Solidarity Spiritist Societ

quinta-feira, 31 de março de 2011

1º. Festival de flores e livros espíritas de Holambra - SP.

Prezados amigos, é com alegria que divulgamos esse excelente evento que é o 1º. Festival de flores e livros espíritas de Holambra, SP, que teve o local de sua realização alterado para o endereço abaixo.

Local: SALÃO DO CLUBE FAZENDA RIBEIRÃO,

Endereço: ALAMEDA MAURÍCIO DE NASSAU, 894, CENTRO, HOLAMBRA.

Clique no cartaz para vê-lo ampliado e tome nota dos detalhes do evento.

Compareça, divulgue!


Informações: Centro Espírita Semente de Luz sementedeluz151@gmail.com



Francisco Rebouças

Ultrapassamos a marca de 37.000 visitas ao nosso Blog Espírita


Meus queridos irmãos e amigos, alcançamos hoje mais uma marca extraordinária, que comprova a participação de todos os nossos amigos estudiosos da doutrina espírita.
Acabamos de registrar  com muita alegria no coração agradecido, a marca das 37.000 visitas ao nosso Blog Espírita, alcançada nesta data, conforme registro do nosso contador instalado em 31.10.2009.

Sabemos que isso só foi possível, pelo interesse e pela participação de todos vocês no estudo que aqui procuramos dar prioridade que é o estudo sério e constante da Doutrina Espírita, sem achismos ou modismos desnecessários e incovenientes.

Continuaremos com o mesmo objetivo e tudo faremos para continuar a merecer a confiança e a honra da companhia imprescindível de todos os nossos amigos, estudiosos da doutrina que nos honram com a presença diária em nosso Blog Espírita.

Obrigado de coração a vocês de todo o mundo, que nos brindam com a confiança e amizade.

Reafirmamos o compromisso de manter o nosso trabalho alicerçado pela codificação espírita sem achismos ou modismos desnecessários e condenáveis sob todos os aspectos.

Você é sem sombra de dúvidas o nosso maior patrimônio!

Que Jesus nosso Mestre e Guia nos mantenha unidos e operosos, sob sua divina inspiração, hoje e sempre!

Muita PAZ!

Francisco Rebouças

Seminário sobre o Médium Fernando Lacerda - Lisboa

Prezados irmãos recebemos do amigo Nuno Emanuel, e estamos divulgando o artigo abaixo.


Cklique no cartaz para vê-lo ampliado. 
























Francisco Rebouças

Estenda a mão ao irmão caído!


"LEVANTE todos aqueles que estiverem caídos em seu redor.

Você não sabe onde seus pés tropeçarão".

Estas palavras de André Luis nos alertam quanto ao dever de ajudar a todos os que caem, não só física, como moralmente.

Não critique quem cair.

Ajude-o a erguer-se, tal como você gostaria que fizessem você, se estivesse no mesmo caso.

Livro: Minutos de Sabedoria - 149
Carlos Torres Pastorino
 
Francisco Rebouças

POR AMOR

“Cegou-lhes os olhos e endureceu-lhes o coração, a fim de que não vejam com os olhos e compreendam no coração e se convertam e eu os cure.” — (JOÃO, capítulo 12, versículo 40.)

Os planos mais humildes da Natureza revelam a Providência Divina, em soberana expressão de desvelo e amor.

Os lírios não tecem, as aves não guardam provisões e misteriosa força fornece-lhes o necessário.

A observação sobre a vida dos animais demonstra os extremos de ternura com que o Pai vela pela Criação desde o princípio: aqui, uma asa; acolá, um dente a mais; ali, desconhecido poder de defesa.

Afirma-se a grande revelação de amor em tudo.

No entanto, quando o Pai convoca os filhos àcooperação nas suas obras, eis que muita vez se salientam os ingratos, que convertem os favores recebidos, não em deveres nobres e construtivos, mas em novas exigências; então, faz-se preciso que o coração se lhes endureça cada vez mais, porque, fora do equilíbrio, encontrarão o sofrimento na restauração indispensável das leis externas desse mesmo amor divino. Quando nada enxergam além dos aspectos materiais da paisagem transitória, sobrevém, inopinadamente, a luta depuradora.

É quando Jesus chega e opera a cura.

Só então torna o ingrato à compreensão da Magnanimidade Divina.

O amor equilibra, a dor restaura. É por isso que ouvimos muitas vezes: “Nunca teria acreditado em Deus se não houvesse sofrido.”

Livro: Caminho, Verdade e Vida
Chico Xavier/Emmanuel
 
Francisco Rebouças

Lindos Casos de Chico Xavier

NÃO DESEJO DAR COICES

Alguém aconselhou ao Chico sair por uns tempos de Pedro Leopoldo para descansar, arejar as idéias e gozar um pouco a vida.

Esta foi a sua resposta, que vale também por uma lição:

— Não posso sair daqui. Neste abençoado lugar, vivi como um burro bem vigiado e por isso meus coices são bem controlados...

Mas, se sair, vou dar coices a torto e a direito...

Não. Deixem o burro preso e feliz onde está...

Livro: Lindos Casos de Chico Xavier
Ramiro Gama

Francisco Rebouças

Estudando o Espiritismo - A Gênese


PAPEL DA CIÊNCIA NA GÊNESE


- A Gênese se divide em duas partes: a história da formação do mundo material e da Humanidade considerada em seu duplo princípio, corporal e espiritual. A Ciência se tem limitado à pesquisa das leis que regem a matéria. No próprio homem, ela apenas há estudado o envoltório carnal. Por esse lado, chegou a inteirar-se, com exatidão, das partes principais do mecanismo do Universo e do organismo humano. Assim, sobre esse ponto capital, pode completar a Gênese de Moisés e retificar-lhe as partes defeituosas.

Mas a história do homem, considerado como ser espiritual, se prende a uma ordem especial de idéias, que não são do domínio da Ciência propriamente dita e das quais, por este motivo, não tem ela feito objeto de suas investigações. A Filosofia, a cujas atribuições pertence, de modo mais particular, esse gênero de estudos, apenas há formulado, sobre o ponto em questão, sistemas contraditórios, que vão desde a mais pura espiritualidade, até a negação do principio espiritual e mesmo de Deus, sem outras bases, afora as idéias pessoais de seus autores. Tem, pois, deixado sem decisão o assunto, por falta de verificação suficiente.

