Solidarity Spiritist Societ

sábado, 31 de agosto de 2019

Feijoada no Remanso Fraterno

No dia 8 de setembro teremos uma deliciosa feijoada no Remanso Fraterno.
Aproveite a chance de comer bem, rever amigos e ainda ajudar o Remanso Fraterno!
Não fique de fora dessa!
  

Venda de Convites até 05/09:
Convite Promocional - R$35,00 até 31/08 - Compra Online Segura AQUI
Convite Normal - R$44,00 - Compra Online Segura AQUI
Compre também na Secretaria da SEF
Rua Passo da Pátria, 38, São Domingos - Niterói - RJ
Telefone: (21) 2717-8235
Obs.: Não serão vendidos ingressos no dia do evento.
Atenciosamente,  
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quinta-feira, 22 de agosto de 2019

Considerando a Mediunidade

A mediunidade terá surgido em ti por instrumento de espiritualização.
Procura melhorar o próprio discernimento, para que não hajas recebido, em vão, semelhante empréstimo da Espiritualidade Maior.
Há mediunidades e mediunidades. Em razão disso, temos aquelas que se caracterizam pelas provações regeneradoras que impõem e aquelas outras que se singularizam pelas realizações nobilitantes que podem efetuar.
Todas, porém, se identificam no Bem Eterno, quando se consagram ao bem dos semelhantes.
Em determinados lances da vida, a criatura renasce na terra de alma arraigada à influência de entidades que ela própria desequilibrou, em existências passadas, e sofre longos processos obsessivos nos quais reconquistará a confiança e o amor dos parceiros menos felizes de outrora, ao preço de suas próprias renunciações. Vemos aí nossos irmãos de faculdades cativas a empeços restaurativos em que o médium se recuperará pelo sofrimento, a caminho de apostolados futuros.
Noutros distritos da evolução, anotamos a presença daqueles que se corporificam no mundo para o desempenho de encargos específicos, através dos recursos espirituais em ação. Por intermédio deles, os desencarnados se manifestam, colaborando a benefício dos irmãos encarnados na arena física.
Cada qual, não obstante possua recursos psíquicos indiscriminados, tem a sua esfera particular de serviço.
Na condição de intérpretes dos espíritos, esse fala, aquele coopera no ministério da cura, o outro escreve, aquele outro atende à missão do esclarecimento e do reconforto, entre os companheiros que sofrem no mundo ou fora dele.
Se te reconheces portador de talentos medianímicos, asserena a própria alma e dispõe-te a servir.
Estuda as próprias faculdades e aceita o lugar onde sejas mais útil.
Não disputes primazia, mas, ao invés disso, procura veementemente as oportunidades de ação que te propiciem o prazer de ajudar alguém.
Toda tarefa é importante.
O Sol ilumina a Terra, mas a terra não produz sem a fonte.
Trabalha e trabalha.
Serve e serve.
Os Mensageiros de Deus sabem como destacar os servidores de deus.
Livro: No Portal da Luz
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Drogas, o caminho da infelicidade!

