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quarta-feira, 20 de abril de 2016

Ajudamos sempre

“E quem é o meu próximo?” – (Lucas, 10:29.) 

O próximo a quem precisamos prestar imediata assistência é sempre a pessoa que se encontra mais perto de nós. 
Em suma, é, por todos os modos, a criatura que se avizinha de nossos passos. E como a Lei Divina recomenda amemos o próximo como a nós mesmos, preparemo-nos para ajudar, infinitamente... 
Se  temos  pela  frente  um  familiar,  auxiliemo-lo  com  a nossa cooperação ativa. 
Se somos defrontados por um superior hierárquico, exercitemos o respeito e a boa-vontade. 
Se  um  subordinado  nos  procura,  ajudemo-lo  com  atenção e carinho. 
Se  um  malfeitor  nos  visita,  pratiquemos  a  fraternidade, tentando, sem afetação, abrir-lhe rumos novos na direção do bem. 
Se o doente nos pede socorro, compadeçamo-nos de sua posição, qualquer que ela seja. 
Se o bom se socorre de nossa palavra, estimulemo-loa que se faça melhor. 
Se  o  mau  nos  busca  a  influência,  amparemo-lo,  sem alarde, para que se corrija. 
Se há Cristianismo em nossa consciência, o cultivo sistemático  da compreensão  e  da  bondade  tem  força  de  lei  em nossos destinos. 
Um cristão sem atividade no bem é um doente de mau aspecto, pesando na economia da coletividade. 
No Evangelho, a posição neutra significa menor esforço. 
Com  Jesus,  de  perto,  agindo  intensivamente  junto  dele; ou com Jesus, de longe, retardando o avanço da luz. E  sabemos que o Divino Mestre amou e amparou, lutou em favor da luz e resistiu à sombra, até à cruz. 
Diante, pois, do próximo, que se acerca do teu coração, cada 
dia, lembra-te sempre de que estás situado na Terra para aprender e auxiliar. 

Livro: Fonte Viva
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças