Solidarity Spiritist Societ

segunda-feira, 30 de julho de 2012

POR AQUI, TAMBÉM SE PROCURA E SE ESPERA...



Mensagem do Prof. Oswaldo Martins
 
Ruth, parece que me sinto menos irritadiço.
Começo com os hábitos que o seu convívio me proporcionou, ensinando-me o valor da oração e peço ao Senhor nos proteja sempre.
Os dias são telas para fixação dos acontecimentos. E tantos dias transcorreram sobre aquele nosso adeus apressado,¹ que não seria possível voltar a você, numa noite destas, em que tanta fraternidade se irradia do coração de todos os amigos,² esnobando nervosismo e destacando inquietação ou pressa.
Não sei se terei escrito a você, em outras ocasiões com a serenidade que me preside os pensamentos,³ você dirá que sempre fui um campeão de gentileza, mas ambos sabemos que você foi e continua sendo a minha professora de relacionamento. Podemos desempenhar a função de professores sendo alunos. Muitas vezes, um homem leciona cultura da inteligência nas turmas de aprendizes que lhe bebem os conceitos, voltando ao lar a fim de se engajar no aprendizado da paciência. É isso aí, sem a possibilidade de contraditas formais.
Felizmente, querida companheira, o seu Oswaldo está melhorando... “Água mole em pedra dura...” Agradeço a sua dedicação por todas as suas concessões feitas à memória do esposo que lhe deve tanto, em amor e abnegação.
Mais do que minha pobre palavra, fala o tempo. Sou feliz expondo o que sinto. Compreendo que você nada me cobra. Pelo contrário, o seu culto de carinho a resguardar-me em segurança, neste meu longo período de readaptação à Vida Espiritual, constitui para mim um débito crescente. Sabe o Senhor de Nossas Vidas do meu propósito sincero e constante de me fazer digno de sua dedicação e por isso trabalho, no que não faço qualquer vantagem, a meu favor, porque o trabalho é de lei, nas Leis Divinas. Creia que a sua coragem muitas vezes me ergueu o ânimo abatido, na travessia destes tempos difíceis em que a desencarnação me compeliu a viver e a conviver aqui sem sua companhia direta. A lembrança de suas resoluções e de seus gestos para mim são inspirações incessantes. Nessa ou naquela dificuldade, penso no modo através do qual você agiria e tudo vem certo à minha consciência e ao meu coração.
As nossas meninas junto de mim cresceram e estudam com valor, honrando-nos as esperanças. Duas pérolas enfeitando as minhas saudades de sua presença e de nossa casa . São as irmãs de Luciana e Analice e de nosso valente André Luiz que desfrutam a felicidade de sua companhia.
Por aqui, também se procura e se espera. Ninguém adquire conhecimento superior por osmose. Se quisermos saber é indispensável aprender e buscar o objeto de nossas pesquisas. Isso, porém, não nos impede de prosseguir cultivando a ligação e o carinho a que nos reconhecemos vinculados na experiência terrestre. Apenas desejo confirmar a sua convicção de que todos necessitamos de abrir o caminho que nos faça próprio. A picareta nas mãos do esforço pessoal é o primeiro passo de quem se proponha a construir uma vereda nova a benefício da própria experiência.
Muito importante para mim considerar que o meu primeiro passo foi aquele no chão entre Casimiro de Abreu e Macaé. Quando acordei na estrada nova
, perguntei a mim pela motivação daquela prova que nos aturdiu os sentimentos e nos tumultuou a existência. A indagação emoldurada de sofrimento penetrou fundo em meus sentimentos e me iniciei na compreensão das vidas múltiplas. Incomodei a tantos amigos e recorri a tantos mentores para conhecer a causa do acidente que parecia vir até nós, através de nada que um orientador, embora conhecendo a minha incapacidade para suportar mergulhos prolongados nos domínios das recordações mais recônditas, relativamente a mim mesmo, conduziu-me a certo instituto em que a hipnose6, é examinada e praticada nos alicerces de profunda veneração pelos valores humanos e, em minutos, mostrou-me um quadro que ele mesmo desarquivara de passado recente, no qual me vi tutelado por ama generosa, na qual reconheci nossa estimada Elicéia
. Em exposição rápida vi-me, al lado dela combinando a precipitação de um adversário num pântano, desalojando-o da carruagem na qual processaria viagem longa . Não posso dizer o que se passou em mim. Pedi o adiantamento para qualquer nova revelação, que me pudesse advir, ante a qual, se surgisse, não me sentiria preparado e continuo a esperar por mim mesmo, no sentindo de retomar a experiência.
Pelo que vi, entretanto, compreendi por que tomei a minha picareta de auto-renovação naquele trecho de terra que nos ficou retratado na lembrança. Perdoe-me se me refiro a isso. Você sabe que todos temos algo no pretérito a redescobrir e a minha digressão não vem a ser ociosa para a comunidade dos nossos amigos, já que arquivo por arquivo cada um de nós possui o que lhe pertence. Mas desejava dizer a você que não tenho estado no palanque. Estou trabalhando e trago ao seu critério de esposa e mentora os meus exercícios.
Agradeço quanto faz você pela Mamãe Do Carmo9 que é a sua outra mamãe pelo coração, a nossa querida Mamãe Do Carmo, a quem no nosso querido Administrador10 presta serviço constante. Observo que meu pai se religou à nossa Mãezinha com mais força depois da permanência aqui por tem mais dilatado. É a estrada evolutiva na qual temos determinado trecho por atravessar a cada novo dia.
Leonora e Analaura beijam-lhe as mãos. Somos aqui muitos amigos. O Carlinhos¹¹ disse à nossa irmã Hilda algo do que lhe vai no coração de filho. Acompanhamos toda a turma com atenção e carinho.
Peço licença para comunicar à nossa irmã Dinda¹² que muitos protetores estão velando por ela e pelos familiares queridos.
Concluo esta carta, na idéia de que somos aqui uma parcela de uma das nossas reuniões de professores dialogando em derredor de nossos problemas. Queira Deus que eu possa haver trazido algum conforto ao seu coração.
Querida Ruth, esposa e amiga, com você a vida e o amor, a gratidão e o apreço constante do seu Oswaldo.
Espírito: “Oswaldo Peixoto Martins”
Anotações:
1 – Referência ao acidente automobilístico ocorrido em 7 de julho de 1974, entre Macaé e Casimiro de Abreu, no qual faleceram Oswaldo Peixoto Martins e a ama das crianças, Elicéia de Souza Batista, escapando com vida a Professora Ruth Maria Chaves Martins e os três filhos do casal.
2 – Referência aos companheiros de viagem de Uberaba, obreiros da Doutrina na Escola Jesus Cristo, de Campos: Profª. Hilda Mussa Tavares, Profª. Gilda Ducan, Profª. Sílvia Navega Dias, Profª. Ana Maria Assad, Profª. Marilda Vieira de Azevedo e André Luiz Chaves Martins, de apenas 12 anos, filho do Profº. Oswaldo e da Profª. Ruth Maria.
3 – Antes desta mensagem, recebida em 4 de setembro de 1982, portanto oito anos após a desencarnação, o Profº. Oswaldo já havia escrito um pequeno bilhete, através da psicografia de Chico Xavier, em 1976.
4 – Referência às duas filhinhas do casal, já desencarnadas: Analaura (11/03/1964 – 03/05/1964) e Leonora (25/11/1966 – 05/04/1967).
5 – A expressão estrada nova, no texto, tem duplo sentido. Trata-se primeiramente de uma metáfora, como é evidente, para indicar o ingresso do mensageiro na vida espiritual. Secundariamente, refere-se ao trecho recém-inaugurado da estrada Campos – Rio (BR101) por onde o Profº. Oswaldo e sua família iriam passar, pela primeira vez, na viagem de férias que estavam iniciando.
6 – O querido sábio Espírito André Luiz, em suas magníficas obras psicografadas por Francisco C. Xavier, refere-se, várias vezes, a esse tipo específico de institutos o Plano Espiritual.
7 – Elicéia – Elicéia de Souza Batista, a ama das crianças, desencarnada no acidente, aos vinte anos.
8 – Confirmando, de modo impressionante, a Lei do Carma, o Profº. Oswaldo, ao ser lançado do carro, que tombou numa perambeira, foi encontrado por sua esposa caído numa região de brejo, com água que teria sido suficiente para matá-lo por afogamento, caso não houvesse sido retirado por ela para um lugar mais seco.
9 – Do Carmo – Maria do Carmo Peixoto Martins, mãe do Profº. Oswaldo.
10 – Adamastor – Adamastor Martins da Silva, pai de Oswaldo e desencarnado um ano e meio antes do filho (31/014/1973).
11 – Carlinhos – Carlos Vitor Mussa Tavares, filho da Profª. Hilda Mussa Tavares e do Profº. Clovis Tavares ( Campos, RJ 03/03/1956 – Atafona, RJ, 10/02/1973). Carlinhos dera momentos antes, uma página de versos – “Declaração” – à sua Mãezinha, presente à reunião.
12 – Dinda – Recado enviado à Profª. Marilda Vieira de Azevedo, integrante da caravana da Escola Jesus Cristo, e que é chamada familiarmente pelos irmãos menores de Dinda.

Livro: Tempo e Amor
Chico Xavier e Clovis Tavares
Espiritos Diversos


Francisco Rebouças

NAMORO EM AMOR



Amor que nasce e se expande,
Trazendo ansiedade e choro,
É um belo menino grande
Conhecido por Namoro.  
Joaquim Magalhães


Namoro sem disciplina
É um fogo que causa medo,
Quem tem paixão que se cuide,
Que paixão não é brinquedo.  
Juvenal Galeno


Mulher falsa? Cala isto,
Antes que as trevas te tomem;
Quem fez a venda de Cristo
Não foi mulher, foi um homem.  
Luiz de Miranda


Namoro que eu conhecia
Cantava e ria na estrada,
Mas, quase sempre, hoje em dia,
Cochicha em sala fechada.  
Leandro Gomes de Barros


Distância para quem ama
De nada vale por certo...
O pensamento está longe,
O coração está perto.  
Boris Freire


Quem não queira compromisso
De união, renúncia e lar,
Quem não estima serviço
Não comece a namorar.  
Pedro Silva


Namoro na vida humana,
Se vem de impulso vazio,
Começa com muita gana
E acaba sempre em fastio.  
Deraldo Neville


Para quem vive em paquera,
Aqui, além, acolá,
Felicidade já era
E casamento não dá.  
Jair Presente


Namoro, - emoção que encanta, -
Se é de beijos toda hora,
Principia em canta-canta
E termina em chora-chora.  
Cornélio Pires


Namoro é um poema lindo,
Festa na vida comum,
Mas a paixão é uma brasa
Que acaba com qualquer um.  
Lulú Parola


Namoro, - amor em trabalho, -
Caminho para o futuro...
O ouro vem do cascalho
Para fazer-se ouro puro.  
Auta de Souza


Livro: Sorrie e Pensar
Chico Xavier/Autores Diversos


Francisco Rebouças

Palestra Espírita em Winterthur

 Queridos amigos,
Com alegria, convidamos a todos para participar da Palestra
com a Psicóloga e terapeuta de Vidas Passadas
PALESTRA: VÍCIOS
O que leva uma pessoa a desenvolver um vício?
Quais os típos de vícios mais comuns?
Como pode uma pessoas sair deles?
Estas e outras interrogações serão abordadas pela psicóloga Célia Werner na próxima terça-feira dia 31 de julho às 19:30h no CEEAK Winterthur.
Ficaremos felizes com sua presença!
Abraços fraternais,
Equipe do CEEAK

Enviada por Gorete Newton.





