Solidarity Spiritist Societ

quarta-feira, 30 de agosto de 2017

Na ausência do amor

“Mas aquele que aborrece a seu irmão está em treva-se anda em  trevas e não sabe para onde deva ir, porque as trevas lhe cegaram os olhos.” – João. (1ª Epístola de João, 2:11.) 

Se não sabes cultivar a verdadeira fraternidade, serás atacado fatalmente pelo pessimismo, tanto quanto a terra seca sofrerá o acúmulo de pó. 

Tudo incomoda àquele que se recolhe à intransigência. 

Os  companheiros que fogem  às  tarefas do  amor  são  profundamente tristes pelo fel de intolerância com que se alimentam. 

Convidados ao esforço de equipe, asseveram que os homens respiram em bancarrota moral. 

Trazidos ao culto da fé, supõem reconhecer, em toda parte, a maldade e a desilusão.

Chamados  à  caridade,  consideram  nos  irmãos  de  sofrimento inimigos prováveis, afastando-se irritadiços.

Impelidos  a  essa  ou  àquela  manifestação  de  contentamento, recuam, desencantados, crendo surpreender maldade e lama nas menores exteriorizações de beleza festiva. 

Caminham no mundo entre a amargura e a desconfiança. 

Não há carinho que lhes baste. Vampirizam criaturas por onde estagiam, chorando, reclamando, lamentando... 

Não possuem rumo certo. Declaram-se expulsos da sociedade e da família. 

É que, incapazes do amor ao próximo, jornadeiam pela Terra, sob  o  pesado  nevoeiro  do  egoísmo  que  nos  detém  tão-somente no círculo estreito de nossas necessidades, sem qualquer expressão de respeito para com as necessidades alheias. 

Afirmam-se  incompreendidos,  porque  não  desejam  compreender. 

Ausentes  do  amor,  ressecam  a  máquina da vida, perdendo  a visão espiritual. 

Impermeáveis ao bem, fazem-se representantes do mal. 

Se o pessimismo começa a abeirar-se de teu espírito, recolhe-te à oração e pede ao Senhor te multiplique as forças na resistência, ante o assalto das trevas. 

Aprendamos  a  viver  com  todos,  tolerando  para  que  sejamos tolerados,  ajudando  para  que  sejamos  ajudados,  e  o  amor  nos fará viver, prestimosos e otimistas, no clima luminoso em que a luta e o trabalho são bênçãos de esperança.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

