Os amigos espirituais nos informam que o conceito de harmanização entendido pelos Espírito Superiores, pode ser resumido simplesmente em: "A Ordem controlada" 1. Informam também que cada criatura na função a que está destinada pela sbabedoria dos mentores que nos dirigem, pode desempenhar essa função.
Alertam-nos para que observemos a disciplina que precisamos exercitar no dia a dia, para melhor desempenhar com harmonia as atividades sob nossa responsabilidade, em nosso próprio benefício e do nosso semelhante, pois, ninguém conquistará a felicidade, sem que seu próximo também o seja.
Falam-nos do assunto ilustrando suas instruções fazendo algumas ilações, para que melhor assimilemos seus ensinos sobre o tema, comparando a harmonia como um grande conjunto orquestral, onde não se admite entregar sua regência a um principiante que apenas atravessasse o solfejo.
Sem essa providência, o concerto em pauta não se faria posssível, cabendo ao "maestro" a obrigação de suprimir a desarmonização capaz de estragar todo o trabalho, às vezes, de muitos anos de exercício e preparação.
A execução de uma peça determinada exigiriá, de cada figurante, a segurança que requer a função, e no lugar que lhe for próprio.
Assim, precisamos entender que somos almas endividadas à caminho da evolução espiritual, e que necessitamos aplicar de forma positiva os ensinamentos do Senhor, em proveito da implantação do bem à nossa volta, nas abençoadas ocasiões, com que a Providência Divina nos oportuniza na presente caminhada evolutiva.
O Espírita sincero, não ignora que é preciso trabalhar com dedicação e boa vontade, para que a mensagem do Mestre de Nazaré possa ser vivenciada por toda a humanidade a começar por nós mesmos, e estará convencido de que o Senhor lhe virá ao encontro para sustentá-lo nas suas boas resoluções.
"... Aquele que pode ser, com razão, qualificado de espírita verdadeiro e sincero, se acha em grau superior de adiantamento moral. O Espírito, que nele domina de modo mais completo a matéria, dá-lhe uma percepção mais clara do futuro; os princípios da Doutrina lhe fazem vibrar fibras que nos outros se conservam inertes. Em suma: é tocado no coração, pelo que inabalável se lhe torna a fé. Um é qual músico que alguns acordes bastam para comover, ao passo que outro apenas ouve sons. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más.
Enquanto um se contenta com o seu horizonte limitado, outro, que apreende alguma coisa de melhor, se esforça por desligar-se dele e sempre o consegue, se tem firme a vontade". 2
1) Livro Harmonização - Chico Xavier/Emmanuel.
2) O Evangelho Segundo o Espiritsmo - Cap XVII, item 4.
Francisco Rebouças
Alertam-nos para que observemos a disciplina que precisamos exercitar no dia a dia, para melhor desempenhar com harmonia as atividades sob nossa responsabilidade, em nosso próprio benefício e do nosso semelhante, pois, ninguém conquistará a felicidade, sem que seu próximo também o seja.
Falam-nos do assunto ilustrando suas instruções fazendo algumas ilações, para que melhor assimilemos seus ensinos sobre o tema, comparando a harmonia como um grande conjunto orquestral, onde não se admite entregar sua regência a um principiante que apenas atravessasse o solfejo.
Sem essa providência, o concerto em pauta não se faria posssível, cabendo ao "maestro" a obrigação de suprimir a desarmonização capaz de estragar todo o trabalho, às vezes, de muitos anos de exercício e preparação.
A execução de uma peça determinada exigiriá, de cada figurante, a segurança que requer a função, e no lugar que lhe for próprio.
Assim, precisamos entender que somos almas endividadas à caminho da evolução espiritual, e que necessitamos aplicar de forma positiva os ensinamentos do Senhor, em proveito da implantação do bem à nossa volta, nas abençoadas ocasiões, com que a Providência Divina nos oportuniza na presente caminhada evolutiva.
O Espírita sincero, não ignora que é preciso trabalhar com dedicação e boa vontade, para que a mensagem do Mestre de Nazaré possa ser vivenciada por toda a humanidade a começar por nós mesmos, e estará convencido de que o Senhor lhe virá ao encontro para sustentá-lo nas suas boas resoluções.
"... Aquele que pode ser, com razão, qualificado de espírita verdadeiro e sincero, se acha em grau superior de adiantamento moral. O Espírito, que nele domina de modo mais completo a matéria, dá-lhe uma percepção mais clara do futuro; os princípios da Doutrina lhe fazem vibrar fibras que nos outros se conservam inertes. Em suma: é tocado no coração, pelo que inabalável se lhe torna a fé. Um é qual músico que alguns acordes bastam para comover, ao passo que outro apenas ouve sons. Reconhece-se o verdadeiro espírita pela sua transformação moral e pelos esforços que emprega para domar suas inclinações más.
Enquanto um se contenta com o seu horizonte limitado, outro, que apreende alguma coisa de melhor, se esforça por desligar-se dele e sempre o consegue, se tem firme a vontade". 2
1) Livro Harmonização - Chico Xavier/Emmanuel.
2) O Evangelho Segundo o Espiritsmo - Cap XVII, item 4.
Francisco Rebouças