Solidarity Spiritist Societ

sábado, 9 de dezembro de 2017

Na luta vulgar

“Pois aquilo que o homem semear, isso também ceifará.” – Paulo. (Gálatas, 6:7.) 

Não é preciso morrer na carne para conhecer a lei das compensações. 

Reparemos a luta vulgar. 

O  homem  que  vive  na  indiferença  pelas  dores  do próximo, recebe  dos  semelhantes  a  indiferença  pelas  dores  que  lhe  são próprias. 

Afastemo-nos do convívio social e a solidão deprimente será para nós a resposta do mundo. 

Se usamos severidade para com os outros, seremos julgados pelos outros com rigor e aspereza. 

Se praticamos em sociedade ou em família a hostilidade e a aversão, entre parentes e vizinhos encontraremos a  antipatia e a desconfiança. 

Se insultamos nossa tarefa com a preguiça, nossa tarefa relegar-nos-á à inaptidão. 

Um gesto de carinho para com o desconhecido na via pública granjear-nos-á o concurso fraterno dos grupos anônimos que nos cercam. 

Pequeninas sementeiras de bondade geram abençoadas fontes de alegria. 

O trabalho bem vivido produz o tesouro da competência. 

Atitudes  de  compreensão  e  gentileza  estabelecem  solidariedade e respeito, junto de nós. 

Otimismo  e  esperança,  nobreza  de  caráter  e  puras intenções atraem preciosas oportunidades de serviço, em nossofavor. 

Todo dia é tempo de semear. 

Todo dia é tempo de colher. 

Não é preciso atravessar a sombra do túmulo para encontrar a justiça, face a face. Nos princípios de causa e efeito, achamo-nos incessantemente sob a orientação dela, em todos os  instantes de nossa vida. 

Livro: Fonte Viva
Chico xavier/Emmanuel 

Francisco Rebouças