Solidarity Spiritist Societ

quinta-feira, 27 de abril de 2017

Vida Feliz

XLIII

A tua felicidade é possível.

Crê nesta realidade e trabalha com afinco para consegui-la.

Não a coloques nas coisas, nos lugares, nem nas pessoas, a fim de que não te decepciones.

A felicidade é um estado íntimo, defluente do bem-estar que a vida digna e sem sobressaltos proporciona.

Mesmo que te faltem dinheiro, posição social de relevo e saúde, podes ser feliz, vivendo com resignação e confiança em Deus.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

Estudando o Espiritismo - L.E.

Bênçãos e maldições

557. Podem a bênção e a maldição atrair o bem e o mal para aquele sobre quem são lançados?

“Deus não escuta a maldição injusta e culpado perante ele se torna o que a profere.
Como temos os dois gênios opostos, o bem e o mal, pode a maldição exercer momentaneamente influência, mesmo sobre a matéria. Tal influência, porém, só se verifica por vontade de Deus como aumento de prova para aquele que é dela objeto. Demais, o que é comum é serem amaldiçoados os maus e abençoados os bons. Jamais a bênção e a maldição podem desviar da senda da justiça a Providência, que nunca fere o maldito, senão quando mau, e cuja proteção não acoberta senão aquele que a merece.”

Fonte: O Livro dos Espíritos - F.E.B. 76ª edição.

Francisco Rebouças

domingo, 23 de abril de 2017

A influência do Natal em nossa sociedade

“Desperta, tu que dormes! Levanta-te dentre os mortos e o Cristo te iluminará.” – Paulo. (Efésios, 5:14.)
Quando o Natal chega, todos nós percebemos interiormente a presença da mensagem do Criador no coração de suas criaturas manifestado em forma de uma Paz que sentimos envolver a Terra em atitudes de bondade e fraternidade que se nota no relacionamento entre as pessoas. Natal palavra mágica que contém um magnetismo de júbilo divino!
Observamos nessa época vozes e mãos, enlaçando-se em palavras de otimismo e prece, cânticos de afeição, abraços sentidos renovando os votos de fraternidade e esperança em dias melhores. Ao mesmo tempo as árvores de Natal com seus brilhos e beleza enfeitam as residências demonstrando a alegria que a todos contagia de festejar o nascimento do mais perfeito Ser que já habitou entre nós.
Jesus, o Excelso Benfeitor, cujo amor e amparo louvamos quase que exclusivamente no Natal, ilumina-nos os passos e aguarda-nos, ainda agora, o verdadeiro entendimento de sua mensagem que tem por objetivo maior estender no mundo as fontes da alegria, para amenizar a dor da multidão que chora!…
Em suas lições de amor por todos nós, é fácil deduzir que como aniversariante do dia espera como presente único, que ouçamos suas mensagens e sigamos seus exemplos “amando-nos uns aos outros como Ele nos amou”, estendendo as mãos aos menos afortunados, pois, há muita gente, em plena solidão, entregue à ventania dos males diversos, há quem contemple o céu, mendigando consolo, quem suporte a penúria exposta à noite fria, quem sonha com um prato de comida para matar a fome que lhe consome o ânimo.
“Há muitos irmãos de olhos abertos, guardando, porém, a alma na posição 
horizontal da ociosidade. É preciso que os corações despertos se ergam para a vida, se levantem para trabalhar na sementeira e na seara do bem, a fim de que o Mestre os ilumine. Esforcemo-nos por alertar os nossos companheiros
adormecidos, mas não olvidemos a necessidade de auxiliá-los no soerguimento.” (1)
Quantos rogam em vão o afeto que perderam; quantos gritam na estrada em desespero a situação incômoda da orfandade, viuvez, desalento, abandono, privação e outras tantas infelicidades? Neste Natal, como outrora, Jesus vem convocar seus fiéis seguidores ao exercício da caridade em socorro aos que vagam nas trevas sem esperança no porvir.
Aproveitemos esta oportunidade ímpar e estendamos aos irmãos em sombra o auxílio e apoio com a simpatia, que os arranque do estrado de penúria e desespero em que se encontram e os soergam do sofrimento para uma vida de esperança e fé em dias de paz e prosperidade em todos os sentidos.
Ao nível de nossas possibilidades, vamos esparzir a bênção da esperança, que possa contribuir para fazer diminuir ou até mesmo desparecer a tristeza e a revolta na Terra. Façamos parte do exército do bem, espalhando em nossos caminhos os benefícios que já nos for possível ofertar ao irmão que sofre, assim como o perdão ao tenha errado.
“Atendamos, assim, sem descanso, à sementeira do bem, na certeza de que aprendendo e servindo, na escola dos bons exemplos, é que poderemos fortalecer, uns nos outros, a luz do entendimento e a constância da fé, o poder do trabalho e a força da razão.”  (2).
Referências Bibliográficas:(1) Xavier, Francisco Cândido, pelo Espírito Emmanuel. Livro: Fonte Viva, FEB. Cap. 66.
(2) Xavier, Francisco Cândido, pelo Espírito Emmanuel. Livro: Fé, Paz e Amor – GEEM. Cap. Convicções.
Francisco Rebouças

