Solidarity Spiritist Societ

sábado, 8 de abril de 2017

Divaldo Franco

O que dizer dos dirigentes de Centros Espíritas que não valorizam o trabalho de juventude e nem se interessam em formar grupos desse tipo, mesmo o Centro possuindo uma frequência considerável de público jovem?

Divaldo: São pessoas que ainda não despertaram para o sentido profundo do comportamento doutrinário, que se acreditam insubstituíveis e que à frente de qualquer organização, tornam-se donas da entidade. Temem a competição, porque não têm valores de segurança. E receiam que as novas ge- rações lhes arrebatem o cetro que, transitoriamente, está nas suas mãos. Arrebatamento esse que se dará, porque a morte sempre vem para todos nós, fazendo-nos ceder o espaço que ocupamos.
As pessoas que assim postulam estão fora das tarefas mínimas do dever para com as gerações novas. Sem estas últimas, a sociedade deixa de progredir, porque a humanidade avança graças aos pés do presente. São os pés da infância e da juventude que promovem o mundo do futuro. É necessário conscientizarem-se esses companheiros que a tarefa da evangelização espírita infanto-juvenil é mais do que um dever.

Trata-se da construção da futura humanidade. E, desde que o Espiritismo é bom para eles, por que não será para os homens do porvir, que já estão vivendo na criança do presente?
Cabe àqueles que têm consciência e responsabilidade dos objetivos doutrinários, nessas entidades, iniciarem um movimento libertador e, se encontrarem barreiras e dificuldades, utilizando-se do direito de votar e serem votados, eliminarem os companheiros retrógrados que dificultam a marcha do progresso nas instituições que dirigem.

Palavras de Luz
Divaldo P. Franco, sob a Inspiração de Diversos Espíritos.

Francisco Rebouças