Solidarity Spiritist Societ

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Mensagens espirituais

Dificuldades no Movimento Espírita
Não te aturdas pelo que vês nas fileiras da Seara Espírita, que almejavas grandiosa e bela: a apatia no campo moral de tantos, dando a impressão de que isso é coisa natural; os destinos que não são freados pelo bom-senso, comprometendo o nome da gloriosa Doutrina; a maledicência que alcança largas praias da vida dos nossos arraiais, como se devessem fazer parte das nossas ocupações cotidianas; os descompassos entre as lições teóricas conhecidas e as atividades práticas diárias cheias de hostilidades.
Não te deixes desalentar pela sensação de que o Espiritismo em nada te auxilia, considerando os golpes contundentes que te ferem cotidianamente, impondo-te lágrimas em que se mesclam dores, mágoas e revoltas.
Não te rebeles ao verificar que muitos que ocupam posições destacadas no Movimento do luarizado Espiritismo, agem como se nada tivessem a ver com a magnitude da mensagem, uma vez que somente anseiam pelas coisas do mundo material, com cinismo e desplante, preocupados tão só em fixar-se nas posições que lhes proporcionam maior visibilidade, bastando-lhes o ensejo exibicionista, em função dos quais afirmou Jesus que “já teriam obtido o seu galardão”, ou seja, o que desejavam.
Não tem atormentes, pois, uma vez que o planeta terreno atravessa momentos de seriíssimas definições e redefinições, de cujo processo ninguém pode escapar, enquanto se persistir na busca do progresso.
A Terra, em razão disso, traz sobre seu dorso e nas esferas do seu campo psíquico, entidades nos mais diferenciados estágios de aprimoramento, de desenvolvimento geral, dentre os quais são muitos os que se aninham na má vontade, esforçando-se por retardar o dia luminoso da grande renovação planetária.
Nesse estado de coisas, não estaria o Movimento Espírita indene a semelhantes presenças ou livres dessas almas que, em si mesmas atordoadas, causam atordoamento onde quer que chegam, quer estejam no corpo físico, reencarnadas, quer ainda se achem aguardando novas oportunidades, na erraticidade.
Do mesmo modo que encontramos almas irresponsáveis que se valem do nome de Jesus, a fim de explorar a boa fé dos ingênuos e dos incautos, dos ignorantes e dos parvos, nas mais distintas confissões de fé ou fora delas, temos em nosso Movimento os que, da mesma maneira, evocam o nome do Senhor, admitindo sempre que não há nenhuma necessidade de que levem a sério o trabalho e os deveres que lhes cabem, já que os Guias do mundo são dotados de grande generosidade, são misericordiosos.
Almas infantilizadas, nas quais ainda é verdoso o senso moral, enxameiam, orgulhosas umas, vaidosas outras, prepotentes tantas, que, mesmo reconhecendo suas incapacidades, fazem questão de assumir posições e cargos de responsabilidade, que sabem que não responderão a contento, pelo fato de tais situações lhes conferir projeção ou destaque social.
Há os que não têm nenhuma noção do campo de atividades em que se acham, mas não recuam, não procuram orientar-se de modo a produzir o melhor para a Doutrina. Permanecem como estão, supondo que os Espíritos do Senhor lhes suprirão a má vontade e o relaxamento.
Desgraçadamente, tais irmãos do mundo estão distribuídos por todos os campos da vida social e se fazem temerários aventureiros nas esferas da política ou da administração das coisas públicas; achamo-los à frente de empresas que deveriam ser produtivas para o progresso da sociedade e que seguem a passos tartaruguescos; temo-los liderando movimentos artísticos e culturais, onde nada funciona a contento, onde coisa alguma de expressivamente bom acontece para suas áreas, do mesmo modo como os deparamos à frente de grupos familiares e de instituições religiosas.
Vemos que cada um anseia por extrair benefícios imediatos da situação em que se aloja, desacreditando, convictamente, da vida imortal para além da matéria densa do mundo. Não te desarmonizes, pois, perante esse quadro sinistro, conflitivo e cheio de contradições da sociedade.
Trata de cumprir o que a ti te cabe, sem que as atitudes alheias te induzam ao desgoverno de ti mesmo, ou ao relaxamento para com teus compromissos perante a existência.
Cumpre-te pautar a vida nos passos dos ensinos do grande Mestre Jesus Cristo; aprende com Ele que a cada um será conferido de conformidade com as próprias atuações nos trilhos da vida.
Aprende, ainda, a não depositar os ensinos rútilos do Espiritismo sob mãos francamente incapazes ou sob mentalidades insanas, pois que, sem contestação, mais cedo ou mais tarde, tudo elas conseguirão desvirtuar, tudo irão degenerar sob os mais tolos ou obscuros argumentos.
Trata, pois, de mergulhar a mente nos ensinamentos felizes do Cordeiro de Deus e ajusta os teus passos na trilha por Ele deixada, e não te importunarás com os companheiros desviados da estrada por livre deliberação, conseguindo, então, não oferecer suas pérolas aos porcos, tampouco desejarás depositar vinho novo em barril velho, procurando, aí, sim, apesar das pelejas ardentes e das lágrimas inevitáveis dos teus testemunhos, seguir fiel e renovado, cheio de possibilidades para entender, orientar e socorrer a quantos o necessitem, na busca do Reino dos Céus, por meio dos roteiros do Espiritismo.
Com o tempo, na medida em que se renovem os humanos, também renovar-se-á o nosso bendito Movimento Espírita que, somente então, conseguirá refletir o brilho intraduzível do estelar Espiritismo.
Assim, não te descompenses. Procura fazer o que te cabe para ser feliz, levando contigo os que estejam sintonizados com o ideal de vida abundante e de paz insuplantável que adotaste para alicerçar a tua existência.

