Solidarity Spiritist Societ

sábado, 27 de dezembro de 2008

Bendita mediunidade!

Nós espíritas, muito temos que agradecer a este querido amigo, o Espírito André Luiz, que com seu trabalho de verdadeiro repórter da pátria espiritual, nos enviou suas experiências vivenciadas ao lado dos benfeitores amigos, e relatadas nas obras de reconhecido conteúdo doutrinário psicografadas pelas prestimosas mãos do mensageiro da vida Maior, Francisco Cândido Xavier, via mediunidade.

São tantas as informações, que não há no movimento espírita, alguém que se dedique ao estudo sério e aprofundado da doutrina, que desconheça as importantes e esclarecedoras experiências, por ele presenciadas e narradas nos mínimos detalhes, e contidas nas diversas obras de autoria dessa nobre alma.

Entre tantos assuntos, podemos destacar a existência da colônia Nosso Lar, e a confirmação da existência de outras tantas instituições de socorro na espiritualidade, a narrativa da reencarnação de Segismundo, a beleza da descrição da casa mental, a importância do cérebro, a dedicação de incalculável número de trabalhadores e discípulos de Jesus em franca movimentação na esfera invisível, etc., etc.

Em suas diversas obras, André Luiz nos faz entender a grandeza da vida na espiritualidade, fazendo uma descrição incomparável das atividades desenvolvidas pelo Ser imortal que todos somos, na continuação da vida do espírito após a morte do corpo físico, na continuidade da existência que jamais cessará.

Em suas narrativas, nos mostra as lições ministradas por abnegados servidores do Mestre de Nazaré em elevado patamar de conhecimento e entendimento das Leis perfeitas e imutáveis com que o Criador rege os destinos de seus filhos, deixando transparecer a certeza de que Deus é Soberanamente Justo e Bom.

Por essa razão, é que não podemos concordar com uma enorme percentagem de confrades, que só se referem às anotações contidas nas obras desse benfeitor amigo, quando essas anotações estão de acordo com o que querem transmitir em suas mensagens recheadas de personalismo e vaidade, espalhando pretensiosamente suas acanhadas interpretações para justificar os absurdos com que pretendem fazer das atividades mediúnicas seus laboratórios de insensatez sem qualquer compromisso com a responsabilidade da correta divulgação e vivência dos postulados de nossa novel doutrina espírita.

Assim procedendo, estão na verdade, prestando enorme desserviço à nobre causa espírita, espalhando conceitos inverídicos, sustentando opiniões absolutamente equivocadas, para não se contradizerem perante aqueles a quem sempre se fizeram passar por conhecedores da mensagem espírita, quando jamais foram sequer bons aprendizes.

Está na hora de se tornarem verdadeiros seguidores do Mestre de Nazaré, reconhecendo os equívocos, e refazendo seus conceitos falseados propositadamente, assumindo seus erros doutrinários e desfazendo os absurdos que eles mesmos espalharam irresponsavelmente, e que se alastram como uma doença contagiosa, pois, estarão mais cedo ou mais tarde, frente a frente ante o tribunal da própria consciência a bater o martelo da retificação.

Não mais percamos tempo com personalismos, não mais insistamos no erro que já identificamos em tudo o que transmitimos aos nossos semelhantes, refaçamos os conceitos, e sigamos as instruções dos Emissários Celestes, que não cansam de nos alertar para que sejamos honestos e humildes, como Jesus sempre exemplificou em todas as suas atitudes para com todos nós.

Francisco Rebouças.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Pastores evangélicos aplaudem evento espírita

Wellington Balbo – Bauru – SP.

Causou furor a apresentação do cantor lírico Allan Vilches no teatro do Centro Cultural Matarazzo, na cidade de Presidente Prudente, no último dia 18 de dezembro. O evento promovido pela USEI de Presidente Prudente em parceria com o Centro Espírita André Luiz teve ótima repercussão. Allan é espírita residente em São Paulo , músico profissional, vem percorrendo diversas localidades com sua bela voz, que encanta e emociona, contribuindo para a divulgação da Doutrina Espírita por intermédio da arte.

Importante deixar registrado que Allan esteve por mais de uma hora cantando em programa de rádio com grande audiência na cidade de Presidente Prudente e região, e soltou a voz em vários idiomas, o que chamou a atenção do público não espírita para comparecer à sua apresentação.

Aliás, a arte, em suas mais diversas formas de expressão, é importante ferramenta de promoção e engrandecimento do ser humano, por isso, nada mais justo do que utilizá-la para fazer o Espiritismo viajar além dos horizontes do centro. A música em si traz magia, aguça a sensibilidade, toca o coração, imperioso reconhecer seu poder arrebatador, portanto, quando aliamos a música e sua leveza à mensagem espírita, os resultados conquistados em termos de divulgação do Espiritismo são significativos. Foi o que ocorreu no caso da visita de Allan à cidade de Presidente Prudente.

