Um pequeno esforço, um
grande resultado!
Muita
gente se desculpa de não proceder de forma adequada aos ensinos contidos no
evangelho de Jesus, em virtude de não obter respostas favoráveis aos seus
esforços de mudança, pois, segundo alardeiam, fazem o que é possível para se
manterem em situação de paz nos ambientes em que se movimentam, sejam no lar,
no setor de trabalho, nas reuniões da sociedade, e até mesmo nas fileiras
religiosas das quais fazem parte, e mesmo assim, não serem correspondidos em
seus esforços de melhoria, e então cansados de serem tratados como tolos, passam
por essa razão a agir de acordo com o tratamento que recebem daqueles com quem
se relacionam.
Ora,
não podemos contar com a mudança do nosso semelhante para empreendermos por
nossa vez as necessárias atitudes de um verdadeiro seguidor do Mestre de Nazaré,
de quem nos anunciamos seguidores. Jesus jamais nos abandonou mesmo quando não
lhe demos a devida atenção nas centenas de milhares de vezes em que Ele pacientemente nos solicitou a atenção.
Se
somos de verdade pessoas que desejam segui-lo, não é essa uma boa razão para
desistirmos de nossa reforma moral, pois, não podemos querer que todos tenham a
mesma maturidade, o mesmo conhecimento, a mesma sensibilidade que já
conseguimos adquirir nos séculos de experiências vivenciadas em nossa
existência milenar, para seguir de forma resoluta na tarefa de burilamento de
nosso Ser Imortal, à caminho da
Angelitude que nos espera.
Sigamos,
pois, resolutos e operosos, certos de que a felicidade é conquista dos
persistentes, dos corajosos, dos verdadeiros Cristãos que têm como modêlo e
Guia, aquele que nos garantiu que “Ninguém vais ao
Pai senão por Ele”, certos de que além de nos projetarmos em vôos mais
altos, estaremos contribuindo ainda para o crescimento de muitas dessas mesmas
criaturas que hoje nos dificultam a marcha, que nos observando o crescimento
moral espiritual, poderão ser despertadas para a realidade do destino feliz a
que estamos todos destinados.
Irmão
amigo realiza a tarefa que te cabe, com destemor, esperança e muita fé em Deus,
seguro de que “a cada um será dado segundo as suas próprias
obras”.
Josepha!
Por:
Francisco Rebouças