Hugo Reis
Mensagem psicografada por Raul Teixeira, em 11.02.2008, na Sociedade Espírita Francisco de Assis de Amparo aos Necessitados – SEFAN, em Ponta Grossa – PR.
Francisco Rebouças

domingo, 20 de julho de 2008

ENTREVISTA

O PORTAL DO ESPIRITISMO E O FRANCISCO REBOUÇAS - ESPIRITISTA, APRESENTAM A ENTREVISTA QUE NOS FOI CONCEDIDA POR CLAUDIA WERDINE COM EXCLUSIVIDADE.

Entrevista:

FR : CLAUDIA WERDINE, como aconteceu o seu encontro com a Doutrina Espírita?

R: Sempre fui simpatizante do Espiritismo, pois meu irmão era orador de uma instituição espírita chamada Grupo Redenção, localizada no Rio de Janeiro e eu gostava muito de ouvir suas palestras. Mas eu não tinha nenhum compromisso com a Doutrina. Em 1986, conheci Humberto, meu marido, que viria a ser o grande responsável pelo meu ingresso definitivo no Espiritismo, já que ele era trabalhador ativo em Angra dos Reis, do Grupo Espírita Dr. Bezerra de Menezes, que funcionava num Centro Ecumênico e que mais tarde se transformaria na Fundação Espírita Dr. Bezerra de Menezes – FEBEME, onde trabalhamos até transferirmos para Viena.

FR: Qual a casa espírita que você freqüenta hoje?

R: Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec – VAK

FR: Como e porque aconteceu sua ida para a Áustria?

R: Minha família mudou-se para Viena em 2001, pois meu marido foi convidado para trabalhar na Agência Internacional de Energia Atômica – ONU. No início tivemos algumas dificuldades de adaptação, pois o Espiritismo ainda é um assunto difícil de ser abordado aqui na Áustria.

FR: Que funções você exerce na atualidade no movimento espírita?

R: No momento sou vice-coordenadora do Departamento Infanto-Juvenil – Coordenadoria Europa, ou seja, DIJ Europa, órgão criado pelo Conselho Espírita Internacional em setembro de 2006, na Holanda.

FR: Como começou sua ligação com a Casa Espírita a que você freqüenta na atualidade aí em Viena?

R: Meu marido conheceu a Sociedade de Estudos Espíritas Allan Kardec – VAK há muitos anos atrás, quando esteve em Viena por razões profissionais e todas as vezes que aqui retornava, visitava os amigos espíritas. Por isso, quando mudamos para cá, já conhecíamos a Casa Espírita, bem como seus trabalhadores.

FR: Como está o movimento espírita nem Viena, e na Áustria como um todo?

R: Atualmente existem dois Grupos Espíritas em atividade na Áustria: Sociedade para Estudos Espiritas Allan Kardec - VAK em Viena e o Grupo de Estudos Espíritas Allan Kardec - GEEAK em Voralberg, ambos com o propósito de disseminar os conceitos Espíritas.
Mas... há registros de que as semente do Espiritismo já haviam sido plantadas na Áustria na época de Kardec, pois se tem notícia, através de relatos feitos na Revista Espírita, da troca de correspondência entre o Codificador e o senhor Delhez, conhecido tradutor de O Livro dos Espiritos e outras obras da Codificação para o idioma alemão.
No entanto, no Império Austro – Húngaro, a área de abrangência era muito maior do que a Áustria dos dias de hoje, por isso a dificuldade em encontrar mais relatos sobre o assunto, considerando que a área de pesquisa envolve a República Tcheca e Eslováquia, principalmente a região da Boemia, além da Hungria. O que se sabe é que nestas regiões existiram grupos espíritas até o início da segunda Guerra mundial.

FR: Em que outros países da Europa o Espiritismo está sendo divulgado com boa aceitação?

R: O Espiritismo na Europa, de uma maneira geral, vem atravessando uma excelente fase de aceitação de seus conceitos. Já atravessamos fases muito difíceis, onde os espíritas eram considerados bruxos. Em alguns países esta denominação ainda persiste.
Esta mudança de mentalidade representa um grande mérito para os amigos espíritas que residem nos inúmeros países da Europa, pois são trabalhadores dedicados e amorosos a esta Doutrina Consoladora.

FR: Qual a maior dificuldade de praticar o Espiritismo fora do Brasil?

R: Eu diria que a maior dificuldade não seria de praticar o Espiritismo, pois, isso fazemos através do nosso exemplo de conduta, em qualquer lugar que estejamos... mas, uma das maiores dificuldades para divulgar o Espiritismo fora Brasil seria a falta de material traduzido aos diversos idiomas.
Em alguns países esta grande dificuldade vem sendo vencida gradativamente, pois já existem várias obras da Codificação traduzida.

FR: Existem muitas divergências em termos de interpretação da mensagem espírita, em sua opinião porque isso ocorre se os ensinamentos espíritas são tão claros?

R: Para mim estas divergências ocorrem pela falta do estudo correto e sério das Obras Básicas da Codificação, por parte de todos.
Como não estudam, apenas dão uma pequena lida de vez em quando, acham que já sabem tudo a respeito da Doutrina e saem espalhando por aí o que acham, o que pensam... e não o que estudaram.

FR: Existem muitos grupos de estudos da Doutrina Espírita na Áustria?

R: Existem somente dois grupos, conforme citados na pergunta 06.

FR: Sabemos do seu entusiasmo e empenho pela divulgação da doutrina espírita, e por isso te perguntamos: você está satisfeita com a aceitação da mensagem espírita pelo Austríaco, ou ainda falta muito para o espiritismo se estabelecer por aí de forma definitiva?

R: Meu entusiasmo e empenho pela divulgação da Doutrina Espírita se deve ao fato de que, através dos ensinamentos contidos no Espiritismo, podemos acessar a chave que nos abrirá as portas de felicidade. Para mim, isto é uma verdade absoluta e utilizo toda a minha vida diária para divulgar isso, seja através do trabalho na Casa Espírita, seja nos seminários que realizo na Europa sobre evangelização infantil, seja nas minhas atitudes diárias... Gostaria que todos tivessem acesso a esta chave, pois assim diminuiria consideravelmente a miséria, as guerras, as depressões, os suicídios... e, assim, teríamos um mundo mais feliz.
Particularmente me sinto muito feliz e satisfeita com a aceitação da mensagem espírita por toda Europa, já que tenho viajado bastante divulgando a evangelização infantil. Mas... precisamos trabalhar ainda mais e mais para que o Espiritismo cresça forte e saudável. Temos um longo caminho pela frente que, com certeza, com dedicação, amor e responsabilidade, conseguiremos trilhar.

FR: Quais foram as maiores conquistas de sua dedicação ao movimento espírita?

R: Costumo creditar minhas conquistas a Espiritualidade Superior, pois me considero apenas uma intermediária, uma ferramenta enferrujada, mas repleta de boa vontade e amor.
Como sou apaixonada pela evangelização infantil e trabalho nesta área, há mais de 20 anos, penso que o ano de 2007 foi o mais significativo para mim, pois consegui atingir quase todos os objetivos de trabalho que me propus a realizar.
Meu desafio tem sido levar a evangelização infantil aos países europeus que possuem grupos espíritas. Realizo seminários de sensibilização e divulgação da evangelização, visando despertar dirigentes, pais, trabalhadores... para a importância e emergência desta tarefa para a construção de um mundo melhor.
Tenho viajado muito, mas minha recompensa tem sido verificar que a evangelização infantil está conquistando seu espaço na Europa e que muitos grupos estão implementando a atividade.

FR: Quais são os maiores desafios a conquistar?

R: Meu maior desafio e, também, meu maior desejo, é ver todos os grupos espíritas europeus com atividades de evangelização infantil, único meio de transformarmos esta sociedade enferma e viciada.

FR: O que você diria a quem lhe pedisse orientação de obras para iniciar no conhecimento do Espiritismo?

R: Sem dúvida alguma eu recomendaria que a pessoa iniciasse o Estudo Sistematizado da Doutrina Espírita, pois somente estaremos aptos para lermos as obras complementares, após o estudo das Obras da Codificação.

FR: O aborto no Brasil graças a Deus foi rejeitado após desgastante processo de discussões e protestos de nossa sociedade, como você essa vitória da vida sobre a morte em nosso país e como o Austríaco encara esse assunto?

R: Nossas vidas nos foram dadas por Deus como grande oportunidade de crescimento e somente Ele poderá decidir o momento adequado e oportuno para regressarmos a Espiritualidade.
Infelizmente o aborto é permitido na Áustria.

FR: Porque nos dias de hoje, 2008 anos após Jesus nos trazer suas mensagens de amor e respeito ao próximo, o ser humano ainda não pratica seus ensinamentos?

