A reencarnação na Terra, constitui excelente oportunidade para a criatura, alternando situações em que pode desfrutar de momentos de alegrias e outros de aflições e dificuldades, preparar dias melhores para um porvir mais agradável de paz e harmonia, alicerçado no trabalho digno e competente.
Em o Livro dos Espíritos, os Imortais da Vida Maior nos esclareceram através das respostas concedidas ao codificador do espiritismo Allan Kardec, sobre o assunto contido nas questões que seguem:
A reencarnação
Em o Livro dos Espíritos, os Imortais da Vida Maior nos esclareceram através das respostas concedidas ao codificador do espiritismo Allan Kardec, sobre o assunto contido nas questões que seguem:
A reencarnação
166. Como pode a alma, que não alcançou a perfeição durante a vida corpórea, acabar de depurar-se?
“Sofrendo a prova de uma nova existência.”
a) - Como realiza essa nova existência? Será pela sua transformação como Espírito?
“Depurando-se, a alma indubitavelmente experimenta uma transformação, mas para isso necessária lhe é a prova da vida corporal.”
b) - A alma passa então por muitas existências corporais?
“Sim, todos contamos muitas existências. Os que dizem o contrário pretendem manter-vos na ignorância em que eles próprios se encontram. Esse o desejo deles.”
c) - Parece resultar desse princípio que a alma, depois de haver deixado um corpo, toma outro, ou, então, que reencarna em novo corpo. E assim que se deve entender?
“Evidentemente.”
167. Qual o fim objetivado com a reencarnação?
“Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?” ¹
Nessa luta diária pelo crescimento moral-espiritual, o indivíduo terá oportunidade de enfrentar momentos em que conquista e perde nas relações com seu semelhante; em constante convivência com a maldade e a violência própria de um planeta ao nível moral do nosso, onde grassam descontroladas as más ações por toda parte, gerando angústias, pessimismo, medo etc., em virtude do pouco ou nenhum investimento nos sagrados valores do Espírito Imortal, que são simplesmente desprezados ou até desconhecidos pela nossa sociedade, muito mais acostumada a valorizar os bens materiais, representados pela riqueza, pelo poder ou pelos títulos que a pessoa possa ostentar.
Enfrentando dificuldades na estrada em que se locomove, e não encontrando explicações para tudo o que lhe acontece de negativo, infringindo-lhe dor e sofrimento, o indivíduo desespera-se e entrega-se à revolta, ao ódio, ao desespero, deixando de colher o fruto das experiências salutares que muito contribuiriam para lhe facilitar a obtenção de melhores resultados em incontáveis batalhas que ainda terá de travar no futuro, para seu próprio progresso e crescimento como ser fadado à felicidade e à pureza espiritual.
Perde, dessa forma, inúmeras e valorosas oportunidades de realizar as ações nobres em prol do seu progresso e crescimento intelecto-moral, que muito ajudaria no progresso de toda a coletividade, fazendo a sua pequena mais indispensável parcela na busca de um mundo melhor, mais humanitário e menos egoístico.
Sabemos que não obstante o progresso científico, a humanidade ainda se acha envolvida em miséria, desespero, inquietação, desrespeito, desigualdade social etc. que se tornam causas de sérias enfermidades em grande quantidade de criaturas tanto do corpo físico, como também da alma. Isso acontece, em virtude do desenvolvimento moral do homem não acompanhar o ritmo do seu desenvolvimento intelectual, iludindo o indivíduo, que se deixa levar pelos enganos e facilidades proporcionadas pelos bens fugidios e passageiros do mundo material, fazendo-o esquecer que todos somos irmãos a caminho da angelitude.
Dirigido, pelas diretrizes impostas pelo regime do egoísmo exacerbado, o homem faz uso dos meios mais escusos e condenáveis para oprimir e tirar proveito do seu semelhante, porque, ainda lhe fazem falta os valores espirituais, que ele não se preocupa em desenvolver, tratando simplesmente de acumular “tesouros” materiais esquecido que terá de deixá-los por aqui, quando for chamado de retorno à verdadeira pátria, que é a espiritual de onde procede e para onde terá que retornar.
O Homem, precisa compreender que só os Tesouros do Espírito Imortal, representados pelos nobres sentimentos do amor, da caridade, do respeito a si e ao seu semelhante, serão capazes de elevar o ser humano aos cimos da Espiritualidade Superior, preenchendo em seu coração o espaço ora ocupado pelos sentimentos da animalidade que o escravizam e o perturbam a milhares de séculos.
Continua, ainda, bem distante de entender que, quando o amor habita o coração de alguém, transforma-o em nova criatura, envolvendo-o em doce alegria e indescritível paz interior, impregnando-o de bênçãos proporcionadas pelas virtudes celestiais, alimentando-o com o gosto do prazer em servir na causa do bem, por essa razão, daí por diante não deixará mais de seguir os ensinamentos do seu Mestre Jesus de Nazaré, que já se estabeleceu e tem residência fixa em seu coração de discípulo operoso, confiante, feliz e pacificado.