terça-feira, 29 de agosto de 2017

Para sentir a paz em nosso mundo íntimo

“O perfeito amor lança fora o temor”. (I JOÃO, 4:18.)
Alguns instantes de meditação nos seriam suficientes para perceber que em muitas ocasiões nós mesmos sobrecarregamos a mente de inquietações sem fundamento. É comum estragarmos parte do nosso dia entregando-nos a aflições e ansiedades inúteis, que em nada nos ajudam a melhorar os problemas ou as condições daquilo ou daqueles que nos deram causa.
Muito pelo contrário, em lhes concedendo atenção e preocupação exageradas, ei-las que se fortalecem e ampliam transformando-se em instrumento de desarmonia, desequilíbrio, enfermidade, delinquência podendo até mesmo transformar-se em dolorosa obsessão. Muito importante que nos imunizemos contra a absorção desses venenos mentais, vigiando e orando para não nos infelicitarmos com seus efeitos devastadores.
Quando alguém nos imputar calúnias, insultos, difamação, veiculando boatos a nosso respeito, mantenhamo-nos, acima de tudo, calmos sem abrir brecha na fortaleza de nosso mundo interior, convictos de que não vale a pena conturbar o nosso coração, porque sabemos que o problema pertence ao caluniador que, responderá cedo ou tarde, pelos males que nos tenha causado perante a Soberana Sabedoria do Universo.
“Na atualidade do mundo é possível também exerças expressivo papel em algum drama familiar.
Observa, porém, que não te encontras a sós. Em torno de ti, outras provações se desenrolam, quase sempre, com características mais dolorosas do que as tuas.
As tribulações daqueles que carregam enfermidades irreversíveis; os grupos domésticos involuntariamente envolvidos em questões de delinquência; os pais que se responsabilizam por filhos doentes, cujo raciocínio se apaga, gradativamente, nos sanatórios; os filhos que perderam os pais nas cinzas da morte, e que, muitas vezes, passam do sofrimento ao clima do ódio por bagatelas de herança; as equipes familiares que se reconhecem desafiadas por violentos processos de obsessão; a tragédia de muitos amigos que abandonaram a fé e se despenham no suicídio; as mulheres desprotegidas com filhos pequeninos no colo e os grupos inumeráveis de crianças desorientadas, que se localizam na rebeldia e nos hábitos infelizes, preparando o amanhã de inquietação que as espera.
Se te encontras na condição de peça na engrenagem de hoje, a que se acolhem tantas criaturas aflitas, não te entregues ao luxo do desânimo, e sim, trabalha servindo sempre. 
É preciso aprender a suportar os revezes do mundo, sem perder a própria segurança”. (1)
Sigamos realizando com esmero as nossas sagradas tarefas de aprimoramentos moral e espiritual, aproveitando as oportunidades de serviço no bem, que nos propiciarão alegrias na intimidade de nosso Ser, conquistando afeições verdadeiras e construindo um conceito mais elevado perante as inteligências superiores do Universo que, em nome de Deus, abençoar-nos-ão e valorizarão cada esforço despendido no trabalho com responsabilidade e lealdade aos próprios compromissos assumidos quando ainda no mundo espiritual encontrávamo-nos.
Sabemos que ainda estamos sujeitos a erros e enganos que, à medida de nossa compreensão, serão retificados e refeitos por nós mesmos com humildade e honestidade, sem a necessidade de que nos enquadremos nos preceitos Divinos de que “seja dado a cada um segundo as suas obras”, contidos na inexorável Lei de Causa e Efeito.
Precisamos entender o quanto antes a necessidade de nos adequar ao planejamento superior que o Supremo Pai traçou para cada um de nós, na edificação da felicidade e da paz em nossos caminhos, alicerçando as diretrizes de renovação que nos sejam indispensáveis para o êxito da empreitada presente, diante da Lei do Progresso evolutivo em que estamos inseridos.
Urge acreditarmos na força do bem e cooperar trabalhando, infatigavelmente, na sustentação da harmonia geral, na certeza de que o Amor é uma determinação de ordem Superior e que temos que contribuir com a parte que nos foi designada para que ele se estabeleça em definitivo no coração dos homens e de cuja execução não nos é lícito postergar.
Deus seja louvado!
Referências Bibliográficas:
(1) XAVIER, FRANCISCO CÂNDIDO, pelo Espírito Emmanuel. Livro Paz. Capítulo “Paz e Trabalho”.
Francisco Rebouças

Vida Feliz

LIII

Os maus pensamentos intoxicam a alma.

Atraem o pessimismo e as presenças doentias dos Espíritos perturbados e maus.

Mantém a tua mente presa às ideias positivas, iluminativas , aos programas de enobrecimento, de cuja conduta te advirá o bem-estar íntimo e a alegria de viver.

O que pensares com insistência, hoje ou mais tarde se concretizará.

Os fatos se corporificam, de início, no campo mental, para depois se tornar em realidade no corpo físico.

Pensa no bem e banha-te com a luz do amor.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis


Francisco Rebouças

sábado, 26 de agosto de 2017

Precisamos caprichar na higiene da Alma


Assim como nos preocupamos com a higiene do corpo físico, é de fundamental importância que não negligenciemos nos cuidados com a higiene da Alma, investindo no desenvolvimento dos valores espirituais dos quais somos portadores e entre esses o perdão que para nós significa a água pura com a qual lavamos todas as nódoas que nos contaminam a nossa existência.
Preciso se faz que nos empenhemos na busca de limpar a nossa casa mental, para poder exibir uma veste sem vestígios de lama, evitando guardar em nosso mundo íntimo o tóxico venenoso do lixo produzido pelas emoções e sentimentos em desequilíbrio capazes de nos causar transtornos e sofrimentos.
Em nosso mundo íntimo, não permitamos de forma alguma abrigar mágoas, melindres, rancores e etc., diante da conduta alheia em relação a nós, porque isso é o mesmo que armazenar no reduto do próprio ser, os detritos pestilentos que em muito nos dificultarão a marcha de progresso evolutivo que é a nossa principal tarefa na vida.
“Na prática do perdão, como, em geral, na do bem, não há somente um efeito moral:
há também um efeito material. A morte, como sabemos, não nos livra dos nossos inimigos; os Espíritos vingativos perseguem, muitas vezes, com seu ódio, no além-túmulo, aqueles contra os quais guardam rancor; donde decorre a falsidade do provérbio que diz: “Morto o animal, morto o veneno”, quando aplicado ao homem. O Espírito mau espera que o outro, a quem ele quer mal, esteja preso ao seu corpo e, assim, menos livre, para mais facilmente o atormentar, ferir nos seus interesses, ou nas suas mais caras afeições. Nesse fato reside a causa da maioria dos casos de obsessão, sobretudo dos que apresentam certa gravidade, quais os de subjugação e possessão. O obsidiado e o possesso são, pois, quase sempre vítimas de uma vingança, cujo motivo se encontra em existência anterior, e à qual o que a sofre deu lugar pelo seu proceder.
Deus o permite, para os punir do mal que a seu turno praticaram, ou, se tal não ocorreu, por haverem faltado com a indulgência e a caridade, não perdoando. Importa, conseguintemente, do ponto de vista da tranquilidade futura, que cada um repare, quanto antes, os agravos que haja causado ao seu próximo, que perdoe aos seus inimigos, a fim de que, antes que a morte lhe chegue, esteja apagado qualquer motivo de dissensão, toda causa fundada de ulterior animosidade. Por essa forma, de um inimigo encarniçado neste mundo se pode fazer um amigo no outro; pelo menos, o que assim procede põe de seu lado o bom direito e Deus não consente que aquele que perdoou sofra qualquer vingança. Quando Jesus recomenda que nos reconciliemos o mais cedo possível com o nosso adversário, não é somente objetivando apaziguar as discórdias no curso da nossa atual existência; é, principalmente, para que elas se não perpetuem nas existências futuras. Não saireis de lá, da prisão, enquanto não houverdes pago até o último centavo, isto é, enquanto não houverdes satisfeito completamente a justiça de Deus.” (1)
Não nos deixemos contaminar pelos maus hábitos de odiar, maldizer, reclamar, censurar e etc., pois agir dessa forma é render culto ao desequilíbrio e fomentar a desesperança espalhando em volta dos nossos passos a desconfiança e a infelicidade pelas quais responderemos mais cedo ou mais tarde pelos efeitos de corrigenda contidos na Lei da Justiça Divina. Não devemos nos esquecer de que também temos necessidades do perdão alheio, a fim de que nossa caminhada evolutiva nos livre dos empecilhos de toda ordem que, de outro modo, encontraríamos abarrotada pelos nossos próprios erros.
Lembremos o reconforto que colhemos nas palavras de estímulo e na bênção de alívio que nos alimenta de paz o coração, quando as nossas faltas são recebidas por outrem com tolerância. Dessa forma, constitui ato inteligente o perdão, sem condições, a todos os golpes que, por ventura, nos forem desferidos, na certeza de que todo mal desaparecerá um dia da Terra, para que o bem possa permanecer por toda a eternidade.
“Em toda parte, encontrarás o próximo, buscando-te a capacidade de entender e de ajudar.
Auxilia aos outros com aquilo que possuas de melhor.
Os santos e os heróis ainda não residem na Terra.
Somos espíritos humanos, mistos de luz e sombra, amor e egoísmo, inteligência e ignorância.
Cada homem, na fase evolutiva em que nos encontramos, traz uma auréola incompleta de rei e uma espada de tirano.
Se chamas o fidalgo, encontrarás um servidor.
Se procuras o guerreiro, terás um inimigo feroz pela frente.
Por isso mesmo, reafirmou Jesus o antigo ensinamento da Lei: – ‘ama o próximo, como a ti mesmo’.
É que o espírito, quando ama verdadeiramente, encontra mil meios de auxiliar, a cada instante, e o próximo, na essência, é o degrau que nos aparece diante do coração, por abençoado caminho de acesso à Vida Celestial.” (2)
Urge que trabalhemos com afinco desde agora e para sempre no desenvolvimento das virtudes que permanecem adormecidas em nosso íntimo aprendendo a nos desfazer de tudo o que representa inutilidade para o nosso crescimento moral, buscando valorizar e fazer brilhar a nossa luz na compreensão e no amor, que são bens renovadores e duradouros no caminho para Deus, que nem a ferrugem, nem as traças, nem os ladrões poderão retirar de nós a posse definitiva.
Referências Bibliográficas:(1) KARDEC, ALLAN. O Evangelho Segundo o Espiritismo – FEB. 112ª edição, Cap. X, item 6;
(2) XAVIER, FRANCISCO CÂNDIDO, pelo Espírito Emmanuel. Assim Vencerás, capítulo “O Próximo”.
Francisco Rebouças

terça-feira, 22 de agosto de 2017

Ultrapassamos a marca das 153.000 visitas!!!