O Grave problema das drogas é hoje em dias tão comum nas famílias, que já não causa nenhum constrangimento a quem quer que seja o fato de revelar que convive em seu ambiente familiar com alguém usuário de drogas, pois o ser humano, em sua grande maioria, desprovido de maturidade emocional para lidar com a complexidade da vida, e em constantes frustrações causadas pelas contrariedades de seus sonhos e projeções, quase sempre sem base e sem fundamento na realidade do contexto em que está situado na sociedade, leva-o a participar do modismo quase sempre pernicioso, tornando-se daí em diante, forte candidato no caminho do precipício das DROGAS.
Procura então, entre as pessoas de seu relacionamento, também vazias de valores morais e carentes de paz interior, companhia para a busca do “prazer” que ouve dizer que as drogas proporcionam, saídas para fugir da tensão emocional causado pela ansiedade que não lhe dá sossego e solução para todos os seus problemas.
No início, quando o usuário experimenta a droga, sente uma sensação de estar em lua de mel com a vida, supõe ter encontrado finalmente a solução para todos os seus problemas, não imaginando em hipótese alguma que está iniciando uma trajetória de dores e sofrimentos incalculáveis para si e para seus familiares e amigos, entrando por um caminho quase sempre sem volta.
Na atualidade, os jovens são os maiores alvos dos traficantes de drogas, e por saberem de que os jovens passam por uma etapa de grandes transformações da fase da infância para fase adulta, onde convivem com inúmeras interrogações quase sempre sem respostas positivas e esclarecedoras, por parte dos seus pais ou responsáveis, ficam quase sempre à mercê dos aproveitadores que se utilizam da inocência de muitos deles para escraviza-los mais tarde, como viciados consumidores das drogas mais pesadas, infelicitando-os e conduzindo-os pelos caminhos da “morte” física.
O que leva o jovem ao uso das drogas é frequentemente o abuso na busca do prazer, da alegria, da sua afirmação no grupo que faz parte; outro motivo muito utilizado pelos jovens para o uso e consumo das drogas é o fato de estarem transgredindo os regulamentos, os códigos de conduta traçados para o bom relacionamento na sociedade, é o prazer que sente de ser diferente, ir contra os conceitos familiares ou sociais, contestando seus valores, e alguns deles encontram razão para o consumo de drogas, no exemplo dado por certos adultos com quem convivem.
A Doutrina Espírita esclarece-nos, sobre as aptidões e tendências que todos trazemos como bagagem de situações vivenciadas nas diversas idas e vindas do espírito no processo natural da reencarnação, e que por isso mesmo estaremos sempre fazendo nossas escolhas de acordo com as nossas próprias tendências, necessitando por isso mesmo que os responsáveis prestem bastante atenção para as pequeninas tendências apresentadas por suas crianças, como a teimosia, o egoísmo etc. etc, para combaterem o mais cedo possível.
Em “O Livro dos Espíritos”, os Imortais da Vida Maior, responderam ao questionamento de Allan Kardec, sobre o assunto conforme segue:
  1. Pode-se considerar como missão a paternidade?
 É, sem contestação possível, uma verdadeira missãoÉ ao mesmo tempo grandíssimo dever e que envolve, mais do que o pensa o homem, a sua responsabilidade quanto ao futuroDeus colocou o filho sob a tutela dos pais, a fim de que estes o dirijam pela senda do bem, e lhes facilitou a tarefa dando àquele uma organização débil e delicada, que o torna propício a todas as impressões. Muitos há, no entanto, que mais cuidam de aprumar as árvores do seu jardim e de fazê-las dar bons frutos em abundância, do que de formar o caráter de seu filho. Se este vier a sucumbir por culpa deles, suportarão os desgostos resultantes dessa queda e partilharão dos sofrimentos do filho na vida futura, por não terem feito o que lhes estava ao alcance para que ele avançasse na estrada do bem.”
  1. São responsáveis os pais pelo transviamento de um filho que envereda pelo caminho do mal, apesar dos cuidados que lhe dispensaram?
“Não; porém, quanto piores forem as propensões do filho, tanto mais pesada é a tarefa e tanto maior o mérito dos pais, se conseguirem desviá-lo do mau caminho.”
  1. a) Se um filho se torna homem de bem, não obstante a negligência ou os maus exemplos de seus pais, tiram estes daí algum proveito?
 Deus é justo.”
Portanto, é necessário todo o cuidado com os filhos ou qualquer criança que esteja sob nossa responsabilidade de educar, para não sermos responsabilizados mais tarde pelo fracasso na nobre missão que Deus nos confiou, e que cedo ou tarde teremos de prestar contas diante da Soberana Sabedoria do Universo.
Referência:Kardec, Allan – O Livro dos Espíritos, FEB, 76ª Edição.
Nota do editor:
Francisco Rebouças

sábado, 17 de agosto de 2019

Podes


Só Deus é a Providência,
Mas podes ser o auxílio.

Só Deus é a Luz,
Mas podes ser a lâmpada.

Só Deus é a Alegria Perfeita.
Mas podes ser o sorriso.

Só Deus é a Sabedoria,
Mas podes ser a boa palavra.

Só Deus é Tudo no Bem.
Mas podes ser a migalha.