Francisco Rebouças


 

domingo, 29 de julho de 2012

Ultrapassamos a marca das 75.000 vistas!

Queridos amigos, agradecemos novamente a vocês nossos leais amigos, pelo carinho, incentivo e apoio demonstrado por todos que nos prestigiam com a audiência, comprovada com a expressiva marca registrada por nosso contador que acaba de ultrapassar a respeitável soma de 75.000 visitas ao nosso Blog espírita.
Lembramos que o contador só foi instalado em 31/10/2009.
Somos imensamente gratos a Deus nosso Pai amoroso e bom, aos Amigos Espirituais e a vocês nossos fraternos e leais amigos, pelo êxito obtido até aqui com este modesto trabalho de divulgação da doutrina espírita, com toda fidelidade aos seus postulados, pois, sabemos que este é o segredo do sucesso do nosso Blog.
Seguiremos nosso compromisso assumido quando da criação deste trabalho, de realizá-lo sempre alicerçado pela codificação espírita sem achismos ou modismos desnecessários e condenáveis sob todos os aspectos.
Vocês amigos, continuam sendo para nós o mais valioso patrimônio!
Rogamos a Jesus nosso Mestre e Guia que nos mantenha unidos e operosos, sob sua divina inspiração, hoje e sempre!

Nosso sincero e reconhecido muito obrigado a todos!!!
Prossigamos felizes e em PAZ!
Francisco Rebouças

O QUE É A OBSESSÃO?

Na sexta-feira, dia 3 de Agosto de 2012 às 21H00, irá decorrer uma conferência espírita subordinada ao tema O QUE É A OBSESSÃO?
O que é a Obsessão? Quais as causas? Pode-se tratar? Como o espiritismo pode ajudar? Será apresentada a visão espírita sobre o tema.
Esta palestra terá lugar na sede do Centro de Cultura Espírita, no Bairro das Morenas, em Caldas da Rainha, na Rua Francisco Ramos, nº 34, r/c.
As entradas são livres e gratuitas.

Francisco Rebouças

sábado, 28 de julho de 2012

PIEDADE

“Mas é grande ganho a pieda­de com contentamento.” — Paulo. (1ª A TIMÓTEO, CAPÍTULO 6, VERSÍCULO 6.)
Fala-se muito em piedade na Terra, todavia, quan­do assinalamos referências a semelhante virtude, di­ficilmente discernimos entre compaixão e humilhação.
Ajudo, mas este homem é um viciado.
Atenderei, entretanto, essa mulher é ignorante e má.
Penalizo-me, contudo, esse irmão é ingrato e cruel.
Compadeço-me, todavia, trata-se de pessoa imprestável.
Tais afirmativas são reiteradas a cada passo por lábios que se afirmam cristãos.
Realmente, de maneira geral, só encontramos na Terra essa compaixão de voz macia e mãos espi­nhosas.
Deita mel e veneno.
Balsamiza feridas e dilacera-as.
Estende os braços e cobra dívidas de reconhe­cimento.
Socorre e espanca.
Ampara e desestimula.
Oferece boas palavras e lança reptos hostis.
Sacia a fome dos viajores da experiência com pães recheados de fel.
A verdadeira piedade, no entanto, é filha legítima do amor.
Não perde tempo na identificação do mal.
Interessa-se excessivamente no bem para des­curar-se dele em troca de ninharias e sabe que o minuto é precioso na economia da vida.
O Evangelho não nos fala dessa piedade men­tirosa, cheia de ilusões e exigências. Quem revela energia suficiente para abraçar a vida cristã, encon­tra recursos de auxiliar alegremente. Não se prende às teias da crítica destrutiva e sabe semear o bem, fortificar-lhe os germens, cultivar-lhe os rebentos e esperar-lhe a frutificação.
Diz-nos Paulo que a “piedade com contentamen­to” é “grande ganho” para a alma e, em verdade, não sabemos de outra que nos possa trazer prospe­ridade ao coração.