Palestras no C.E.T.J.

Prezados amigos estas são as palestras do mês de abril no C.E.T.J.

Compareçam,divulguem!






http://www.cetj.org.br/







Francisco Rebouças

1º Sarau dançante do C.E.T.J.

VOCÊ NÃO PODE FALTAR.
VENHA COMEMORAR COM A GENTE, CETJ 94 ANOS DE FUNDAÇÃO.

CONVITES NA SECRETARIA DO CETJ.

INFORMAÇÕES:
divulgacao@cetj.org.br
 — em  CETJ -Centro Espírita Trabalhadores de Jesus.




http://www.cetj.org.br/





Francisco Rebouças

Palestras espíritas na U.M.E.N.

Amigos estas são as palestras programadas para esta semana na U.M.E.N.

Compareçam, divulguem!!

Ouçam pelo canal U.M.E.N., no youtube: 

https://www.youtube.com/channel/UClPvofwg8-fLydeE5haFlYg

Francisco Rebouças

quarta-feira, 19 de abril de 2017

TÉDIO NÃO

Emmanuel

Se o tédio te assedia,
Foge do tempo inútil.
Vai a uma enfermaria
De irmãos hansenianos.
Debalde triste mãe
Quer os filhos distantes...
Um velho desprezado
Aguarda um filho em vão...
Deixa as horas vazias
E trabalha no Bem.
Os doentes anseiam
Por esperança e paz.
Livro: Doutrina Escola
Chico Xavier/Espíritos Diversos
Francisco Rebouças

terça-feira, 18 de abril de 2017

CELEBRANDO O CENTENÁRIO

Irmão X

O Primeiro Centenário da Codificação do Espiritismo revestiu-se de enorme importância, não apenas no círculo dos companheiros encarnados, mas também nas Esferas Espirituais, vizinhas da Humanidade.

Inquestionavelmente, os núcleos de vida mais nobre, postos avançados do Espírito humano para a Vida Superior, já guardavam consigo, em soberana exaltação de beleza, os princípios trazidos ao mundo por intermédio de Allan Kardec, mas, no imenso vale das criaturas torturadas, a se erguerem da sombra para a luz, a Doutrina Espírita representou preciosa contribuição no trabalho iluminativo da alma, aplainando dificuldades, auxiliando consciências e clareando caminhos.

Desde o eclipse do Evangelho no culto exterior, anuviou-se o roteiro da morte na marcha da Civilização.

Longo tempo gastava a mente desencarnada para desvencilhar-se dos escuros liames que lhe escravizavam a vida.

As garras medievais senhoreavam largos continentes do Espírito.