- Esta questão, no entanto, é a mais importante para o homem, por isso que envolve o problema do seu passado e do seu futuro. A do mundo material apenas indiretamente o afeta. O que lhe importa saber, antes de tudo, é donde ele veio e para onde vai, se já viveu e se ainda viverá, qual a sorte que lhe está reservada.

Sobre todos esses pontos, a Ciência se conserva muda. A Filosofia apenas emite opiniões que concluem em sentido diametralmente oposto, mas que, pelo menos, permitem se discuta, o que faz com que muitas pessoas se lhe coloquem do lado, de preferência a seguirem a religião, que não discute.
 
Fonte: A Gênese - Cap. IV, itens 11 e 12.
 
Francisco Rebouças

Almoço em Bruxelas/Bélgica


Caros amigos, o Centro de Estudos Espíritas Allan Kardec de Bruxelas, está convidando a todos para mais um delicioso almoço que será realizado neste próximo domigo, conforme segue. 

Olá a todos, ainda temos alguns lugares para as nossas refeições.

Data: 03/04/2011 às 12:30

Menu: Moqueca de peixe (prato de peixe acompanhado com arroz)

Preço: 13,00 €

Endereço:
Rue Louis Hap, 134
1040 Bruxelas
Tel: 02 / 647 37 85
Este preço inclui: coquetel, prato principal, sobremesa, café e uma bebida (qualquer bebida será carga adicional) - sem bebidas alcoólicas.

E tudo isso com uma música de fundo muito boa.

Você pode fazer sua reservar através dste e-mail ou na biblioteca da CESAK

Informações de: Anabela
CESAK, asbl

Francisco Rebouças

quarta-feira, 30 de março de 2011

Almoço de Confraternizacão em Atlanta - EUA

CONVIDAMOS PARA ESTAR CONOSCO, WE INVITE YOU TO JOIN US NO PRÓXIMO DOMINGO DIA 03 DE ABRIL DE 2011 AS 13:00 HORAS, SUNDAY, APRIL 3rd, 2011 AT 1PM.
Para o nosso Almoço de Confraternizacão.
To our next Sunday Lunch
O CARDÁPIO SERVIDO SERÁ:
THE MENU IS:
Strogonoff de Frango
Chicken Strogonoff
Strogonoff de Carne
Beef Strogonoff
Arroz Branco
Rice
Salada
Salad
ACOMPANHA AINDA DELICIOSAS SOBREMESAS E REFRIGERANTES.

As usual, the menu includes soft drinks and delicious desserts.
Venha e traga seus amigos para estar conosco.
Come and bring your friends and join us for this gathering.
COMUNIDADE ESPIRITA CRISTÃ DE ATLANTA - http://www.atlantaespirita.org/
atlantae@atlantaespirita.org

Christian Spiritist Community of Atlanta - http://www.atlantaespirita.org/

Compareça, divulgue!

atlantae@atlantaespirita.org

Francisco Rebouças

No Lar


Começar na intimidade do templo doméstico a exemplificação dos princípios que esposa, com sinceridade e firmeza, uniformizando o próprio procedimento, dentro e fora dele.

Fé espírita no clima da família, fonte do Espiritismo no campo social.

Calar todo impulso de cólera ou violência, amoldando-se ao Evangelho de modo a estabelecer a harmonia em si mesmo perante os outros.

A humildade constrói para a Vida Eterna.

Proporcionar às crianças os fundamentos de uma educação sólida e bem orientada, sem infundir-lhes medo ou fantasias, começando por dar-lhes nomes simples e naturais, evitando a pompa dos nomes famosos, suscetíveis de lhes criar embaraços futuros.

O lar é a escola primeira.

Sempre que possível, converter o santuário familiar em dispensário de socorro aos menos felizes, pela aplicação daquilo que seja menos necessário à mantença doméstica.

A Seara do Cristo não tem fronteira.

Se está sozinho com a sua fé, no recesso do próprio lar, deve o espírita atender fielmente ao testemunho de amor que lhe cabe, lembrando-se de que responderá, em qualquer tempo, pelos princípios que abraça.

A ribalta humana situa-nos sempre no papel que devamos desempenhar.

Ao menos uma vez por semana, formar o culto do Evangelho com todos aqueles que lhe co-participam da fé, estudando a Verdade e irradiando o Bem, através de preces e comentários em torno da experiência diária à luz dos postulados espíritas.

Quem cultiva o Evangelho em casa, faz da própria casa um templo do Cristo.

Evitar o luxo supérfluo nos aposentos, objetos e costumes, imprimindo em tudo características de naturalidade, desde os hábitos mais singelos até os pormenores arquitetônicos da própria moradia.

Não há verdadeiro clima espírita cristão sem a presença da simplicidade conosco.

“Aprendam primeiro a exercer piedade para com a sua própria família e a recompensar seus pais, porque isto é bom e agradável diante de Deus.”

Paulo. (1ª carta a Timóteo, capítulo 5, versículo 4.)

Livro: Conduta Espírita
André Luiz/Waldo Vieira

Francisco Rebouças

Valorizemos as oportunidades com que a vida nos brinda!


As coisas mais importantes da vida somente são valorizadas depois que passam ou se as perdem.

Na maior parte das vezes, as pessoas vivem sob automativos, sem valorizar estes inestimáveis recursos divinos.

A saúde, o sono, a razão, os fenômenos digestivos, a respiração, os órgãos dos sentidos, os movimentos, são tesouros colocados por Deus a teu serviço e não te dás conta da sua grandiosidade, gastando-os com sofreguidão, para adquirir outros bens que são secundários.

Pára a pensar no significado de cada um destes dons e resguardaos dos fatores que os consomem.

