Em tempo algum empolgar-se por
emoções desordenadas ante ocorrências que apaixonem a opinião pública, como,
por exemplo, delitos, catástrofes, epidemias, fenômenos geológicos e outros
quaisquer.
Acalmar-se é acalmar os outros.
Nas conversações e nos
comentários acerca de notícias terrificantes, abster-se de sensacionalismo.
A caridade emudece o verbo em
desvario.
Guardar atitude ponderada, à face
de acontecimentos considerados escandalosos, justapondo a influência do bem ao
assédio do mal.
A palavra cruel aumenta a força
do crime.
Resguardar-se no abrigo da prece
em todos os transes aflitivos da existência.
As provações gravitam na esfera
da Justiça Divina.
Aceitar nas maiores como nas
menores decepções da vida humana, por mais estranhas ou desconcertantes que
sejam, a manifestação dos Desígnios Superiores atuando em favor do
aprimoramento espiritual.
Deus não erra.
Ainda mesmo com sacrifício, entre
acidentes inesperados que lhe firam as esperanças, jamais desistir da
construção do bem que lhe cumpre realizar.
Cada Espírito possui conta
própria na Justiça Perfeita.
“Vede que ninguém dê a outrem mal
por mal, mas segui sempre o bem, tanto uns para com os outros, como para com
todos.”
Paulo.
(I TESSALONICENSES, 5:15.)
Livro: Conduta espírita – Cap.19
Chico Xavier/André Luiz.
Francisco Rebouças