Nunca estarás a sós.
Ante a névoa das lágrimas, quando a
incompreensão de outrem te agite os sentimentos, lembra-te de alguém que sempre
te oferece entendimento e conforto.
Ante a deserção de pessoas queridas,
quando mais necessitavas de presença e segurança, pensa nesse benfeitor oculto
que jamais te abandona.
Ante as ameaças do desânimo, nos
obstáculos para a concretização de tuas esperanças mais belas, considera o
amparo desse amigo certo que, em tempo algum, te recusa bom-ânimo.
Ante a queda iminente na irritação, capaz
de induzir-te à delinquência, refugia-te no clima desse doador de serenidade
que te guarda o coração nas bênçãos da paz.
Ante as sugestões do desequilíbrio
emotivo, suscetíveis de te impulsionarem a esquecer encargos que assumiste,
reflete no mentor abnegado que jamais te nega defesa, para que usufruas a tranquilidade
de consciência.
Ante prejuízos, muitas vezes acusados por
amigos aos quais empenhaste generosidade e confiança, medita nesse protetor
magnânimo que nunca te desampara e que promove, em teu favor, sempre que
necessário, os recursos precisos á recuperação de que careças.
Ante acusações daqueles que se te fazem
adversários gratuitos, amargurando-te os dias, eleva-te em pensamento ao
instrutor infatigável que sempre te convida à tolerância e ao perdão.
Ante as crises da existência que te
sugiram revolta e desespero, recorda o mestre da paciência que te resguarda
constantemente na certeza de que não há problemas sem solução para quem trabalha
e serve para o bem sem perder a esperança.
Ante acusações daqueles que se te fazem
adversários gratuitos, amargurando-te os dias, eleva-te em pensamento ao
instrutor infatigável que sempre te convida à tolerância e ao perdão.
Ante as crises da existência que te
sugiram revolta e desespero, recorda o mestre da paciência que te resguarda
constantemente na certeza de que não há problemas sem solução para quem trabalha
e serve para o bem sem perder a esperança.
Ante os desgostos e contratempos que te
sejam impostos pelos entes amados, não te emaranhes no cipoal das afeições
possessivas, refletindo no companheiro que te ama desinteressadamente muito
antes que te decidisses a conhecê-lo.
E quando perguntares quem será esse alguém que
nunca te desampara e que te garante a vida, em nome de Deus, deixa que os teus
ouvidos se recolham aos recessos da própria alma e escutarás o coração a
dizer-te na intimidade da consciência que esse alguém é Jesus.
Livro: Agora é o Tempo
Chico Xavier/Emmanuel
Francisco Rebouças