Solidarity Spiritist Societ

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Espiritismo em Foco

Francisco Rebouças
Caros amigos, na segunda-feira passada, dia 27/05/2013, compareci atendendo ao convite feito para participar do programa "ESPIRITISMO EM FOCO",  que é apresentado pelos amigos Renato Fragoso e José Marco, para mais uma entrevista a esse excelente programa espírita, que é levado ao ar ao vivo pela Jovem TV, Canal 8 de Cabo Frio/RJ, http://www.jovemtv.com.br/, e que também pode ser acompanhado pelo site do programa: http://www.espiritismoemfoco.com.br/, todas as segundas-feiras das 17:30 às 19:00h.
 
Quero agradecer mais essa oportunidade que tive de conversar sobre a doutrina espírita, e mais particularmente pela recepção amiga e carinhosa, como sempre sou recebido pelos queridos amigos responsáveis pelo programa.
 
Parabenizo-os pela seriedade, dedicação e persistência com que enfrentam as dificuldades para manter no ar esse excelente veículo de divulgação da doutrina espírita da Região dos Lagos para o mundo todo.
 
Espero que a comunidade espírita de Cabo Frio e adjacências possam despertar para a grande oportunidade de ajudarem a manter o programa no ar,  com pequenas contribuições mensais do valor que desejarem, conforme instruções no site do programa acima citado.
 
Participem todos desse Bom Combate que é a divulgação da  mensagem Cristã na conquista dos corações dos homens, contribuindo para o crescimento Moral Espiritual de toda a humanidade.

Assista a entrevista em:
http://www.espiritismoemfoco.com.br/2013/06/programa-dia-270513-tema-capitulo-vi-do.html#.UatbBhG5ddh
 
Meu muito obrigado de coração,
 
Francisco Rebouças

O TESOURO DA FRATERNIDADE


O TESOURO DA FRATERNIDADE
       Na noite do Ano Bom de 1950, vários irmãos de Belo Hori­zonte, reunidos em Pedro Leopoldo, em companhia do Chico, comen­tavam a importância das riquezas para a extensão do bem:
       Aqui, desejava-se o salário farto...

       Acolá, falava-se em dinheiro da loteria...

       Chegada a hora da prece, Emmanuel, pelo lápis do Médium, endereça aos presentes a seguinte Mensagem:

O TESOURO DA FRATERNIDADE 

       Não desprezes as pequeninas parcelas de carinho para que atinjas o tesouro da fraternidade.

       Uma palavra confortadora.

       O gesto de compreensão e ternura.

       A frase de incentivo.

       O presente de um livro.

       A lembrança de uma flor.

       Cinco minutos da palestra edificante.

       O sorriso do estímulo.

       A gota de remédio.

A informação prestada alegremente.

O pão repartido.

A visita espontânea.

Uma carta de entendimento e amizade.

O abraço de irmão.

O singelo serviço em viagem.

Um ligeiro sinal de cooperação.

Não é com o ouro fácil que descobrirás os mananciais ignorados e profundos da alma.

Não é com a autoridade do mundo que conquistarás a renovação real de um amigo.

Não é com a inteligência poderosa que colherás as flores ocultas da confiança.

Mas sempre que o teu coração se inclinar para um mendigo ou para um príncipe, envolvido na luz sublime da boa vontade, ajudando e servindo em nome do Bem, olvidando a ti mesmo para que outros se elevem e se rejubilem, guarda a certeza de que tocaste o coração do próximo com as santas irradiações das tuas pérolas de bondade, e caminharás no mundo, sob a invencível couraça da simpatia, para encontrar o divino tesouro da fraternidade em plenos céus.
 
EMMANUEL
 
Quem puder ajuntar esse tesouro, decerto, comprará com faci­lidade um passaporte para o Céu.