Livro: Vida Feliz - LXIIIDivaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

Belo planeta Terra

“Ora, da mesma forma que, numa cidade, toda a população não está nos hospitais ou nas prisões, toda a Humanidade não está sobre a Terra; como se sai do hospital quando se está curado, e da prisão quando se cumpre o tempo, o homem deixa a Terra por mundos mais felizes, quando está curado das suas enfermidades morais.”
(Capítulo 3, item 7.)

Realmente, a Terra é um minúsculo grão de areia no imenso cosmo universal. Mundos incontáveis, estrelas de maior grandeza que o Sol, circulam pelos complexos interplanetários, e constelações inúmeras se encaixam em galáxias de milhares de anos-luz.

Assegura a ciência que a Via-Láctea possui mais de 200 milhões de estrelas espalhadas harmonicamente entre suas nebulosas, e que sua forma espiralada tem uma extensão aproximada de 100 mil anos-luz para ser percorrida de uma ponta a outra.

Vivemos num turbilhão de galáxias e galáxias, somos viajores do espaço, habitantes do Universo em busca da perfeição, e o nosso destino é a felicidade plena.

Nosso planeta é a residência que nos acolhe atualmente; portanto, amá-lo e protegê-lo é o nosso lema.

A Terra, de uma beleza sem igual, é para nós outros, encarnados e desencarnados, domiciliados temporariamente neste orbe azulado, o nosso ninho de aconchego e progresso espiritual. Nossa concepção de beleza é ajustada às condições de evolução do planeta. O que vemos e sentimos está sintonizado com nosso modelo de “belo interior” e, por conseguinte, vislumbramos fora o que somos por dentro.

“A boca fala do que está cheio o coração”, (1) disse Jesus, e nós completamos: os olhos vêem conforme nossa atmosfera interior. É por isso que alguns afinnam: este planeta é uma prisão; outros dizem porém: não, é um hospital; mais além outros tantos asseguram: é um belo jardim de paz.

Tua casa psíquica determina tua existência, tua observação focaliza pântanos pestilentos ou fontes cristalinas, serpentes ou pássaros e, assim, diriges teu modo característico de ver, conforme teu modelo interior, materializando e evidenciando as coisas ou as pessoas fora de ti mesmo.

O mundo moderno coloca o pensamento ecológico como um dos meios para que os homens possam sobreviver no planeta, inter-relacionando perfeitamente a flora e a fauna existentes em nosso meio ambiente. Tudo está integrado em tudo: as águas necessitam das plantas e vice-versa; os animais, das florestas; e os homens fazem parte desse elo ecológico, não como parte imprescindível, mas como parte integradora.

Allan Kardec, um dos precursores do pensamento ecológico, desde 1868, refere-se à Providência Divina como a atenção de Deus para com tudo e todos, definindo-a como a solicitude que “está por toda parte, tudo vê e a tudo preside, mesmo as menores coisas; é nisso que consiste a ação providencial”. (2)

Transcorrido mais de um século, a humanidade continua estudando e observando essa “atenção celestial”, em que cada ser vivo do planeta se interconecta, sendo todos essencialmente necessários para a manutenção de todos, e aprendendo a ver a vida em suas harmoniosas relações de “auto-ajuda”, visto que submetida sempre a uma “Ação Superior e Inteligente”, que a todos provê.

Paralelamente, e em razão disso, se os rios e as florestas morrerem, os homens também perecerão de modo parcial.

Todos nós somos Natureza, somos vida em abundância. Também tu és Natureza, e as várias moradas às quais se referia Jesus são hoje, pelo Espiritismo, levadas a outras tantas interpretações de maior compreensão e discernimento quanto ao modo de examinar e analisar a vida no planeta.
Ama a Terra! Ama a Natureza! Nosso mundo, nossa casa!

(1) Lucas 6:45.
(2) A Gênese - Allan Kardec, Capítulo 2º, item 20.

 
Francisco Rebouças

terça-feira, 29 de março de 2011

JESUS E JUSTIÇA

Tem por objetivo a justiça reparar o dano causado e corrigir o infrator, tornando-o útil à sociedade na qual se encontra.

A justiça trabalha em favor da educação utilizando-se de métodos disciplinares, inclusive limitando a liberdade do delinqüente, a fim de poupá-lo, bem como a comunidade, de males mais graves.

O delito resulta do desrespeito aos códigos estabelecidos de leis que regem os povos, propiciando direitos e deveres iguais aos indivíduos.

Quando a justiça se corrompe, o homem tresvaria e o abuso da autoridade conduz aos extremos da sandice.

Em uma sociedade justa, todos desfrutam de oportunidades iguais de progresso, face a uma idêntica distribuição de rendas. Nela, o forte ampara o fraco, o sadio socorre o enfermo, o jovem ajuda o idoso, comportamento natural, decorrente de uma consciência clara de dever, que estabelece a felicidade como conseqüência da solidariedade entre as diversas criaturas.

À medida que o homem desenvolve os sentimentos e a inteligência se aprimora, as suas leis são mais brandas e a sua justiça mais eqüânime.

Nos povos primitivos, a “lei do mais forte” prevalecia, substituída, mais tarde, pela condição absurda da hereditariedade, até alcançar os elevados princípios sóciodemo cráticos, nos quais, a responsabilidade pessoal tem prioridade na ação livre dos seus membros.

É longo, porém, ainda, o caminho a percorrer, para que seja alcançado o respeito do homem pela vida, pelo próximo, pela natureza, pela justiça sem arbitrariedade, sem punição.

Jesus fez-se paladino da justiça equânime.

Sua atitude para com as pessoas era sempre a mesma: de benevolência, com o objetivo da educação.

A Nicodemos, que era doutor da alta câmara do Sinédrio, concedeu uma entrevista, nada diferente daquela que facultou a Zaqueu, o cobrador de impostos, ou à convivência com Lázaro e suas irmãs, em Betânia, ou ao ladrão, na cruz, que Lhe buscara apoio.

Reconhecendo que os homens se diferenciam pelas suas conquistas intelectuais e morais e que a hierarquia na qual se encontram é de aquisição pessoal e sem jactância ou privilégios, a todos proporcionava as mesmas condições e oportunidades, jamais se excedendo com qualquer um deles.