A propósito, o evento foi prestigiado por pessoas de outras religiões, tendo, inclusive, a presença de dois pastores evangélicos e um Ministro da Eucaristia católico, que ficaram emocionados com a apresentação do cantor lírico. Informou-nos o amigo Lourival Silveira que os pastores saíram do teatro com uma visão totalmente diferente da Doutrina Espírita e, de quebra, perguntaram se o cantor não poderia se apresentar nas igrejas evangélicas coordenadas por eles. Já o Ministro da Eucaristia católico, surpreendeu-se, não imaginava que nas fileiras espíritas houvesse espaço para a cultura. Assim como os pastores, tinha idéia diferente do Espiritismo.

Vejam caros leitores, é a arte aproximando criaturas, quebrando preconceitos, vencendo barreiras impostas pela intransigência de alguns que, por milênios, impuseram idéias prejudiciais à união das pessoas. É a arte tornando o Espiritismo conhecido e respeitado. Naturalmente os pastores não deixarão suas religiões, mas a idéia não é mesmo essa. A intenção do Espiritismo não é tomar fiéis e convencer pela força, mas sim ajuntar e despertar a criatura humana para a importância de conhecer assuntos como a reencarnação, comunicabilidade dos Espíritos, lei de ação e reação, progressão dos mundos e etc.

Fico a imaginar a bela cena: em culto evangélico um espírita apresentando a mensagem da doutrina de maneira elegante e coerente. E por que não? Porque criar embaraços se podemos nos unir. Ora, a mensagem cristã é de união e amor entre as pessoas, e o Espiritismo é cristão, acima de tudo. Podemos todos, espíritas, evangélicos, católicos, budistas, judeus e demais, lutar pela construção dos ideais de fraternidade na Terra, promovendo-a, por intermédio de nossas ações, na hierarquia dos mundos. A arte é um desses condutos, o Espiritismo e outras religiões também. Cabe-nos, portanto, como ensina a Espiritualidade, ousar no campo do bem, trabalhando para que o Espiritismo dê sua parcela de contribuição na edificação de uma sociedade mais justa e fraterna. Ousadia, pois, é a mensagem do momento; ousadia para divulgar e espalhar as lições codificadas por Kardec, para que todos possam ter acesso a elas.

Ficam registrados os parabéns pela bela e ousada iniciativa da USEI Presidente Prudente e Centro Espírita André Luiz.

Wellington Balbo
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Francisco Rebouças.

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Psicografia

Palavras de Josepha!

Não te eleves a patamares acima de tuas possibilidades de realização, pois, poderás ter surpresas desagradáveis que costumam surpreender tantos quantos não levam em conta a cautela e a humildade, tentando passar pelo que em verdade está bem distante de ser.

Vive, de forma a demonstrar o quanto verdadeiramente já possuis de entendimento e consideração por ti mesmo e pelo teu próximo, sem querer demonstrar além de tuas possibilidades de vivenciar as mensagens do Cristo, no teu dia-a-dia, e procura dessa forma, ser autêntico em tuas palavras e em tuas ações.

Todos aqueles que usaram de recursos ilusórios, estampando no semblante e nas palavras os recursos das virtudes, dos quais ainda não se faziam portadores, não lograram êxito na empreitada sucumbindo nos obstáculos que lhes visitaram, e, vencidos, caíram em desespero e infelicidades por não terem em si mesmos, os recursos da fraternidade e da paz que os manteriam em equilíbrio e com esperanças no porvir e se desmentiram, fazendo vir à tona a quantidade de sombras que ainda carregavam.

Não te iludas e nem iludas teu próximo, seja sempre autêntico, consciente de que estás em processo evolutivo vivendo como pessoa séria, ainda em busca do verdadeiro equilíbrio, e procura desenvolver as virtudes sublimes que trazes latentes no íntimo de teu Ser imortal, sem te preocupares em exibir Negritoas aparências exteriores das qualidades que ainda não te achas portador.

Não te esqueças irmão amigo, que as virtudes e os valores do mundo físico, são passageiros, as de tua alma são eternas.

Espírito:Josepha
Por: Francisco Rebouças

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Vem aí o Natal, e com ele, a expectativa da chegada do Papai Noel

Desde a antiguidade os Romanos já ofereciam presentes aos seus amigos, durante as festas da Saturnália, onde ofereciam estatuetas de deuses, em argila, pedra-mármore, ouro ou prata, de acordo com possibilidades financeiras.

