Se não tens coisas boas p’ra falar,
Se ainda não sabes o valor que tem tua palavra,
Se não observastes o fermento do teu verbo
Cala criatura, e teu silêncio te dirá.
Que a voz te foi dada p’ra acalmar
Quantos te escutem aqui ou acolá,
Sequiosos de um som que dê prazer,
De um bálsamo, que o inspire crescer.
Pode ser que um dia no porvir,
Também tu, precises ouvir,
De uma bendita boca um estímulo,
Aí então, saberás, o valor desse tesouro que há em ti.
Se ainda não sabes o valor que tem tua palavra,
Se não observastes o fermento do teu verbo
Cala criatura, e teu silêncio te dirá.
Que a voz te foi dada p’ra acalmar
Quantos te escutem aqui ou acolá,
Sequiosos de um som que dê prazer,
De um bálsamo, que o inspire crescer.
Pode ser que um dia no porvir,
Também tu, precises ouvir,
De uma bendita boca um estímulo,
Aí então, saberás, o valor desse tesouro que há em ti.
Francisco Rebouças