À adúltera, ou à vendedora de ilusões, ou aos sacerdotes que o interrogaram, ou aos saduceus hábeis, ou aos fariseus hipócritas, sempre concedeu o mesmo tratamento.

Quando invectivou os que tentavam envolvê-lo em ciladas sofistas, comprometedoras, usou de energia sem esquecer da compaixão, por sabê-los enfermos da alma, da qual procedem todos os fenômenos do comportamento.

Num período de arbitrariedades, foi magnânimo; de abuso do poder, falou sobre a renúncia à arrogância, e fez-se humilde; de exploração, ensinou a generosidade e viveu-a.

Propõs que a nossa não fosse a “justiça dos fariseus” que. moralmente doentes, esfalfavam os fracos, exploravam as viúvas e as crianças, aproveitando-se da situação.

E quando Pilatos, que iria lavar as mãos culpadas pela pusilanimidade do caráter. Lhe disse que tinha poder e autoridade sobre Ele, redargüiu-lhe que estes lhe haviam sido concedidos, desde que, por sua vez, ele também se encontrava sob uma condução maior. Porque o verdadeiro poder, a excelente justiça, vêm de Deus.

Emaranhado nos próprios erros e tropeçando nas malhas da incompleta justiça humana, reeduca-te.

Vítima das circunstâncias infelizes que te pesam, confia em Deus e aguarda.

Injustiçado e sob arbitrária cobrança, não te desesperes.

Paga agora o que esqueceste de regularizár ontem, certo de que a falência das leis terrenas não te exime de ser alcançado pela divina justiça.

Melhor que estejas sob reparação de compromissos, dos quais não te recordas, do que gozando de liberdade física, mas carregando a consciência culpada que se esconde na ilusão.

A real justiça sempre encontra o infrator.

Por tua parte, sê justo, eqüânime para com todos, tomando como modelo de comportamento Jesus, que nunca se recusava.

Livro: Jesus e Atualidade
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis
 
Francisco Rebouças

Caridade e presença


Valioso o mister da caridade, quando encaminhas víveres e medicamentos aos padecentes das aflições sem nome.

Expressiva a solidariedade que doas, através da contribuição de moedas que se convertem em aluguéis dignos, como alavancas impulsionantes, que erguem da mendicância os que estão na inclinada da queda e permaneceriam no solo do desastre moral e humano.

Representativa a ajuda com pão e tecido que doas aos que se debatem na fome e na nudez.

Nobre a mensagem que endereças aos que choram e se rebolcam nos pauis da desesperação.

Sanadores de males, as orações e os pensamentos salutares com que intercedes à Divindade pêlos caídos e desafortunados do caminho por onde segues.

Muito mais importante, no entanto, será o teu auxílio direto, representado pela tua presença no tugúrio onde a dor permanece dominadora, ou junto ao grabato em que a enfermidade manieta sofredores, ou por meio do verbo morno da amizade, com que expões a esperança aos ouvidos da desdita, ou a moeda que convertes em salário honroso, de modo a libertá-los da constrição da miséria econômica e social, na dinâmica da fraternidade legítima, Entre ajudar por intermédio de alguém ou deixar de fazê-lo, por não poderes amparar diretamente, sempre é melhor socorrer de qualquer modo... Todavia, considerando o valor do bem, que é sempre melhor para quem o exercita, merece considerares a extensão do esforço pessoal de que se enriquece o benfeitor.

Visitando o casebre em ruína onde um coração jaz, vencido, meditarás.

Ombreando com o aflito e o amparando, refletirás.

Conhecendo a dificuldade de alguém e sanando-a, pensarás.

rge, desse modo, participares dos problemas do próximo em agonia, a fim de aprofundares o exame da situação em que estagiarás, valorizando melhor as concessões que usufruis.

Muitas pessoas generosas oferecem o que abunda em suas mãos, mas não doam o tempo, a presença, o esforço, permanecendo solidárias, mas distantes; gentis, mas distantes; fraternas, mas distantes, como receando o contágio dos que estacionam nas preciosas provações redentoras.

Não te negues, destarte, ao trabalho eficiente de conduzires o pão da vida e a palavra de luz do Evangelho aos pardieiros sombrios e tristes onde se alojam os irmãos da retaguarda espiritual.

Unge-te de amor e faze-te médium da alegria como da caridade superior, vivendo, por alguns momentos embora, as dificuldades dos que sofrem e clareando-os com a dádiva da tua auto-oferta, para que te tenham verdadeiramente como amigo e sejas realmente irmão de todos eles.

Livro: Celeiro de Bênçãos
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Rebouças

PRETENSÕES



“Eu plantei, Apolo regou; mas Deus deu o crescimento.” — Paulo. - (1ª EPÍSTOLA AOS CORÍNTIOS, capítulo 3, versículo 6.)

A igreja de Corinto estava cheia de alegações dos discípulos inquietos.

Certos componentes da instituição imprimiam maior valor aos esforços de Paulo, enquanto outros conferiam privilégios de edificação a Apolo.

O advogado dos gentios foi divinamente inspirado, comentando o assunto em sua carta.

Por que pretensões individuais numa obra da qual somos todos beneficiários do mesmo Senhor?

Na atualidade, é louvável o exame da recomendação de Paulo aos Coríntios, porqüanto já não são os usufrutuários da organização cristã que se rejubilam pela recepção das bênçãos do Evangelho através desse ou daquele dos trabalhadores do Cristo, mas os operários da causa que, por vezes, chegam ao campo de serviço exibindo-se por vultos destacados dessa ou daquela obra do bem.

A certeza de que “toda boa dádiva vem de Deus” constitui excelente exercício para os trabalhos comuns.

É interessante observar como está sempre dis¬posto o homem a se apropriar de circunstâncias que o elevem no alheio conceito com facilidade. Sempre inclinado a destacar-se nos círculos do bem que ain¬da lhe não pertence de modo substancial, raramente assume a paternidade dos erros que comete. Essa é uma das singulares contradições da criatura.