Milhões de criaturas transportavam para névoa do túmulo apenas imaginárias concepções do figurino religioso. Quando devotadas à fé, acreditava-se no paraíso estanque da contemplação sem limites, em perigosa consagração à ociosidade e, se atormentadas por remorsos e inquietações, faziam-se presa fácil de gênios perversos, demorando-se indefinidamente no inferno de impressões culposas que lhes esbraseava o próprio seio.

Que o auxílio celeste chegava sempre, não havia dúvida. Mas vinha, como era justo, de fora para dentro, subordinado a percalços de toda sorte, porque a própria mente interessada no auxilio de cima congelava em si mesma os impulsos de evolução, admitindo-se catalogada em sentença definitiva.

Com naturais exceções, vastas fileiras de desencarnados voltavam do sepulcro para o berço, cristalizado na ilusão, depois de longo itinerário na amargura e na incerteza, sem qualquer proveito na experiência além-túmulo, porque o fanatismo é tirânico interventor no reino mental, gerando superstições e fantasmas que se nutrem do pensamento das próprias vítimas.

Com a luz do Espiritismo, porém, vigoroso clarão varre o domínio das trevas.

Sublimes revelações banham as praias do sem-fim...

O homem retorna o Cristianismo libertador.

Jesus é lembrado não mais à feição de mago invulgar, salvando as criaturas ou condenando-as com poderoso ditador terrestre, preocupado com o incenso da adulação, mas sim como o Mestre Divino, ensinando a cada um de nós a carregar a própria cruz, servindo ao bem para merecê-lo, segundo a reta justiça.

Valendo-se da cooperação de amigos do plano físico que desalgemam as ideias dos antigos cárceres de intolerância, os servidores do bem, na esfera espiritual, encontram cabeças de ponte para a administração de socorro a compactas multidões de filhos do infortúnio que circunvagam, sem a veste do corpo, no nevoeiro da loucura e da desesperação.

Abrem-se túneis de generosa luz na noite de ignorância.

Homens desencarnados, vibrando em novas aspirações de trabalho, quais nós mesmos, encontram recursos de colaborar na extinção dos resultados infelizes da lavoura de enganos a que se acolheram. E movimentos de progresso e renovação surgem nas regiões inferiores purificadas emoções e lenindo anseios, estendendo o consolo e edificando a esperança. 

Velhas bastilhas religiosas caem na Terra e nos círculos de evolução que lhes dizem respeito, e no Planeta amanhece um novo dia, reaparecendo o vulto excelso de Jesus, à frente da Humanidade, comandando-lhe a jornada regeneradora no rumo da ascensão.

É por isso que, ante o sol do Primeiro Centenário d’O Livro dos Espíritos, cujas sínteses fulgurantes constituem o marco da grande transformação; comovidos e reverentes, associamo-nos aos companheiros de luta terrestre no coro de agradecimentos ao Céu pela bênção do Espiritismo, reiterando jubilosos:

-Glória ao Cristo de Deus!
-Salve Allan Kardec!
(mensagem recebida em 1957).

Livro: Doutrina Escola
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

sábado, 15 de abril de 2017

Espiritismo em Foco

Prezados amigos, nesta segunda-feira, 17/04/2016, estarei no programa "Espiritismo em Foco", pela Jovem TV canal 8 de Cabo Frio/RJ
Programa apresentado pelos os amigos Renato Fragoso e José Marco, todas às segundas às 18:00 h.
Prestigiem, divulguem!!

Francisco Rebouças


VIDA FELIZ

XLII

No tumulto que toma conta do mundo e das pessoas, reserva-te alguns momentos de silêncio, que se transformem em quietude interior.

A agitação, a balbúrdia, o falatório, desarmonizam os centros emocionais do equilíbrio.

Cala mais do que fala.

Reflexiona antes de expender a tua opinião.

Ouve a zoada e alija-te do burburinho, preservando-te em paz.

Este comportamento é salutar para todos os momentos da tua vida.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

quinta-feira, 13 de abril de 2017

Reflexão!!!


