Solidarity Spiritist Societ

quinta-feira, 30 de junho de 2016

CENTRO ESPÍRITA PAULO DE TARSO

                       PALESTRAS DE JULHO/2016 – 17 ANOS

DATA
TEMA
 
04/07
 Leonardo Meirelles – GRUPO ESPÍRITA DA FÉ – GEFE
06/07
José Franklin da Silva – CENTRO ESPÍRITA PAULO DE TARSO – CEPAT
11/07
Éder Freyre – SOCIEDADE ESPÍRITA AMOR E CARIDADE – SEAC – São Gonçalo  
13/07
Albert Ouverney – CENTRO ESPÍRITA PAULO DE TARSO – CEPAT
18/07
Eduardo Guimarães – CENTRO ESPÍRITA CASA DE CARIDADE AURELIANO – CECCA  
20/07
Sávio de Souza Moreira – CENTRO ESPÍRITA PAULO DE TARSO – CEPAT
25/07
Luz Celso Nunes – GRUPO ESPÍRITA JOÃO BATISTA – GEJB – Rio Bonito
27/07
Glaudston de Paula – “Comunhão com Deus: A Saga de Saulo à Paulo” – INSTITUTO ESPÍRITA BEZERRA DE MENEZES – IEBM 


20/07 - Palestra de Aniversário
RUA MARTINS TORRES, 46 – SANTA ROSA – NITERÓI
HORÁRIO DAS PALESTRAS: 20 HORAS.
cepatniteroi@gmail.com
INFORMAÇÕES: 98139-4350

Francisco Rebouças

segunda-feira, 27 de junho de 2016

Vida Feliz

XVII
Mantém os teus pensamentos em ritmo de saúde e otimismo.

A mente é dínamo poderoso.

Conforme pensares atrairás respostas vibratórias equivalentes.

Quem cultiva doenças, sempre padece problemas dessa natureza.

Quem preserva a saúde, sempre supera as enfermidades.

Pensa corretamente e serás inspirado por Deus a encontrar as soluções melhores.

O pensamento edificante e bom é também uma oração sem palavras, que se faz sempre ouvida.
 
Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
 
Francisco Rebouças

domingo, 26 de junho de 2016

JESUS E O OBSERVADOR

Quem o visse cercado pela multidão, em cuja fase estavam as marcas iniludíveis  do desconforto, das aflições  e  das  ansiedades, talvez ficasse  à  distância,  sem  ter  a  menor ideia  do  que  ele pudesse fazer àquelas gentes.

Quem o visse exprobrando a conduta reprochável dos maus sacerdotes infelizes  governantes, certamente  recearia,  afastando -se  do círculo em que Ele estava.

Quem  o  acompanhasse  pelas  longas  viagens,  sempre  cercado pelas dores  do  povo,  sem agasalhos  nem  alforjes,  sob  a canícula  ou  as chuvas, suporia estar ao lado de um visionário, um sonhador.

Quem  se  detivesse  no  exame  das  Suas  palavras  renovadoras, em  dias de  rapina  e  crueldade, entoando  Salmos  de  amor  e esperança, evitaria  a  participação  no  grupo  que  Ele  compunha, receando conseqüências.

Quem  penetrasse  no  círculo  mais  íntimo  dos  que  O  seguiriam, dominados  pelo  magnetismo d'Ele,  suporia  estar  entre  fanáticos que pretendesse  lutar  contra  tudo,  afervorados  pela implantação de  um Reino impossível.

Quem,  todavia  resolvesse  mergulhar  na  Sua  Aura, reflexionando demoradamente  os  conceitos que  Ele  emitia, sentindo  as  angústias das multidões que Ele saciava com o verbo divino, seguindo-O pelas trilhas  da  compaixão  e  da misericórdia, vivendo  as  esperanças  que Ele acenava em relação aos dias do futuro e se facultasse senti -Lo no  imo  do  coração,  amá -Lo-ia por  certo, entregasse  totalmente  ao mistério  da  fraternidade  até a  imolação,  como  parte  essencial  da Era Nova  que  Ele iniciava, mas  que  somente  se  concretizaria  nos confins dos tempos futuros.

Jesus não é uma mensagem de uma época, um tempo uma Civilização.

