O
indivíduo que mantém em seu comportamento normal, os hábitos infelizes da
maledicência, não consegue sorrir com a satisfação gostosa da verdadeira alegria.
É
que tendo nos lábios o gosto venenoso e amargo do fel provocado pela conversa
vã e fútil, mascara o sorriso com a capa de uma falsa alegria que não tem o
brilho da expressão espontânea que caracteriza o indivíduo alegre, feliz, que
não traz o coração marcado pelo desgosto e pela certeza de não ser autêntico, e
sente por isso mesmo os efeitos maléficos de uma enorme frustração em seu Ser amargurado.
Nesses
casos tão comuns vivenciados por inúmeras criaturas, identificamos facilmente a
enorme dificuldade que enfrentam para manterem a paz interior, pois, não
conseguem enganar a si mesmos, e dessa forma, não lhes é possível relaxar em
momento algum.
Em
qualquer situação, sejamos acima de tudo sinceros, autênticos, verdadeiros, exercitando
e sedimentando em nossas atitudes os sublimes valores da honestidade, da decência
da humildade, que constituem o verdadeiro tesouro do Espírito imortal que somos
e somente eles podem nos proporcionar a paz que tanto almejamos desfrutar.
Francisco
Rebouças.