O Espiritismo através da fé raciocinada nos propõe a transformação moral pelo uso adequado da inteligência, mas se não é faz suficiente para reergue o coração com o aperfeiçoamento íntimo, se os princípios que difunde não te fazem melhor, à frente dos nossos irmãos em Humanidade, cabe parar e refletir: para que te serve o conhecimento do espiritismo? Se uma filosofia como essa de origem superior não te serve para educar as emoções, se a filosofia espírita não serve para te dirigir rumo à elevação do caráter e do sentimento, que fazes do tesouro intelectual que a vida te revela?
Francisco Rebouças

ANTE O ALVO

Emmanuel

Há muito que fazer.
Não te queixes. Trabalha.
Companheiros falharam?
Prossegue e terão outros.
Não queres certo grupo?
Outras áreas te esperam.
Desilusão à vista?
Não pares. Continua.
Buscas a Paz de Deus?
O serviço é o caminho.
Ante o alvo, os que seguem.
É que podem chegar.

Livro: Senda Para Deus
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

terça-feira, 11 de abril de 2017

A UNIÃO

Memei

Observemos a síntese grandiosa que a natureza nos oferta, sob a forma da sábia lição, que reporta-se ás leis dos esforços em conjunto.
No Cosmos Grandioso, onde cintilam milhões de corpos celestes, também faz sentir a sublimidade desta lei. Pois vemos que, no cortejo imenso dos astros, existe a harmonia em todas as trajetórias.
Bastaria um só corpo celeste, por pequenino que fosse, não cooperar no conjunto, para que cataclismos de grande proporções adviessem como resultado. As leis magnéticas de atração e repulsão precisam estar em perfeita conjunção de esforços,para haver o equilíbrio.
Aqui na terra, também vemos a natureza sempre nos dar singelos exemplos.
Uma pérola que tivesse hábitos solitários, não poderia formar sozinha o conjunto harmonioso de um colar custoso.
Uma garoa de água, que teimasse em desprender sozinha da nuvem alentada, não poderia irrigar o solo árido pois sua capacidade de trabalho seria restrita.
Um tijolo, por mais que tenha boa vontade, se teimar em estar sozinho sem a cooperação de outros tijolos seus irmãos, não poderá, nas mãos de hábil arquiteto, se transformar em acolhedora vivenda.
Em tudo é preciso conjunto para mais fácil e eficiente se tornar a tarefa a ser empreendida.
Copiemos a natureza com nossos atos, sendo unidos em nossos empreendimentos. Se assim fizermos, mais facilmente venceremos os obstáculos.
E como cooperadores da Seara do Divino Mestre, porque não unirmos nossos esforços, para, em conjunto, edificarmos algo que seja útil para a Humanidade?

Livro: Bençãos de Amor
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

Qual o pior dos meus defeitos!

