Solidarity Spiritist Societ

quinta-feira, 30 de maio de 2019

Enxergar o melhor dos outros!

“A candeia do corpo são os olhos; de sorte que, se os teus olhos forem bons, todo o teu corpo terá luz.” (Jesus – Mateus – 6/22)
Jesus nos alerta para o cuidado que devemos ter quando olhar alguma atitude do nosso semelhante, porque a visão física, nem sempre é certeza do que está, realmente, acontecendo na vasta e complexa visão do Espírito imortal, que se dilata e se enriquece, constantemente, à medida que nossos sentimentos e emoções desenvolvem e aprimoram-se.
Aparências podem levar alguém a deduzir, errada e levianamente, sobre uma atitude ou ação de algum indivíduo. É necessário sublimar nossa disposição de enxergar sempre o melhor em nossos semelhantes, para isso, necessário se faz dilatarmos e aprimorarmos nossas aquisições psíquicas de clarividência nas vastas oportunidades que a vida nos oferece.
Urge guardemos a pureza de coração que Jesus nos receitou, a fim de que essa pureza, em se exteriorizando através da nossa percepção, equilibre-nos o emocional, mantendo-nos vigilantes para não nos precipitarmos em condenações precipitadas no julgamento infeliz de atitudes alheias.
Quem procura observar o “lado bom dos acontecimentos, o melhor e mais nobre das pessoas”, está conquistando preciosos tesouros da Visão. E nós seguidores da Doutrina Espírita já temos motivos suficientes para olhar de forma diferente com cuidado de ver o melhor em cada atitude de alguém, porque não sabemos se seríamos capazes de agir, diferentemente, dele na situação que ele está vivenciando.
“É muito comum que interpretemos muitos irmãos, que cercam nossos passos, como pessoas desequilibradas, estranhas, complicadas, maldosas, incapazes e outras coisas mais que o nosso entendimento momentâneo estabelece…
…Acontece que, estando em processo de aprendizagem e crescimento na Terra, os Espíritos aqui renascidos são portadores de regiões sombrias e de outras bem claras, no íntimo de si mesmos o que nos permite observar contrastes diversíssimos nos seus procedimentos…
…Não é difícil entender que as almas, em estágio de evolução, num mundo como a Terra, não consigam manter-se todo o tempo em fina sintonia com a Grande Alma, que é Jesus, em cuja vivência conseguimos achar o Criador”. (1)
Precisamos desenvolver as virtudes sublimes do Espírito que todos trazemos no íntimo do Ser, e conseguiremos descobrir os horizontes da nossa gloriosa imortalidade. Quando encontrarmos um irmão caído na estrada, façamos o possível para que também ele possa despertar para as alegrias da vida, mas não esqueçamos que para isso, será indispensável estender-lhe, fraternalmente, nossas mãos. Muitos olham, apreciando alguém ou alguma coisa na vida comum, entretanto, raros sabem, realmente, ver como convém.
Busquemos seguir os princípios morais do Vidente Divino que soube compreender as fragilidades humanas, com respeito, amor e perdão, convictos de que assim agindo, com absoluta certeza, começaremos, desde agora, a penetrar na intimidade sublime de nossa própria iluminação.
“A felicidade real nasce, invariável, daquela felicidade com que tornamos alguém feliz. Façamos, assim, aos outros o que desejamos nos façam eles, na convicção de que, se cuidamos da lei do bem, a lei do bem cuidará de nós”. (2)
Referências Bibliográficas:
(1) TEIXEIRA, RAUL. Espírito José Lopes Neto. Em Nome de Deus, página 135;
(2) XAVIER, FRANCISCO CÂNDIDO. Espírito Emmanuel. Justiça Divina. Capítulo 54 – Na Lei do Bem.
Francisco Rebouças

quarta-feira, 22 de maio de 2019

Gentileza e Gratidão!


XXIX
Exercita a gentileza e a gratidão para com todas as pessoas, especificamente os idosos.
A velhice é fase inexorável que alcançarás, caso a morte não te arrebate o corpo antes.
Nesse período difícil, as forças diminuem, os órgãos se debilitam, as lembranças se apagam e a dependência física, emocional e afetiva se faz imperiosa.
Pode parecer cansativa a presença do idoso; ele, porém, é rico da experiência que te pode brindar, mas carente dos recursos que lhe podes oferecer.
Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis


Francisco Rebouças

Caridade sempre!

Urge levemos em conta que os nascidos num planeta como o nosso, são espíritos endividados com a Lei Divina em processo de burilamento, submetidos aos ditames da “Justiça Maior” da qual ninguém consegue burlar, em cumprimento da Lei do Progresso.
Dessa forma, é muito importante agirmos com benevolência, indulgência e perdão para com os erros dos nossos semelhantes, porque também nós necessitamos destas mesmas virtudes dos nossos semelhantes para conosco, porque também somos espíritos necessitados da mão amiga e fraterna dos nossos irmãos de caminhada evolutiva.
“…A caridade é a virtude fundamental sobre que há de repousar todo o edifício das virtudes terrenas. Sem ela não existem as outras. Sem a caridade não há esperar melhor sorte, não há interesse moral que nos guie; sem a caridade não há fé, pois a fé não é mais do que pura luminosidade que torna brilhante uma alma caridosa.
A caridade é, em todos os mundos, a eterna âncora de salvação; é a mais pura emanação do próprio Criador; é a sua própria virtude, dada por ele à criatura. Como desprezar essa bondade suprema? Qual o coração, disso ciente, bastante perverso para recalcar em si e expulsar esse sentimento todo divino? Qual o filho bastante mau para se rebelar contra essa doce carícia: a caridade?
Não ouso falar do que fiz, porque também os Espíritos têm o pudor de suas obras; considero, porém, a que iniciei como uma das que mais hão de contribuir para o alívio dos vossos semelhantes. Vejo com frequência os Espíritos a pedirem lhes seja dado, por missão, continuar a minha tarefa. Vejo-os, minhas bondosas e queridas irmãs, no piedoso e divino ministério; vejo-os praticando a virtude que vos recomendo, com todo o júbilo que deriva de uma existência de dedicação e sacrifícios. Imensa dita é a minha, por ver quanto lhes honra o caráter, quão estimada e protegida é a missão que desempenham. Homens de bem, de boa e firme vontade, uni-vos para continuar amplamente a obra de propagação da caridade; no exercício mesmo dessa virtude, encontrareis a vossa recompensa; não há alegria espiritual que ela não proporcione já na vida presente. Sede unidos, amai-vos uns aos outros, segundo os preceitos do Cristo. Assim seja.” – São Vicente de Paulo. (Paris, 1858.) (1)
O Cristão que, verdadeiramente, segue Jesus, jamais hostiliza ou desfaz de quem quer que seja, pois já compreende que estamos em condições diferentes de compreensão da vida, e que é preciso empenho para que superemos em nós mesmos as tendências inferiores herdadas dos tempos primitivos que hoje já não mais fazem sentido, e busca desenvolver e cultivar as vibrações superiores dos patamares mais elevados da criação, no desejo de conquistar a felicidade e a paz de espírito que espera desfrutar.
Busca ao contrário compreender e ajudar os semelhantes em tudo que lhe for possível e, dessa forma, descobre um prazer e uma alegria que lhe estimula ao trabalho cada vez mais ativo no exercício da caridade em favor do irmão necessitado, doando-se e empenhando-se com o desejo sincero de se tornar útil, o que lhe faculta ensejo de progredir moral e espiritualmente por constatar quão imensa é a carência daqueles que ainda se afogam nas paixões perturbadoras, que ele já conseguiu superar.
No Livro dos Espíritos encontramos a resposta dos Espíritos Superiores ao Codificador do Espiritismo sobre o entendimento de Jesus a respeito da caridade, conforme segue abaixo:
“886. Qual o verdadeiro sentido da palavra caridade, como a entendia Jesus?
Benevolência para com todos, indulgência para as imperfeições dos outros, perdão das ofensas.
O amor e a caridade são o complemento da lei de justiça, pois amar o próximo é fazer-lhe todo o bem que nos seja possível e que desejáramos nos fosse feito. Tal o sentido destas palavras de Jesus: Amai-vos uns aos outros como irmãos.
A caridade, segundo Jesus, não se restringe à esmola, abrange todas as relações em que nos achamos com os nossos semelhantes, sejam eles nossos inferiores, nossos iguais, ou nossos superiores. Ela nos prescreve a indulgência, porque da indulgência precisamos nós mesmos, e nos proíbe que humilhemos os desafortunados, contrariamente ao que se costuma fazer. Apresente-se uma pessoa rica e todas as atenções e deferências lhe são dispensadas. Se for pobre, toda gente como que entende que não precisa preocupar-se com ela. No entanto, quanto mais lastimosa seja a sua posição, tanto maior cuidado devemos pôr em lhe não aumentarmos o infortúnio pela humilhação. O homem verdadeiramente bom procura elevar, aos seus próprios olhos, aquele que lhe é inferior, diminuindo a distância que os separa”. (2)
Dessa forma, urge seguir os ensinamentos do Mestre e Guia da humanidade e dedicar todo tempo possível ao trabalho de fazer ao próximo o que gostaríamos que o próximo nos fizesse, porque já sabemos que “Fora da Caridade, não há Salvação”.
Referências Bibliográficas:
[1] Kardec, Allan. O Evangelho Segundo o Espiritismo. FEB, 112ª edição, cap. VIII, item 12.
[2] Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos. FEB, 76ª edição.
Francisco Rebouças