Não te esqueças. O serviço é de todos. Uns plantam, outros adubam. Vive contente no setor de trabalho confiado às tuas mãos ou à tua inteligência e serve sem pretensões, porque o homem prepara a terra e organiza a semeadura, por misericórdia da Providência, mas é Deus quem põe as flores nas frondes e concede os frutos, segundo o merecimento.


Livro: Caminho Verda e Vida
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

segunda-feira, 28 de março de 2011

Estudando o Espiritismo - L.E.


Caros amigos, estamos dando continuidade ao estudo do Livro dos Espíritos, para nossa melhor compreensão da nobre fisosofia que esposamos. Desta feita abordando as questões de nºs. 231 a 236.
Estude conosco!

231. São felizes ou desgraçados os Espíritos errantes?


“Mais ou menos, conforme seus méritos. Sofrem por efeito das paixões cuja essência conservaram, ou são felizes, de conformidade com o grau de desmaterialização a que hajam chegado. Na erraticidade, o Espírito percebe o que lhe falta para ser mais feliz e, desde então, procura os meios de alcançá-lo. Nem sempre, porém, é permitido reencarnar como fora de seu agrado, representando isso, para ele, uma punição.”

232. Podem os Espíritos errantes ir a todos os mundos?

“Conforme. Pelo simples fato de haver deixado o corpo, o Espírito não se acha completamente desprendido da matéria e continua a pertencer ao mundo onde acabou de viver, ou a outro do mesmo grau, a menos que, durante a vida, se tenha elevado, o que, aliás, constitui o objetivo para que devem tender seus esforços, pois, do contrário, nunca se aperfeiçoaria. Pode, no entanto, ir a alguns mundos superiores, mas na qualidade de estrangeiro. A bem dizer, consegue apenas entrevê-los, donde lhe nasce o desejo de melhorar-se, para ser digno da felicidade de que gozam os que os habitam, para ser digno também de habitá-los mais tarde.”

233. Os Espíritos já purificados descem aos mundos inferiores?

“Fazem-no freqüentemente, com o fim de auxiliar-lhes o progresso. A não ser ssim, esses mundos estariam entregues a si mesmos, sem guias para dirigi-los.”
                                                                     Mundos transitórios

234. Há, de fato, como já foi dito, mundos que servem de estações ou pontos de repouso aos Espíritos errantes?

“Sim, há mundos particularmente destinados aos seres errantes, mundos que lhes podem servir de habitação temporária, espécies de bivaques, de campos onde descansem de uma demasiado longa erraticidade, estado este sempre um tanto penoso. São, entre os outros mundos, posições intermédias, graduadas de acordo com a natureza dos Espíritos que a elas podem ter acesso e onde eles gozam de maior ou menor bem-estar.”

a) - Os Espíritos que habitam esses mundos podem deixá-los livremente?

“Sim, os Espíritos que se encontram nesses mundos podem deixá-los, a fim de irem para onde devam ir. Figurai-os como bandos de aves que pousam numa ilha, para aí aguardarem que se lhes refaçam as forças, a fim de seguirem seu destino.”

235. Enquanto permanecem nos mundos transitórios, os Espíritos progridem?

“Certamente. Os que vão a tais mundos levam o objetivo de se instruírem e de poderem mais facilmente obter permissão para passar a outros lugares melhores e chegar à perfeição que os eleitos atingem.”

236. Pela sua natureza especial, os mundos transitórios se conservam perpetuamente destinados aos Espíritos errantes?

“Não, a condição deles é meramente temporária.”

a) - Esses mundos são ao mesmo tempo habitados por seres corpóreos?

“Não; estéril é neles a superfície. Os que os habitam de nada precisam.”

b) - É permanente essa esterilidade e decorre da natureza especial que apresentam?

“Não; são estéreis transitoriamente.”

c) - Os mundos dessa categoria carecem então de belezas naturais?

“A Natureza reflete as belezas da imensidade, que não são menos admiráveis do que aquilo a que dais o nome de belezas naturais.”

d) - Sendo transitório o estado de semelhantes mundos, a Terra pertencerá algum dia ao números deles?

“Já pertenceu.”

e) - Em que época?

“Durante a sua formação.”

Nada é inútil em a Natureza; tudo tem um fim, uma destinação. Em lugar algum há o vazio; tudo é habitado, há vida em toda parte. Assim, durante a dilatada sucessão dos séculos que passaram antes do aparecimento do homem na Terra, durante os lentos períodos de transição que as camadas geológicas atestam, antes mesmo da formação dos primeiros seres orgânicos, naquela massa informe, naquele árido caos, onde os elementos se achavam em confusão, não havia ausência de vida. Seres isentos das nossas necessidades, das nossas sensações físicas, lá encontravam refúgio. Quis Deus que, mesmo assim, ainda imperfeita, a Terra  servisse para alguma coisa. Quem ousaria afirmar que, entre os milhares de mundos que giram na imensidade, um só, um dos menores, perdido no seio da multidão infinita deles, goza do privilégio exclusivo de ser povoado? Qual então a utilidade dos demais? Tê-los-ia Deus feito unicamente para nos recrearem a vista? Suposição absurda, incompatível com a sabedoria que esplende em todas as suas obras e inadmissível desde que ponderemos na existência de todos os que não podemos perceber. Ninguém contestará que, nesta idéia da existência de mundos ainda impróprios para a vida material e, não obstante, já povoados de seres vivos apropriados a tal meio, há qualquer coisa de grande e sublime, em que talvez se encontre a solução de mais de um problema.
Fonte: O livro dos Espíritos - 76ª Edição.

Francisco Rebouças

O EXEMPLO DA FONTE

Um estudante da sabedoria, rogando ao seu instrutor lhe explicasse qual a melhor maneira de livrar-se do mal, foi por ele conduzido a uma fonte que deslizava, calma e cristalina, e, seguindo-lhe o curso, observou:

— Veja o exemplo da fonte, que auxilia a todos, sem perguntar, e que nunca se detém até alcançar a grande comunhão com o oceano. Junto dela crescem as plantas de toda a sorte, e em suas águas dessedentam-se animais de todos os tipos e feitios.