Também durante as calendas ou festividades do Ano Novo romano, costumava-se colocar ramos de pinheiro na porta das casas de pessoas amigas, o que acabou se tornando prática bastante difundida com o crescimento do domínio Romano.

Como conhecemos hoje, os presentes de Natal, se iniciaram com a idéia do papa Bonifácio, no século VII, quando ao término da missa do dia 25 de dezembro, reuniu os sacerdotes para benzerem os pães e distribuí-los ao povo.

A tradição de enviar cartões de Natal tem origem britânica

Conta-se que o cartão de Natal surgiu em 1843, época em que os Contos de Natal de Charles Dickens acabavam de ser lançados, e ao perceber que o ano se findava e não teria tempo de escrever à mão suas felicitações natalinas aos seus amigos, o Sir Henry Cole, diretor do British Museum of London, encomendou as mensagens prontas através dos cartões elaborados pelo artista plástico mais em voga na época, John Callicot Horsley, membro da Royal Academy. Horsley, que pegou um cartão pequeno, quadrado, e dividiu-o em três partes.

Ao centro, desenhou uma família reunida em volta da mesa, bebendo alegremente, e ao lado, crianças esfomeadas recebendo comida e roupas, aa parte de baixo, escreveu: "A merry Chrístmas, a happy New Year to you". Depois, os cartões foram impressos em litografia, cem ao todo, e coloridos a mão. Cole despachou cinqüenta pelo correio e vendeu o resto, cada um por um xelim.

Primeira loja de presentes de natal

Temos notícia de que a primeira loja especializada em presentes de Natal e Ano Novo, foi fundada em Paris, no ano de 1785.

A visão espírita do Natal

Entendemos o Natal, como mais uma excelente época para nossas reflexões, sobre a verdadeira mensagem do aniversariante que quase sempre não é lembrado. Não temos mais a visão de que o Natal foi feito para troca de presentes, pois, já assimilamos a grandeza dos ensinos de Jesus quanto aos objetivos de sua vinda ao mundo, que é a de nos mostrar o caminho da felicidade e da pureza espiritual pela nossa mudança de postura diante da vida e do próximo, buscando sermos verdadeiramente discípulos do Cristo, em pensamentos palavras e atos.

O personagem mais esperado e comemorado nos dias da atualidade infelizmente ainda é o Papai Noel, que nessa época é o assunto de todos os meios de comunicação da mídia, no aguardo dos ganhos financeiros que a data proporciona, por ser mal interpretada pala maioria dos cristãos.

O Natal precisa ser entendido em seu verdadeiro sentido, ou seja, como uma época especial para reunião da família com propósitos superiores, onde podemos orar juntos agradecendo a Deus pela bênção da vida que ELE nos concedeu como mais uma oportunidade de aperfeiçoamento e progresso espiritual, a caminho da felicidade e da pureza do espírito imortal que todos somos.

Francisco Rebouças

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Psicografias

Palavras de Josepha!

Pensa positivo para que tuas realizações sejam de proveito para ti e para o teu próximo, não desperdices energias dessa usina que é teu cérebro, com coisas fúteis sem a devida substância de natureza moral elevada.
Teu pensamento é fonte de realizações, tudo quanto pensas, plasmas no éter cósmico e vai suprir as necessidades dos que estiverem em conformidade com ele, tornando-te dessa forma também responsável pelos seus efeitos positivos ou negativos que gerarem na mente e na realização do teu irmão.
Procura te abastecer de conteúdos nobilitantes hauridos nas páginas dos livros que te possam possibilitar a absorção de elevados conhecimentos capazes de te propiciarem melhor entendimento das Leis imutáveis com que Deus nutre e harmoniza sua criação.
Sê consciente com tuas responsabilidades de co-criador que és, fazendo por ti e por teu próximo o que o mestre de Nazaré recomendou aos seus discípulos fiéis: “amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo”, e recorda como espírita que afirmas ser que a máxima da novel doutrina que segues é: “Fora da caridade não há salvação”, não te esqueças nunca dessa verdade cristalina.
Espírito: Josepha
Por: Francisco Rebouças

sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

Também nós, tenhamos cuidado!

"Vós, portanto, amados, sabendo isto de antemão, guardai-vos de que, pelo engano dos homens abomináveis, sejais juntamente arrebatados e descaiais da vossa firmeza." - Pedro. (II PEDRO, 3:17.)

É imprescindível que entendamos o quanto antes, que o esclarecimento íntimo é inalienável tesouro que os discípulos sinceros do Cristo precisam desenvolver por todos os meios ao nosso alcance e com a máxima urgência e determinação possíveis.