sexta-feira, 17 de maio de 2019

A Suprema Bondade!

Em hipótese alguma podemos achar que a nossa existência tenha mais ou menos importância que a vida do nosso irmão em caminhada evolutiva na Terra. Da mesma forma, não faz sentido sequer supor que nossas necessidades sejam mais ou menos atendidas que as dos demais indivíduos, é preciso entender que não estamos esquecidos ou sem a assistência devida, assim como também não nos achamos em situação de privilégios em relação ao nosso semelhante.
Deus sendo a Inteligência Suprema, a própria perfeição, não comete erros ou injustiças e Ama todos os seus filhos encarnados ou desencarnados com a mesma intensidade, assim fica fácil perceber que as providências que ELE toma em relação as suas criaturas levam em conta o selo dessa perfeição absoluta.
Quando nos julgamos abandonados ou desatendidos em nossos anseios de conquistas materiais, nada mais demonstramos senão a nossa infantilidade espiritual, porque ainda não compreendemos que os nossos ideais de Ter cada vez mais em detrimento de Ser como devemos, mantêm-nos apegados aos atavismos seculares do homem velho que nos escraviza há milênios.
Torna-se imprescindível despertarmos para a realidade da nossa estada no presente momento da vida em nosso planeta, porque não estamos aqui a passeio ou, simplesmente, para gozar das alegrias das conquistas materiais sem outra finalidade, conforme esclarecimento dos Espíritos Superiores em resposta ao codificador do Espiritismo na questão abaixo:
Questão 573 – Em que consiste a missão dos Espíritos encarnados?
“Em instruir os homens, em lhes auxiliar o progresso; em lhes melhorar as instituições, por meios diretos e materiais. As missões, porém, são mais ou menos gerais e importantes. O que cultiva a terra desempenha tão nobre missão, como o que governa, ou o que instrui. Tudo em a Natureza se encadeia. Ao mesmo tempo que o Espírito se depura pela encarnação, concorre, dessa forma, para a execução dos desígnios da Providência.
Cada um tem neste mundo a sua missão, porque todos podem ter alguma utilidade.” (1)
Dessa forma, é possível entender melhor o que Jesus nos propôs em seu Evangelho quando nos disse: “sede perfeitos como é perfeito o vosso Pai Celeste” (2), conclamando-nos ao desenvolvimento de uma mentalidade cristã, através do trabalho no desenvolvimento das virtudes das quais somos portadores, a fim de que um dia possamos “Amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a nós mesmos”.
Nos dias de hoje, quando já temos grande capacidade para a compreensão das Leis Divinas, a consciência nos solicita ter mais cuidado com nossos pensamentos, palavras e atitudes, para que prestemos mais atenção aos ensinos e exemplos de Jesus; não nos cabe mais utilizar de desculpas infantis e infundadas para justificar nossa apatia diante de tanto que nos compete realizar.
“Segundo a ideia falsíssima de que lhe não é possível reformar a sua própria natureza, o homem se julga dispensado de empregar esforços para se corrigir dos defeitos em que de boa-vontade se compraz, ou que exigiriam muita perseverança para serem extirpados.
E assim, por exemplo, que o indivíduo, propenso a encolerizar-se, quase sempre se desculpa com o seu temperamento. Em vez de se confessar culpado, lança a culpa ao seu organismo, acusando a Deus, dessa forma, de suas próprias faltas. É ainda uma consequência do orgulho que se encontra de permeio a todas as suas imperfeições.
Indubitavelmente, temperamentos há que se prestam mais que outros a atos violentos, como há músculos mais flexíveis que se prestam melhor aos atos de força. Não acrediteis, porém, que aí resida a causa primordial da cólera e persuadi-vos de que um Espírito pacífico, ainda que num corpo bilioso, será sempre pacífico, e que um Espírito violento, mesmo num corpo linfático, não será brando; somente, a violência tomará outro caráter. Não dispondo de um organismo próprio a lhe secundar a violência, a cólera tornar-se-á concentrada, enquanto no outro caso será expansiva.
O corpo não dá cólera àquele que não na tem, do mesmo modo que não dá os outros vícios. Todas as virtudes e todos os vícios são inerentes ao Espírito. A não ser assim, onde estariam o mérito e a responsabilidade? O homem deformado não pode tornar-se direito, porque o Espírito nisso não pode atuar; mas, pode modificar o que é do Espírito, quando o quer com vontade firme. Não vos mostra a experiência, a vós espíritas, até onde é capaz de ir o poder da vontade, pelas transformações verdadeiramente miraculosas que se operam sob as vossas vistas? Compenetrai-vos, pois, de que o homem não se conserva vicioso, senão porque quer permanecer vicioso; de que aquele que queira corrigir-se sempre o pode. De outro modo, não existiria para o homem a lei do progresso. – Hahnemann. (Paris, 1863.) (3)
Urgente se faz, empregarmos esforços para utilizar os incontáveis recursos com os quais a Divina Providência nos enriquece a vida, de maneira inteligente, para alavancar o nosso progresso em direção à finalidade para a qual fomos criados: a felicidade e pureza espiritual.
Referências Bibliográficas:
(1) KARDEC, ALLAN. O Livro dos Espíritos, FEB. 76ª edição;
(2) Evangelho de Mateus, 5:48;
(3) KARDEC, ALLAN. O Evangelho Segundo o Espiritismo, FEB. 112ª edição, cap. IX, item 10.
Francisco Rebouças

terça-feira, 14 de maio de 2019

Ultrapassamos a marca das 162.000 visitas ao nosso Blog espírita!

Que Lindo!!
Estimados amigos, é com grande  alegria  que registramos a marca das 162.000 visitas ao nosso Blog Espírita. Agradecemos de coração a vocêspelo carinho, pelo apoio, pelo incentivo e pela companhia em todos esses anos de nossas atividade na divulgação de nossa doutrina.

Cada marca registrada pelo nosso contador de visitas nos dá a certeza de que estamos no caminho certo, contribuindo para a transformação moral e espiritual de nossa sociedade.

Nada é tão importante para nós que a participação e o incentivo de cada um de vocês, pois, sem esse apoio não seria possível chegar onde chegamos.

Que Jesus nosso Mestre e Guia nos abençoe a todos e nos guarde em sua divina inspiração, hoje e sempre!

Muita PAZ!
Francisco Rebouças

O Valor das pequeninas tarefas


Pouca gente conhece a importância da boa execução das cousas mínimas.
Há homens que, com falsa superioridade, zombam das tarefas humildes, como se não fossem imprescindíveis ao êxito dos trabalhos de maior envergadura.
Um sábio não poderá esquecer que, um dia, necessitou aprender com as letras simples do alfabeto.
Livro: Luz no Caminho
Chico Xavier/Emmanuel


Francisco Rebouças

segunda-feira, 13 de maio de 2019

Educar com responsabilidade!!


O educando é material maleável, que aguarda modelagem própria para fixar os caracteres que conduzem à perfeição.
O educador cria hábitos, estimula atitudes, desenvolve aptidões, conduz. É o guia, hábil e gentil, ensinando sempre pela palavra e pelo exemplo, não se cansando nunca do ministério que abraça.
A escola é o prosseguimento do lar, e este é a escola abençoada na qual se fixam os valores condizentes com a dignidade e o engrandecimento ético-moral do ser.
Livro: Momentos de Meditação
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis



Francisco Rebouças

domingo, 12 de maio de 2019

Mãe é Mãe!

A TODAS AS MÃES DO MUNDO
Mãe, amor sincero ao extremo, 

Amor maior que o teu, só mesmo o amor de Deus, 

Tu és a fonte fecunda que da vida a um novo ser.

Te devemos tudo, somos simplesmente parte de você. 


Dedica-nos a própria vida, esquecendo-se de você, 

E quase sempre te retribuímos com decepções e trabalho por fazer, 

Mas Deus que te criou, para O representar no mundo. 

Te concederá a felicidade, e a paz que fizestes por merecer!

Francisco Rebouças!

NO EXAME DO BEM

Emmanuel

Mal e bem!...
Vejamos alguns daqueles que são responsáveis pelo mal, conquanto, de algum modo, se relacionem com o bem:
· Os que falam bem e não agem bem;
· Os que vivem no bem de si, conscientemente foragidos do trabalho pelo bem dos outros;
· Os que apregoam o bem sem cultivá-lo;
· Os que se apresentam bem e não se comportam bem;
· Os que acreditam no poder do bem e exploram o bem do poder;
· Os que se apoiam no bem do dinheiro, sem distribuir o dinheiro do bem;
· Os que destacam o bem da ciência e ridicularizam a ciência do bem;
· Os que identificam claramente o bem e não procuram o bem naquilo que enxergam e naquilo que escutam;
· Os que se instruem bem e não ensinam bem;
· Os que sabem onde se encontra o bem e não se dispõem a preservá-lo;
· Os que se afligem pelo bem-estar, segundo o conforto próprio, e não se preocupam em estar bem, conforme a justiça.
O mal que surge nos que desconhecem o bem é fruto da ignorância.
O mal verdadeiro, o mal que se consolida qual moléstia minaz no organismo do mundo, é sempre o resultado de nossas atitudes, quando conhecemos o bem e apontamos a necessidade do bem, sem vontade e sem coragem de praticá-lo.

Livro: Hoje
Chico/Emmanuel

Francisco Rebouças

sábado, 11 de maio de 2019

Um tesouro a conquistar...


“Paciência é tesouro que acumulamos, migalha a migalha de amor e entendimento, perante os outros; para conquistá-lo, no entanto, é forçoso saibamos justificar com sinceridade a irritação e a hostilidade, sempre que surjam naqueles que nos rodeiam”.
Livro: Mãos Unidas
Chico Xavier/Emmanuel


Francisco Rebouças

PRESENÇA DE LUZ

Se puseres amor no tempo que Deus te reserva, nunca te sentirás sob o domínio do tédio ou do desânimo, porque as tuas horas se converterão em prazer de servir.

Se colocares amor nas afeições que o Senhor te permite cultuar, nunca sofrerás ingratidão ou desengano, porque transformarás o próprio espírito em vaso de abnegação e entendimento, colhendo de ti mesmo a felicidade de fazer a felicidade dos entes queridos.

Se cultivares amor na execução do dever que a Divina Providência te atribui, nunca experimentarás cansaço ou desengano, porque o trabalho se te fará fonte de alegria, na alegria de ser útil.

Se aplicares amor nos recursos verbais que a Eterna Sabedoria te confere, nunca te complicarás em manifestações infelizes, porque a tua palavra se transubstanciará em clarão e bênção, naquilo em que te expresses.

Se espalhares amor no lugar em que as Leis da Vida te situam nunca te observarás na condição de vítima do desequilíbrio, porque a tua influência se tornará serenidade e esperança, garantindo a harmonia e a tranqüilidade onde estejas.

Se conservares o amor no coração, - obra divina do Universo – nunca te perderás na sombra, porque terás convertido a própria alma em presença de luz.

Emmanuel

Livro: Coragem
Chico Xavier/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

quinta-feira, 9 de maio de 2019

Espiritismo e arte!


“...Quando refletimos em tudo quanto o Espiritismo traz para a humanidade, quando pensamos nos tesouros de consolação e de esperança, na mina inesgotável de arte e de beleza que ele vem lhe oferecer, nós nos sentimos cheios de piedade por esses homens ignorantes ou pérfidos, cujas críticas malévolas não têm outro objetivo senão desacreditar, ridicularizar e mesmo asfixiar a ideia nascente cujos benefícios já são tão sensíveis. Evidentemente, essa ideia, em sua aplicação, necessita um exame, um controle rigoroso; mas a beleza que emana dessa ideia se revela deslumbrante para todo pesquisador imparcial, para todo observador atento.
O materialismo, com o seu sopro dessecante, havia esterilizado a arte. Essa se arrastava no realismo degradante sem poder se elevar até os cumes da beleza ideal. O Espiritismo veio lhe dar um novo estímulo, um impulso mais vivo através das alturas onde ela encontra a fonte fecunda das inspirações e a sublimidade do talento”.
Livro: O Espiritismo na Arte – parte 1
Léon Denis


Francisco Rebouças

terça-feira, 7 de maio de 2019

O Bem precisa das atitudes positivas do verdadeiro Cristão


932. Por que, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?
“Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos.
Quando estes o quiserem, preponderarão.”
Livro Dos Espíritos


Francisco Rebouças

Há um século


Há um século
Cap. XXV – Item 2
I
Allan Kardec, o Codificador da Doutrina Espírita, naquela triste manhã de abril de 1860, estava exausto, acabrunhado.
Fazia frio.
Muito embora a consolidação da Sociedade Espírita de Paris e a promissora venda de livros, escasseava o dinheiro para a obra gigantesca que os Espíritos Superiores lhe haviam colocado nas mãos.
A pressão aumentava...
Missivas sarcásticas avolumavam-se à mesa.
Quando mais desalentado se mostrava, chega a paciente esposa, Madame Rivail – a doce Gaby –, a entregar-lhe certa encomenda, cuidadosamente apresentada.
II
O professor abriu o embrulho, encontrando uma carta singela.
E leu:
“Sr. Allan Kardec:
Respeitoso abraço.
Com a minha gratidão, remeto-lhe o livro anexo, bem como a sua história, rogando-lhe, antes de tudo, prosseguir em suas tarefas de esclarecimento da Humanidade, pois tenho fortes razões para isso.
Sou encadernador desde a meninice, trabalhando em grande casa desta capital.
Há cerca de dois anos casei-me com aquela que se revelou minha companheira ideal. Nossa vida corria normalmente e tudo era alegria e esperança, quando, no início deste ano, de modo inesperado, minha Antoinette partiu desta vida, levada por sorrateira moléstia.
Meu desespero foi indescritível e julguei-me condenado ao desamparo extremo.
Sem confiança em Deus, sentindo as necessidades do homem do mundo e vivendo com as dúvidas aflitivas de nosso século, resolvera seguir o caminho de tantos outros, ante a fatalidade...
A prova da separação vencera-me, e eu não passava, agora, de trapo humano.
Faltava ao trabalho e meu chefe, reto e ríspido, ameaçava-me com a dispensa.
Minhas forças fugiam.
Namorara diversas vezes o Sena e acabei planeando o suicídio.
“Seria fácil, não sei nadar” – pensava.
Sucediam-se noites de insônia e dias de angústia. Em madrugada fria, quando as preocupações e o desânimo me dominaram mais fortemente, busquei a Ponte Marie.
Olhei em torno, contemplando a corrente... E, ao fixar a mão direita para atirar-me, toquei um objeto algo molhado que se deslocou da amurada, caindo-me aos pés.
Surpreendido, distingui um livro que o orvalho umedecera.
Tomei o volume nas mãos e, procurando a luz mortiça de poste vizinho, pude ler, logo no frontispício, entre irritado e curioso:
“Esta obra salvou-me a vida. Leia-a com atenção e tenha bom proveito. – A. Laurent.”
Estupefato, li a obra O Livro dos Espíritos, ao qual acrescentei breve mensagem, volume esse que passo às suas mãos abnegadas, autorizando o distinto amigo a fazer dele o que lhe aprouver.”
Ainda constavam da mensagem agradecimentos finais, a assinatura, a data e o endereço do remetente.
O Codificador desempacotou, então, um exemplar de O Livro dos Espíritos ricamente encadernado, em cuja capa viu as iniciais do seu pseudônimo e na página do frontispício, levemente manchada, leu com emoção não somente a observação a que o missivista se referira, mas também outra, em letra firme:
“Salvou-me também. Deus abençoe as almas que cooperaram em sua publicação. – Joseph Perrier.”
III
Após a leitura da carta providencial, o Professor Rivail experimentou nova luz a banhá-lo por dentro...
Conchegando o livro ao peito, raciocinava, não mais em termos de desânimo ou sofrimento, mas sim na pauta de radiosa esperança.
Era preciso continuar, desculpar as injúrias, abraçar o sacrifício e desconhecer as pedradas...
Diante de seu espírito turbilhonava o mundo necessitado de renovação e consolo.
Allan Kardec levantou-se da velha poltrona, abriu a janela à sua frente, contemplando a via pública, onde passavam operários e mulheres do povo, crianças e velhinhos...
O notável obreiro da Grande Revelação respirou a longos haustos e, antes de retomar a caneta para o serviço costumeiro, levou o lenço aos olhos e limpou uma lágrima...
Hilário Silva


Livro: O Espírito da Verdade
Chico/Espíritos Diversos

Francisco Rebouças

Uma pergunta!


Uma pergunta só nos dará conforto: se Jesus há milênios, trabalha por nós, para que tenhamos o pequenino clarão de conhecimento com que hoje tentamos dissipar as sombras que ainda trazemos, porque desanimar na obra de amparo aos que amamos, se apenas agora começamos a servir no terreno da luz?

Livro: O ligeirinho
Chico/Emmanuel


Francisco Rebouças

domingo, 5 de maio de 2019

Seguir Jesus sempre...


Na condição de aprendizes do nosso Divino Mestre, devemos seguir-lhe o exemplo.
Se sentirmos Deus como Nosso Pai, reconheceremos que os nossos irmãos se encontram em toda parte e estaremos dispostos a ajudá-los, a fim de sermos ajudados, mais cedo ou mais tarde. A vida só será realmente bela e gloriosa, na Terra, quando pudermos aceitar por nossa grande família a Humanidade inteira.”
Livro: Pai Nosso
Chico Xavier/Meimei

Francisco Rebouças