Enquanto caminhavam, um pequeno atirou duas pedras à corrente e as águas as engoliram em silêncio, prosseguindo para diante.

— Reparou? — disse o mentor amigo — a fonte não se insurgiu contra as pedradas. Recebeu-as com paciência e seguiu trabalhando.

Mais à frente, viram grosso canal de esgoto arremessando detritos no corpo alvo das águas, mas a corrente absorvia o lodo escuro, sem reclamações, e avançava sempre.

O professor comentou para o aprendiz:

— A fonte não se revolta contra a lama que lhe atiram à face. Recolhe-a sem gritos e transforma-a em benefícios para a terra necessitada de adubo.

Adiante ainda, notaram que, enquanto andorinhas se banhavam, lépidas, feios sapos penetravam também a corrente e pareciam felizes em alegres mergulhos.

As águas amparavam a todos sem a mínima queixa.

O bondoso mentor discípulo e terminou:

— Assinalemos o exemplo da fonte e aprenderemos a libertar-nos de qualquer cativeiro, porque, em verdade, só aqueles que marcham para diante, com o trabalho que Deus lhes confia, sem se ligarem às sugestões do mal, conseguem vencer dignamente na vida, garantindo, em favor de todos, as alegrias do Bem Eterno.

Livro: Pai Nosso
Chixo Xavier/Meimei
 
Francisco Rebouças

DIANTE DOS PIONEIROS

Recorda os sacrifícios dos pioneiros do progresso que te precederam na jornada humana, para que avances na Terra sem a cegueira da ingratidão.

Lembra as mãos anônimas que te ergueram o lar, os braços que te embalaram o berço e as vozes amigas que te ensina¬ram a mover os lábios no idioma do entendimento.

Não olvides aqueles que choraram e sofreram, lavrando o solo em que ingeristes a primeira bênção do pão e nem te esqueças de quantos se viram mutilados no trabalho para que o conforto e a higiene te sustentassem o corpo.

Não relegues à indiferença os que se viram supliciados para que tivesses a ordem legal, garantindo-te a segurança, e os que morreram nos cárceres, muitas vezes, caluniados e traídos, para que a liberdade te abençoe a existência.

Consagra na memória um altar de reverência para com aqueles que te doaram os tesouros da educação, a fim de que o aprendizado na Terra se te faça caminho para a Espiritualidade Superior.

Usufrutuário do campo em que foste acolhido pela bondade e pela esperança dos que te viram nascer, recolheste deles a experiência que o sofrimento lhes outorgou, reclamando-te também suor e boa vontade no mundo, para que a vida no mundo se faça melhor.

Não te percas nos labirintos da indagação sem proveito, perguntando se a crueldade é hoje maior que a de ontem no caminho das criaturas.

Cede à Terra o melhor de ti, no servzço desinteressado e constante para que o bem prevaleça, iniciando na própria alma a obra redentora do amor que a tudo abrange, e, em voltando amanhã à grande escola da experiência humana, encontrála-ás mais nobre e mais bela, convertida, com a parcela de teu esforço, em antecâmara para a Vida nos Céus.

Livro: Nascer e Renascer
Chico Xavier/Emmanuel
 
Francisco Rebouças

domingo, 27 de março de 2011

Divaldo Franco em Portugal


Caros amigos, recebemos do querido amigo Henrique a programação dos eventos com a presença do Tribuno Espírita Divaldo Franco em Portugal conforme cartazes anexos.
Clique nos mesmos para vêlos ampliados e tome nota dos detalhes dos eventos.
Olá!
Segue o programa de Divaldo Pereira Franco.
Um abraço.
Henrique
CEIF - CENTRO ESPÍRITA IRMÃ FILOMENA
Rua Estrada Velha, nº116 - Beiriz
4495-328 Póvoa de Varzim - Portugal
As boas obras são frases de luz que endereças à Humanidade inteira. (Emmanuel)








Francisco Rebouças

Pensa e obra positivamente!


Os ingredientes que excitam a mente, o corpo, a emoção, devem ser evitados por ti.

As melodias suaves, na boa música, harmonizam, enquanto outras, programadas para a luxúria e a violência, desassossegam, alterando o ritmo nervoso.

As leituras edificantes instruem e educam da mesma forma que as extravagantes e sensuais corrompem e alteram a escala de valores morais para pior.

As conversações sadias levantam o ânimo, quanto as vulgares relaxam o caráter.

Poupa-te à onda de indignidade que toma conta do mundo e das pessoas.

Livro: Vida Feliz
Divaldo Franco/Joanna de Ângelis

Francisco Reboças

Estudando o Espiritismo - E.S.E.

Não vim trazer a paz, mas a divisão

Não penseis que eu tenha vindo trazer paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a espada; — porquanto vim separar de seu pai o filho, de sua mãe a filha, de sua sogra a nora; — e o homem terá por inimigos os de sua própria casa. (S. MATEUS, cap. X, vv. 34 a 36.)

Vim para lançar fogo à Terra; e que é o que desejo senão que ele se acenda? — Tenho de ser batizado com um batismo e quanto me sinto desejoso de que ele se cumpra!

Julgais que eu tenha vindo trazer paz à Terra? Não, eu vos afirmo; ao contrário, vim trazer a divisão; — pois, doravante, se se acharem numa casa cinco pessoas, estarão elas divididas umas contra as outras: três contra duas e duas contra três. — O pai estará em divisão com o filho e o filho com o pai, a mãe com a filha e a filha com a mãe, a sogra com a nora e a nora com a sogra. (S. LUCAS, cap. XII, vv. 49 a 53.)

