COPENHAGUE- DINAMARCA- 27 E 28 DE MAIO DE 2011
Retomando as atividades na Dinamarca, notadamente em Copenhague, Divaldo teve dois compromissos. No dia 27 de maio proferiu uma conferencia e no dia 28 coordenou um seminário para os brasileiros espíritas residentes na Escandinávia. Estavam presentes, além da representação da Dinamarca, os espíritas da Noruega e Suécia.
Os dois eventos foram organizados e promovidos pelos dois grupos espíritas da Dinamarca. O Grupo de Estudos Espíritas Allan Kardec e o Life Spiritist Society, ambos radicados em Copenhague. Flávia Robles, do Life Spiritist Society, e Vera Palmgren, do Grupo de Estudos Espíritas Allan Kardec, coordenaram com eficiência e dedicação as atividades, tanto quanto seus liderados.
Divaldo Franco apresentou, de forma clara, os postulados da Doutrina Espírita. O tema abordado foi: Depressão e Transtornos Obsessivos. A ciência e a tecnologia penetraram na intimidade do átomo e do macrocosmo, resolvendo grandes problemas da existência humana.
Causas internas e externas da depressão, a possibilidade de cura, a contribuição do Espiritismo, os neuropeptídios, e muitos outros conceitos foram apresentados pelo insigne conferencista. O evento foi realizado em um dos salões do Copenhagen Conference Center.
No dia 28 de maio, o arauto da paz, Divaldo Franco coordenou o seminário A organização da Casa Espírita nos Aspectos Administrativos e Espirituais. Foram momentos enriquecedores. Os conceitos e sugestões repassados por Divaldo permitiram o esclarecimento e o aprimoramento do conhecimento. As mentes e corações daqueles que aceitaram o convite de Jesus para servi-Lo longe do Brasil foram tocados.
Autores como Suely Caldas Schubert, Manoel Philomeno de Miranda, Emmanuel, Bezerra de Menezes, Joanna de Ângelis e Allan Kardec, tiveram seus conceitos e sugestões expostos e comentados por Divaldo Franco.
Aconselhou-os a falarem, nos Centros Espíritas, o idioma do País que os acolhe, oportunizando uma melhor recepção e respeito pelos nacionais que procuram a instituição para frequentar ou estudar a Doutrina Espírita. Destacou, ainda, que essa atitude de usar o idioma é, também, benéfica para os Espíritos desencarnados que se encontram no ambiente do Centro Espírita.
(Texto de Paulo Salerno e fotos por Jorge Moehlecke)
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| Divaldo em ação |
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| Divaldo e tarefeiros |
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| Divaldo e o público |


