Necessário em qualquer mister.
Impostergável para o aprimoramento humano.
Valioso para maior integração do indivíduo nos objetivos a que se vincula.
Indispensável para a iluminação interior. Em todo ministério de enobrecimento, o estudo tem regime de urgência como diretriz de segurança e veículo de libertação íntima.
Ninguém pode vincular-se em definitivo ao ministério redentor sem conhecer as razões preponderantes da existência espiritual.
Evidente que antes de qualquer realização, programas e projetos devam constituir bases experimentais.
O estudo, desse modo, fornece as coordenadas para maior penetração na tarefa buscada: seja a de ajudar, seja a de ajudar-se.
No que diz respeito à Doutrina Espírita, cabe-nos a todos o dever de mergulhar o pensamento nas fontes lustrais do conhecimento, a fim de melhor entendermos os quesitos preciosos da existência, simultaneamente as leis preponderantes da Causalidade, de modo a podermos dirimir equívocos e dúvidas, colocando balizas demarcatórias no campo das conquistas pessoais, intransferíveis:
um quarto de hora, diariamente, dedicado ao estudo; pequena página para reflexão, diuturnamente;
um conceito espírita como glossário para cada dia;
uma nótula retirada do contexto luminoso da Codificação para estruturar segurança em cada 24 horas;
uma noite por semana para o estudo espírita, no dia reservado ao Culto Evangélico do Lar, como currículo educativo;
uma pausa para a prece e singelo texto para vigilância espiritual, sempre que possível...
Sim, todos podem realizar curso inadiável para promoção espiritual na escola terrestre.
O estudo do Espiritismo, portanto, hoje como sempre é de imensurável significação.
Definiu-lhe a validade o Espírito de Verdade, no lapidar conceito exarado em "O Evangelho Segundo o Espiritismo": "Espíritas! Amai-vos, este o primeiro ensinamento; instruí-vos, este o segundo."
Estudar sempre e incessantemente a fim de amar com enobrecimento e liberdade.
Livro: Celeiro de Bênçãos
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
Francisco Rebouças