É  o  pão  de  sustento  do  século,  a  água  refrescante  das  eras  e a esperança modelar de todos os povos. Segurança do mundo moderno, é o  Luzeiro  em  cuja  claridade  solar  todas  as  trevas se  dissipam,  a aquecer  por  todo  o  sempre  sofrido  coração  do espírito  humano desejoso de felicidade, de plenitude da paz.

Livro: ESPELHO DALMA
Ditado pelo Espírito Ignotus
Livraria Espírita "Alvorada" - Editora

Francisco Rebouças

Momento de reflexão, equilíbrio e trabalho no bem!

Meus irmãos, Jesus nos inspire guie e guarde em sua paz!

Estamos presenciando os mais variados e preocupantes acontecimentos em nosso movimento espírita em todo o Planeta. Desde o aparecimento do espiritismo temos informações esclarecedoras da influência do mundo espiritual sobre o físico, e vice versa, mas em nenhuma oportunidade se evidenciou de forma tão austera, tão ousada, tão intensa. Vejamos sobre essa influência o que nos falam os Espíritos Superiores de forma muito clara:

459. Influem os Espíritos em nossos pensamentos e em nossos atos?
“Muito mais do que imaginais. Influem a tal ponto, que, de ordinário, são eles que vos dirigem.”

460. De par com os pensamentos que nos são próprios, outros haverá que nos sejam sugeridos?
“Vossa alma é um Espírito que pensa. Não ignorais que, frequentemente, muitos pensamentos vos acodem a um tempo sobre o mesmo assunto, não raro, contrários uns dos outros. Pois bem! No conjunto deles, estão sempre de mistura os vossos com os nossos. Daí a incerteza em que vos vedes. É que tendes em vós duas ideias a se combaterem.” (1)

O que se constata na realidade dos dias da atualidade, é que a falta de prudência e bom senso até mesmo de alguns confrades que já haviam conquistado certo “status” de espíritas confiáveis, começam a nos desapontar, deixando bem claro que os espíritos ignorantes e perversos, estão executando um plano que tem se mostrado eficaz, e que pede cuidado e atenção de todos nós espíritas.

Observa-se que até mesmo esses confrades admirados e às vezes até idolatrados por muitos em nosso movimento espírita, começam a dá sinais de que estão em pleno processo de influenciação das forças inferiores e em muitos dos casos pode-se facilmente notar essa mudança de direcionamento em suas convicções, aceitando e defendendo ideias e opiniões que anteriormente recusavam sem se darem conta, que são sugeridas por essas mentes adoentadas e infelizes que as espalham e que têm encontrado campo de aceitação na invigilância de muitos incautos que se deixam arrastar pelos achismos e modismos inoportunos e inconvenientes que avançam rápida e desordenadamente em nosso movimento, onde encontram campo fértil para a sintonia com essas correntes desequilibradas estimuladoras da vaidade a ponto de se considerarem capazes de dar a palavra final sobre os temas propostos.

Assuntos polêmicos estão sendo trazidos à tona e incentivados por essas mentes inteligentes se levarmos em conta a astúcia com que segurem tais temas, e ao mesmo tempo desinteligentes no sentido de que fomentar o mal lhes acarretará o peso das responsabilidades pelos efeitos danosos que causar ao seu próximo, e mais cedo ou mais tarde, terão que resgatar em dolorosas situações, pois “a cada um segundo suas obras” (2) conforme nos afirmou Jesus de Nazaré nosso Mestre e Guia.

Antes esses espíritos se ocupavam na sua grande maioria em assediar os encarnados de má índole, de más intenções etc., mas como são chegados os dias finais da separação definitiva do joio e do trigo, conforme consta das escrituras, estão em desespero, por sentirem que seus dias estão contados, também por não se adequaram às sublimes determinações das Leis Divinas, e sabedores de que serão conduzidos a mundos de conformidade com suas tendências inferiores, estão agora assediando os espíritas que já se decidiram por seguir os convites do cristo através da mensagem espírita, isto porque, nenhum de nós está imune a esse contato pernicioso, porque também trazemos registros de nossa inferioridade.