A sociedade está repleta de homens abomináveis que invadiram e dominam os campos da política, da ciência, da religião e constroem obras lamentáveis e chocantes para os espíritos menos vigilantes; que desavisadas e imprudentes, são por eles arrebatadas às surpresas do vale do engano e da morte, e seguem absolutamente desequilibradas nos círculos da vida em ambos os planos; o físico e o espiritual.

Dos enganos e das falsidades de suas construções, individualistas, consolidadas nas ações orgulhosas e egoístas, precipitam-se em despenhadeiros apavorantes, onde se distanciam, cada vez mais, da moral, da dignidade e da luz.

São muitos os imprevidentes que, sem uma reflexão maior se deixam arrastar por fantasiosas criações das mentes perturbadas pela posse do ouro e do poder; mas, graças ao trabalho de incansáveis e dedicados discípulos da Seara de Jesus, alguns desses distraídos do caminho, conseguem obter socorro eficiente e justo, no auxílio que recebem dos Celestes Emissários do alto, para deixarem o equivocado e perigoso caminho que trilham, simplesmente por desconhecerem a verdadeira situação em que se encontram iludidos pelo fascínio das falsas e ilusórias fantasias.

Não procuraram analisar as informações que lhes foram apresentadas, e acreditaram sem ao menos o trabalho de verificar a procedência e o fundamento moral de tais conceitos, onde muitas das vezes o sentido verdadeiro dos ensinos ministrados, foram falseados ou modificados propositadamente, visando unicamente, a mantê-los na ignorância por motivos escusos e condenáveis.

Semelhante situação não acontece com os verdadeiros aprendizes, fiéis seguidores da mensagem cristã, que por estudarem de forma séria e disciplinada, o contido nos Evangelhos, conhecem, de antemão, a verdade de tudo o que o Mestre Maior da humanidade ensinou e exemplificou com sua conduta irrepreensível.

O dedicado aprendiz só se deixará levar por equívocos quando se fizer surdo aos convites do bem, deixando-se envolver pelas armadilhas das sombras, podendo dessa forma ser levado a percorrer os tortuosos caminhos, diferentes daqueles sugeridos pelos Emissários da Paz e do progresso.

Os Bons Espíritos só nos conduzem por estradas largas e retas onde podemos desfrutar da calmaria natural de quem tem a consciência tranqüila de que está agindo em conformidade com os princípios Divinos contidos nas Leis de Deus, perfeitas e imutáveis.

Deus nos dá sempre em conformidade com nossas necessidades; ao doente e desprotegido permitirá que receba os benefícios do remédio; ao equivocado permitirá lhe seja transmitida a orientação adequada a que encontre o porto seguro do equilíbrio; e ao trabalhador, proporcionará ganho suficiente para lhe garantir os recursos suficientes à conquista do progresso moral que precisa empreender rumo à felicidade e à pureza espiritual.

Necessário se faz entender, que o fiel discípulo de Jesus será mais cedo ou mais tarde bafejado pelas beneces do Céu em seus dias, recebendo os frutos do esclarecimento, que lhe trarão consolações, luzes e bênçãos, para que se dedique ao trabalho em seu próprio favor e de seu semelhante cada vez mais e melhor, por saber, de antemão, o quanto lhe compete realizar em serviço e vigilância para se desvencilhar das ilusões dos homens abomináveis, agindo com a responsabilidade que lhe compete, fugindo das aflitivas realidades que aguardam nos planos inferiores os incautos, preguiçosos e inconseqüentes de hoje.

Francisco Rebouças

quinta-feira, 4 de dezembro de 2008

Médium e mediunidade

"159. Todo aquele que sente, num grau qualquer, a influência dos Espíritos é, por esse fato, médium. Essa faculdade é inerente ao homem; não constitui, portanto, um privilégio exclusivo. Por isso mesmo, raras são as pessoas que dela não possuam alguns rudimentos. Pode, pois, dizer-se que todos são, mais ou menos, médiuns. Todavia, usualmente, assim só se qualificam aqueles em quem a faculdade mediúnica se mostra bem caracterizada e se traduz por efeitos patentes, de certa intensidade, o que então depende de uma organização mais ou menos sensitiva. E de notar-se, além disso, que essa faculdade não se revela, da mesma maneira, em todos. Geralmente, os médiuns têm uma aptidão especial para os fenômenos desta, ou daquela ordem, donde resulta que formam tantas variedades, quantas são as espécies de manifestações.

As principais são: a dos médiuns de efeitos físicos; a dos médiuns sensitivos, ou impressionáveis; a dos audientes; a dos videntes; a dos sonambúlicos; a dos curadores; a dos pneumatógrafos; a dos escreventes, ou psicógrafos"
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Fonte:
Livro dos Médiuns - CAPÍTULO XIV - DOS MÉDIUNS, item 159.
Grifos nossos.

Francisco Rebouças.