes à beira da irritação, estás doente e o doente exige remédio.
Barulho verbal apenas complica.
Pensa nisso: a tua voz é o teu retrato sonoro.
NAS CRISES
Estarás talvez diante de algum problema que te parece positivamente insolúvel.
Não acredites que a fuga te possa auxiliar.
Pensa nas reservas de força que jazem dentro de ti e aceita as dificuldades como se apresentem.
Não abandones a tua possibilidade de trabalhar e continua fiel aos próprios deveres.
Assume as responsabilidades que te dizem respeito.
Evita comentar os aspectos negativos da provação que atravesses.
Ora – mas ora com sinceridade – pedindo a proteção de Deus em favor de todas as pessoas
envolvidas no assunto que te preocupa, sejam elas quem sejam.
Se existem ofensores no campo das inquietações em que, porventura, te vejas, perdoa e esquece qualquer tipo de agressão de que hajas sido objeto.
Esforça-te por estabelecer a tranqüilidade em tuas áreas de ação, sem considerar sacrifícios
pessoais que serão sempre pequenos, por maiores te pareçam, na hipótese de serem realmente o preço da paz de que necessitas.
Se nenhuma iniciativa de tua parte é capaz de resolver o problema em foco, nunca recorras à violência, mas sim continua trabalhando e entrega-te a Deus.

Livro: CALMA 
Chico Xavier/Emmanuel
Francisco Rebouças

sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Palavras de Josepha!

Não nos deixemos levar pelas circunstâncias adversas dos dias de nossa realidade atual, pois, não será sempre assim nos caminhos pelos quais seguiremos no futuro, que depende simplesmente de nossa vontade de melhorar o porvir, plantando hoje a semente da paz e do progresso que tanto temos negligenciado em nossas lavouras anteriores.

O tempo urge, e preciso se faz que saibamos utilizá-lo de forma a nos beneficiar das horas que nos foram concedidas, para extrairmos o melhor possível no trabalho de transformação interior, onde a plantação do bem e do amor em nossos corações, devem se estabelecer nas dignas e nobres ações diárias, garantindo-nos uma colheita futura de benefícios que nos propiciarão experiências mais auspiciosas em concordância com nossas expectativas.

Sigamos vigilantes e em oração solicitando o amparo das Forças Superiores da vida, e trabalhemos corajosamente para superarmos com menos dificuldades os obstáculos do caminho que nos estão reservados na conquista paulatina dos valores nobres do Ser Divino que somos.

Urge empreguemos nossos melhores esforços na conquista de nossa libertação dos atavismos e dos equívocos que colecionamos como se fossem joias preciosas e, abandonemos definitivamente os instintos primitivistas que deixamos se estabelecessem em nosso mundo íntimo, a nos induzir na busca dos prazeres enganosos da matéria.

Sigamos na luta contra nós mesmos, impulsionando nosso progresso individual, aprimorando em nosso interior os valores positivos da ética, da moral e da Luz do conhecimento, que nos propiciarão voos muito mais altos e enriquecedores.

Solicitemos a ajuda de Jesus, oremos, trabalhemos e esperemos confiantes.

Josepha
Por: Francisco Rebouças

quarta-feira, 10 de outubro de 2018

Em Torno da Felicidade

Em matéria de felicidade convém não esquecer que nos trans-formamos sempre naquilo que amamos.
Quem se aceita como é, doando de si à vida o melhor que tem, caminha mais facilmente para ser feliz como espera ser.
A nossa felicidade será naturalmente proporcional em relação à felicidade que fizermos para os outros.
A alegria do próximo começa muitas vezes no sorriso que você lhe queira dar.
A felicidade pode exibir-se, passear, falar e comunicar-se na vida externa, mas reside com endereço exato na consciência tranquila.
Se você aspira a ser feliz e traz ainda consigo determinados complexos de culpa, comece a desejar a própria libertação, abraçando no trabalho em favor dos semelhantes o processo de repa-ração desse ou daquele dano que você haja causado em prejuízo de alguém.
Estude a si mesmo, observando que o auto-conhecimento traz humildade e sem humildade é impossível ser feliz.
Amor é a força da vida e trabalho vinculado ao amor é a usina geradora da felicidade.
Se você parar de se lamentar, notará que a felicidade está chamando o seu coração para vida nova.
Quando o céu estiver em cinza, a derramar-se em chuva, me-dite na colheita farta que chegará do campo e na beleza das flores que surgirão no jardim.

Livro: Sinal Verde
Chico Xavier/André Luiz

Francisco Rebouças

terça-feira, 9 de outubro de 2018

NOS EMBATES POLÍTICOS

Situar em posição clara e definida as aspirações sociais e os ideais espíritas cristãos, sem confundir os interesses de César com os deveres para com o Senhor.
Só o Espírito possui eternidade.
Distanciar-se do partidarismo extremado.
Paixão em campo, sombra em torno.
Em nenhuma oportunidade, transformar a tribuna espírita em palanque de propaganda política, nem mesmo com sutilezas comovedoras em nome da caridade.
O despistamento favorece a dominação do mal.
Cumprir os deveres de cidadão e eleitor, escolhendo os candidatos aos postos eletivos, segundo os ditames da própria consciência, sem, contudo, enlear-se nas malhas do fanatismo de grei.
O discernimento é caminho para o acerto.
Repelir acordos políticos que, com o empenho da consciência individual, pretextem defender os princípios doutrinários ou aliciar prestígio social para a Doutrina, em troca de votos ou solidariedade a partidos e candidatos.
O Espiritismo não pactua com interesses puramente terrenos.
Não comerciar com o voto dos companheiros de Ideal, sobre quem a sua palavra ou
cooperação possam exercer alguma influência.
A fé nunca será produto para o mercado humano.
Por nenhum pretexto, condenar aqueles que se acham investidos com responsabilidades administrativas de interesse público, mas sim orar em favor deles, a fim de que se desincumbam satisfatoriamente dos compromissos assumidos.
Para que o bem se faça, é preciso que o auxílio da prece se contraponha ao látego da crítica.
Impedir palestras e discussões de ordem política nas sedes das instituições doutrinárias, não olvidando que o serviço de evangelização é tarefa essencial.
A rigor, não há representantes oficiais do Espiritismo em setor algum da política humana.

“Nenhum servo pode servir a dois senhores.” — Jesus. (LUCAS, 16:13.)

Livro: Conduta Espírita - Cap. 10
Chico Xavier/André Luiz

Francisco Rebouças

A nossa família


“Organizada, a família, antes da reencarnação, quando são eleitos os futuros membros que a constituirão, ou sendo resultado da precipitação e imprevidência sexual de muitos indivíduos, é sempre o santuário que não pode ser desconsiderado sem graves prejuízos para quem lhe perturbe a estrutura.
É permanente oficina onde se caldeiam os sentimentos e as emoções, dando-lhes a direção correta e a orientação segura para os empreendimentos do futuro.
Por essa razão, é que não se vive na família ideal, aquela na qual se gostaria de conviver com espíritos nobres e ricos de sabedoria, mas no grupo onde melhormente são atendidas as necessidades da evolução.”

Livro: Constelação Familiar - Cap. 2
Divaldo Franco, pelo Espírito Joanna de Ângelis.

Francisco Rebouças

sábado, 6 de outubro de 2018

Nossa porta de esperança...

Senhor, rogo-vos pelas súplicas de Abigail, tua assistência e tua Misericórdia para com o destino do nosso querido BRASIL. Confio em ti Pai, pois tu nos AMA verdadeiramente e nos dará o que nos for mais necessário para o nosso crescimento intelectual, moral e espiritual.

"Seja feita a sua vontade, assim na Terra como no Céu!!!" 

Prece de ABIGAIL.

“Senhor Deus, pai dos que choram,
Dos tristes, dos oprimidos,
Fortaleza dos vencidos,
Consolo de toda a dor,
Embora a miséria amarga
Dos prantos de nosso erro,
Deste mundo de desterro
Clamamos por vosso amor!

Nas aflições do caminho,
Na noite mais tormentosa,
Vossa fonte generosa
É o bem que não secará.
Sois, em tudo, a luz eterna
Da alegria e da bonança,
Nossa porta de esperança
Que nunca se fechará.”

Livro: Paulo e Estevão - Cap. 2  Lágrimas e sacrifícios.
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Desencarnação

Prezados amigos, resta-nos o dever de comunicar a desencarnação do escritor e divulgador da doutrina espírita, o  confrade  RICHARD SIMONETTI.

Nossos sinceros sentimentos e nossas preces de solicitação a Jesus nosso Mestre e Guia, que o receba, guie e guarde  em sua doce e sublime paz!

Enviamos também nosso abraço fraterno a seus familiares com votos de muita fé e confiança no Pai de todos nós que nos ama incondicionalmente.

https://www.jcnet.com.br/Geral/2018/10/morre-o-escritor-espirita-richard-simonetti.html

Francisco Rebouças.

Obrigado Kardec, Jesus o abrace e agradeça em nosso nome...

