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quinta-feira, 28 de julho de 2011

Meditemos

Casemiro Cunha
Respeito, felicidade,
Afeto e bênçãos, granjeia,
Quem resguarda a própria boca
Contra o mal da vida alheia.

Para guardar a alegria
De nunca desacertar,
Espera para pedir
E apressa-te no ajudar.

Não te acomodes à astúcia.
O braço que arma a esparrela
Freqüentemente é o primeiro
Que se arroja dentro dela.

No seio das afeições,
Conserva a paz que abençoa.
Quem ama efetivamente
Entende, ajuda e perdoa.

A franqueza fala sempre,
Com razão ou sem razão,
Mas a prudência bondosa
Espera a interrogação.

Não faças da própria vida
Preguiça, folga ou pilhéria.
O dia desocupado
Traz o cartão da miséria.

Desculpa infinitamente
Aos que te ofertem carinho.
Quem colhe a graça da rosa
Recebe igualmente o espinho.

Sê calmo, brando e indulgente,
Entre as agruras da sorte.
Diante da consciência
Nem sempre a força é mais forte.

Evita a sombra da ira,
Controla a impulsividade.
A pessoa enfurecida
É uma fera em liberdade.

No mar revolto da vida
Não se desvaira, nem teme,
Quem ama e serve lembrando
Que Jesus está no leme.

Livro: Paz e Alegria
Chico Xavier/Diversos Espíritos

Francisco Rebouças