Alguns instigadores dessas polêmicas, intermediários dessas mentes desequilibradas do mundo espiritual, elegem alguém com reconhecido conceito em nosso movimento espírita, pessoa essa que é considerada por muitos, como entendido no assunto, autoridade no que diz sobre a doutrina etc., como se ninguém mais pudesse contestar suas ideias, suas opiniões, esquecidos do que a codificação espírita nos esclarece justamente o contrário conforme segue: “Se a Doutrina Espírita fosse de concepção puramente humana, não ofereceria por penhor senão as luzes daquele que a houvesse concebido. Ora, ninguém, neste mundo, poderia alimentar fundadamente a pretensão de possuir, com exclusividade, a verdade absoluta. (3).

Temas delicados como exemplo, se alguém é a reencarnação de algum personagem do passado, a não existência de colônias espirituais, entre inúmeros outros, são trazidos para a arena dos debatedores, que se deleitam em mostrar seus conhecimentos fundamentados no “convivi muito com ele e ele me confidenciou”, ”fulano que era amigo dele me falou”, “ele me disse em conversa particular" ou sobre as colônias: “isso não passa de criações da mente”, “nada existe além da matéria física” etc. Tudo devidamente fundamentado no famoso e infalível, achismo, sem embasamento nas obras da codificação ou nas subsidiárias de reconhecido cunho doutrinário, o que para eles não tem tanta importância.

Chegam mesmo a dispor de médiuns, que partidários dessa mesma corrente de pensamentos, não deixam de participar com suas “incontestáveis” contribuições sobre os referidos assuntos, recebendo até mesmo os Espíritos daqueles que enquanto encarnados defendiam justamente o contrário dos argumentos que estão agora “voltando para desmentir” tudo que antes disseram.

Só falta chegar a hora do próprio Kardec também entrar na onda e vir desmentir tudo o que codificou...

No Capítulo XVI do Livro dos Médiuns item 186, podemos ler o alerta seguinte:
“Laboraria, pois, em erro quem, simplesmente por ter ao seu alcance um bom médium, ainda mesmo com a maior facilidade para escrever, entendesse de querer obter por ele boas comunicações de todos os gêneros. A primeira condição é, não há contestar, certificar-se a pessoa da fonte donde elas promanam, isto é, das qualidades do Espírito que as transmite; porém, não é menos necessário ter em vista as qualidades do instrumento oferecido ao Espírito. Cumpre, portanto, se estude a natureza do médium, como se estuda a do Espírito, porquanto são esses os dois elementos essenciais para a obtenção de um resultado satisfatório. Um terceiro existe, que desempenha papel igualmente importante: é a intenção, o pensamento íntimo, o sentimento mais ou menos louvável de quem interroga. Isto facilmente se concebe.  Para que uma comunicação seja boa, preciso é que proceda de um Espírito bom; para que esse bom Espírito a POSSA transmitir indispensável lhe é um bom instrumento; para que QUEIRA transmiti-la, necessário se faz que o fim visado lhe convenha.  O Espírito, que lê o pensamento, julga se a questão que lhe propõem merece resposta séria e se a pessoa que lha dirige é digna de recebe-la. A não ser assim, não perde seu tempo em lançar boas sementes em cima de pedras e é quando os Espíritos levianos e zombeteiros entram em ação, porque, pouco lhes importando a verdade, não a encaram de muito perto e se mostram geralmente pouco escrupulosos, quer quanto aos fins, quer quanto aos meios”... (4)

Afirmam eles em defesa dessas comunicações, que esses médiuns são pessoas de reputação incontestável, e por essa razão tudo o que recebem do mundo espiritual é aceito como uma verdade que deve ser levada em conta sem contestação, o que não combina com o contido no Cap. XX, item 9 do Livro dos Médiuns conforme segue:

9ª Qual o médium que se poderia qualifica r de perfeito?
"Perfeito, ah! bem sabes que a perfeição não existe na Terra, sem o que não estaríeis nela. Dize, portanto, bom médium e já é muito, por isso que eles são raros.
Médium perfeito seria aquele contra o qual os maus Espíritos jamais ousassem, uma tentativa de enganá-lo. O melhor é aquele que, simpatizando somente com os bons Espíritos, tem sido o menos enganado." (5)

É hora de calma e reflexão para não entrarmos em discussões frenéticas que pouco ou nenhum proveito propiciaria para a nossa proposta de espíritas seguidores do Mestre de Nazaré, que entende ser a reforma moral e o combate às nossas más tendências os nossos objetivos maiores na vida, e sigamos a sugestão do Espírito Emmanuel pela psicografia de Chico Xavier quando nos diz:

“Num painel de conflitos em que sejamos chamados a testemunhos de fé e compreensão, não nos será lícito esquecer que tanto somos filhos de Deus quanto aqueles que se fazem instrumentos de nossas dificuldades.
Aqueles que se nos erguem à frente na condição de adversários gratuitos, avançam em nossos próprios caminhos, frequentemente invocando a proteção de Deus tanto quanto a invocamos.
E os outros que se transformam em perseguidores são outros tantos irmãos nossos, de pensamento enfermo e rumo inadequado, a requisitarem apoio de urgência pelos fardos de tribulações que carregam às vezes muito mais pesados que os nossos”. (6)

Em outra linda mensagem o Benfeitor nos diz:
“O apóstolo da Codificação não desconhecia o elevado mandato relativamente aos princípios que compilava e, por isso mesmo, desde a primeira hora, preocupou-se com os impositivos morais de  que  a  Nova  Revelação  se  reveste,  tendo  salientado  que  as consequências  do  Espiritismo se  resumem  em  melhorar o  homem e, por conseguinte, torná-lo  menos infeliz, pela prática da mais pura moral evangélica.
Sabemos que a retorta não sublima o caráter e que a discussão filosófica nada tem que ver com caridade e justiça. Com todo o nosso respeito, pois, pela filosofia que indaga e pela ciência que esclarece, reconheceremos sempre no Espiritismo o Evangelho do Senhor, redivivo e atuante, para instalar com Jesus a Religião Cósmica do Amor Universal e da Divina Sabedoria sobre a Terra.

Espíritos desencarnados aos milhões e em todos os graus de inteligência enxameiam o mundo, requisitando, tanto quanto os encarnados, o concurso da educação.
Não podemos, por isso, acompanhar os que fazem de nossa Redentora Doutrina mera tribuna discutidora ou simples caçada a demonstrações de sobrevivência, apenas para a realização de torneios literários ou para longos cavacos de gabinete e anedotas de salão, sem qualquer consequência espiritual para o caminho que lhes é próprio.
Estudemos, assim, as lições do Divino Mestre e aprendamo-las na prática de cada dia.
A morte a todos nos reunirá para a compreensão da verdadeira vida...  E, sabendo que a justiça definir-nos-á segundo as nossas obras, abracemos a Codificação  Kardequiana,  prosseguindo para a frente, com Jesus e por Jesus”.
EMMANUEL - Pedro Leopoldo, 11 de fevereiro de 1956. - (8)

Cabe-nos dessa forma, seguir nossa trajetória evolutiva observando os ditames da Lei Divina que prescreve a nossa obrigação de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos, sabendo que Deus está no comando de tudo, e que marchamos como seus filhos para o encontro da Pureza e da Felicidade relativa que ELE nos reservou por destino final como filhos muito amados que todos somos.
Enquanto trabalhamos em nosso aperfeiçoamento, sigamos os ensinos dos espíritos Superiores em mais estes belos ensinamentos contidos na questão 1019 do Livro dos espíritos conforme segue.

“Predita foi a transformação da Humanidade e vos avizinhais do momento em que se dará, momento cuja chegada apressam todos os homens que auxiliam o progresso. Essa transformação se verificará por meio da encarnação de Espíritos melhores, que constituirão na Terra uma geração nova...”
“ ...Todos vós, homens de fé e de boa-vontade, trabalhai, portanto, com ânimo e zelo na grande obra da regeneração, que colhereis pelo cêntuplo o grão que houverdes semeado”. (9)

Bibliografia:
1 - Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos – FEB. 76ª edição.
2 - Epístola de Paulo, (Romanos, 2:6).    
3- Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, FEB 112ª edição, Introdução II, Autoridade da Doutrina Espírita.
4- Kardec, Allan. O Livro dos Médiuns. FEB. 86ª edição. Cap. XVI, item 186
5- Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos – FEB. 76ª edição.
6 – Xavier, Francisco Cândido e Pires Herculano, Livro: Na Hora do Testemunho, Editora Paideia Ltda.
7- Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos – FEB. 76ª edição.
8- Xavier, Francisco Cândido, pelo Espírito Emmanuel, Livro: Fonte Viva, FEB, 1ª edição especial – Com Jesus e por Jesus.
9- Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos – FEB. 76ª edição.

Francisco Rebouças

sexta-feira, 24 de junho de 2016

NORMA DE LUZ

Bezerra de Menezes
Deus nos ampara  a fim   de que amparemos aos mais necessitados que nós mesmos.
Ajuda-nos para que ajudemos.
Sustenta-nos a fé para que apoiemos os irmãos que vacilam.
Releva-nos as faltas de maneira a relevarmos as faltas dos outros.
Socorre-nos   em   nossas   necessidades   de modo a   socorrermos   as necessidades alheias.
Guarda-nos a fortaleza de ânimo a fim de que possamos fortalecer os companheiros mais fracos do que nós.
Educa-nos para que saibamos educar .
Em  suma,  esta  é  a  norma  de  luz  da Providência   Divina:   “Auxilia  e serás auxiliado”.

Livro: Aulas da Vida
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

quinta-feira, 23 de junho de 2016

Vida Feliz

XVII
Resultado de imagem para fotos de joanna de ângelisMantém os teus pensamentos em ritmo de saúde e otimismo.

Amente é dínamo poderoso.

Conforme pensares atrairás respostas vibratórias equivalentes.

Quem cultiva doenças, sempre padece problemas dessa natureza.

Quem preserva a saúde, sempre supera as enfermidades.

Pensa corretamente e serás inspirado por Deus a encontrar as soluções melhores.

O pensamento edificante e bom é também uma oração sem palavras, que se faz sempre ouvida.
 
Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
 
Francisco Rebouças

quarta-feira, 22 de junho de 2016

Lançamento de Livro

Nesta próxima sexta-feira dia 24/06/2016, às 19:30 ho querido amigo escritor Wellington Balbo estará na cidade paulista de Bauru, para lançar seu mais recente livro, que tem por título: Ser feliz em família, você consegue?
 
Será em C.E. A Serviço do Mestre, na Vila Dutra. Endereço: Alameda Três Lagoas 4 - 28.
 
Compareçam, divulguem!!
 
Francisco Rebouças

terça-feira, 21 de junho de 2016

ATITUDE ESPÍRITA

Não te permitas abrigar em teu mundo íntimo, qualquer tipo de dúvida sobre o amor que Deus nosso Pai tem por cada uma de suas criaturas, por mais difíceis estejam sendo os teus dias na atualidade.
 
Mantém-te em equilíbrio e sustenta tua esperança nas palavras do teu Mestre e Guia Jesus Cristo, de que “estaria conosco até o final dos tempos, e que nenhuma de suas ovelhas se perderia”.

Caminha resoluto trabalhando no bem e confiando na força sublime do amor, na certeza absoluta de que seguimos para a felicidade e a perfeição relativas, pois, para isso fomos criados.

Deus é nosso PAI.
Espírito Josepha
Francisco Rebouças.

segunda-feira, 20 de junho de 2016

Que tendes?

“Quantos pães tendes? E disseram-lhe: – Sete.” (Marcos, 8:5.)