Estava eu a pensar o quanto tenho lido nas fontes benditas da nossa doutrina, em todos esses meus anos de encontro com a mensagem dos Espíritos Superiores no Espiritismo sobre reforma íntima que ainda não consegui realizar, quando distraidamente me deparo com mais esta lição para minhas reflexões, contida no Livro dos Espíritos, na questão seguinte proposta por Kardec e elucidada pelos Imortais da Vida Maior na Codificação.
895.“Postos de lado os defeitos e os vícios acerca dos quais ninguém se pode equivocar, qual o sinal mais característico da imperfeição?
“O interesse pessoal. Frequentemente, as qualidades morais são como, num objeto de cobre, a douradura que não resiste à pedra de toque. Pode um homem possuir qualidades reais, que levem o mundo a considerá-lo homem de bem. Mas, essas qualidades, conquanto assinalem um progresso, nem sempre suportam certas provas e às vezes basta que se fira a corda do interesse pessoal para que o fundo fique a descoberto. O verdadeiro desinteresse é coisa ainda tão rara na Terra que, quando se patenteia todos o admiram como se fora um fenômeno.
O apego às coisas materiais constitui sinal notório de inferioridade, porque, quanto mais se aferrar aos bens deste mundo, tanto menos compreende o homem o seu destino. Pelo desinteresse, ao contrário, demonstra que encara de um ponto mais elevado o futuro.” (1)
Tive então certeza naquele momento de que, sem sombra de dúvidas, o interesse pessoal, tem um peso determinante para a dificuldade que encontro na realização dessa inadiável proposta de renovação que preciso empreender o quanto antes para meu próprio benefício e progressão espiritual que tanto almejo.
Em outra excelente instrução contida no livro Paulo e Estevão, por meio de Emmanuel, pela psicografia de Chico Xavier, podemos ter a noção de quanto é necessário ao verdadeiro cristão que tenha a intenção de empreender esse grande feito, pois, as barreiras e entraves de nossa ignorância a serem ultrapassadas são imensas e necessitam de muita força de vontade para serem vencidas conforme segue.
“Falais de Moisés e dos Profetas, repito. Acreditais que os antepassados veneráveis mercadejassem com os bens de Deus? O grande legislador viveu entre experiências terríveis e dolorosas. Jeremias conheceu longas noites de angústias, a trabalhar pela intangibilidade do nosso patrimônio religioso, entre as perdições de Babilônia. Amós era pobre pastor, filho do trabalho e da humildade. Elias sofreu toda sorte de perseguições, compelido a recolher-se ao deserto, tendo só lágrimas como preço do seu iluminismo. Esdras foi modelo de sacrifício pela paz dos seus compatriotas. Ezequiel foi condenado à morte por haver proclamado a verdade. Daniel curtiu as infinitas amarguras do cativeiro. Mencionais os nossos heroicos instrutores do passado, tão-só para justificar o gozo egoístico da vida? Onde guardais a fé? No conforto ocioso, ou no trabalho produtivo? Na bolsa do mundo, ou no coração que é o templo divino? Incentivais a revolta e quereis a paz? Explorais o próximo e falais de amor a Deus? Não vos lembrais de que o Eterno não pode aceitar o louvor dos lábios quando o coração da criatura permanece dele distante?” (2)
Diante de todos esses ensinamentos, chego à conclusão de que os Imortais me quiseram esclarecer que Jesus não é um Mestre a ser seguido com atitudes de violências ou com interesses escusos, “é preciso negar-se a si mesmo pegar cada um a sua cruz e segui-lo como Ele nos falou”.
Também nos alertou que seus discípulos sofreriam perseguições, apodos, zombarias e acoites diversos, que não teriam privilégio algum, que teriam que ser corajosos, e sinceros em seus ideais de crescimento moral espiritual, mas que a nenhum faltaria a prestimosa ajuda dos Emissários do plano espiritual, nem os recursos necessários para a vitória sobre si mesmos, pois nessa hora o mestre se fará ouvir através de um de seus mensageiros.
Jesus nos convida amigavelmente ao trabalho redentor em sua Seara, esperando que assim como Paulo de Tarso, nos decidamos por aceitar sua oferta e espera de nós a mesma disposição que teve Paulo para iniciar uma nova vida e responder com sinceridade: Senhor o que queres que eu faça? Claro que o Senhor não nos pedirá nada além de nossas possibilidades de realização, solicitará simplesmente o que estiver em conformidade com nossa capacidade de crescer e progredir moral e espiritualmente.
Urge examinar nossas disposições de aceitar o convite do nosso Mestre e Guia, buscando fazer o próprio trabalho que nos compete com a finalidade de progredir mais rapidamente encurtando a distância que nos separa do encontro com Jesus.
Referências:(1) O Livro dos Espíritos – FEB. 76ª edição; e
(2) Livro Paulo e Estevão – Chico Xavier, pelo Espírito Emmanuel. Primeira parte cap. 6.
Francisco Rebouças

sábado, 8 de abril de 2017

Divaldo Franco

O que dizer dos dirigentes de Centros Espíritas que não valorizam o trabalho de juventude e nem se interessam em formar grupos desse tipo, mesmo o Centro possuindo uma frequência considerável de público jovem?

Divaldo: São pessoas que ainda não despertaram para o sentido profundo do comportamento doutrinário, que se acreditam insubstituíveis e que à frente de qualquer organização, tornam-se donas da entidade. Temem a competição, porque não têm valores de segurança. E receiam que as novas ge- rações lhes arrebatem o cetro que, transitoriamente, está nas suas mãos. Arrebatamento esse que se dará, porque a morte sempre vem para todos nós, fazendo-nos ceder o espaço que ocupamos.
As pessoas que assim postulam estão fora das tarefas mínimas do dever para com as gerações novas. Sem estas últimas, a sociedade deixa de progredir, porque a humanidade avança graças aos pés do presente. São os pés da infância e da juventude que promovem o mundo do futuro. É necessário conscientizarem-se esses companheiros que a tarefa da evangelização espírita infanto-juvenil é mais do que um dever.

Trata-se da construção da futura humanidade. E, desde que o Espiritismo é bom para eles, por que não será para os homens do porvir, que já estão vivendo na criança do presente?
Cabe àqueles que têm consciência e responsabilidade dos objetivos doutrinários, nessas entidades, iniciarem um movimento libertador e, se encontrarem barreiras e dificuldades, utilizando-se do direito de votar e serem votados, eliminarem os companheiros retrógrados que dificultam a marcha do progresso nas instituições que dirigem.

Palavras de Luz
Divaldo P. Franco, sob a Inspiração de Diversos Espíritos.

Francisco Rebouças 

sexta-feira, 7 de abril de 2017

Ultrapassamos a marca das 150.000 visitas!!!

Que coisa maravilhosa e empolgante, 150.000 visitas ao nosso Blog Espírita!
Mais uma espetacular marca alcançada!!! 
Meus amigos, é com muita alegria no coração que festejamos mais esta conquista, registrada pelo nosso contador de visitas, que mostra a importante e imprescindível participação de todos vocês para que pudéssemos atingir essa impressionante marca de  150.000 visitas ao nosso Blog Espírita.
 
Repartimos esse momento de alegria com todos vocês nossos queridos amigos.

Aproveitamos para agradecer a Deus nosso Pai e criador, a Jesus nosso mestre e Guia os Amigos Espirituais, e a vocês queridos amigos, pelo êxito obtido até aqui com este modesto trabalho de divulgação da doutrina espírita, que fazemos com todo respeito e fidelidade aos princípios de nossa doutrina, e sabemos que é justamente por isso que temos a honra da companhia de vocês nossos amigos diariamente.
Seguiremos com todo prazer e alegria, honrando o compromisso assumido quando da criação deste trabalho, de realizá-lo sempre alicerçado pela codificação espírita sem achismos ou modismos desnecessários e condenáveis sob todos os aspectos.
São vocês amigos queridos, o nosso maior patrimônio, e a companhia de vocês representa o combustível que nos motiva a trabalhar com a felicidade e a certeza de quem não está sozinho!!!

Que Jesus nosso Mestre e Guia nos mantenha unidos e operosos, sob sua divina inspiração, hoje e sempre!
 
Nosso coração feliz agradece a todos vocês!!!
Muita PAZ!
Francisco Rebouças

quinta-feira, 6 de abril de 2017

Estudando o Espiritismo - L.E.

554. Não pode aquele que, com ou sem razão, confia no que chama a virtude de um talismã, atrair um Espírito, por efeito mesmo dessa confiança, visto que, então, o que atua é o pensamento, não passando o talismã de um sinal que apenas lhe auxilia a concentração?

“É verdade; mas, da pureza da intenção e da elevação dos sentimentos depende a natureza do Espírito que é atraído. Ora, muito raramente aquele que seja bastante simplório para acreditar na virtude de um talismã deixará de colimar um fim mais material do que moral. Qualquer, porém, que seja o caso, essa crença denuncia uma inferioridade e uma fraqueza de idéias que favorecem a ação dos Espíritos imperfeitos e escarninhos.”

555. Que sentido se deve dar ao qualificativo de feiticeiro?

“Aqueles a quem chamais feiticeiros são pessoas que, quando de boa-fé, gozam de certas faculdades, como sejam a força magnética ou a dupla vista. Então, como fazem coisas geralmente incompreensíveis, são tidas por dotadas de um poder sobrenatural. Os vossos sábios não têm passado muitas vezes por feiticeiros aos olhos dos ignorantes?”

O Espiritismo e o magnetismo nos dão a chave de uma imensidade de fenômenos sobre os quais a ignorância teceu um sem-número de fábulas, em que os fatos se apresentam exagerados pela imaginação. O conhecimento lúcido dessas duas ciências que, a bem dizer, formam uma única, mostrando a realidade das coisas e suas verdadeiras causas, constitui o melhor preservativo contra as idéias supersticiosas, porque revela o que é possível e o que é impossível, o que está nas leis da Natureza e o que não passa de ridícula crendice.

556. Têm algumas pessoas, verdadeiramente, o poder de curar pelo simples contacto?

“A força magnética pode chegar até aí, quando secundada pela pureza dos sentimentos e por um ardente desejo de fazer o bem, porque então os bons Espíritos lhe vêm em auxílio. Cumpre, porém, desconfiar da maneira pela qual contam as coisas pessoas muito crédulas e muito entusiastas, sempre dispostas a considerar maravilhoso o que há de mais simples e mais natural. Importa desconfiar também das narrativas interesseiras, que costumam fazer os que exploram, em seu proveito, a credulidade alheia.”

Fonte: O Livro Dos Espíritos - F.E.B. 76ª edição.

Francisco Rebouças

ANTE O ALÉM

Emmanuel

A vida não termina
Onde a morte aparece.

Não transformes saudade
Em fel nos que se foram.

Eles seguem contigo,
Conquanto de outra forma.

Dá-lhes amor e paz,
Por muito que padeças.

Eles também te esperam,
Procurando amparar-te.

Todos estamos juntos,
Na presença de Deus.

Livro: Veredas de Luz
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

terça-feira, 4 de abril de 2017

Vem!

“E quem o ouve, diga: – Vem. E quem tem sede, venha.” – (Apocalipse, 22:17.)
A Terra é a grande escola das almas em que se educam alunos de todas as idades.
Se atingiste o nível das grandes experiências, não te inquiete a incessante extensão do trabalho.
Não enxergues inimigos nos semelhantes de entendimento imperfeito. Muitos deles não saíram ainda do jardim de infância espiritual.
Dá sempre o bem pelo mal, a verdade pela mentira e o amor pela indiferença.
A inexperiência e a ignorância dos corações que se iniciam na luta fazem, freqüentemente, grande algazarra em torno do espírito que procura a si mesmo.
Por isso, padecerás muitas vezes aflição e desânimo.
Não te perturbes, porém.
Se as ilusões e os brinquedos da maioria não mais te satisfazem, é que a madureza te inclina a horizontes mais vastos.
Recorda que somente Jesus é bastante sábio e bastante forte para acalmar-te.
Ouve-lhe o apelo divino, formulado nas derradeiras palavras do seu Testamento de Amor: – “Vem!”
Ninguém te pode impedir o acesso à fonte da luz infinita.
O Mestre é o Eterno Amigo que nos rompe as algemas e nos abre portas renovadoras...
Entretanto, é preciso saibas querer.
O Senhor jamais nos fará violência.
Sofres? Estás fatigado? Tropeças sob os fardos do mundo?
Vem!
Jesus reserva-te os braços abertos.
Vem e atende ainda hoje! É verdade que sempre alcançaste ensejos de serviço, que o Mestre sempre foi abnegado e misericordioso para contigo, mas não te esqueças de que as circunstâncias se modificam com as horas e que nem todos os dias são iguais.

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

Não esperemos agradecimentos!

Jesus em sua sabedoria de Espírito Perfeito detentor de imensurável conhecimento sobre o ser humano, alertou-nos para que tenhamos prudência em nossas expectativas de retorno pelos esforços que dedicarmos em nosso melhoramento individual e dos nossos semelhantes, quando nos disse: “Só em sua própria terra e em sua própria casa é que um profeta não tem honra”. (1)
Alertava-nos o Mestre para o fato de que não deveríamos esperar agradecimento ou reconhecimento por qualquer tipo de realização que por ventura realizemos em nossa comunidade, seja ela, familiar, social, religiosa e etc., pois, nem mesmo ele, como enviado do Pai, conseguiu a compreensão e o reconhecimento de sua sublime missão, sequer em sua própria família consanguínea.
Por mais que seja notório o nosso aprimoramento e crescimento no aspecto intelectual, moral e, particularmente, no campo religioso, muito dificilmente algum de nós logrará convencer aqueles de sua convivência mais íntima, no seio da família ou da comunidade dos progressos que por ventura tenhamos realizado. Não foi por outra razão que Jesus, nosso Modelo e Guia, solicita-nos desde sempre para continuarmos a nos ocupar apenas em realizar a nossa reforma íntima sem a preocupação com o reconhecimento alheio.
893. Qual a mais meritória de todas as virtudes?
“Toda virtude tem seu mérito próprio, porque todas indicam progresso na senda do bem. Há virtudes sempre que há resistência voluntária ao arrastamento dos maus pendores.
A sublimidade da virtude, porém, está no sacrifício do interesse pessoal, pelo bem do próximo, sem pensamento oculto. A mais meritória é a que assenta na mais desinteressada caridade.” (2)
Inúmeras são as situações em que comprovamos essa verdade anunciada por Jesus em nosso dia-a-dia e verificamos que também nós estamos, ainda muito distantes, do momento em que o reconhecimento da melhoria do nosso semelhante receba de nós a devida atenção e, dessa forma, não mais procuremos enxergar somente a sua parte negativa, destacando, assim, o seu esforço de renovação.
Em O Evangelho Segundo o Espiritismo, encontramos as instruções dos Espíritos sobre o papel do homem de bem abaixo transcrito:
“Possuído do sentimento de caridade e de amor ao próximo, faz o bem pelo bem, sem esperar paga alguma; retribui o mal com o bem, toma a defesa do fraco contra o forte, e sacrifica sempre seus interesses à justiça.
Encontra satisfação nos benefícios que espalha, nos serviços que presta, no fazer ditosos os outros, nas lágrimas que enxuga, nas consolações que prodigaliza aos aflitos. Seu primeiro impulso é para pensar nos outros, antes de pensar em si, é para cuidar dos interesses dos outros antes do seu próprio interesse. O egoísta, ao contrário, calcula os proventos e as perdas decorrentes de toda ação generosa.
O homem de bem é bom, humano e benevolente para com todos, sem distinção de raças, nem de crenças, porque em todos os homens vê irmãos seus”. (3)
Dessa forma entendemos que chegou a hora de reverter essa situação, que antes de tudo, demonstra o quanto ainda estamos distantes, em termos de moralidade, donde deveríamos estar e, que precisamos empregar os maiores esforços na atenção e respeito aos nossos semelhantes conforme o texto acima nos ensina e incentiva a seguir o exemplo que os Espíritos Superiores nos trouxeram, pois sabemos que somente à custa de muito trabalho e sacrifício, alcançaremos a superação das nossas deficiências.
Ouçamos, pois, o conselho do benfeitor Emmanuel que nos diz:
“Esforcemo-nos por fazer o melhor ao nosso alcance, desde agora, e a perfeição ser-nos-á, um dia, preciosa fonte de bênçãos, descortinando-nos luminoso porvir”. (4)
Referências Bibliográficas:
1) O Evangelho de Mateus, Cap. 13 vv.54 a 58.
2) Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos – FEB 76ª edição.
3) Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, Cap. XVII, item 3.
4) Xavier, Francisco Cândido – Livro: Nascer e Renascer, Cap. 16- ditado pelo Espírito Emmanuel.
Francisco Rebouças