Livro: Deus Sempre
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

sexta-feira, 16 de agosto de 2019

O HOMEM ANTE A VIDA

No crepúsculo da civilização em que rumamos para a alvorada de novos milênios, o homem que amadureceu o raciocínio supera as fronteiras da inteligência comum e acorda, dentro de si mesmo, com interrogativas que lhe incendeiam o coração.
Quem somos?
Donde viemos?
Onde a estação de nossos destinos?
À margem da senda em que jornadeia, surgem os escuros estilhaços dos ídolos mentirosos que adorou e, enquanto sensações de cansaço lhe assomam à alma enfermiça, o anseio da vida superior lhe agita os recessos do seu, qual braseiro vivo do ideal, sob a espessa camada de cinzas do desencanto.
Recorre à sabedoria e examina o microcosmo em que sonha.
Reconhece a estreiteza do círculo em que respira.
Observa as dimensões diminutas do Lar Cósmico em que se desenvolve.
Descobre que o Sol, sustentáculo de sua apagada residência planetária, tem um volume de 1.300.000 vezes maior que o dela.
Aprende que a Lua, insignificante satélite do seu domicílio, dista mais de 380.000 quilômetros do mundo que lhe serve de berço.
Os Planetas vizinhos evolucionam muito longe, no espaço imenso.
Dentre eles, destaca-se Marte, distante de nós cerca de 56.000.000 de quilômetros na época de sua maior aproximação.
Alongando as perquirições, além do nosso Sol, analisa outros centros de vida.
Sírius ofusca-lhe a grandeza.
Pólux, a imponente estrela do Gêmea, eclipsa-o em majestade.
Capela é 5.800 vezes maior.
Antares apresenta volume superior.
Canópus tem um brilho oitenta vezes superior ao do Sol.
Deslumbrado, apercebe-se de que não existe vácuo, de que a vida é patrimônio de gota d'água, tanto quanto é a essência dos incomensuráveis sistemas siderais, e, assombrado ante o esplendor do Universo, o homem que empreende a laboriosa tarefa do descobrimento de si mesmo volta-se para o chão a que se imanta e pede ao amor que responda à soberania cósmica, dentro da mesma nota de grandeza, todavia, o amor no ambiente em que ele vive é ainda qual milagrosa em tenro desabrochar.
Confinado ao reduzido agrupamento consanguinea a que se ajusta ou compondo a equipe de interesses passageiros a que provisoriamente se enquadra, sofre a inquietação do ciúme, da cobiça, do egoísmo, da dor. Não sabe dar sem receber, não consegue ajudar sem reclamar e, criando o choque da exigência pra os outros, recolhe dos outros os choques sempre renovados da incompreensão e da discórdia, com raras possibilidades de auxiliar e auxiliar-se.
Viu a Majestade Divina nos Céus e identifica em si mesmo a pobreza infinita da Terra.
Tem o cérebro inflamado de glória e o coração invadido de sombra.
Orgulha-se, ante os espetáculos magnificentes do Alto e padece a miséria de baixo.
Deseja comunicar aos outros quanto apreendeu e sentiu na contemplação da vida ilimitada, mas não encontra ouvidos que o entendam.
Repara que o Amor, na Terra, é ainda a alegria dos oásis fechados.
E, partindo os elos que o prendem à estreita família do mundo, o homem que desperta, para a grandeza da Criação, perambula na Terra, à maneira do viajante incompreendido e desajustado, peregrino sem pátria e sem lar, a sentir-se grão infinitesimal de poeira nos Domínios Celestiais.
Nesse homem, porém, alarga-se a acústica da alma e, embora os sofrimentos que o afligem, é sobre ele que as Inteligências Superiores estão edificando os fundamentos espirituais de Nossa Humanidade.

Livro: Roteiro
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

PROFETAS E APÓSTOLOS

Emmanuel
" Por isso diz também a sabedoria de Deus:Profetas e apóstolos lhes mandarei e eles Matarão uns e perseguirão outros". - Jesus ( Lucas: 11-49 )