Bibliografia:
1) Kaedec, Allan – O Livro dos Espíritos, FEB, 77ª edição.
Francisco Rebouças.
“Sofrendo a prova de uma nova existência.”
a) - Como realiza essa nova existência? Será pela sua transformação como Espírito?
“Depurando-se, a alma indubitavelmente experimenta uma transformação, mas para isso necessária lhe é a prova da vida corporal.”
b) - A alma passa então por muitas existências corporais?
“Sim, todos contamos muitas existências. Os que dizem o contrário pretendem manter-vos na ignorância em que eles próprios se encontram. Esse o desejo deles.”
c) - Parece resultar desse princípio que a alma, depois de haver deixado um corpo, toma outro, ou, então, que reencarna em novo corpo. E assim que se deve entender?
“Evidentemente.”
167. Qual o fim objetivado com a reencarnação?
“Expiação, melhoramento progressivo da Humanidade. Sem isto, onde a justiça?” ¹
Nessa luta diária pelo crescimento moral-espiritual, o indivíduo terá oportunidade de enfrentar momentos em que conquista e perde nas relações com seu semelhante; em constante convivência com a maldade e a violência própria de um planeta ao nível moral do nosso, onde grassam descontroladas as más ações por toda parte, gerando angústias, pessimismo, medo etc., em virtude do pouco ou nenhum investimento nos sagrados valores do Espírito Imortal, que são simplesmente desprezados ou até desconhecidos pela nossa sociedade, muito mais acostumada a valorizar os bens materiais, representados pela riqueza, pelo poder ou pelos títulos que a pessoa possa ostentar.
Enfrentando dificuldades na estrada em que se locomove, e não encontrando explicações para tudo o que lhe acontece de negativo, infringindo-lhe dor e sofrimento, o indivíduo desespera-se e entrega-se à revolta, ao ódio, ao desespero, deixando de colher o fruto das experiências salutares que muito contribuiriam para lhe facilitar a obtenção de melhores resultados em incontáveis batalhas que ainda terá de travar no futuro, para seu próprio progresso e crescimento como ser fadado à felicidade e à pureza espiritual.
Perde, dessa forma, inúmeras e valorosas oportunidades de realizar as ações nobres em prol do seu progresso e crescimento intelecto-moral, que muito ajudaria no progresso de toda a coletividade, fazendo a sua pequena mais indispensável parcela na busca de um mundo melhor, mais humanitário e menos egoístico.
Sabemos que não obstante o progresso científico, a humanidade ainda se acha envolvida em miséria, desespero, inquietação, desrespeito, desigualdade social etc. que se tornam causas de sérias enfermidades em grande quantidade de criaturas tanto do corpo físico, como também da alma. Isso acontece, em virtude do desenvolvimento moral do homem não acompanhar o ritmo do seu desenvolvimento intelectual, iludindo o indivíduo, que se deixa levar pelos enganos e facilidades proporcionadas pelos bens fugidios e passageiros do mundo material, fazendo-o esquecer que todos somos irmãos a caminho da angelitude.
Dirigido, pelas diretrizes impostas pelo regime do egoísmo exacerbado, o homem faz uso dos meios mais escusos e condenáveis para oprimir e tirar proveito do seu semelhante, porque, ainda lhe fazem falta os valores espirituais, que ele não se preocupa em desenvolver, tratando simplesmente de acumular “tesouros” materiais esquecido que terá de deixá-los por aqui, quando for chamado de retorno à verdadeira pátria, que é a espiritual de onde procede e para onde terá que retornar.
O Homem, precisa compreender que só os Tesouros do Espírito Imortal, representados pelos nobres sentimentos do amor, da caridade, do respeito a si e ao seu semelhante, serão capazes de elevar o ser humano aos cimos da Espiritualidade Superior, preenchendo em seu coração o espaço ora ocupado pelos sentimentos da animalidade que o escravizam e o perturbam a milhares de séculos.
Continua, ainda, bem distante de entender que, quando o amor habita o coração de alguém, transforma-o em nova criatura, envolvendo-o em doce alegria e indescritível paz interior, impregnando-o de bênçãos proporcionadas pelas virtudes celestiais, alimentando-o com o gosto do prazer em servir na causa do bem, por essa razão, daí por diante não deixará mais de seguir os ensinamentos do seu Mestre Jesus de Nazaré, que já se estabeleceu e tem residência fixa em seu coração de discípulo operoso, confiante, feliz e pacificado.
Bibliografia:
1) Kaedec, Allan – O Livro dos Espíritos, FEB, 77ª edição.
Francisco Rebouças.