Solidarity Spiritist Societ

sábado, 31 de janeiro de 2015

ASSISTÊNCIA COMO DEVER

Emmanuel
É indispensável o culto da solidariedade como simples dever.
Todos possuímos algo para dar.
O níquel da assistência consoladora...
A roupa esquecida ou imprestável...
O pão que sobra à mesa...
A frase reconfortante...
O livro renovador...
A benção de uma prece...

Não nos reportamos, porém, à esmola suplicada. Dizemos da ação espontânea e constante do amor fraterno que procura os companheiros menos  felizes  para  socorrê-los  nas  provas  difíceis  e  deprimentes, copiando  a  Infinita  Bondade  Celestial  que  não  nos  aguarda  atitudes mendicantes para doar-nos a luz do sol.

Se recolhemos a benção do Senhor, em cada instante da estrada, é justo  saibamos  estendê-la  aos  que  nos  cercam, em nome do Cristo Vivo que não nos desampara.

Precisamos  da  lídima  caridade  uns  para  com  os  outros,  como, necessitamos doar que nos sustenta.

Caridade sem tributos de gratidão.
Caridade sem orientação de virtude.
Caridade como saúde da alma.
Caridade como hábito justo.
Caridade como inalienável obrigação.

Livro: Vida e Caminho
Chico Xavier/Autores Diversos


Francisco Rebouças