Profetas e apóstolos não vivem tão - somente nos círculos dos preceitos religiosos.
Tempo virá em que o conceito da Revelação Divina abrangerá todos os departamentos das atividades úteis e generosas.
O serviço nobre, em todos os tempos, requisita missionários da visão e apóstolos da ação.
São eles que enriquecem os patrimônios da vida, recebem a onda de inspiração das Esferas Superiores e ambientam as idéias do Bem, plasmando-as, em seguida, através de serviços inestimáveis à coletividade.
Entretanto, a multidão e a vulgaridade jamais entenderam semelhantes trabalhadores, no tempo adequado.
Sejam cooperadores da religião, da ciência ou da economia, experimentam perseguições e ataques dolorosos que lhes fenecem a justa noção da soledade em que passam no mundo.
Não lhes perdoa a superioridade, nem se lhes entende a visão ou o serviço nobre.
Trava-se a luta.
Às vezes, os trabalhadores são candidatos à posição de profetas ou apóstolos, porque o Homem, em todas as circunstâncias deverá a si próprio a elevação ou a decadência e, quando isso se verifica, a vulgaridade costuma vencer.
Falha, em parte, a experiência de maior ascensão.
Todavia, quando o profeta ou o apóstolo já se identificou à exata União com Deus, torna-se elemento de trabalho da Providência Divina.
Constitui-se em Seu Enviado na Terra e, atropelado, esmagado, perseguido, o trabalhador fornece testemunho em si mesmo, e atinge seus fins, cedo ou tarde, atendendo com valor os Desígnos de Deus.

Livro: Harmonização
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

segunda-feira, 12 de agosto de 2019

A paz que a “Boa Nova” nos propicia

“Considera o que te digo, porque o Senhor te dará entendimento em tudo.” – Paulo. (2ª Epístola a Timóteo, 2:7.)
Não são poucas as situações em que reclamamos das dificuldades que encontramos quando nos dispomos a seguir os ensinamentos propostos pelos mensageiros da Boa Nova em nome de Jesus, pois não estamos acostumados com essas atitudes que nos exigem grande soma de sacrifícios.
Esses ensinamentos indicam-nos o caminho a ser seguido na construção de uma vida melhor, onde o bem em forma da caridade deve ter a nossa atenção maior em qualquer lugar por onde nos movimentarmos, seja no lar, no trabalho, na sociedade etc., que representam os desafios de colocar em prática os alicerces de nossa transformação com vistas aos dias do porvir.
Em vista da falta de costume de agir em conformidade com os ensinos da Boa Nova, esbarramos quase sempre nas velhas dificuldades e divergências de compreensão, aceitação e vivência desses sublimes ensinamentos quando perdemos tempo e oportunidade para refazer os caminhos no trabalho de burilamento que se torna a cada dia mais necessário.
Não costumamos dar a devida atenção para o conselho dos venerandos amigos da Espiritualidade Superior, quando nos solicitam a boa vontade para agir com coragem e determinação na execução dos nossos deveres para conosco mesmo e com a vida, e em vez de seguirmos as orientações desses dedicados Amigos que por nós velam com tanto carinho e cuidado, preferimos seguir as nossas tendências de reclamar, praguejar e lastimar, o que nos parece muito mais cômodo e menos trabalhoso.
Entre queixas e lamentações, passamos a censurar e culpar a sociedade e os indivíduos sem dar-nos conta de que também fazemos parte deste contexto, preferindo jogar a responsabilidade pelos nossos dissabores e infelicidades nos ombros do próximo, apresentando-nos como simples vítimas do meio social onde nos movimentamos.
Precisamos assumir a responsabilidade pelos fracassos que nos alcançam, pois as mais das vezes somos os únicos responsáveis pelos sofrimentos que nos castigam e infelicitam os dias, e procurar o mais breve possível nos engajar na obra do Cristo, preocupados apenas com o nosso comportamento perante as Sábias Leis Divinas, sem nos apresentar como fiscais do comportamento alheio.
“…Remontando-se à origem dos males terrestres, reconhecer-se-á que muitos são consequência natural do caráter e do proceder dos que os suportam.
Quantos homens caem por sua própria culpa! Quantos são vítimas de sua imprevidência, de seu orgulho e de sua ambição!
Quantos se arruínam por falta de ordem, de perseverança, pelo mau proceder, ou por não terem sabido limitar seus desejos!
Quantas uniões desgraçadas, porque resultaram de um cálculo de interesse ou de vaidade e nas quais o coração não tomou parte alguma!
Quantas dissensões e funestas disputas se teriam evitado com um pouco de moderação e menos suscetibilidade!
Quantas doenças e enfermidades decorrem da intemperança e dos excessos de todo gênero!
Quantos pais são infelizes com seus filhos, porque não lhes combateram desde o princípio as más tendências! Por fraqueza, ou indiferença, deixaram que neles se desenvolvessem os germens do orgulho, do egoísmo e da tola vaidade, que produzem a secura do coração; depois, mais tarde, quando colhem o que semearam, admiram-se e se afligem da falta de deferência com que são tratados e da ingratidão deles.
Interroguem, friamente, suas consciências todos os que são feridos no coração pelas vicissitudes e decepções da vida; remontem passo a passo à origem dos males que os torturam e verifiquem se, as mais das vezes, não poderão dizer: Se eu houvesse feito, ou deixado de fazer tal coisa, não estaria em semelhante condição.
A quem, então, há de o homem responsabilizar por todas essas aflições, senão a si mesmo? O homem, pois, em grande número de casos, é o causador de seus próprios infortúnios; mas, em vez de reconhecê-lo, acha mais simples, menos humilhante para a sua vaidade acusar a sorte, a Providência, a má fortuna, a má estrela, ao passo que a má estrela é apenas a sua incúria.
Os males dessa natureza fornecem, indubitavelmente, um notável contingente ao cômputo das vicissitudes da vida. O homem as evitará quando trabalhar por se melhorar, moralmente, tanto quanto intelectualmente.” (1)
Não há mais tempo a perder com inquietações e discussões descabidas e dilatadas pelo azedume e má vontade, é tempo de dar a volta por cima trabalhando e servindo na causa do bem, desenvolvendo as virtudes que permanecem latentes em nosso Ser imortal a espera de nossa disposição por fazê-las germinar para nos dar saborosos frutos nos tempos vindouros.
Preciso se faz começarmos nossas realizações positivas de forma segura, assentando cada tijolo na edificação da nossa moradia moral com toda atenção e cuidado. São nas pequeninas ações que aprendemos a mágica deliciosa da alegria de desfrutar de um bem-estar indescritível que só a prática da caridade pode nos propiciar.
Entre as pequeninas atitudes que podemos realizar em todo momento, destacamos o amor e o respeito pelas crianças, ensinando-lhes através dos bons exemplos a generosidade e o amor aos pais, aos mais velhos, à natureza e etc. Uma palavra de bom ânimo aos desanimados, um conselho ao desorientado pelas dificuldades que o aflige, abrindo-lhe os olhos para uma possível saída daquela situação que o paralisa; a moeda ou o alimento que mitigue a penúria do necessitado, a visita ao doente etc., constituir-se-ão em tijolinhos de paz na construção da nossa felicidade e de nosso semelhante.
Que Jesus nos guie e nos fortaleça os propósitos de crescer, amar e servir cada dia mais e melhor!
Referências Bibliográficas:
(1) KARDEC,ALLAN. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB, 112ª edição, cap. V, item 3.
Francisco Rebouças