Quando Jesus, à frente da multidão faminta, indagou das possibilidades dos discípulos para atendê-la, decerto  procurava uma base, a fim de materializar o socorro preciso.
“Quantos pães tendes?”
A pergunta denuncia a necessidade de algum concurso para o serviço da multiplicação.
Conta-nos  o  evangelista  Marcos  que  os  companheiros  apresentaram-lhe  sete  pãezinhos,  dos  quais  se  alimentaram  mais  de quatro mil pessoas, sobrando apreciável quantidade.
Teria  o  Mestre  conseguido  tanto  se não pudesse  contar  com recurso algum?
A  imagem  compele-nos  a  meditar  quanto  ao  impositivo de nossa cooperação, para que o Celeste Benfeitor nos  felicite com os seus dons de vida abundante.
Poderá  o  Cristo  edificar  o  santuário  da  felicidade  em  nós  e para  nós,  se  não  puder  contar  com  os  alicerces  da  boa-vontade em nosso coração?
A usina mais poderosa não prescinde da tomada humilde para iluminar um aposento.
Muitos esperam o milagre da manifestação do Senhor, a fim de que  se  lhes  sacie  a  fome  de  paz  e  reconforto,  mas  a  voz do Mestre, no monte, continua ressoando, inesquecível:
– Que tendes?
Infinita  é  a  Bondade  de  Deus,  todavia,  algo  deve  surgir  de nosso “eu”, em nosso favor.
Em  qualquer  terreno  de  nossas  realizações  para  a  vida  mais alta, apresentemos a Jesus algumas reduzidas migalhas de esforço próprio e estejamos convictos de que o Senhor fará o resto.
Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

domingo, 19 de junho de 2016

Vida Feliz

XV
"Somente lobos caem em armadilhas de lobos"—leciona o Evangelho de Jesus.

Desse modo, jamais te permitas o espinho da humilhação ou da desonra, quando agredido ou malsinado.

És o que vives interiormente e não aquilo de que te acusam.

Não te tornarás melhor, porque estás elogiado ou ficarás pior, porque combatido.

Permanece, honrado e discreto, sendo tu mesmo, em buscado aprimoramento íntimo.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ãngelis

Francisco Rebouças

sábado, 18 de junho de 2016

Iluminando nossa esfera íntima

 A vida na Terra é semelhante a uma peça teatral, da qual todos os indivíduos têm significativa importância, na cooperação, esforço e responsabilidade para o bom desempenho, harmonia e êxito.
Todos são convocados a ofertar sua contribuição e ninguém pode ser considerado inútil ou desobrigado de contribuir com a Lei de Progresso, porque temos sempre muito a realizar no mundo e não estamos simplesmente em excursão de férias. O propósito da reencarnação é justamente nos ofertar oportunidade de buscar a nossa própria iluminação, a caminho da determinação Superior, que é conquistar a pureza e a felicidade.
Urge, portanto, despertar para a realidade de que cada criatura recebeu determinado talento da Providência Divina para servir no mundo, e que fará jus a receber em conformidade com as obras que realizar segundo nos afirmou Jesus: “a cada um segundo as suas obras”.
Temos sempre algo a realizar em benefício de nós mesmos e da vida, visto que ninguém é tão pobre que nada possa dar de si, velho ou moço, com saúde do corpo ou sem ela, precisamos fazer uso dos talentos que recebemos daSoberana Sabedoria do Universo, para avançar na direção da Grande Luz de onde nos originamos.
Mesmo aquele que se encontra por algum motivo atado ao catre da enfermidade, pode fornecer aos outros, exemplos de calma e resignação a favor da paz, pois foi este trabalho que o Céu lhe conferiu como oportunidade bendita de expiar suas dívidas para com a Lei Maior. Assim sendo, quando nos dedicamos a cumprir com esmero os deveres que a vida nos propõe, estaremos participando de forma positiva em benefício do equilíbrio geral.
“Sede bons e caridosos: essa a chave dos céus, chave que tendes em vossas mãos.
Toda a eterna felicidade se contém neste preceito: “Amai-vos uns aos outros.” Não pode a alma elevar-se às altas regiões espirituais, senão pelo devotamento ao próximo; somente nos arroubos da caridade encontra ela ventura e consolação. Sede bons, amparai os vossos irmãos, deixai de lado a horrenda chaga do egoísmo. Cumprido esse dever, abrir-se-vos-á o caminho da felicidade eterna. Ao demais, qual dentre vós ainda não sentiu o coração pulsar de júbilo, de íntima alegria, à narrativa de um ato de bela dedicação, de uma obra verdadeiramente caridosa? Se unicamente buscásseis a volúpia que uma ação boa proporciona, conservar-vos-íeis sempre na senda do progresso espiritual. Não vos faltam os exemplos; rara é apenas a boa-vontade. Notai que a vossa história guarda piedosa lembrança de uma multidão de homens de bem.
Não vos disse Jesus tudo o que concerne às virtudes da caridade e do amor? Por que desprezar os seus ensinamentos divinos? Por que fechar o ouvido às suas divinas palavras, o coração a todos os seus bondosos preceitos? Quisera eu que dispensassem mais interesse, mais fé às leituras evangélicas. Desprezam, porém, esse livro, consideram-no repositório de palavras ocas, uma carta fechada; deixam no esquecimento esse código admirável. Vossos males provêm todos do abandono voluntário a que votais esse resumo das leis divinas. Lede-lhe as páginas cintilantes do devotamento de Jesus, e meditai-as.
Homens fortes, armai-vos; homens fracos, fazei da vossa brandura, da vossa fé, as vossas armas. Sede mais persuasivos, mais constantes na propagação da vossa nova doutrina.
Apenas encorajamento é o que vos vimos dar; apenas para vos estimularmos o zelo e as virtudes é que Deus permite nos manifestemos a vós outros. Mas, se cada um o quisesse, bastaria a sua própria vontade e a ajuda de Deus; as manifestações espíritas unicamente se produzem para os de olhos fechados e corações indóceis.
A caridade é a virtude fundamental sobre que há de repousar todo o edifício das virtudes terrenas. Sem ela não existem as outras. Sem a caridade não há esperar melhor sorte, não há interesse moral que nos guie; sem a caridade não há fé, pois a fé não é mais do que pura luminosidade que torna brilhante uma alma caridosa.” (1)
 Em qualquer situação em que nos encontrarmos, tenhamos consciência da necessidade de atendermos aos apelos da vida com equilíbrio e nobreza, desempenhando a missão que a presente oportunidade reencarnatória nos oferece, utilizando as horas do dia com responsabilidade e inteligência, atentando para o fato de que o tempo é o nosso silencioso e inflexível julgador.
Ontem se foi, amanhã não sabemos se chegará para nós, por isso, é fundamental aproveitarmos o tempo de hoje para nossas maiores e melhores realizações, pois, todo dia é ocasião de semear e colher.
Que tenhamos “olhos e ver e ouvidos de ouvir”, para a realização das tarefas que nos cabem com alegria e boa vontade lembrando as sábias palavras do apóstolo – “Cada um administre aos outros o dom como o recebeu, como bons dispensadores da multiforme graça de Deus”, para que a graça de Deus nos enriqueça de novas graças. (1)
Referências Bibliográficas:
  • Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo, F.E.B. 112ª edição, cap. XIII, item 12;
  • 1ª Epístola de Pedro, 4:10.
  • Francisco Rebouças

quarta-feira, 15 de junho de 2016

Dinheiro e amor

Cap. XI – Item 9 

Diante do bem, não pronuncies a palavra “impossível”. 
Certamente, sofres a dificuldade dos que herdaram a luta por preço das menores aquisições. Ainda assim, lembra-te de que a virtude não reside no cofre. 
Onde encontrarias ouro puro a fazer-se pão na caçarola dos infelizes? 
Em que lugar surpreenderias frágil cobertor tecido de apólices para agasalhar a criança largada ao colo da noite? 
Entretanto, se o amor te faz lume no pensamento, arrebatarás à imundície a derradeira sobra da  mesa, convertendo-a no caldo reconfortante para o enfermo esquecido, e farás do pano pobre o abrigo providencial em favor de quem passa, relegado à intempérie. 
Uma garganta de pérolas não emite pequenina frase consoladora e um crânio esculpido de pedras raras não deixa passar leve fio de ideação. 
Todavia, se o amor te palpita na alma, podes falar a palavra renovadora que exclui o poder das trevas e inspirar o trabalho que expresse o apoio e a esperança de muita gente. 
Respeita a moeda capaz de fazer o caminho das boas obras, mas não esperes pelo dinheiro a fim de ajudar. 
Hoje mesmo, em casa, alguém te pede entendimento e carinho e, além do reduto doméstico, legiões de pessoas aguardam-te os gestos de fraternidade e compreensão. 
Recorda que a fonte da caridade tem nascedouro em ti mesmo e não descreias da possibilidade de auxiliar. 
Para transmitir-nos semelhante verdade, Jesus, a sós, sem fiança terrestre, usou as margens de um lago simples, ofertou simpatia aos que lhes buscavam a convivência, confortou os enfermos da estrada, falou do Reino de Deus a alguns pescadores de vida singela e transformou o mundo inteiro, revelando-nos, assim, que a caridade tem o tamanho do coração. 
Meimei

Livro: O Espírito da Verdade
Chico Xavier e Waldo Vieira/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

terça-feira, 14 de junho de 2016

Lindos Casos de Chico Xavier

ESTAVA DOENTE E NÃO SABIA...
Nossa querida irmã Naná, proprietária do Hotel Diniz, possui uma série de Lindos Casos do Chico. Apenas estes nos autorizou a publicar:
Em 1943, em dias do mês de julho, achava-se gravemente enferma e não sabia. A lida do hotel era muita e não havia tempo para pensar em seu corpo. E encontrou-se com Chico, na porta do Correio, que lhe diz:
— Naná, o Espírito de sua mãe esteve comigo há pouco e pede para você urgentemente, procurar o Dr. José de Carvalho, pois você está muito doente e não sabe e pode, de um momento para outro, desencarnar e partir fora do tempo...
Dona Naná procurou o médico, que era de confiança de sua família, que lhe diagnosticou: apendicite em supuração. Foi imediatamente hospitalizada e operada horas depois, no momento exato. Se passasse um dia, talvez seu Espírito tivesse desencarnado.
 
Livro: Lindos Casos de Chico Xavier
Ramiro Gama
 
Francisco Rebouças

segunda-feira, 13 de junho de 2016

13º Encontro de Espiritismo em Jacareí/SP

Allan Vilches
Aurio Corrá
Nazareno Feitosa
Prezados amigos, venho nessa oportunidade trazer algumas poucas palavras sobre o 13º Encontro de Espiritismo em JACAREÍ/SP, realizado neste fim-de-semana dias 10,11 E 12 DE JUNHO/2016.
O Encontro foi simplesmente maravilhoso, com a participação de excelentes oradores, músicos, etc.
Deliciamo-nos com a arte musical de Allan Vilches, Aurio Corrá e Ed Moreno.
Aprendemos muito com os excelentes oradores presentes ao evento: Nazareno Feitosa de Brasília – DF, Dr. Decio landoli de Campo Grande – MS, Paulo Neto – MG, Dra. Luciana Galvão – SP, e Dr. Raul de Melo Jr – SP, Luis Hu Rivas (Peru).
Dr. Decio Iandoli
Paulo Neto
Tive a alegria de participar do evento com o tema: “Livre Arbítrio questão de Escolha”, e também da mesa redonda sobre o tema “Corrupção” ao lado do Dr. Raul de Mello Jr, professor universitário e promotor de justiça da cidade de Araraquara/SP, numa atividade que teve a participação do público através de perguntas escritas e escolhida pela mesa auxiliar composta por três membros que as selecionavam para as nossas considerações.
Paulo Neto, Carlos Monteoliva, Francisco e Heloisa Rebouças e Luis Hu Rivas
Fizemos um grande circulo de amizade, pois, ficamos a grande maioria dos oradores no mesmo hotel reservado pelos organizadores do encontro, com todas as providências necessárias para que nos sentíssemos confortáveis, desde a busca de todos no aeroporto de Guarulhos até as refeições, e locomoção de ida e volta do hotel para o evento.

Para completar a minha alegria, recebi do querido amigo e grande escritor e pesquisador espírita Paulo da Silva Neto Sobrinho, um exemplar autografado do livro de sua autoria "As Colônias Espirituais", e com os três DVD'S que me foram presenteados pelo excelente expositor espírita Nazareno Feitosa, contendo várias de suas palestras, e com quem tivemos a alegria de vivenciar bons momentos.
Heloisa Rebouças e Luís Hu Rivas
Dessa forma, resta-me agradecer de coração ao Carlos Monteoliva pelo honroso convite que muito me alegrou, e a todos os demais encarregados pelas diversas atividades que um evento dessa envergadura solicita, pela presteza e cuidado dispensados a todos nós. 

Destaco ainda as amizades que fizemos durante as atividades e a troca de experiências enriquecedoras para nossa vida de espírita e de cidadão.



Francisco Rebouças.