Que coisa maravilhosa e empolgante, 153.000 visitas ao nosso Blog Espírita!
Mais uma extraordinária marca alcançada!!! 
Meus amigos, é com muita alegria no coração que festejamos mais esta conquista, registrada pelo nosso contador de visitas, que mostra a importante e imprescindível participação de todos vocês para que pudéssemos atingir essa impressionante marca de  153.000 visitas ao nosso Blog Espírita.

Repartimos esse momento de alegria com todos vocês nossos queridos amigos.

Aproveitamos para agradecer a Deus nosso Pai e criador, a Jesus nosso mestre e Guia os Amigos Espirituais, e a vocês queridos amigos, pelo êxito obtido até aqui com este modesto trabalho de divulgação da doutrina espírita.

Seguiremos honrando o compromisso assumido quando da criação deste trabalho, de realizá-lo sempre alicerçado pela codificação espírita sem achismos ou modismos desnecessários e condenáveis sob todos os aspectos.

Que Jesus nosso Mestre e Guia nos mantenha unidos e operosos, sob sua divina inspiração, hoje e sempre!
Nosso coração feliz agradece a todos vocês!!!
Muita PAZ!
Francisco Rebouças

segunda-feira, 21 de agosto de 2017

sábado, 19 de agosto de 2017

Evangelho no coração é remédio para qualquer tipo de mal!

As palavras que eu vos tenho dito são espírito e vida” – Jesus. (João 6.63).
O maior, melhor e mais eficaz medicamento para os nossos mais diversificados tormentos, já foi receitado há mais de dois mil anos, pelo mais competente Médico a quem a humanidade teve acesso, seu nome? Jesus. Suas recomendações terapêuticas poderão trazer a cura para a grande maioria das nossas aflições se administradas na dosagem exata para cada um dos nossos sofrimentos, segundo suas sábias determinações.
  1. Qual o tipo mais perfeito que Deus tem oferecido ao homem, para lhe servir de guia e modelo?
 Jesus.” (1)
Ao seu contato, ficamos sabendo que Ele estará sempre à nossa disposição, pronto a nos receber e nos medicar, para que enfrentemos com determinação e seriedade as tribulações, adversidades e desafios comuns aos habitantes do nosso planeta, em contínuo processo de transformação e crescimento em todos os níveis. Em suas prescrições não faltarão os esclarecimentos sobre a importância da renúncia, paciência, humildade e ainda o valor da resignação para o sucesso do nosso tratamento.
O Espiritismo, revivendo o evangelho primitivo trazido pelo próprio Jesus, alerta-nos para o fato de que nosso comportamento tem significativo peso no equilíbrio do nosso organismo físico, pois, as doenças são reflexos da desarmonia que se estabeleceu primeiramente em nosso Ser imortal que se faz refletir em nosso corpo carnal, e não poderá ser extinto simplesmente com a medicação da ciência do nosso mundo ainda tão distante das necessidades de cura do Espírito que o habita.
As medicações estabelecidas para o reequilíbrio do Espírito têm por prioridade as ações equilibradas do homem através dos pensamentos, palavras e atos para com seu semelhante para com a vida, que determinarão segundo a Lei de Causa e Efeito suas futuras realizações em busca da recuperação ou manutenção da sua saúde física, e espiritual.
“…Os efeitos da lei de amor são o melhoramento moral da raça humana e a felicidade durante a vida terrestre. Os mais rebeldes e os mais viciosos se reformarão, quando observarem os benefícios resultantes da prática deste preceito: Não façais aos outros o que não quiserdes que vos façam: fazei-lhes, ao contrário, todo o bem que vos esteja ao alcance fazer-lhes…” (2)
Entre as medicações administradas para a saúde e equilíbrio do Espírito, destacam-se entre outras muitas, o convívio salutar com aqueles que a Soberana Sabedoria do Universo reuniu ao nosso redor na família, na profissão, na religião, na sociedade em geral, que muitas das vezes constituem-se dos adversários de ontem e que se apresentam como antipatizantes de hoje, e se juntarão em cruzada severa e até mesmo tirânica em oposição aos ideais nobres que almejamos.
Aclara-nos para a certeza de que nossos adversários de outrora, encarnados ou não, nos conhecem mais do que imaginamos e sabem das nossas desditas do passado e não acreditam em nossa sincera disposição de renovação, mesmo porque ainda se encontram impossibilitados de seguirem a marcha do progresso moral, vitimados ainda pela sensação de incapacidade de mudança ante a grandeza dos nossos sublimes propósitos. Dessa forma, seguem ao nosso lado tentando de maneira sutil ou até mesmo violenta se opor às nossas disposições de crescimento no campo da moralidade.    
Com Jesus, no entanto, encontraremos segurança e sustentação para seguir escolhendo com sabedoria as melhores opções dos valores permanentes de sempre, deixando os transitórios e ilusórios de hoje. No Evangelho encontraremos o roteiro de luz que iluminará nossos caminhos em busca da felicidade que só quem caminha em sua companhia detém.
Referências:(1) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos. F.E.B. 76ª edição; e
(2) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. F.E.B. 112ª edição, Cap. XI, tem 9.
Francisco Rebouças