Livro: Lindos Casos de Chico Xavier
Ramiro Gama

Francisco Rebouças

CERTA CRIANÇA

Maria Dolores


Falávamos em torno da criança,
Numa reunião de cultura e amizade,
Na infância a flor da Humanidade
Que o Céu envia à Terra, em luzes de esperança,
Quando o Irmão Frederico nos contou
Por nota de serviço:

– Meus irmãos, quanto a isso,
Tenho um caso expressivo a relatar:
Sabem que fui pintor com grande clientela;
Certa feita, um garoto abordou-me no lar,
Seis janeiros de idade e presença singela,
Envergando um roupão imundo e roto...
Declarou residir num recanto de esgoto,
Perdera os pais na morte e pedia-me um pão.
Parei tocado de admiração.

Doía vê-lo assim, maltratado e sozinho,
Figurava-se um pássaro sem ninho,
Na manhã muito fria, a tremer e a tremer...
Enquanto se servia,
Qual se fosse num sonho de alegria
Da porção de merenda improvisada,
Fitei-lhe a cabeleira despenteada,
Os olhos luminosos de candura,
Os pés descalços com sinais de lama
E, abeirando-me dele, perguntei:
– Como se chama?
Ele me respondeu, como que a medo:
– Meu nome é Alfredo...

Uma ideia, de súbito, me veio:
Pintá-lo nuns momentos de recreio.O pequeno aderiu. Pousou à minha frente,
No grande ateliê a que levei-o.
Após algumas horas, tive o esboço e a base
Para a tela maior que, então, me vinha à mente...
Depois disso, o “até breve” numa frase
E alguns magros tostões na mão pequena.
No entanto, ele indagou
Num tom de voz de fazer pena:
– O senhor não me quer para morar consigo?
– Não, Alfredo, – aduzi, – tenho o meu próprio lar,
Procura um outro amigo,
Alguém há de surgir que te possa ajudar.

Olhos em pranto, entre magoado e aflito,
Postou-se à frente do meu cavalete,
Onde me vira trabalhar,
E disse: o meu retrato está bonito...



Em seguida, saiu para não mais voltar.

Surge a pausa do amigo. A emoção se lhe aviva,
Logo após, continua a narrativa:
– Dói-me rememorar, porém confesso:
O retrato de Alfredo fez sucesso...
Ganhei muito dinheiro
Em cópias e encomendas
Para festejos e oferendas...
Mas sempre conservei o original;
Várias vezes, mudei de residência,
No entanto, a grande tela
A que emprestei o nome de “Inocência”
Foi sempre, em minha sala de serviço,
O quadro principal.

Trinta e cinco janeiros transcorridos,
Com meus filhos casados... Eu doente,
Certa noite, a lembrar os tempos idos,
Observei que alguém, de passo leve,
Penetrara-me a casa, mansamente;
Colocando-me à espreita e firme à escuta,
Vi que esse alguém
Na sala de trabalho, quase à minha frente,
Manejava lanterna diminuta...
Sustentava, porém, junto ao meu leito,
Num disfarce perfeito,
O botão de uma forte campainha,
Cujo toque de alarme
Somente dava som em morada vizinha,
Onde, a qualquer instante de perigo,
Um devotado amigo
Estava pronto para auxiliar-me.
Esse amigo que amei qual se fosse meu filho,
Tinha uma chave de meu domicílio...
Fiquei, ansiosamente, a esperar e esperar,
Tremendamente mudo...
O assaltante, contudo,
Rebuscava o meu cofre, devagar...

Decorridos minutos,
Um grupo socorrista,
Ante a estranha ocorrência,
Penetrou-me, depressa, a residência,
E pôs-se logo à vista.
Fez-se luz e agitado companheiro
Atirou no infeliz
Que caiu, colocando as mãos no peito.
Ergui-me e vim para o recinto estreito...
O assaltante era um homem bem vestido
Que, a princípio, supus desconhecido;
O sangue a borbotar do peito aberto
Anunciava a morte, ali por perto...
Ele, porém, fitou-me longamente,
Depois de contemplar a tela em frente,
E, em seguida,
 
Falou-me em voz sumida:
– O senhor
Deve ser o pintor...
Vai lembrar-se de mim...
E como quem se via
No instante amargo e exato
Em que achava no piso o próprio fim,
Disse ainda mais quase que em segredo:
– Eu sou o Alfredo,
O Alfredo do retrato...
 