R: Penso que esta pergunta é muito pessoal, pois não podemos generalizar o comportamento das pessoas, já que existem inúmeras exceções. Apesar de verificarmos que ainda o mal existe, também temos tido oportunidade de verificar que o bem vem avançando. O que existe na realidade, para mim, é que as pessoas dão mais valor as coisas negativas do que as positivas, ou seja, estão sempre valorizando mais os erros e desajuste do próximo do que as virtudes. É impressionante como as pessoas buscam os jornais, revistas... visando somente saber as notícias chocantes e violentas. Poderiam utilizar este mesmo tempo para lerem livros edificantes e instrutivos...

FR: Quais seus projetos para o futuro?

R: Este ano estou empenhada na realização do I Encontro da Criança Espírita que ocorrerá em outubro na Holanda e em dezembro, na Espanha. Este evento será realizado simultâneo ao VII Encontro Nacional Holandês e ao Congresso Nacional Espanhol.
Estou muito animada com a realização destes eventos, pois sei que representarão uma alavanca para a evangelização nestes países, bem como na Europa.
Também este ano terei a grande oportunidade de levar a evangelização infantil para a França. Realizarei uma conferência sobre o tema no Simpósio Nacional Francês que ocorrerá em setembro, na cidade de Nantes. Estou muito ansiosa por esta conferência, pois divulgar a evangelização na França faz parte de um importante objetivo traçado por mim. Percorri um caminho de grandes dificuldades para conseguir esta oportunidade na França e sei que esta conferência também representará um marco para a evangelização na Europa. Torçam por mim!!!! hehehehe

FR: Claudia Werdine, o Portal do Espiritismo, lançou há algum tempo atrás a campanha Onde estão as crianças filhas de pais espíritas? Vamos evangelizar os "pequeninos"? que visa o incentivo da evangelização infantil no Estado do Rio de Janeiro, e, temos recebido muitas informações do Brasil todo de que muitas casas espíritas que não tinham esse trabalho começaram a partir de nosso incentivo. Existe esse trabalho de evangelização da infância e juventude na Áustria?

R: Achei esta iniciativa do Portal do Espiritismo fantástica e, mais uma vez, os parabenizo por isto.
Eu, particularmente, acho um absurdo, pais espíritas não trazerem seus filhos para a evangelização. Fico pensando... se eles acham que o Espiritismo é bom para eles, então porque também não é bom para seus filhos????
Muitos esquecem que, o Centro Espírita é uma escola de almas e é imperioso se reconheça na evangelização das almas tarefa da mais alta expressão na atualidade da Doutrina Espírita. Alma, na definição encontrada em “O Livro dos Espíritos”, é o Espírito encarnado. Não há referência quanto à idade física. Do berço ao túmulo, todos somos espíritos reencarnados. Há, entretanto, ainda em “O Livro dos Espíritos”, evidente preocupação de Allan Kardec e dos Espíritos Superiores em sublinhar a importância do período infantil no estágio reencarnatório, e a função da educação para renovação moral da Humanidade, que enfeixa encarnados e desencarnados.
Dr. Bezerra de Menezes nos disse:
“Criança que se evangeliza – adulto que levanta no rumo da felicidade porvindoura.”
Precisamos sim realizar campanhas para despertar todos os pais, espíritas ou não, para a importância da evangelização infantil.

FR: Prezada Claudia, fale-nos do DIJ Europa, como surgiu como está?

R: O Departamento de Infância e Juventude – DIJ Europa surgiu em setembro de 2006, na Holanda, em decorrência da 9ª. Reunião do Conselho Espírita Internacional, Coordenadoria Europa. Sou vice-coordenadora deste departamento, que ainda está em fase de estruturação.

FR: Claudia Werdine, o que você gostaria de ter respondido e que não te perguntamos?

R: Penso que vcs foram muito felizes no planejamento das perguntas e que respondi tudo o que eu gostaria de falar para vcs.

FR: Estaremos sempre à disposição para colaborar na divulgação do que for necessário em prol do crescimento da Doutrina Espírita, fique à vontade para nos contatar sempre que desejar.

R: Agradeço imensamente a oportunidade de estar com vcs do Portal do Espiritismo. Foi um grande prazer e uma grande alegria poder transmitir um pouquinho das minhas experiências aqui na Europa.
Aproveito a oportunidade para também me colocar a disposição de todos. Podem me contatar através do e-mail claudiawerdine@gmail.com

FR: Para encerrar, gostaríamos que você deixasse registrada sua mensagem a toda família espírita brasileira, através do Portal do Espiritismo e do Espiritista.

R: Para finalizar, gostaria de deixar a mensagem abaixo para a reflexão de todos:

O homem será o que da sua infância se faça.
A criança incompreendida, resulta no jovem revoltado e este assume a posição de homem traumatizado, violento.
A criança desdenhada, ressurge no adolescente inseguro que modela a personalidade do adulto infeliz.
A criança é sementeira que aguarda, o jovem é campo fecundado, o adulto é seara em produção.
Conforme a qualidade da semente, teremos a colheita.

FR: Agradecemos a Claudia Werdine, pela gentileza em atender o Portal do Espiritismo e o Espiritista, e rogamos ao Mestre de Nazaré que a guarde em sua paz, hoje e sempre.

Francisco Rebouças.

sábado, 12 de julho de 2008

O Espiritismo como remédio eficaz, para a boa saúde de nossa sociedade!

Os constantes acontecimentos que diariamente explodem como uma bomba destruidora na imprensa falada, escrita e televisada, mantêm a população do nosso país, particularmente de nosso estado do Rio de Janeiro, em estado permanente de preocupação e medo. Essa situação anormal que ora vivenciamos, muito tem nos levado a refletir o quanto precisa ser feito por cada um de nós cidadãos brasileiros e em particular nós fluminenses para reverter este triste quadro de selvageria.

O espiritismo vem nos esclarecer sobre esse difícil momento de turbulência que envergonha a nossa sociedade tida por civilizada, conclamando-nos ao exercício da vivência e divulgação dos postulados contidos na codificação de nossa doutrina, difundindo a prática da caridade e do amor ao próximo, como sendo os únicos meios eficazes para uma mudança de postura visando tornar o cidadão consciente das suas responsabilidades e dos seus deveres para com o próximo, e para com Deus.

Para tanto, é imprescindível o esclarecimento através da divulgação do evangelho de Jesus, em nossas casas espíritas propiciando situações reais de contribuição para a virada de postura de nossa sociedade, preparando equipes destinadas a essa nobre atividade, iniciando imediatamente um movimento sério e profundo de evangelização dos pais, ou responsáveis, crianças e jovens do nosso conhecimento, convocando as famílias a levarem seus filhos e de seus conhecidos à casa espírita.

Enquanto o homem continuar sendo levado pela antiga visão arcaica e equivocada a crer que a sua vida é única e curta, e, que deve viver como se nada mais existisse após o momento da sua morte, permanecerá ele, com os mesmos procedimentos de desrespeito, promovendo desordem e pouco se incomodando com o bem-estar de seu semelhante e da sociedade que faz parte, dando toda importância somente às coisas materiais, sem a menor preocupação com o seu lado espiritual esquecido e desprezado.

O Espiritismo, precisa ser muito mais divulgado do que até hoje tem sido, pois, sua mensagem de confiança e certeza na vida futura, que não se finda com a simples morte do corpo físico, muito pode contribuir para a modificação do pensamento equivocado de muitos desses causadores de tragédias e desgraças, pois, saberão que terão de prestar contas de todos os seus atos de desrespeito e selvageria, cometido contra seu irmão em humanidade na continuidade da vida que não se extingue.

São os Imortais da Vida Maior que nos afirmam em O Livro dos Espíritos que o bem é muito pouco propagado e conseqüentemente, o mal impera por absoluta falta de empenho e ousadia dos poucos que o praticam em sua divulgação conforme segue.

932. Por que, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons?

“Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.”

933. Assim como, quase sempre, é o homem o causador de seus sofrimentos materiais, também o será de seus sofrimentos morais?

“Mais ainda, porque os sofrimentos materiais algumas vezes independem da vontade; mas, o orgulho ferido, a ambição frustrada, a ansiedade da avareza, a inveja, o ciúme, todas as paixões, numa palavra, são torturas da alma.
“A inveja e o ciúme! Felizes os que desconhecem estes dois vermes roedores! Para aquele que a inveja e o ciúme atacam, não há calma, nem repouso possíveis. À sua frente, como fantasmas que lhe não dão tréguas e o perseguem até durante o sono, se levantam os objetos de sua cobiça, do seu ódio, do seu despeito. O invejoso e o ciumento vivem ardendo em contínua febre. Será essa uma situação desejável e não compreendeis que, com as suas paixões, o homem cria para si mesmo suplícios voluntários, tornando-se-lhe a Terra verdadeiro inferno?”
Muitas expressões pintam energicamente o efeito de certas paixões. Diz-se: ímpar de orgulho, morrer de inveja, secar de ciúme ou de despeito, não comer nem beber de ciúmes, etc. Este quadro é sumamente real. Acontece até não ter o ciúme objeto determinado. Há pessoas ciumentas, por natureza, de tudo o que se eleva, de tudo o que sai da craveira vulgar, embora nenhum interesse direto tenham, mas unicamente porque não podem conseguir outro tanto. Ofusca-as tudo o que lhes parece estar acima do horizonte e, se constituíssem maioria na sociedade, trabalhariam para reduzir tudo ao nível em que se acham. É o ciúme aliado à mediocridade.
De ordinário, o homem só é infeliz pela importância que liga às coisas deste mundo.
Fazem-lhe a infelicidade a vaidade, a ambição e a cobiça desiludidas. Se se colocar fora do círculo acanhado da vida material, se elevar seus pensamentos para o infinito, que é seu destino, mesquinhas e pueris lhe parecerão as vicissitudes da Humanidade, como o são as tristezas da criança que se aflige pela perda de um brinquedo, que resumia a sua felicidade suprema.

Aquele que só vê felicidade na satisfação do orgulho e dos apetites grosseiros é infeliz, desde que não os pode satisfazer, ao passo que aquele que nada pede ao supérfluo é feliz com os que outros consideram calamidades.

Referimo-nos ao homem civilizado, porquanto, o selvagem, sendo mais limitadas as suas necessidades, não tem os mesmos motivos de cobiça e de angústias. Diversa é a sua maneira de ver as coisas. Como civilizado, o homem raciocina sobre a sua infelicidade e a analisa. Por isso é que esta o fere. Mas, também, lhe é facultado raciocinar sobre os meios de obter consolação e de analisá-los. Essa consolação ele a encontra no sentimento cristão, que lhe dá a esperança de melhor futuro, e no Espiritismo que lhe dá a certeza desse futuro

“Ah! meus amigos, se conhecêsseis todos os laços que prendem a vossa vida atual às vossas existências anteriores; se pudésseis apanhar num golpe de vista a imensidade das relações que ligam uns aos outros os seres, para o efeito de um progresso mútuo, admiraríeis muito mais a sabedoria e a bondade do Criador, que vos concede reviver para chegardes a ele. - Guia protetor.” (Sens, 1862.) ²

Não mais podemos esperar que as coisas aconteçam como por encanto, está mais que na hora de deixarmos nossa conhecida postura de acomodação, e sairmos em campo, enfrentando com disposição e confiança as dificuldades e empeços que nos surgirão, patrocinados pelos que não querem o desenvolvimento da mensagem espírita por ignorância de seu conteúdo, ou por interesses escusos, divulgando por todos os meios que nos forem possíveis, de forma fiel ao contido nas obras da codificação, começando de imediato a efetuar a tarefa que está reservada ao espiritismo de transformação da humanidade través da implantação do evangelho no coração do homem, que espera por nossa boa vontade e determinação.

Que o Mestre de Nazaré nos inspire e fortaleça nesse desafio e nos sustente com sua paz, hoje e sempre.

1) O Livro dos Espíritos – FEB, 76ª edição
2) Evangelho Segundo o Espiritismo - FEB, 36ª - Cap.XIII, item 19

Grifos nossos.

domingo, 6 de julho de 2008

Solicitação e resposta!

“Mas a sabedoria que vem do alto é primeiramente pura, depois pacífica, moderada, tratável, cheia de misericórdia e de bons frutos, sem parcialidade e sem hipocrisia.” —(TIAGO, CAPÍTULO 3, VERSÍCULO 17.)

Ao procedermos às costumeiras cobranças de respostas de nossas solicitações feitas aos Amigos do Mundo Maior, com o conhecido imediatismo de que nos achamos merecedores, e ao constatarmos que as respostas da Providência Divina, não nos chegam com a velocidade que desejamos, ficamos revoltados, nos achando esquecidos e desprezados pelos Espíritos Superiores, que nem ao menos refletimos nos fatos que nos estão trazendo preocupações, nos quais se encerram ocorrências que provavelmente mais tarde, um pouco mais calmos e equilibrados, compreenderemos melhor.

Absolutamente, nenhuma de nossas rogativas, endereçadas às forças superiores da vida, ficam sem resposta, nenhuma prece feita com o coração deixa de apresentar seus resultados, nenhum pedido que formulamos ao Alto deixa de ser apreciado pelos prepostos do Mestre de Nazaré.

O que nos falta nesses momentos é ter olhos de ver e ouvidos de ouvir, pois, envoltos por uma profunda cegueira das coisas da alma, pensamos que o melhor para nós é o que queremos naquele justo momento, e, se assim não acontece, passamos então a agir como verdadeiras crianças, ficamos aborrecidos, desequilibrados a acusar a Divindade de injusto e até malvado.

“As crises gerais, que procedem da insegurança individual, são, por sua vez, responsáveis por mais altas e expressivas somas de desconforto, insatisfação, instabilidade emocional do homem, formando um círculo vicioso que se repete, sem aparente possibilidade de arrebentar as cadeias fortes que o constituem”. ¹

Achamo-nos no direito de exigir de Deus, que nos obedeça às ordens, e cobramos ações e soluções D’ele, como exigimos de um empregado o cumprimento de uma obrigação de realizar alguma de suas atribuições para o qual está sendo muito bem pago. Não somos ainda, suficientemente capazes de entender que na grande maioria das vezes, os acontecimentos que tanto nos infelicitam a vida, são obras do nosso modo de viver, são frutos de nossas más escolhas que privilegiam quase sempre os prazeres fugidios e ilusórios da matéria.

“O homem deve ser educado para conviver consigo pró­prio, com a sua solidão, com os seus momentâneos limites e ansiedades, administrando-os em proveito pessoal, de modo a poder compartir emoções e reparti-las, distribuir conquis­tas, ceder espaços, quando convidado à participação em ou­tras vidas, ou pessoas outras vierem envolver-se na sua área emocional”. ²
Precisamos crescer em virtudes do Espírito Imortal, deixando surgir o homem novo que dormita no imo de nosso Ser, e trabalhar sem esmorecimento no bem, e aceitar os obstáculos que não fizemos por merecer nesta ocasião, como sendo a parte que constitui o nosso ajustamento com as Soberanas Leis que regem o destino das criaturas com seus mecanismos naturais em nome da Justiça Maior que determina “que a cada um seja concedido segundo as suas obras”.

Preciso se faz, aprendermos interpretar com sabedoria as respostas divinas, que em tudo nos atenderá de conformidade com nossas necessidades reais e ainda, de acordo com os nossos merecimentos, e não segundo os nossos caprichos.

Que Deus nos abençoe, nos ampare e nos ajude a fortalecer a nossa compreensão hoje e sempre!
Fonte:

1) Franco, Divaldo Pereira, O Homem Integral, Cap. 14, pelo Espírito Joanna de Ângelis.
2) Idem, Idem.
Francisco Rebouças

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Perante as manchetes da mídia!


"Vede que ninguém dê a outrem mal por mal, segui sempre o bem, tanto uns para com outros, como para com todos". Paulo (I Tessalonicenses, 5:15)¹


É, de suma importância e mesmo prudente, não nos deixarmos empolgar por emoções exageradas e desordenadas em decorrência de fatos que venham a ocorrer, e que contaminem por sua repercussão a grande maioria das pessoas do nosso convívio diário, como as costumeiras notícias veiculadas pelos órgãos de divulgação da mídia que de forma escandalosa noticiam os crimes, os delitos, os abusos de toda ordem, as epidemias, as catástrofes, e outras tantas manchetes de causar impacto, revolta e até desequilíbrio em tantos quantos se deixarem envolver diante de tamanha negatividade.

Precisamos manter o equilíbrio diante dos comentários a cerca das notícias deprimentes e lamentáveis que nos chegam ao conhecimento, procurando abster-nos de alardear os fatos com sensacionalismos desnecessários e dispensáveis, que serviriam simplesmente para aumentar ainda mais os fluidos maléficos que já se estabeleceram em torno do acontecimento e de seus partícipes; buscando, ao contrário, mantermo-nos calmos e se possível procurar também acalmar os outros.

A benfeitora Joanna de Ângelis, pela psicografia de Divaldo Pereira Franco nos diz categoricamente no Capítulo 7 do Livro Episódios Diários: “Assuntos triviais tomam tempo, e expressões chulas, com anedotário vulgar, entorpecem a razão mantendo a psicosfera doentia” ²;

Se não nos for possível nada fazer para acalmar os ânimos que estejam acirrados, procuremos manter a caridade do silêncio diante do palavrório em desvario que grassem no momento, e manter atitude de ponderação, contrapondo a prece e os pensamentos elevados no intuito de semear a harmonia do bem ante o assédio destruidor do mal, entendendo que a palavra errada nos momentos de crueldade e desequilíbrio, aumenta a força e a influência do mal, instigando o crime.

Mais à frente no mesmo capítulo do livro a Benfeitora nos instrui: “Quando te vejas envolvido pelo clima das conversações nefastas, muda de assunto, propõe tema diferente, conciliador, edificante, substituindo a vulgaridade e o pessimismo, que devem ceder espaço ao conhecimento da beleza e da verdade”. ³

Não podemos nos esquecer, que tudo está sob o controle de uma Lei Maior, e mesmo os acontecimentos mais aflitivos de nossas existências, gravitam na esfera da Justiça Divina; e procuremos entender que, nas maiores como nas menores decepções da vida do homem na Terra, por mais estranhas, desconcertantes, ou inacreditáveis, que sejam, não passam de manifestações dos desígnios Superiores, em forma de expiações ou provas, atuando em favor do aprimoramento do espírito Imortal, que carrega grande carga de dívida para com a respectiva Lei, pois, Deus não erra nem comete equívocos.

Portanto, diante das notícias inesperadas e estarrecedoras que nos cheguem, ferindo-nos a sensibilidade; mesmo com sacrifício e dificuldade de compreensão; jamais esqueçamos de que somos construtores do bem, discípulos do Mestre de Nazaré, que muito espera de nós outros, principalmente de nós partidários da mensagem esclarecedora e consoladora do Espiritismo, e jamais desistamos da construção que nos compete realizar na obra da implantação do reino de Deus entre os homens, pois, sabemos que cada Espírito possui sua conta própria na contabilidade da Justiça Divina, como nos esclareceu Jesus quando nos asseverou: “A cada um segundo as suas obras”. 4

1) Paulo (I Tessalonicenses, 5:15;)
2) Franco, Divaldo Pereira – Livraria e Editora Alvorada – Livro: Episódios Diários Cap. 7;
3) Idem, Idem;
4) Lucas XII:47-48.
Francisco Reboucas

Não foi para isso que os elegemos...

Senhores Deputados, o Brasil não quer o aborto quer bons, dignos e fiéis representantes de seu povo em nossos poderes constituídos!


Prezados amigos, é hora de unirmos ainda mais nossas forças e recursos em defesa da vida, da ordem e da decência, já que muitos de nossos "pseudo-representantes", aqueles em quem a sociedade confiou a missão de defendê-la, lutando pelos direitos dos cidadãos, buscando legislar na direção de garantir os mínimos requisitos básicos para uma vida digna dos habitantes deste nosso país, insistem em defender seus interesses mesquinhos e egoísticos, contrariando desrespeitosamente os legítimos interesses morais da sociedade brasileira. Não vamos dar nosso aval, tornando-nos cúmplices da legalização de mais este tipo de crime para ficar impune os assassinatos cometidos pelo aborto legalizado pela sociedade, como eles dirão depois, vamos todos ao contrário, mostrar toda nossa indignação lutando com tenacidade na defesa da moral, da ética e da vida.


Bom número desses indecentes representantes das nossas mais nobres aspirações, continuam articulando com sofismas descarados, a defesa da legalização da CRIMINOSA LEI DO ABORTO, tentando justificar suas tendências viciosas para enganar com falsos argumentos os incautos que lhes caírem nas armadilhas. Vamos enfrentar com disposição esses gênios do mal, que representam uma fração muito pequena em relação à totalidade da população do nosso Brasil, para que essa pequena parcela de insensatos e covardes que de corações endurecidos, escondidos em absurdos argumentos materialista, não venha a exercer tamanha influência na legislação brasileira, em oposição à vontade e às concepções da maioria esmagadora do nosso povo, e contrariando a própria Carta Magna de 1988. O direito à vida não pode ser desrespeitado, sob pena de caminharmos para a barbárie e para a quebra de todos os princípios que têm orientado a nossa cultura cristã.


Apesar das artimanhas utilizadas por aqueles que querem conduzir a opinião pública de maneira a lhes dar respaldo para o ato criminoso do aborto legal, contrariando as pretensões e legítimas aspirações, da sociedade brasileira, que é a correta vivência da conduta cristã, independente da corrente religiosa que se tenha, seja na religião católica, protestante, espírita ou, qualquer outra, visto que se empenham todas juntas, na defesa do respeito à vida, como direito inalienável do ser humano.


O feto que se desenvolve desde a concepção no lugar mais sagrado do ser humano, o ventre materno, não é uma máquina, ou um robô qualquer, que podem ser desligados de acordo com os interesses das pessoas envolvidas na questão, mas sim, um ser humano, com direito à proteção e ao amor de seus Pais, responsáveis, e da sociedade inteira.


Se, querem verdadeiramente evitar a desgraça que representa para toda a sociedade a gravidez precoce das nossas jovens, que trabalhem pela educação de nossas crianças, criando escolas, dando oportunidade de aprenderem na própria sala de estudos o que representa o sexo e suas implicações na vida de um adolescente; onde possam aprender a gostar das coisas nobres da vida, onde possam ter orientação para buscarem desde cedo uma ocupação útil, onde possam ser orientados na procura por uma profissão para estarem preparados adequadamente desde as instituições de ensino para exercerem dignamente uma profissão decente, honesta e honrada, no futuro quando se tornarem adultos esclarecidos e conscientes de seus direitos e deveres.


Precisam, se importar em defender leis que possam garantir um futuro melhor para esses jovens e suas famílias; que incentivem campanhas de esclarecimento sobre a necessidade do respeito ao sexo com responsabilidade; multipliquem as oportunidades do jovem de família carente ingressar nas faculdades públicas; que criem oportunidade de trabalhos para que os jovens tenham uma garantia de que estudando com seriedade garantirão no futuro uma dessas vagas que o mercado de trabalho precisa lhe oferecer; para que não desanimem de estudar pelas perspectivas de não encontrarem um trabalho que lhes proporcionem uma vida digna.


Precisam se empenhar em resolver questões de melhoria da vida do brasileiro, como as graves questões da saúde, da segurança e outras tantas, pois que, para isto é que foram eleitos, e, que peles quais nada fazem, pois, têm tudo do bom e do melhor, e ganham fortunas para se preocuparem com futilidades e com sofismas que lhes têm proporcionado vários mandatos através dos anos, garantidos por essa mesma população ignorante e necessitada que, enganada continua votando nesses lobos infelizes...


Precisam saber os senhores Deputados, que em recente pesquisa que empreendemos, sobre a opinião dos brasileiros em relação à aprovação dessa desgraçada e infeliz lei, o resultado não poderia ser diferente:


86% responderam ser absolutamente contrários à sua aprovação;


7% responderam ser favoráveis à sua aprovação;


4% não têm uma opinião definida e;


Menos de 1% responderam que nunca pensaram sobre o assunto.


Dessa forma, senhores; exigimos que a vontade da nossa sociedade seja respeitada, e que nossos poderes constituídos nos representem com fidelidade, garantindo em definitivo o direito de nascer ao ser que está chegando, pois, é uma criação de Deus e só ele pode tirar-lhe a vida, mais ninguém.Chega de tantos abusos, exigimos respeito já!.

Francisco Rebouças