terça-feira, 15 de agosto de 2017

BALBINA UMA LINDA HISTÓRIA DE VIDA!

Balbina
Parabéns querida amiga Balbina,

Revê-la p’ra nós, é motivo de alegria
Rogamos a Deus abençoe os seus 102 anos de vida
Com seu amor e sua presença Divina.


Te agradecemos em nome de todos os fundadores da UMEN.
Que tanto benefícios com essa atitude nos deram,
Através desse Oásis bendito
Nossa Casa, nosso templo, nosso Refrigério...


Muito obrigado por tudo amiga Balbina,
Por sua amizade, seu carinho seu exemplo de vida,
Que Jesus nosso Amigo, Mestre e Guia
Te envolva, em sua paz e sua luz sublime.


Ah! Quem dera fosse eu capaz,
P’ra te ofertar versos bonitos,
Como fazia aquele teu amigo querido
Sebastião Lasneau, teu poeta favorito!
Niterói, 15/08/2017
Francisco Rebouças.

domingo, 13 de agosto de 2017

Minha Homenagem AOS PAIS!

DIA DE DEUS
Emmanuel
Pensando em Deus, pensa igualmente nos homens, nossos irmãos.

Detém-te, de modo especial, na simpatia e no amparo possível, em favor daqueles que se fizerem pais ou tutores.

As mães são sempre revelações angélicas de ternura, junto aos sonhos de cada filho, mas é preciso não esquecer que os pais também amam.

Esse perdeu a juventude, carregando as responsabilidades do lar; aquele se entregou a pesados sacrifícios, apagando a si mesmo, para que os filhos se titulassem com brilho na cultura terrestre;outros se escravizaram a filhinhos doentes; muitos foram banidos do refúgio doméstico, às vezes, pelos próprios descendentes, exilados que se acham em recantos de imaginário repouso, por trazerem a cabeça branca por fora, e, em muitas ocasiões, alquebrada por dentro, sob a carga de lembranças difíceis que conservam, em relação aos infortúnios que atravessaram para que a família sobrevivesse, e,ainda outros renunciaram à felicidade própria, a fim de se converterem nos guardais da alegria e da segurança de filhos alheios!...

Compadece-te de nossos irmãos, os homens, que não vacilaram em abraçar amargos compromissos, a benefício daqueles que lhes receberam os dons da vida.

Ainda mesmo aqueles que se transviaram ou enlouqueceram, sob a delinqüência, na maioria dos casos, nos merecem respeitoso apreço pelas nobres intenções que os fizeram cair.

A vida comunitária, na Terra de hoje, instituiu datas de homenagens às profissões e pessoas. Lembrando isso, reconhecemos, por nós, que o Dia das Mães é o Dia do Amor, mas reconhecemos também que o Dia dos Pais é o Dia de Deus.

Livro: Seara de Fé
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

Parabéns aos Pais!!



Hoje comemoramos uma data muito especial, o dia dos Pais!


Por saber da importância dessa data festiva, rogo a Jesus abençoe a todos os irmãos que receberam de Deus essa sublime missão, para que a desempenhem com o maior zelo e esmero possíveis, pois, Pai é a segurança, a esperança, a mão amiga para os diamantes que a vida os confiou!


Feliz dia dos Pais!!!

Francisco Rebouças

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

A PROVA ÚLTIMA

E porque o aprendiz indagasse sobre o currículo dos exames a respeito do aperfeiçoamento da alma, o mentor esclareceu, paciente: 

-Na Espiritualidade Superior, as avaliações de aproveitamento são muitas. Temos as de paciência, de disciplina, de espírito de serviço e de auxílio aos semelhantes, no entanto, ao que me parece, a última é a mais difícil de todas. 

E qual é a última? -Indagou o discípulo atento. 

O mentor respondeu, em tom decisivo: 
-A última prova, no aperfeiçoamento de cada um de nós é a humildade.

Livro: Agora é o Tempo
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

CONFIANDO SEMPRE

Peçamos ao Senhor que nos sustente as forças na desincumbência dos compromissos assumidos e que prossigamos adiante no campo de nossas abençoadas lutas, com a certeza de que o Divino Benfeitor jamais nos abandona.

Livro: Migalha
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

Vida Feliz

LII

O perdão real é sempre acompanhado pelo esquecimento do mal recebido.

Se perdoas, porém te referes ao acontecimento, estás vitalizando o erro.

Trabalha a inferioridade pessoal que se fixa na lembrança do sofrimento experimentado e agradece a oportunidade de perdoar.

Como evoluir sem os testes de aprimoramento moral?

O perdão, que agora concedes, será o teu padrinho amanhã quando
necessites da benevolência e da desculpa de outra pessoa.

Perdoar é sempre melhor para quem o faz. Age sempre assim e viverás.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

terça-feira, 8 de agosto de 2017

Prioridade na postura de dignidade perante o próximo

Se desejarmos desenvolver a paz em nosso mundo íntimo e em torno dos nossos passos, é imprescindível estarmos dispostos às mudanças urgentes na forma de agir, a começar pelo desenvolvimento e cultivo da fé em Deus e em nossas possibilidades para que não nos falte nos momentos de dificuldades a tranquilidade necessária ao nosso espírito, na busca de amar e servir sempre mais e melhor.
Isto porque, é importante não esquecer que receberemos de volta o que fizermos aos outros e com os outros. Assim sendo, é inteligente fazer o bem que estiver ao nosso alcance ao nível de nossas possibilidades, sem visar retribuição ou qualquer outra forma de gratidão.
Precisamos abdicar do vício de procurar defeitos no próximo, entendendo que todos nós, espíritos ainda vinculados ao planeta Terra, em processo de evolução possuímos ainda o nosso lado escuro que precisamos iluminar, e que apontar defeitos alheios é causa de ressentimentos que poderá se transformar em malquerença ou até mesmo em ódio que representará veneno em nossa vida e em nosso coração.
“Uma das insensatezes da Humanidade consiste em vermos o mal de outrem, antes de vermos o mal que está em nós. Para julgar-se a si mesmo, fora preciso que o homem pudesse ver seu interior num espelho, pudesse, de certo modo, transportar-se para fora de si próprio, considerar-se como outra pessoa e perguntar: Que pensaria eu, se visse alguém fazer o que faço? Incontestavelmente, é o orgulho que induz o homem a dissimular, para si mesmo, os seus defeitos, tanto morais, quanto físicos. Semelhante insensatez é essencialmente contrária à caridade, porquanto a verdadeira caridade é modesta, simples e indulgente.
Caridade orgulhosa é um contra senso, visto que esses dois sentimentos se neutralizam um ao outro. Com efeito, como poderá um homem, bastante presunçoso para acreditar na importância da sua personalidade e na supremacia das suas qualidades, possuir ao mesmo tempo abnegação bastante para fazer ressaltar em outrem o bem que o eclipsaria, em vez do mal que o exalçaria? Por isso mesmo, porque é o pai de muitos vícios, o orgulho é também a negação de muitas virtudes. Ele se encontra na base e como móvel de quase todas as ações humanas. Essa a razão por que Jesus se empenhou tanto em combatê-lo, como principal obstáculo ao progresso.” (1)
Esforcemo-nos para esquecer as ofensas, incondicionalmente na certeza de que as agressões que por ventura nos sejam lançadas, pertencem aos agressores, e que não podemos pagar o mal com outro mal, pois somos sabedores de que nem sempre será possível viver sem adversários, dessa forma, não nos esqueçamos de ofertar por nossa vez, o respeito que lhes é devido.
Nos caos em que houvermos ferido, magoado, lesado alguém, que tenhamos a coragem de pedir as devidas desculpas aos prejudicados e reparar aquelas que ainda podem ser refeitas, cumprindo as determinações das Leis Divinas que prescrevem amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo. (2)
Procuremos antes de tudo, cumprir com o dever que nos cabe diante da vida, evitando descarregar em ombros alheio as obrigações que nos competem executar, guardando fidelidade aos compromissos assumidos quando ainda estávamos no mundo espiritual, e não acreditemos em facilidades, pois, a caminhada em busca da felicidade e da paz que tanto almejamos exige trabalho árduo e muita disposição para serem conquistadas.
Faz-se necessário também observar com cuidado e carinho a forma de correção que empregamos nas tarefas pequenas, para que essa mesma correção e responsabilidade não se torne pesada nas grandes tarefas, e quando a dificuldade nos trouxer desânimo, não tenhamos a pretensão de achar que somos as únicas pessoas em provação sobre a Terra para que a nossa dor não se converta em causa para tumultos ou distúrbios.
Urge nos empenhemos na tarefa do bem, ofertando nossos melhores recursos para que nos tornemos instrumentos úteis na Seara do Mestre e Guia da humanidade, sem desperdiçar a bênção do tempo, trabalhando em prol de uma vida melhor para nós e para o próximo, reconhecendo que somos filhos de Deus que, por amor, nos empresta os necessários recursos para uma semeadura positiva, e, mesmo reconhecendo as imperfeições de que ainda sejamos portadores, estaremos certamente agindo na condição de discípulos sinceros na construção da nossa própria paz de Espírito.
Referências:(1) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, F.E.B., 112ª edição. Cap. X, item 10. (Mateus, XII: 34-40); e
(2) Mateus, XII: 34-40.
Francisco Rebouças

Vida Feliz

LI

Quem guarda rancor, coleciona lixo moral, e, consequentemente, termina enfermando.

O mal que te façam, não deve merecer o teu sacrifício.

Se alguém deseja ver-te infeliz, age de forma contrária, vivendo com alegria.

Se outrem planeja perturbar-te, insiste na posição de harmonia.

Se aquele que se tornou teu adversário trabalha pela tua desdita, continua em paz.

Para quem procura infelicitar os outros, a maior dor é velos imperturbáveis.

Sê inteligente e não te desgastes à toa.

Livro: Vida Feliz

Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

sábado, 5 de agosto de 2017

O QUE É O ESPIRITISMO

Boa ou má-vontade dos Espíritos para convencer

V. — Os Espíritos devem almejar fazer prosélitos; por que não se prestam, melhormente, aos meios de convencer certas pessoas, cuja opinião teria grande influência?
A. K. — É por julgarem que, naquele momento, não devem fornecer provas às pessoas a quem não ligam a importância que elas pretendem ter.

É isso pouco lisonjeiro, convenho, porém não temos o direito de impor-lhes a nossa opinião; os Espíritos têm sua maneira de julgar as coisas, a qual nem sempre se coaduna com a nossa; eles vêem, pensam e agem segundo outros elementos; ao passo que a nossa vista é circunscrita pela matéria, limitada pela estreiteza do círculo em que vivemos, eles abrangem o conjunto; o tempo, que nos parece tão longo, é para eles um instante; a distância, um simples passo, e certos pormenores, para nós de importância extrema, são futilidades a seus olhos; em compensação, ligam às vezes importância a coisas cujo verdadeiro alcance nos escapa.

Para compreendê-los é preciso nos elevarmos pelo pensamento acima do horizonte material e moral, colocarmonos no seu ponto de vista, pois que não são eles que devem descer ao nosso nível, mas subirmos nós até eles, é o que nos ensinam o estudo e a observação.
Os Espíritos gostam dos observadores assíduos e conscienciosos; para estes multiplicam eles as fontes de luz; o que os afugenta não é a dúvida que nasce da ignorância, é a fatuidade desses pretensos observadores que nada observam, que desejam colocá-los no banco dos réus e fazê-los moveremse como títeres; é o sentimento de hostilidade e descrédito que exista em seus pensamentos, quando o não traduzam por palavras.

Por sua causa os Espíritos nada fazem, pouco se importando com o que possam dizer ou pensar, porque o seu dia também chegará.

Por isso vos dizia eu que não é a fé antecipada o que pedimos, mas, sim, a boa-fé.

Livro: O Que é o Espiritismo - Segundo diálogo — O céptico

Francisco Rebouças

quarta-feira, 2 de agosto de 2017

Falar menos, fazer muito mais!

Espiritismo em sua divina proposta alicerçada na fé raciocinada nos faz ver que é necessário a cada um de quantos abraçam seus princípios superiores procurar fazer revelar em suas ações os indícios da sua incontestável pureza. É indispensável cessar em definitivo com império do verbalismo vazio, no qual desde há muitos séculos, a humanidade tem vivido épocas de falsas promessas sem os necessários e imprescindíveis exemplos.
Ouçamos o que nos diz André Luiz a respeito das promessas que fazemos e não cumprimos: “…Os que fazem dez projetos maravilhosos por dia sem concretizar nenhum deles em dez anos.
Os que reconhecem a grandeza das verdades divinas, mas que jamais dispõem de tempo para cultivá-las, em favor da própria iluminação.
Os que adiam indefinidamente para amanhã o serviço da compreensão e do amor ao próximo…” (1)
São chegados os tempos da iniciativa própria, do esforço pessoal de cada adepto da filosofia espírita em se conscientizar da necessidade da iluminação individual para encontrar com sua realidade espiritual, porque infelizmente continua a mostrar-se perdido no oceano da coletividade, arrastado pelo turbilhão das tentações mundanas.
O verdadeiro adepto da Doutrina Espírita precisa entender o quanto é importante sua contribuição através da participação efetiva nas tarefas do bem com disciplina, boa vontade além do necessário esforço para que se seja possível o progresso intelectual, moral e espiritual, seu e da comunidade em que está inserido, incentivando a realização de novos e abençoados empreendimentos.
“… Discípulos do Cristo, compreendei-as bem! Que frutos deve dar a árvore do Cristianismo, árvore possante, cujos ramos frondosos cobrem com sua sombra uma parte do mundo, mas que ainda não abrigam todos os que se hão de grupar em torno dela? Os da árvore da vida são frutos de vida, de esperança e de fé. O Cristianismo, qual o fizeram há muitos séculos, continua a pregar essas virtudes divinas; esforça-se por espalhar seus frutos, mas quão poucos os colhem! A árvore é boa sempre, porém maus são os jardineiros. Entenderam de moldá-la pelas suas ideias; de talhá-la de acordo com as suas necessidades; cortaram-na, diminuíram-na, mutilaram-na; tomados estéreis, seus ramos não dão maus frutos, porque nenhuns mais produzem. O viajor sedento, que se detém sob seus galhos à procura do fruto da esperança, capaz de lhe restabelecer a força e a coragem, somente vê uma ramaria árida, prenunciando tempestade. Em vão pede ele o fruto de vida à árvore da vida; caem-lhe secas as folhas; tanto as remexeu a mão do homem, que as crestou.
Abri, pois, os ouvidos e os corações, meus bem-amados! Cultivai essa árvore da vida, cujos frutos dão a vida eterna. Aquele que a plantou vos concita a tratá-la com amor, que ainda a vereis dar com abundância seus frutos divinos.” (2)
A cada um de nós espíritas compete organizar uma consciência cristã através das boas ações que praticarmos enfrentando corajosamente os desafios propostos pela vida, sem estagnação, e sem fanatismo. Faz-se necessário dar utilidade a todo o conhecimento adquirido no Espiritismo pela fé realizadora e ativa que opera, longe de qualquer cristalização teórica.
É imperioso compreendamos a verdade de que o tempo da palavra vazia passou, e que o momento atual é de praticar os ensinos que já conseguimos amealhar, evitando o velho vício de falar muito e fazer pouco, procurando agir em conformidade com a filosofia que esposamos, laborando com desprendimento, nas atividades que nos cabe desempenhar.
“Hoje, como ontem, Jesus prescinde das nossas guerrilhas de palavras, das nossas tempestades de opinião, do nosso fanatismo sectário e do nosso exibicionismo nas obras de casca sedutora e miolo enfermiço.
O Excelso Benfeitor, acima de tudo, espera de nossa vida o coração, o caráter, a conduta, a atitude, o exemplo e o serviço pessoal incessante, únicos recursos com que poderemos garantir a eficiência de nossa cooperação, em companhia dele, na edificação do Reino de Deus.” (3)
Sabemos que temos tarefas importantíssimas a realizar e não estamos dispensados da luta de empregar bem os talentos que a Soberana Sabedoria nos concedeu para o nosso aprimoramento no árduo caminho da pureza e da felicidade que haveremos de alcançar. A luta é condição primordial de qualquer conquista. Quando o homem estiver renovado pelos princípios de moralidade ensinado e exemplificado por Jesus Cristo, compreenderá finalmente que o bem é a garantia fundamental para a felicidade na Terra.
Referências:(1) Xavier, Francisco Cândico, pelo Espírito André Luiz – Livro: Agenda Cristã. Cap. 8;
(2) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo – FEB, 112ª edição. Cap. 18, item 16; e
(3) Xavier, Francisco Cândido, pelo Espírito Emmanuel – Livro Ave Cristo. Apresentação.
Francisco Rebouças