Livro: Pão Nosso
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

sexta-feira, 27 de julho de 2012

MEUS FILHOS:

Meimei
Existem duas forças em luta na Terra, onde Jesus está construindo o Reino de Deus.
Essas forças são a do bem e a do mal que se manifestam por nossas mãos.
Temos, assim, por onde passamos no mundo, as mãos iluminadas que estendem o amor e a paz, o trabalho e a alegria...
E conhecemos as mãos espinhosas que fazem o ódio e o desespero, a preguiça e o sofrimento.
Há mãos que sustentam a lavoura e o jardim, produzindo pão e felicidade.
E vemos aquelas que se entregam à miséria e ao vício.
Mãos que honram a indústria e o progresso.
Mãos que arrancam lágrimas e multiplicam o infortúnio.
Vemos braços que acariciam... Braços de mãezinhas abençoadas, de pais amigos, de obreiros da paz e da evolução, de enfermeiras abnegadas e de crianças generosas que asseguram na Terra o Serviço da Luz.
E encontramos braços que ferem e amaldiçoam, que se entregam ao crime, que humilham os pobres e os pequeninos, que exercem a crueldade, e que violentam a Natureza, aniquilando as plantas e os animais prestimosos.
Reparamos mãos preciosas que usam a enxada e a pena, auxiliando o celeiro e a educação.
E surpreendemos mãos infelizes que roubam e matam, estendendo a perturbação e a morte.
Mãos que levantam templos e lavres, escolas e hospitais.
Mãos que destroem e dilaceram, enganam e apedrejam.
Jesus veio ao mundo para que nossas mãos aprendam a servir à Luz do Bem, edificando a nossa própria felicidade.
Com as d’Ele, curou os doentes, socorreu os fracos, amparou os tristes, limpou os leprosos, restituiu a visão aos cegos...
Levantou os paralíticos, afagou os velhos e os deserdados, e abençoou as criancinhas...
Filhos meus, não permitam que as garras da sombra lhes dominem as mãos na vida...
Sigamos pelos caminhos da Luz, procurando a intimidade com os servidores do bem!
Observem o brilhante lapidado e o diamante bruto. Ambos são filhos da terra. Um deles, porém, refulge, divino, retratando a beleza do céu, mas o outro jaz encarcerado nas trevas do cascalho contundente.
Jesus é o lapidário do céu, a quem Deus, Nosso Pai, nos confiou os corações.
Obedeçamos a Ele, nosso Divino Mestre, buscando-lhe as lições e seguindo-lhe os exemplos, e o

Cristo nos farão construtores do Reino de Deus no mundo, conduzindo-nos para a Glória Celestial.
Da Obra “CARTILHA DO BEM” – Espírito: MEIMEI
Médium: FRANCISCO CÂNDIDO XAVIER
Digitado por: Lúcia Aydir.

Francisco Rebouças

quinta-feira, 26 de julho de 2012

DIVERSIDADE

Das grades da cela de uma prisão, três detentos contemplavam a beleza da manhã.
O primeiro perguntou ao segundo:
-O que te prende a atenção, lá por fora?
O interpelado respondeu:
-Observo a muralha que nos cerca e penso em fugir.
Em seguida, formulou a contra-pergunta:
-E o que enxergas?
A Resposta veio pronta:
-Acompanho os guardas que nos vigiam e imagino como eliminá-los
Ambos fixaram o companheiro Pensativo e um deles indagou:
-E o que anotas, além destas grades?
O terceiro informou:
-Vejo a imensidade do Céu, admiro a beleza das flores e penso em Deus que,
um dia, nos doará os meios preciosos para a recuperação da liberdade.

Livro: Agora é o tempo
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças