Distende a mão a alguém caído; dize uma palavra cortês a outrem; sorri para uma pessoa solitária, acenando-lhe fraternidade; presenteia um amigo com uma flor; faze sorrir um triste; enlaça em ternura um desafortunado...
Há moedas de amor que valem mais do que os tesouros bancários, quando endereçadas no momento próprio e com bondade.
Ninguém dispensa um amigo, nem desdenha um gesto socorrista.
Disputa a honra de ser construtor do mundo melhor e de uma sociedade mais ditosa.
Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis - 80
Francisco Rebouças