Será mesmo possível que Jesus, a personificação da doçura e da bondade, Jesus, que não cessou de pregar o amor do próximo, haja dito: “Não vim trazer a paz, mas a espada; vim separar do pai o filho, do esposo a esposa; vim lançar fogo à Terra e tenho pressa de que ele se acenda”? Não estarão essas palavras em contradição flagrante com os seus ensinos? Não haverá blasfêmia em lhe atribuírem a linguagem de um conquistador sanguinário e devastador? Não, não há blasfêmia, nem contradição nessas palavras, pois foi mesmo ele quem as pronunciou, e elas dão testemunho da sua alta sabedoria. Apenas, um pouco equivoca, a forma não lhe exprime com exatidão o pensamento, o que deu lugar a que se enganassem relativamente ao verdadeiro sentido delas. Tomadas à letra, tenderiam a transformar a sua missão, toda de paz, noutra de perturbação e discórdia, conseqüência absurda, que o bom-senso repele, porquanto Jesus não podia desmentir-se.

Toda idéia nova forçosamente encontra oposição e nenhuma há que se implante sem lutas. Ora, nesses casos, a resistência é sempre proporcional à importância dos resultados previstos, porque, quanto maior ela é, tanto mais numerosos são os interesses que fere. Se for notoriamente falsa, se a julgam isenta de conseqüências, ninguém se alarma; deixam-na todos passar, certos de que lhe falta vitalidade. Se, porém, é verdadeira, se assenta em sólida base, se lhe prevêem futuro, um secreto pressentimento adverte os seus antagonistas de que constitui um perigo para eles e para a ordem de coisas em cuja manutenção se empenham. Atiram-se, então, contra ela e contra os seus adeptos.

Assim, pois, a medida da importância e dos resultados de uma idéia nova se encontra na emoção que o seu aparecimento causa, na violência da oposição que provoca, bem como no grau e na persistência da ira de seus adversários.

Jesus vinha proclamar uma doutrina que solaparia pela base os abusos de que viviam os fariseus, os escribas e os sacerdotes do seu tempo. Imolaram-no, portanto, certos de que, matando o homem, matariam a idéia. Esta, porém, sobreviveu, porque era verdadeira; engrandeceu-se, porque correspondia aos desígnios de Deus e, nascida num pequeno e obscuro burgo da Judéia, foi plantar o seu estandarte na capital mesma do mundo pagão, à face dos seus mais encarniçados inimigos, daqueles que mais porfiavam em combatê-la, porque subvertia crenças seculares a que eles se apegavam muito mais por interesse do que por convicção. Lutas das mais terríveis esperavam aí pelos seus apóstolos; foram inumeráveis as vítimas; a idéia, no entanto, avolumou-se sempre e triunfou, porque, como verdade, sobrelevava as que a precederam.

Fonte: O Evangelho Segundo o Espiritismo -  Cap. XXIII, itens 9 a 13.

Francisco Rebouças

Bezerra de Menezes Spiritist Society - Londres

Queridos Amigos,

Gostariamos de avisar que, em função dos Bank Holidays que teremos em Abril, o centro Bezerra de Menezes Spiritist Society estará aberto nos dias:

01.04.2011 – Sexta-feira – palestra pública iniciando as 7pm
08.04.2011 – Sexta-feira – palestra pública iniciando as 7pm
15.04.2011 – Sexta-feira – palestra pública iniciando as 7pm
21.04.2011 – Quinta-feira – palestra pública iniciando as 7pm
22.04.2011 – Sexta-feira BANK HOLIDAY – A casa estará fechada
28.04.2011 – Quinta-feira – palestra pública iniciando as 7pm
29.04.2011 – Sexta-feira BANK HOLIDAY – A casa estará fechada
As demais atividades, que ocorrem em outros dias da semana, continuarão ocorrendo normalmente.
Contamos com a sua participação nessas datas!

BMSS UK
Bezerra de Menezes Spiritist Society UK
2nd floor - Oxford House - Derbyshire Street
Bethnal Green – East London
London E2 6HG - Metro: Bethnal Green -Central Line

Francisco Rebouças

sábado, 26 de março de 2011

ENCARGOS PEQUENINOS


Se todo o corpo fosse olho, onde estaria o ouvido?
Se todo ele fosse ouvido, onde o olfato? – Paulo (I Corintios, 12:17)

Se não acreditas no valor dos instrumentos e encargos diminutivos, pensa num carro sem rodas, num piano sem teclas, num grande sistema de serviço elétrico sem o fio de condução da força...

Não fossem as gotas dágua e a fonte não existiria.

Recusasse a semente a própria segregação no solo e a terra se converteria em deserto.

Não se resignasse a pedra com o próprio anonimato nos alicerces e um edifício seguro jamais se colocaria de pé.

Lembra-te da poção medicamentosa que te suprime a dor, do corpo dágua pura que te dessedenta, do livro simples que baseia a cultura complexa e jamais te digas inútil.

Somente aquele que se dispõe a fazer as coisas pequeninas, que sabe e pode, virá a saber e a poder realizar grandes coisas.

Qualquer subida exige passos e degraus.

Assim também nas ascensões do espírito a que se refere o Evangelho do Senhor.

Chegarás futuramente às culminâncias do serviço e da luz, na esfera de ação direta do Cristo de Deus, mas para isso é imprescindível que faças agora tão bem quanto te seja possível, todo o bem que és capaz de fazer.

Livro: Benção de Paz
Chico Xavier/Emmanuel

Francisco Rebouças

Da Existência de Deus

Existência de Deus

Meimei

Conta-se que um velho árabe analfabeto orava com tanto fervor e com tanto carinho, cada noite, que, certa vez, o rico chefe de grande caravana chamou-o à sua presença e lhe perguntou:

- Por que oras com tantã fé? Como sabes que Deus existe, quando nem ao menos sabes ler?

O crente fiel respondeu:

- Grande senhor, conheço a existência de Nosso Pai Celeste pelos sinais dele.

- Como assim? - indagou o chefe, admirado.

O servo humilde explicou-se:

- Quando o senhor recebe uma carta de pessoa ausente, como reconhece quem a escreveu?

- Pela letra.

- Quando o senhor recebe uma jóia, como é que se informa quanto ao autor dela?

-Pela marca do ourives.

O empregado sorriu e acrescentou:

- Quando ouve passos de animais, ao redor da tenda, como sabe, se foi um carneiro, um cavalo ou um boi?

- Pelos rastros -- respondeu o chefe, surpreendido.