Banquete
Oferecido ao Sr. Allan Kardec pelos diferentes grupos de Espíritas lioneses, em 19 de setembro de 1861.
-x-x-x-
Eu, Francisco Rebouças peço permissão Sr. Bouilland, para tornar minha suas palavras ao notável codificador da doutrina espírita.

Brinde trazido pelo Sr. Bouilland, professor.

Tenho a honra de trazer um brinde ao senhor Allan Kardec, um brinde de gratidão e de reconhecimento, em nome de seus adeptos, de seus apóstolos aqui presentes.
Ah! quanto somos felizes, nós, os voluntários da grande obra, da obra fecunda e regeneradora, em ver em nosso meio nosso valente, nosso bem amado chefe!
Se sentimos essa felicidade, é preciso bem reconhecê-lo, é que o favor distintivo, que nos é concedido hoje, é um desses que não se esquecem, que não se esquecem jamais. Oh! qual é o soldado, por exemplo, que não se recordaria com o mais vivo ardor que seu general consentiu se misturar a ele para partir o mesmo pão na mesma mesa?
Pois bem! Nós também, caro mestre, somos vossos soldados, vossos voluntários, e tão alto que plantastes o vosso estandarte, em nós, não para defendê-lo, disso não tendes necessidade, mas para que façamos triunfar por uma sábia, uma fervorosa propagação. Esta causa, é verdade, é tão bela, tão justa, tão consoladora! No-lo provaste tão bem em vossas obras tão cheias de erudição, de saber, de eloquência! Ah! todos nós o reconhecemos, estão bem aí as páginas do homem inspirado pelo puro Espírito, porque cada um nós compreendeu, haurindo na fonte de vosso consciencioso trabalho, que todos os vossos pensamentos eram tantas sublimes emanações do Mais Alto! Depois, se acrescentamos, caro mestre, que a vossa missão é santa e sagrada neste mundo, é que mais de uma vez sentimos, pelo recurso de vossas luzes, a centelha fluídica que liga entre eles todos os mundos visíveis e invisíveis, gravitando na imensidão! Também o nosso coração bate em uníssono com o mesmo amor por vós; recebei aqui a sua expressão viva, sincera e profunda; a vós de todo o nosso coração, avós de todo o nosso Espírito!

Fonte: Revista Espírita, outubro de 1861

Grifos nossos.

Francisco Rebouças

COMPREENSÃO E VIDA

Emmanuel
Pesquisemos os próprios sentimentos e verificaremos quão difícil se nos faz a renovação íntima.
Quantas vezes, no mundo, teremos sentindo a inconveniência de certos hábitos com manifesta incapacidade para desvencilhar-nos deles?
Em quantas ocasiões, sabíamos previamente quanto nos doeriam as
conseqüências de determinada ação infeliz e à ela nos atiramos para nosso próprio sofrimento?
Referimo-nos ao assunto para destacar o impositivo da tolerância.
Ante os irmãos que te pareçam afastados do caminho que que a vida lhes marcou, não lhes condenes a trajetória.
Ao invés disso, auxilia-os, através da providência que lhes consiga aliviar a carga das obrigações assumidas e com a boa palavra que lhes desanuvie o espírito atribulado.
Esse erro sob a pressão das necessidades de ordem material; aquele cedeu à tentações que se lhe figuravam irremovíveis; outro penetrou nos labirintos da culpa, acreditando-se sob graves constrangimentos no campo doméstico; e ainda outro conhecia a extensão do problema em que se emaranhava, entretanto, de momento, não encontrou forças, em si próprio, a fim de livrar-se dele.
Ampara-os, quanto possas.
Não será com aspereza que lhes resseguraremos a tranqüilidade, tanto quanto
não será espancando uma ferida que lhe conseguiremos a cura.
O remédio destinado à recuperação do corpo é o símbolo do amor com que nos
será possível reajustar a harmonia da alma doente.
O medicamento age, dose a dose.
O amor opera, gesto a gesto.
Diante dos companheiros de experiência na Terra, estende-lhes a beneficência da compreensão que lhes reerga o entendimento na estrada que lhes cabe trilhar.
Se não conseguimos, de imediato, fazer de nós aquilo que mais desejamos e se, muitas vezes, no Plano Físico, escapamos das piores situações, a preço de lágrimas, não será justo exigir dos outros uma condição diferente da nossa.
À frente do irmão, considerado em desvalimento, em vista desse ou daquele erro por ele cometido, compadece-te e auxilia-o para que se retome no equilíbrio próprio, por quanto, habitualmente, onde o próximo terá surpreendido a pedra de alguma dificuldade poderá, talvez, transformar-se no grande obstáculo que nos fará cair amanhã.

Livro: Atenção
Chico Xavier/Espíritos Diversos.

Francisco Rebouças