Sob forte emoção,
O amigo terminou a narração:
– Naquela mesma hora,
Debrucei-me chorando sobre o morto,
Atrelado a terrível desconforto...
E, ainda hoje, penso muitas vezes
Que, na Terra, por mais que se resguarde
A infância, como sendo a aurora da esperança,
O socorro à criança
Quase sempre é uma luz que brilha muito tarde... 


Livro: A Vida Conta
Chico Xavier/Maria Dolores
 
Francisco Rebouças
 


Almoço de confraternização em Atlanta-EUA

CONVIDAMOS PARA ESTAR CONOSCO,
WE INVITE YOU TO JOIN US
NO PRÓXIMO DOMINGO DIA 2 DE JUNHO DE 2013 ÀS 13:00 HORAS
SUNDAY, JUNE 2nd, 2013 AT 1PM.
Para o nosso Almoço de Confraternização.
To our next Sunday Lunch
O CARDÁPIO SERVIDO SERÁ:
THE MENU IS:
Arroz
Rice
Feijão
Beans
Galinhada
Chicken with Rice
Bife Acebolado
Steak with Onions
Verduras e Legumes
Vegetables
Saladas
Salad Bar

  
ACOMPANHA AINDA DELICIOSAS SOBREMESAS E REFRIGERANTES.
As usual, the menu includes soft drinks and delicious desserts.
Venha e traga seus amigos para estar conosco.
Come and bring your friends and join us for this gathering.

 
Comunidade Espirita Crista de Atlanta - www.atlantaespirita.org 
Não desejando receber nossos contatos, nos comunique. 
atlantae@atlantaespirita.org 

Christian Spiritist Community of Atlanta - www.atlantaespirita.org 
Let us know if you prefer not to receive our messages in the future. 
atlantae@atlantaespirita.org
 
 
Francisco Rebouças
 

quinta-feira, 30 de maio de 2013

A felicidade não é deste mundo


Não sou feliz! A felicidade não foi feita para mim! exclama geralmente o homem em todas as posições sociais. Isso, meus caros filhos, prova, melhor do que todos os raciocínios possíveis, a verdade desta máxima do Eclesiastes: “A felicidade não é deste mundo.” Com efeito, nem a riqueza, nem o poder, nem mesmo a florida juventude são condições essenciais à felicidade. Digo mais: nem mesmo reunidas essas três condições tão desejadas, porquanto incessantemente se ouvem, no seio das classes mais privilegiadas, pessoas de todas as idades se queixarem amargamente da situação em que se encontram.
Diante de tal fato, é incontestável que as classes laboriosas e militantes invejem com tanta ânsia a posição das que parecem favorecidas da fortuna. Neste mundo, por mais que faça, cada um tem a sua parte de labor e de miséria, sua cota de sofrimentos e de decepções, donde facilmente se chega à conclusão de que a Terra é lugar de provas e de expiações.
Assim, pois, os que pregam que ela é a única morada do homem e que somente nela e numa só existência é que lhe cumpre alcançar o mais alto grau das felicidades que a sua natureza comporta, iludem-se e enganam os que os escutam, visto que demonstrado está, por experiência arqui-secular, que só excepcionalmente este globo apresenta as condições necessárias à completa felicidade do indivíduo.
Em tese geral pode afirmar-se que a felicidade é uma utopia a cuja conquista as gerações se lançam sucessivamente, sem jamais lograrem alcançá-la. Se o homem ajuizado é uma raridade neste mundo, o homem absolutamente feliz jamais foi encontrado.
O em que consiste a felicidade na Terra é coisa tão efêmera para aquele que não tem a guiá-lo a ponderação, que, por um ano, um mês, uma semana de satisfação completa, todo o resto da existência é uma série de amarguras e decepções. E notai, meus caros filhos, que falo dos venturosos da Terra, dos que são invejados pela multidão.
Conseguintemente, se à morada terrena são peculiares as provas e a expiação, forçoso é se admita que, algures, moradas há mais favorecidas, onde o Espírito, conquanto aprisionado ainda numa carne material, possui em toda a plenitude os gozos inerentes à vida humana. Tal a razão por que Deus semeou, no vosso turbilhão, esses belos planetas superiores para os quais os vossos esforços e as vossas tendências vos farão gravitar um dia, quando vos achardes suficientemente purificados e aperfeiçoados.
Todavia, não deduzais das minhas palavras que a Terra esteja destinada para sempre a ser uma penitenciária. Não, certamente! Dos progressos já realizados, podeis facilmente deduzir os progressos futuros e, dos melhoramentos sociais conseguidos, novos e mais fecundos melhoramentos. Essa a tarefa imensa cuja execução cabe à nova doutrina que os Espíritos vos revelaram.
Assim, pois, meus queridos filhos, que uma santa emulação vos anime e que cada um de vós se despoje do homem velho. Deveis todos consagrar-vos à propagação desse Espiritismo que já deu começo à vossa própria regeneração.
Corre-vos o dever de fazer que os vossos irmãos participem dos raios da sagrada luz. Mãos, portanto, à obra, meus muito queridos filhos! Que nesta reunião solene todos os vossos corações aspirem a esse grandioso objetivo de preparar para as gerações porvindouras um mundo onde já não seja vã a palavra felicidade. - François-Nicolas-Madeleine, cardeal Morlot. (Paris, 1863.)
 
Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo - Cap. V, item 20.
 
 
Francisco Rebouças

Algemas


Meu querido Ricardo!
 
Que a bondade infinita de Deus nos abençoe.
 
Correm os dias para o corpo e a experiência na Terra, à medida que o tempo avança sobre a carne, é alguma cousa semelhante ao nevoeiro que se adelgaça...
 
A noite como que vai tocando a seu termo e o nosso coração se banha, feliz, aos primeiros raios da nova aurora. Um sol diferente nos ilumina – o astro de um entendimento mais alto e mais nobre, a cuja claridade bendita, cada pessoa e cada cousa do mundo aparecem no lugar que lhes é próprio.
 
Uma profunda compaixão torna a nossa alma, diante de tudo o que signifique incompreensão e ignorância e aprendemos, meu querido companheiro, a seguir viagem, quase a sós, pelo monte acima dos sofrimentos santificadores.
 
Semelhante subida não é de todos. Muitos se deixam desanimados, no fundo vale do desalento, da tristeza, da desolação. Muitos se apegam a velhos enganos do campo físico e algemam-se a pedaços de ouro e pó, quais se fossem tesouros de luz para acordarem, mais tarde, em plena sombra...
 
A ascensão pelo trilho escabroso é daqueles que sabem despregar a si mesmos, violentando o próprio coração para adquirirem o ensinamento vivo da renúncia salvadora. Somente a boa vontade com aplicação às lições edificantes do Mestre consegue impulsionar-nos para o alto, porque, enquanto nos confiamos ao cárcere do nosso orgulho e da vaidade, fazendo valer apenas os desejos sobre os interesses e necessidades do próximo, enquanto nos perdemos na teia escura de nossos caprichos, as dívidas pesadas nos algemam à lama e à treva de nossas antigas imperfeições.
 
Abençoada seja, desse modo, a fé sublime que nos levanta os corações para uma nova interpretação da vida e do mundo.
 
Possuir para dar.
 
Sacrificarmo-nos com pouco, a fim de que os companheiros de jornada possuam o maia de nossas possibilidades.
 
Sermos pequeninos para que o próximo seja maior.
 
Voltar contra nós o buril do aperfeiçoamento, para que o mármore do coração deixe plasmada em nós mesmos a escultura divina da humildade.
 
E nesse serviço abençoado, chorar para dentro do peito as oportunidades perdas com a esperança de nos esforçarmos mais proveitosamente amanhã, em favor da elevação espiritual, suportando os espinhos e as pedras da marcha, a fim de que, mais cedo, possamos encontrar nos píncaros do conhecimento e da bondade os primeiros raios da divina luz.
 
Agradeço a você, meu querido Ricardo, quanto vem fazendo por nosso progresso. Creia que o seu trabalho me pertence, que o suor de sua ama é igualmente meu. Somos lavradores do campo humano que recolhem, hoje, as espigas amadurecidas de nossa sementeira de ontem, a fim de espalhar-lhes os grãos de amor e luz, com todos os nossos irmãos menos felizes do grande caminho. Cada vez que os seus braços se estendem para ajudar, que o seu pensamento se alonga para orar ou meditar, sinto-me crescer em espírito para a vida superior.
 
Estamos entrelaçados com inúmeros amigos e inimigos do passado e, somente aqui, você poderá calcular a extensão de minhas palavras. É preciso perdoar muito e esquecer ainda mais, a fim de que o espírito consiga adiantar-se na senda sem maiores obstáculos.
 
Cada vez que o coração sangra de dor na Terra, é a impureza que expulsamos do íntimo de nós mesmos, convertendo-nos o espírito em uma consciência mais sutil, mais renovada e mais bela, pronta a desferir vôo em demanda das esferas imortais da celeste união. Quem nos atormenta, nos auxilia. Quem nos fere, nos aperfeiçoa. Quem nos bate ou humilha é nosso benfeitor, desde que saibamos recordar o Senhor e imitar-Lhe os exemplos no sacrifício e na cruz.
 
Não tema, pois, os percalços do roteiro. Quem não luta, costuma enganar-se. Quem para, dorme.
 
E quem se entrega a sono da alma, tarde contempla o sublime despertar.
 
Avancemos, assim, com as dificuldades e dores, embora estejamos na situação de retirantes solitários, que não podem desfrutar, por agora, a companhia dos entes mais caros. Não duvidemos, porém, da divina bondade.
 
Tudo está em seu lugar.
 
A flor precisa de tempo para converter-se em fruto. A semente reclama ocasião adequada para germinar, medrar, desenvolver-se e florir. Estamos subordinados em todos os serviços e em todas as atividades do mundo, à ordem evolutiva. Tudo deve progredir e produzir a seu tempo.
 
Consola-me, acima de tudo, a convicção de que os filhinhos amados são jóias do Tesouro de Deus. Não está em nossas mãos o poder de usá-las como nos aprouver, mas podemos reter a felicidade de sabê-los fortes e contentes no desempenho dos desígnios do Senhor, que é o supremo Orientador de nossos destinos.
 
Baste-nos, por agora, a Maria. Amorosa amiga e devotada irmã, sinto-me sinceramente feliz reconhecendo-lhe a grandeza de coração no serviço de nossa preparação, dia a dia, para o reencontro na luz espiritual. E amparando-nos, uns nos outros, busquemos a proteção do alto em primeiro lugar com a execução de todos os deveres.
 
Extremamente satisfeita com o seu esforço na vinha da caridade e da iluminação e, esperando possamos nós dois avançar para a frente, invariavelmente juntos, sob a custódia de Jesus, cujo exemplo é o nosso farol, abraça-o com todo o carinho e beija-lhe o abnegado coração a companheira da eternidade.
 
Livro: Páginas do Coração
Chico Xavier/Irmã Candoca
 
Francisco Rebouças