sexta-feira, 9 de agosto de 2019

Vida Feliz

XIV
Aproveita cada oportunidade para agir de forma elevada.
Há quem espere extraordinários momentos e ocasiões especiais, que possivelmente não chegarão.
Não será o que faças, que te tornará grande e importante, porém
como faças cada coisa que te transformará em valioso.
A árvore gigante se origina em pequenina semente.
O Cosmo é resultado de partículas e moléculas invisíveis.
Torna-te grande nas pequeninas coisas, a fim de que não te apequenes nas grandiosas.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

ABENÇOEMOS

Emmanuel

Não consideres o mal por mal para que o bem não encontre embargos à precisa manifestação em momento oportuno.
A Sabedoria Divina permite que sucessos imaginariamente infelizes se nos entrosem a marcha, a fim de que, por eles, saibamos conquistar defesa e segurança.

É por isso que onde os nossos olhos costumam encontrar desventura e falência, muita vez, aparece o justo benefício, com que não contávamos, a erigir-se em socorro providencial nas sendas do futuro.

Toda perturbação valoriza a força da ordem e toda e qualquer dor ampara o reajuste.
Entretanto, em louvor da paz edificante, é preciso aprender a tudo abençoar, agradecendo aos Céus os bens e os males aparentes da vida a fim de que venhamos a convertê-los todos em luz de experiência.

