O dever está insculpido
no íntimo do ser que pensa, como fator inerente ao homem. Negligenciá-lo, desconsiderá-lo,
sob a neve da ilusão é fator ainda causado pela pequenez espiritual daquele que
se deixa levar sob o império da mente atormentada pelo desleixo.
Alegam muitos que a
perturbação que prepondera e grassa generalizada nos dias da atualidade, não
lhes dá ânimo, não lhes encorajam a executar e manter os seus deveres para com consigo
mesmo, para com a vida e para com a sociedade.
Outros enfatizam o
crescimento notório do desrespeito, da desordem etc., em detrimento dos valores
da honra, da dignidade e da honestidade, como desculpas para também não
cumprirem com suas responsabilidades.
É hora de entendermos
que equívocos não constituem regras de procedimento, pois são exceções às normas
da boa conduta para uma convivência respeitosa conforme as Leis Divinas que solicita
uma atitude ética e moral de todos nós para com o semelhante.
Esses nossos irmão que
infelizmente ainda não acordaram para o cumprimento de seus deveres para com a
vida e seus semelhantes, serão levados hoje ou amanhã pela força irresistível do
amor a seguirem as determinações de sua natureza divina procedentes das suas
virtudes herdadas de seu Criador, e assim, terão que desfazer a peso de
sacrifícios enormes todo o equívoco a que se entregaram.
O dever é inerente à
natureza humana, pois, é manifestação do Criador, inserido na Lei Divina, em
conformidade com os sagrados objetivos da Terra.O Engano passa, mas o
dever retamente cumprido fica.
Busquemos dessa forma,
atender aos deveres que a Soberana Sabedoria nos incumbiu, nesta oportunidade
reencarnatória, onde quer que a vida nos tenha situado, de maneira alegre e fiel,
semeando novos e abundantes grãos de renovação moral que germinarão e nos
proporcionarão imensa felicidade no porvir.
Francisco Rebouças