Então,o velho crente convidou-o para ir fora da barraca e, mostrando-lhe o céu, onde a Lua brilhava, cercada por multidões de estrelas, exclamou, respeitoso:

- Senhor, aqueles sinais, lá em cima, não podem ser dos homens!

Nesse momento, o orgulhoso caravaneiro, de olhos lacrimosos, ajoelhou-se na areia e começou a orar também.

Quem perde a fé no futuro
Vive de sonhos plebeus...
A própria flor no monturo
Lembra o sorriso de Deus.
Soares Bulção

A propaganda do bem
Deve alcançar apogeus.
O Sol brilhando no céu
É propaganda de Deus.
Jovino Guedes

Quando quiseres indagar acerca dos mistérios do Céu, sonda o segredo divino que palpita na flor.
Mariano José Pereira da Fonseca
 
Livro: Idéias e Ilustrações
Chico Xavier/Diversos Espíritos
 
Francisco Rebouças

O BANQUETE DOS PUBLICANOS

“E os fariseus, vendo isto, disseram aos seus discípulos: Por que come o vosso Mestre com os publicanos e pecadores?” — (MATEUS, capítulo 9, versículo 11.)

De maneira geral, a comunidade cristã, em seus diversos setores, ainda não percebeu toda a significação do banquete do Mestre, entre publicanos e pecadores.

Não só a última ceia com os discípulos mais íntimos se revestiu de singular importância. Nessa reunião de Jerusalém, ocorrida na Páscoa, revela-nos Jesus o caráter sublime de suas relações com os amigos de apostolado. Trata-se de ágape íntimo e familiar, solenizando despedida afetuosa e divina lição ao mesmo tempo.

No entanto, é necessário recordar que o Mestre atendia a esse círculo em derradeiro lugar, porqüanto já se havia banqueteado carinhosamente com os publicanos e pecadores. Partilhava a ceia com os discípulos, num dia de alta vibração religiosa, mas comungara o júbilo daqueles que viviam a distância da fé, reunindo-os, generoso, e conferindo-lhes os mesmos bens nascidos de seu amor.

O banquete dos publicanos tem especial significado na história do Cristianismo. Demonstra que o Senhor abraça a todos os que desejem a excelência de sua alimentação espiritual nos trabalhos de sua vinha, e que não só nas ocasiões de fé permanece presente entre os que o amam; em qualquer tempo e situação, está pronto a atender as almas que o buscam.

O banquete dos pecadores foi oferecido antes da ceia aos discípulos. E não nos esqueçamos de que a mesa divina prossegue em sublime serviço. Resta aos comensais o aproveitamento da concessão.

Livro: Caminho, Verdade e Vida
Chico Xavier/Emmanuel
 
Francisco Rebouças

sexta-feira, 25 de março de 2011

Em busca da Paz

Uma grande quantidade de criaturas no mundo inteiro, busca com ansiedade o encontro com a paz, utilizando-se para isso dos recursos da força, da violência, do poder, do dinheiro, do ódio, da imposição etc., para encontrar algo que não se coaduna com nenhum desses equivocados e improdutivos meios, pois que a paz é a implantação do bem no coração das pessoas e nenhum dos citados recursos pode produzir harmonia, entendimento, compreensão; porque a força, a violência, o desamor, só podem produzir dor, sofrimento, revolta nunca a Paz e a Concórdia.

Para que o homem encontre sua paz, que é seu equilíbrio emocional, é imprescindível trabalhe incessantemente na transformação de seu mundo íntimo, buscando calar em seu interior a voz que insiste em clamar contra os Sábios e imutáveis desígnios das Leis Divinas, procurando viver em perfeita harmonia com elas, pois são elas exatamente o seguro roteiro a ser seguido para quem desejar conquistar a bênção que só a Paz interior proporciona aos que a encontram; e que representa o primeiro e mais importante passo no caminho da grande e distante Paz universal.

Todos sonham com a Paz, mas, raros são os que se fazem dignos de merecê-la, em vista de não fazerem o necessário esforço para implantá-la em seus corações, entendendo alguns, de maneira equivocada e até irracional, que a tranqüilidade que a Paz proporciona aos seus possuidores possa habitar no mesmo coração onde mora o ódio, o desamor, o desrespeito ao seu semelhante.

Procuram por Paz, com os corações repletos de inconformações com as tribulações passageiras da vida de qualquer mortal, esperando que a fé lhes traga o que desejam, embora se mantenham inertes na ociosidade sem qualquer empenho por desenvolver em si as virtudes do espírito Imortal; para a quase totalidade das pessoas, preguiçosas e comodistas, a legítima Paz, infelizmente, é realização muito distante e bem diferente do que elas esperam. Em toda e qualquer obra, o trabalho, a dedicação e a disciplina são fatores imprescindíveis para que se tenha êxito e obtenha o mérito de desfrutar do seu benefício.

Não existe fórmula milagrosa ou mágica para a construção da Paz, que só será desfrutada por quem se decida por trilhar a estrada do bem na companhia do Cristo, e só se consegue tê-lo por companhia, a custo de muito esforço no crescimento e iluminação dos sentimentos, através do estudo aprofundado do seu evangelho de Luz, que é o seguro roteiro para o progresso moral e espiritual de toda a humanidade.

Não adiantarão a quem quer que seja, os recursos ilusórios dos belos discursos, com que se pode iludir a muitos, não adiantarão as companhias dos grandes mensageiros da boa nova, dos quais poderemos tirar proveito pessoal na tola vaidade de nos alardear amigo deste ou daquele fulano de tal, pois se não edificarmos a sublime mensagem Cristã em nossas ações e palavras, continuaremos a viver bem longe da desejada tranqüilidade que só a verdadeira Paz pode nos proporcionar, pois que o Jesus já nos alertava que: “o reino dos céus não se conquista com aparências exteriores”, visto ser constituído dos elementos mais nobres da fonte divina e inesgotável de pureza e por isso mesmo, a Paz, não se conquista sem o firme propósito de vivenciar os ensinos do Mestre de Nazaré, pois a felicidade que ela propicia é conquista individual e intransferível de cada Criatura.

Francisco Rebouças.