Recebe, assim, o assalto e as injúrias da treva, abençoando, em silêncio, o quadro em que se expressam, porque insulto e violência apenas denunciam a ignorância, em luta, buscando aglutinar, em derredor de si, as sombras com que plasma desespero e miséria.
À maneira de fogo devorador, pretenderá naturalmente estender-se, consumindo as esperanças do caminho em que segues; contudo, se abençoa o ataque, entregando-lhe os golpes à Harmonia Divina, ele em breve extinguir-se-á, para que o bem eterno esplenda generoso.
Abençoemos, assim, todos os males do mundo, auxiliando em tudo, para que se nos transformem em benefícios, e então compreenderás, ante a luz do Evangelho, que em todo e qualquer tempo, acontece o melhor aos que amam a Deus.

Livro: Abençoa Sempre
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

domingo, 4 de agosto de 2019

ASSUNTO DE DISCIPLINA


Você quer saber de nós,
Meu prezado João Messina,
Como se anota no Além
A questão de disciplina.

Tema difícil, - meu caro, -
Pois disciplina é dever,
Mas isso, enquanto entre os homens,
Não é difícil de saber.

Veja conosco: na Terra,
Sem que a verdade se torça,
O corpo já lembra em si
Uma camisa de força.

O mundo é um quadro formoso:
Mar e céu, fonte e verdura;
Pomares, roças, jardins,
No tempo em rota segura...

Mas, por dentro, em cada canto,
Se o trabalho nos consola,
Embora a luz que nos cerca,
O mundo parece escola.

Se vivermos descuidados,
Deixando as horas em vão,
Surgem testes retardados
E lutas de revisão.

A prova que se recusa
É caminho a desamparo,
Ensinamento esquecido,
Mais a frente custa caro.

As casas lembram colégios
De planos renovadores,
Os habitantes recordam
Alunos e professores.

Todo aquele que se esquece
Do que lhe cabe fazer,
Descamba no prejuízo,
Tem sempre muito a perder.

Lembre Antonico do Prado
Na Fazenda Couro d’Anta:
Morreu sem necessidade
Com dois bifes na garganta.

Comia sem disciplina,
Nosso bravo Altamirão,
Desencarnou num jantar,
Com pesada congestão.

Renegando tratamento
Depois de uma cirurgia,
Finou-se Joana, comendo
Meio pote de ambrosia.

Almoçando esfomeada,
Lá se foi Nhá Castorinha,
Depois de engolir sem pausa
Nove latas de sardinha.

Abusando de chá quente,
Calinério de Alcabaça,
De xarope contra a gripe,
Mudou-se para a cachaça.

João bebeu pinga com mel
Quando enfermo na restinga,
Já melhor, largou do mel
Mas nunca largou a pinga.

Você recorda a penúria
Do Silorico Machado,
Vivendo sem disciplina,
Faleceu desempregado.

Para tratar de enxaquecas
Medicava-se Enfrozina,
Desrespeitando os remédios,
Arrasou-se em cocaína.

Gastava como ninguém,
Nosso rico Adão Mazola,
Desprezando a disciplina,
Faleceu pedindo esmola.

Por bagatela de rua
Irritava-se Elesbão;
De tanto se enraivecer,
Morreu de uma obsessão.

Lembre, nos quadros da Terra
Que recordamos a dois:
Onde surge a indisciplina,
Tribulação vem depois...

Não creia que a morte mude
Esse caminho ilusório,
No Além quem não se respeita
É gente de purgatório.

Discipline, caro amigo,
Seu tempo, corpo e função...
Quanto mais ordem na vida,
Mais vida de elevação.

Livro: Conversa Firme
Chico Xavier/Cornélio Pires.

Francisco Rebouças.

sábado, 3 de agosto de 2019

ELA PASSA

Ela passa e o consolo se irradia
Qual a brisa de essência misteriosa,
A esperança aparece com a rosa
No espinheiro da sombra e da agonia...
 
Ela passa e um sussurro de alegria
Sobe em prece na noite tenebrosa,
Traz em torno sublime nebulosa,
Onde a vida celeste principia!
 
Ela passa e ninguém lhe sabe a crença,
É tão-só Caridade... Luz suspensa
Sobre as dores que a lágrima descerra!
 
Ei-la divina! E vê-la onde passa,
Sem distinção de credo, nome e raça,
A presença do Cristo sobre a Terra!...

Livro: Bênçãos de Amor
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças